MENSAGENS RECENTES DO BLOG

27 de março de 2013

Investir na bolsa: reduza os custos até 1876 euros por ano



Para ter sucesso nos investimentos em bolsa, é preciso escolher títulos promissores e saber poupar nas comissões de transação. A PROTESTE INVESTE analisou 44 preçários de 21 corretoras e concluiu que pode poupar quase 1900 euros por ano se optar pela mais barata.



A plataforma GoBulling, do Banco Carregosa, e a iTrade, da corretora Orey Antunes, são as melhores opções para os cinco perfis analisados pela PROTESTE INVESTE. A comissão fixa pela compra e venda de ações e a isenção de custos pela guarda de títulos permitem poupanças de mais de 50% face aos outros intermediários que operam pela Internet, o canal mais barato.
Para um pequeno investidor, com uma carteira de 12 mil euros e 10 ordens anuais, a GoBulling cobra cerca de 390 euros a menos do que a corretora mais cara para o perfil. No caso de um investidor agressivo, com uma carteira de 70 mil euros e 60 ordens anuais, a diferença é mais significativa: tanto a GoBulling como a iTrade exigem menos 1830 euros por ano do que o intermediário mais caro.
Os subscritores da PROTESTE INVESTE e os associados da DECO beneficiam de um desconto ainda mais vantajoso face aos restantes investidores, no âmbito do protocolo com o Banco Carregosa: até 1876 euros anuais.
O estudo revela também problemas na atividade de corretagem, apesar das melhorias em relação a estudos anteriores. “Deveria existir maior uniformização e clareza nos preçários” para ajudar os investidores a comparar custos entre intermediários, alerta a PROTESTE INVESTE. Expressões como “4bp por ano” ou “taxa de bolsa de 2 euros por cada linha de negócio” são incompreensíveis para a maioria. A DECO vai informar a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários dos problemas detetados e pedir a criação urgente de um modelo de preçário único, a adotar por todos os intermediários financeiros.
Para ajudar os investidores, a publicação disponibiliza no seu portal financeiro um simulador gratuito que calcula os custos de corretagem em função do valor médio das ordens de bolsa, do número de ordens que estima efetuar ao longo de um ano, dos dividendos que pensa receber e dos mercados em que investe.


fonte: deco.proteste.pt

Crédito pela Net: Propostas Fraudulentas

crédito pela net


Com as dificuldades no acesso ao crédito, surgem cada vez mais anúncios na Internet de empresas que dizem concedê-lo. Muitas vezes, são propostas fraudulentas. O primeira passo para confirmar a credibilidade da entidade é verificar se consta da lista de instituições autorizadas pelo Banco de Portugal. Aceda a essa lista em www.bportugal.pt e selecione "Instituições Autorizadas".

Esteja ainda atento a outros sinais. Por exemplo, qualquer instituição de crédito com uma dimensão razoável dispões de um portal na Internet. Certifique-se de que tem também um endereço físico.

Além disso, solicitar um montante a título de despesas para poder avançar com o processo é uma prática fraudulenta comum. Na maior parte dos casos, após o envio do montante, cessam os contactos.

Se suspeita que a entidade de crédito é fraudulenta, denuncie às autoridades. Também deve dar conhecimento do caso ao Banco de Portugal, pelo 213 130 000 ou preenchendo o formulário de contacto do Banco de Portugal.

fonte: dinheiro&direitos - deco proteste

Deduzir 5% do IVA pago em oficinas, restaurantes e cabeleireiros

No IRS de 2013, a entregar em 2014, poderá deduzir 5% do IVA pago em oficinas, restaurantes, alojamento e cabeleireiros. Mas vai dar trabalho!

Será possível reaver 5% do IVA pago em despesas com reparação e manutenção de automóveis e motociclos, restauração, alojamento, cabeleireiros e institutos de beleza. Mas para obter a dedução máxima - 250€ - não só terá de gastar mais de 26 mil euros nestes setores, como arregaçar as mangas. Para deduzir estas despesas, não basta declará-las no IRS, como faz, por exemplo, com as de educação. O Fisco só contabilizará as faturas que estiverem inseridas no sistema das Finanças.

Cabe ao prestador do serviço, por exemplo, à oficina enviar para a Autoridade Tributária e Aduaneira as faturas que emite, com número de contribuinte do cliente. As faturas que forem declaradas pela oficina estarão disponíveis para consulta no e-fatura (acessível através de www.portaldasfinancas.gov.pt).

Se o cliente quiser confirmar que a fatura foi inserida, terá de fazer o login com os dados de acesso do Portal das Finanças, e consultar as faturas introduzidas em seu nome. Estas não ficam disponíveis de imediato, podendo demorar até 2 meses.

Se as suas faturas não estiverem inseridas, resta-lhe meter mãos à obra e registá-las; caso contrário, não serão consideradas para a dedução. O Fisco só aceita faturas com o número de contribuinte do cliente.

No final do ano, o Fisco irá verificar as faturas registadas no sistema, disponibilizando-as para consulta do contribuinte até 10 de fevereiro de 2014. Se houver alguma incorreção, por exemplo, um montante mal introduzido, o contribuinte poderá reclamar.

Tem de guardar todas as faturas que inserir durante 4 anos. É a única forma de comprovar as despesas que declarou, caso seja chamado pelas Finanças.

Se, ao longo de 2013, almoçar fora, por 8 euros, gastará 2000 euros (8x250 dias de trabalho). Dos 8 euros de cada almoço, 1,50 euros correspondem ao valor do IVA. Para calcular o benefício, o Fisco fará o seguinte cálculo:
-> 1,50x250=375 euros
-> 375 euros x 5% = 18,75 euros

Assim, com os 18,75 euros que obterá de benefício fiscal, terá direito a dois almoços "grátis" em 2014.



fonte: dinheiro&direiro - deco proteste


Como poupar com um salário mínimo


A maior parte das pessoas estão a braços com uma luta diária para esticar o pouco e pequeno salário que recebem ao final do mês. Mas fique a saber que mesmo assim pode aprender como poupar com um salário mínimo.
Hoje em dia, em média, uma renda de casa, mesmo pequena, não será menos do que 300€ ou 350€ e a juntar as despesas fixas domésticas, não é de todo fácil conseguir poupar dinheiro, mas é, isso sim, possível. Acredite em si e verá como conseguir.

Como poupar com um salário mínimo

Seja muito ou pouco aquilo que consegue guardar, o importante é fazê-lo. O principal problema é quando tentamos ter um nível de vida que não corresponde às nossas possibilidades económicas além de que, nos tempos que correm, é cada vez mais imprescindível saber como poupar com um salário mínimo.
É desde pequenos que devemos aprender e ser incentivados a poupar, a perceber o significado do dinheiro, e isso também poderia passar pela escola. Assim, uma boa maneira é dar aos nossos filhos uma mesada, pois assim quando quiserem um brinquedo mais caro, eles perceberão que têm de poupar para o poder comprar. Deste modo, uma criança quando crescer saberá como proceder para ter o que quer.

Saber onde cortar nas despesas

Independentemente do salário que se recebe, o importante é mesmo saber onde e como cortar nas despesas, para poder poupar com um salário mínimo. Se tiver essa possibilidade, ponha de parte sempre 10% do seu salário. Já é um princípio.
Tenha um caderno onde apontar todas as despesas fixas que tem, pois assim saberá no final do mês do valor total que necessita ter para pagar essas contas. Aquilo que sobrar, deixe de parte para que possa almoçar fora caso tenha necessidade, ou para a manutenção do seu carro. Assim, estará a dar a si mesmo a possibilidade de ter o seu orçamento em dia e saberá como viver de acordo com o dinheiro de que dispõe e não com o que poderia ter. Só assim poderá começar a poupar com um salário mínimo.
Por exemplo, antes de comprar alguma roupa ou sapatos, pense realmente se precisa de o fazer. Se tiver uma peça de roupa que já não utiliza, porque não trocar com uma amiga? Ou, então, poderá personalizar essa peça. O importante é não gastar dinheiro a não ser que seja realmente necessário e não por uma questão de vaidade.

As dívidas também são uma constante preocupação

Arranje um tempo e vá até ao banco, por exemplo, e tente negociar, de modo a que assim possa cumprir com o devido pagamento. Outra alternativa, é fazer um empréstimo, em que poderá pagar todas as dívidas, ficando apenas com uma conta que poderá encaixar no seu orçamento e, assim conseguir saber como poupar com um salário mínimo.
Mas é na hora de ir ao supermercado que muitas preocupações vêm ao de cima. O ideal é mesmo fazer uma lista apenas daquio que realmente faz falta em casa e vai comprando conforme necessitar.
O importante, em qualquer opção que tome é mesmo aprender como poupar com um salário mínimo, ser determinado e forte para que a sua economia se mantenha firme. Aproveite as liquidações e promoções para adquirir o que realmente precisa.
Ponha na sua mente algo que queira e precise realmente e vá juntando para que a possa comprar, pois se comprar a crédito vão-lhe ser somados os juros e aquilo que você tanto quer, acaba por lhe sair muito mais caro, tirando-lhe a possibilidade de poupar dinheiro.


fonte: comofazer.org

26 de março de 2013

IMI: Acima de 500 euros, pague em 3 Prestações



Se a sua casa foi avaliada pelas Finanças em 2012, será aplicada uma taxa até 0,5% (consoante o município) sobre o novo valor patrimonial tributário. Para saber quanto terá de pagar e se beneficia da "Cláusula de salvaguarda", simule no portal da DECO.

Este ano, há novidades nos meses de liquidação do imposto e no acesso ao pagamento faseado. Continuará a receber a nota de cobrança em março. Se o imposto for inferior a 250 euros, terá de o pagar em abril. Se se situar entre 250 a 500 euros, o Fisco divide-o em duas prestações, que devem ser pagas até ao final de abril e de novembro. Se ultrapassar 500 euros, é repartido por três prestações, a saldar em abril, julho e novembro.

O processo de avaliação de imóveis pelas Finanças deveria ter terminado no final de 2012. Contudo, tal não aconteceu e, segundo o Fisco, só terá fim em março.

Os contribuintes cujos imóveis não foram avaliados perguntam qual será a taxa a aplicar e o valor patrimonial a ter em conta. Caso não tenha recebido uma notificação com a data de 2012, em princípio, já não irá pagar IMI segundo os novos valores.

O Fisco terá em conta o valor inscrito na caderneta predial a 31 de dezembro de 2012 e aplicará as taxas antigas.

Quanto aos imóveis em que a avaliação está a decorrer durante este trimestre, a situação não é clara. A decisão de aplicar as taxas novas ou as antigas dependerá, acima de tudo, da celeridade dos processos de avaliação a decorrer.

Com os primeiros avisos de pagamento a serem enviados para os contribuintes já em março, dificilmente será possível conciliar este envio com avaliação a decorrer neste mesmo mês.

Aguardamos que o Fisco esclareça devidamente estes casos "fronteira".

Fonte: dinheiro&direitos - deco proteste

Objecto no Prego em Cinco Passos




1. Avaliação

O prestamista avalia o objecto cobrando uma taxa máxima de 1% (1 euro num bem de 100 euros).
Pode ser obrigado a pagar mesmo que decida não penhorar o bem. Se possível, visite várias lojas, para escolher a situação mais vantajosa.

2. Contrato

Dura um mês e é renovável por períodos iguais até ao máximo de dois anos. Por lei, não lhe podem cobrar uma taxa de juro superior a 3% para ouro, prata e jóias, e a 3.75% para os restantes bens.
Caso se atrase no pagamento, poderão ser-lhe aplicados juros de mora.

3. Amortizar 

Pode amortizar o empréstimo a qualquer momento. Tem de entregar, no mínimo, 10% do capital em dívida. Nesse caso, quando o contrato for renovado, paga juros apenas sobre o remanescente.

4. Resgatar

Para resgatar o objeto, pode ter de avisar com uma antecedência de até cinco dias úteis, mencionada obrigatoriamente no contrato. Implica o pagamento do capital e dos juros em dívida.

5. Venda

Após três meses sem pagar juros, o bem pode ser vendido pelo prestamista, que fica com 11% do valor de base da licitação. Para resgatar o objeto depois de ser posto à venda, tem de se pagar aquela taxa. Se da venda resultarem ganho para si, reclame-os no prazo de seis meses.


fonte: dinheiro&direitos - deco proteste

Como ganhar dinheiro a preencher questionários na internet




fonte: descontos.blogs.sapo.pt

Quando comecei a investir na minha autonomia financeira (as razões já as expliquei aqui) não só fiz os possível por cortar despesas mas também aumentar as minhas fontes de rendimentos. Uma das primeiras estratégias a que recorri para ganhar mais dinheiro foi inscrevendo-me em sites em que seria paga apenas por responder a questionários electrónicos. Simples, não?


Os sites, blogs e até murais do Facebook estão repletos de promessas de dinheiro fácil e rápido. Mas a minha experiência com 5 desses serviços, não é assim tão brilhante.


Mas então porque tantas pessoas publicitam altos rendimentos, encorajando-nos a inscrevermo-nos? Talvez a resposta esteja no facto de estes sites pagarem uma verba (cerca de 30 a 50 cêntimos) por novos inscritos que angariemos.


Uma outra questão que convém averiguar antes da inscrição é a forma de pagamento. Os rendimentos obtidos com o preenchimento de questionários também está sujeito ao pagamento de impostos. Há empresas que exigem a emissão de recibo ou então aplicam a taxa legal em vigor aplicada a prémios de jogos e/ou concursos (cerca de 35%).


A MINHA EXPERIÊNCIA





O serviço da Marktest foi sempre aquele que mais confiança me inspirou, por ser uma empresa conhecida. Julgo que já estou inscrita há mais de uma década e sempre fui respondendo a todos os questionários que me foram disponibilizados. Consegui ganhar €10.00.

O pagamento é efectuado em cheques brinde que podem ser utilizados em locais tão distintos como gasolineiras, supermercados, lojas de centros comerciais da SONAE, Fnac, etc.

Faz pagamentos a partir de 2.000 pontos. De acordo com os últimos que recebi, cada questionário poderá render cerca de 150 a 300 pontos.


Net Sonda (www.netsonda.pt)


A inscrição tem um ano e recebi cerca de 1 a 2 questionários por mês. Nem sempre somos qualificados para responder já que poderá haver selecção de perfis. Por exemplo, se é para uma empresa do ramo automóvel e só lhes interessa quem tenha comprado carro no último ano. Mesmo nesses casos, pagam €0.10. Em regra, é paga a quantia de €1.00 por cada questionário respondido.


Num ano, consegui ganhar €9.97.


Aqui é mais um exemplo do que os amigos podem fazer por nós já que recebemos 10% dos ganhos das pessoas que tivermos angariado.


O valor mínimo a resgatar é de €25.00 e implica recibo ou pagamento de taxa legal para concursos. Em alternativa, pode trocar o saldo por um voucher de Experiências Odisseias.


Global Test Martket (www.globaltestmarket.com)


Também com inscrição com um ano, auferi 600 dos 1000 pontos que constituem o mínimo de resgate. Recebi cerca de 2-3 questionários por mês e também aqui há atribuição de pontos, mesmo que não sejamos seleccionadas. Em regra, por cada questionário completo, auferimos 35 a 50 pontos.


Este é um dos quais tenho mais dúvidas por achar muito elevado o pagamento: "O valor dos MarketPoints é fixo, de acordo com o Dólar americano, em cinco (5) cêntimos por MarketPoint."


Hiving (www.hiving.pt)


De todos, é o que enviou menos questionários: 9 no decurso de um ano. Acresce que apenas fui seleccionada para 2 deles e como tal apenas auferi 170 pontos. Todavia, o mínimo de resgate é de apenas 400 pontos que correspondem a €5.00. Os pagamentos são efectuados apenas por Paypal.


Também atribui pontos por recomendações de amigos.



Multidados (www.multidados.com)


Deste serviço recebi 1-2 questionários por mês, embora nem todos tenham resultado em crédito. No total (incluindo bónus de registo), auferi €6.90. Também aqui há lugar a crédito por amigos angariados.


O valor acumulado poderá será pago uma vez atingido o valor de 15 Eur. (sendo o pagamento efectuado de 15 eur por um dos seguintes meios: voucher A Vida é Bela, carregamento de telemóvel, vale compras da Sonae ou transferência bancária - neste último caso será necessário o envio de um recibo verde). 




Como poderão deduzir da experiência de 1 ano, não pensem auferir altos rendimentos com o preenchimento de questionários na internet. Se bem seleccionados os serviços, talvez possam almejar um extra uma vez por ano. Porém, devem ter muita atenção às diversas condições de pagamento e se realmente o esforço compensa os parcos rendimentos.

Regras a Seguir na Extinção do Posto de Trabalho


1. Informação aos Trabalhadores

A empresa informa por escrito o empregado e, se existirem, a comissão de trabalhadores e o sindicato. Deve referir os motivos e critérios de seleção dos colaboradores a despedir, indicar os visados e as respetivas categorias profissionais.

2. Alternativas em Aberto

No prazo de 10 dias, os representantes dos trabalhadores e os próprios podem pronunciar-se (por exemplo, se não estiverem de acordo), propondo alternativas.

3. Intervenção da ACT

Nos três dias após a comunicação, qualquer trabalhador pode pedir à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) que verifique se tudo está a ser feito de forma legal. Deve informar a empresa.

4. Decisão escrita e Justificada

Cinco dias depois do prazo de que dispõem os trabalhadores para dizerem de sua justiça, a empresa apresenta-lhes a decisão escrita e fundamentada, bem como aos seus representantes e à ACT.

MAIS SUGESTÕES:


fonte: dinheiro&direito - deco proteste

25 de março de 2013

Regras a seguir no Despedimento Colectivo



1. Comunicação Escrita


A empresa informa os trabalhadores por escrito, assim como a comissão de trabalhadores ou organizações sindicais. Se estas não existirem, os trabalhadores têm cinco dias úteis para escolher uma comissão representativa, que recebe cópia da comunicação. Outra, com toda a informação, deve seguir para o ministério

2. Negociação

Nos cinco días posteriores à comunicação, começa uma fase de informação e negociação entre a empresa e os representantes dos trabalhadores, acompanhada pelo ministério, para chegar a acordo quanto às medidas a tomar e reduzir o número de despedimentos ao máximo.

3. Decisão Justificada

Se houver acordo(ou falhando, 15 dias após a comunicação inicial), a empresa informa cada trabalhador do despedimento, indicando o motivo, a data do fim do contrato, a compensação e a forma e local de pagamento. O ministério recebe cópia das atas das reuniões com as razões de não haver acordo.

4. À procura de Emprego

Para procurarem novo emprego, entre a comunicação e a cessação do contrato, os trabalhadores são dispensados durante o equivalente a dois dias de trabalho por semana, sem diminuição no salário. Têm de comunicar as ausências com três dias de antecedência.

fonte: dinheiro&direito - deco proteste

20 de março de 2013

Dez conselhos úteis para ajudar a esticar o dinheiro



Deco deixa sugestões aos portugueses, é só anotar:

A crise soma e segue, com previsões muito preocupantes para as famílias portuguesas. É crescente o número de pessoas com dificuldades em honrar os compromissos financeiros. Pior: nunca as dívidas das famílias à banca foram tão elevadas, sendo que o incumprimento das empresas ultrapassa já os 10 por cento.

Por isso, a Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (Deco) decidiu dar 10 conselhos úteis que podem ajudar a minimizar as dificuldades.

A jurista da Deco, Natália Nunes, deixa-lhe as dicas.

O que fazer:

1. Faça sempre um orçamento familiar;

2. Tenha por objetivo a poupança;

3. Tenha sempre um pé-de-meia que seja cinco a seis vezes o rendimento mensal;

4. Os créditos não devem exceder 40 % do rendimento/mês;

5. Evite gastos excessivos de água, gás e eletricidade;

6. Seja crítico com os gastos diários;

7. Antes de ir às compras faça uma lista daquilo que precisa;

8. Faça a comparação dos preços;

9. Confira a taxa de juro do cartão de crédito;

10. Veja atentamente o seu extrato bancário.


fonte: tvi24.iol.pt

19 de março de 2013

Riscos e custos de recorrer a uma loja de penhores



loja de penhores

Saiba quanto custa empenhar uma jóia de família, se não tiver alternativa de financiamento.

As casas de penhores podem ser um recurso para quem precisa de fazer face a uma despesa urgente. Já o canta Rui Veloso desde 1990, celebrizando a história de um homem que empenha um anel de rubi para levar a amada a um concerto no teatro Rivoli, no Porto. Se, neste caso, as motivações eram passionais, muitos consumidores encaram o penhor como uma forma de enfrentar uma emergência, como uma doença. Trata-se de uma opção cara, mas a verdade é que, quando é considerada, na maioria das vezes, já foram esgotadas outras formas de financiamento. Ainda assim, a Dinheiro & Direitos fez os cálculos e comparou os custos com os de outra forma de obter dinheiro rapidamente: o cartão de crédito. O penhor pode custar cerca do dobro da média das taxas cobradas pelos cartões.

Fuja se puder
Em teoria, qualquer objecto com algum valor pode ser penhorado, excepto artigos militares, armas de fogo e bens móveis sujeitos a registo, como carros e motas. Informações que a Dinheiro & Direitos recolheu junto de prestamistas indicam que a esmagadora maioria dos bens entregues corresponde a ouro, prata e jóias.
São várias as razões para esta não ser a via de financiamento mais indicada: a principal é a taxa de juro. Se pretender, por exemplo, um empréstimo de 200 euros a pagar em seis meses, a taxa anual efectiva global (TAEG), que inclui todos os custos associados ao crédito, poderá rondar os 50%.
Como o penhor é semelhante em termos de rapidez ao cartão de crédito, foram comparadas estas duas formas de financiamento para um empréstimo de 200 euros a seis meses (ver gráfico). Foi assumido que a avaliação do bem seria de 300 euros. Conclusão: o penhor pode custar quase duas vezes mais face à média dos cartões de crédito (TAEG de 25,5%).
Outro aspecto negativo das casas de penhores é a avaliação do objecto. Muitas vezes, o valor estimado é muito inferior ao de mercado, o que torna difícil conseguir o montante de que precisa no imediato. Tal também terá implicações caso não cumpra as suas obrigações e o bem acabe por ser posto à venda. Como o valor de base da venda é igual ao da avaliação, se esta for muito baixa, poderá receber muito menos do que aquele vale.

Extensa lista de custos
A lista de custos do crédito em casas de penhores é extensa. Para exemplificar, foi assumido um caso real (veja a ilustração ao lado). Pela avaliação do bem, mesmo que não feche o negócio, paga logo uma taxa que pode ir até 1% do montante estimado. No caso de objectos em ouro entregues na empresa indicada no documento, avaliados em 4.400 euros, 44 reverteram automaticamente para o prestamista. O cliente pode não precisar do total da avaliação. Mas, se for o caso, nunca o receberá, uma vez que estas casas emprestam apenas entre 50% e 80%. O proprietário dos objectos aqui ilustrados conseguiu 3.500 euros, ou seja, 80%.
Ao avançar com o negócio, exija a assinatura do chamado contrato de mútuo com penhor. Cada uma das partes fica com um exemplar: o termo de penhor para o prestamista e a cautela para o cliente. Com a formalização do contrato, paga imposto de selo (0,04% sobre o empréstimo): no caso, 1,40 euros.
Todos os meses, suporta juros e imposto de selo sobre a dívida. O primeiro pagamento é feito na data do contrato. Para o cliente da empresa na ilustração, seriam 106,40 euros por mês (3% de juros, a taxa máxima para objectos em ouro, e 0,04% de imposto de selo).
Se conseguir pagar os juros atempadamente, não terá mais encargos até resgatar o bem. De contrário, poderão ser-lhe cobrados juros de mora à taxa de 7,007% ao ano. Esta é calculada ao dia e incide sobre o capital em dívida. O cliente da referida empresa teria de pagar mais uns 20 euros por cada mês em que falhasse a prestação.
Em todas as situações de penhor, regra geral, o final feliz acontece quando o proprietário resgata o bem. Mas façamos as contas. Supondo que o crédito durava nove meses, prazo médio de resgate de muitos prestamistas, este empréstimo de 3.500 euros teria custado um total de mil euros.

Quando os anéis se vão
Se falhar o pagamento dos juros por um período superior a três meses, o bem pode ser vendido. No entanto, alguns prestamistas esperam até um ano para fazê-lo. A venda pode ser efectuada através de leilão, proposta em carta fechada ou venda directa. O valor de base da licitação deve ser sempre igual ou superior ao da avaliação. Do produto da venda, 11% ficam para o prestamista. Após deduzir os montantes em dívida e uma comissão, se houver remanescente, tem de avisar o cliente por escrito, num prazo de oito dias, de que pode levantar o valor.
Mesmo depois de o bem ser posto à venda, o consumidor ainda pode reavê-lo. Para tal, tem de saldar o capital e os juros em dívida. Mas também fica sujeito a uma comissão de venda, de 11% do valor de base da licitação.
Retomando o exemplo anterior, se os artigos em ouro tivessem sido vendidos pelo valor da avaliação (4.400 euros), o prestamista ficaria com 484 euros. Para o proprietário, após descontar os 3.500 euros do empréstimo, e partindo do princípio de que devia apenas três meses de juros (380 euros com juros de mora), reverteriam pouco mais de 35 euros.

Licença para emprestar
Em Portugal, existem 128 lojas de penhores licenciadas pela Direção-Geral das Actividades Económicas (DGAE), mais de metade das quais concentradas em Lisboa e no Porto. Nos últimos dois anos, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) fiscalizou 277 destes negócios. Um quinto apresentava irregularidades, sendo a falta de licenciamento uma das mais frequentes.
Se tiver de recorrer a uma loja de penhores, antes de empenhar um objecto, verifique se o alvará está afixado. Tal garante que é licenciada e cumpre as suas obrigações, como a contratação de um seguro válido, para cobrir os riscos de perda, assalto, extravio ou incêndio dos objectos penhorados. Nestes casos, o prestamista tem de indemnizar o cliente em 150% da avaliação do bem, ao qual é deduzido o montante em dívida.
A falta de pagamento do prémio do seguro foi outra das infrações encontradas pela ASAE. Se a apólice não estiver regularizada, o cliente poderá ter mais dificuldade em obter uma indemnização.


fonte: economico.sapo.pt

Saiba como aproveitar os leilões de imóveis


Leilões de Imóveis


Em 2012, entre 5.300 casas levadas a leilão, apenas pouco menos de 2.700 foram vendidas.

A crise tornou muito difícil comprar casa com recurso ao crédito, mas também fez crescer de uma forma acentuada o volume de imóveis entregues aos bancos devido ao aumento do incumprimento das famílias. A principal consequência destas duas tendências é um excesso de oferta de casas no mercado face à procura. Uma das vias para escoar esse excesso é através dos leilões. Para além das duas principais leiloeiras de imobiliário nacionais - a Euro Estates e a Uon - e do portal Casa Sapo, também as imobiliárias se juntaram nesse segmento de negócio, com a realização de leilões presenciais ou ‘online'.
É o que se passa com a Re/Max, a Era e a Century 21. A principal mais-valia destes eventos, na perspectiva do comprador, resulta do facto de a grande parte dos imóveis sujeitos ao bater do martelo ser proveniente das carteiras dos bancos que, para garantirem um maior escoamento dessas casas, oferecem condições de financiamento mais vantajosas do que as praticadas no mercado. Acresce ainda o facto de os preços base de licitação serem consideravelmente inferiores aos do mercado. Em termos médios, os descontos face aos valores do mercado rondam os 30%.
Mas isso não significa que todos os imóveis colocados em leilão encontrem comprador. Dos cerca de 5.400 imóveis colocados em leilão pela Euro Estates, Uon e Casa Sapo no ano passado, apenas metade foi vendida. Das cerca de 2.000 casas colocadas em leilão pela Euro Estates, 50% foram escoadas. No caso dos 1.900 colocados em leilão pela Uon, a taxa de sucesso foi superior - 60% -, mas revelou uma quebra ligeira face ao ano anterior. A diminuição é mais notória nos leilões do portal Casa Sapo, onde no último ano apenas aproximadamente um terço das 1.500 casas foram vendidas.
"Nos últimos meses vimos assistindo a alguma deterioração das condições de mercado, com as taxas médias de sucesso, quer no ‘online' quer no mundo físico, a rondar agora os 35%, quando para imóveis semelhantes podemos já ter falado em níveis de êxito do mercado superiores a 60%", refere João Capucho, administrador da Janela Digital, responsável pelo site imobiliário Casa Sapo.
Segundo este responsável a quebra deve-se a três factores. Um deles prende-se com razões operacionais, já que muitos leilões incluem imóveis que integraram vários eventos anteriores, nos quais não foram vendidos. A degradação do cenário macroeconómico, sobretudo a subida do desemprego, bem como o agravamento fiscal dos imóveis são outros aspectos a pesar nessa tendência. "O agravamento da moldura fiscal, essencialmente no que respeita ao IMI, afugentou sobretudo os investidores", revela João Capucho.
Apesar de todas essas dificuldades, os leilões de imóveis poderão ser uma boa oportunidade para adquirir casa própria ou mesmo para realizar um investimento. "As pessoas sentem-se atraídas pela possibilidade de realizar excelentes negócios, e sobretudo pelo preço base baixo e atractivo", explica o director da ERA Portugal, Miguel Poisson. Uma opinião corroborada por Ana Ferro, directora comercial da Uon, que refere que "estes factores tornam os activos em venda em leilão muito interessantes, seja pelo preço em termos absolutos seja pelas condições de acesso ao crédito que se afiguram muito interessantes".
Segundo Diogo Livério, director comercial da Euro Estates, "o desconto ronda os 30% face aos valores de mercado", acrescentando que "em regra as entidades financeiras oferecem condições especiais, isentando estes contratos de determinadas comissões e oferecendo melhores condições de financiamento, seja garantindo 100% de financiamento, seja baixando os ‘spreads' dos empréstimos". Estes rondam os 100 e os 200 pontos base, revela João Capucho. "Algo impensável nos dias de hoje para os imóveis "tradicionais". Segundo dados do banco de Portugal, os ‘spreads' praticados pelos bancos nas operações "tradicionais" rondam os 3%.
Contudo, optar por comprar casa em leilões não reúne apenas vantagens. São necessários alguns cuidados para que um negócio aparentemente de sucesso não se transforme num desastre. Identificar o imóvel que pretende, marcar uma visita e consultar o banco para avaliar a capacidade de endividamento são os principais alertas. No texto ao lado, fique a conhecê-los em mais pormenor.

Dicas para ir a leilão

1.Escolha a casa antes do leilão: O primeiro passo a dar antes de ir a um leilão é construir um perfil exacto do tipo de imóvel no qual está interessado. Nomeadamente a tipologia, a zona geográfica, o ano de construção, e claro, a base de licitação e até quanto está disposto a pagar.
2.Visite o imóvel: Apesar das leiloeiras disponibilizarem nos respectivos sites fotografias e dados sobre as características dos imóveis, é aconselhável marcar uma visita ao imóvel. É nesta ocasião que conseguirá avaliar melhor pormenores importantes como as áreas, a qualidade da construção, o estado geral do imóvel e a necessidade de eventuais obras, a vizinhança, o comércio existente, a rede de escolas e de transportes existente.
3.Garanta financiamento: Se pretender adquirir o imóvel recorrendo ao crédito bancário, é aconselhável que consulte previamente as instituições financeiras para comprovar se reúne condições para aceder ao crédito. Certifique-se de qual o montante máximo a que tem acesso, bem como prazos e eventuais encargos com a operação.
4.Saiba o que precisa para licitar: Antes do leilão, seja ele presencial ou ‘online', tem de fornecer à leiloeira dados pessoais como o número do bilhete de identidade e do cartão de contribuinte, bem como depositar uma caução que varia consoante a leiloeira e assinar uma declaração de aceitação.
5.Atenção aos custos de incumprimento: Tenha em consideração que, no caso de desistir da compra após arrematar o imóvel, existem custos associados. Irá perder o valor da caução bem como do sinal (o comprador é obrigado a fazer um contrato de promessa de compra e venda imediatamente a seguir ao leilão). Normalmente, o valor da caução ronda os 1.000/1.750 euros. No caso do contrato de promessa de compra e venda é exigido o pagamento de um sinal, cujo montante varia consoante a leiloeira e o valor do imóvel, mas que no mínimo será superior a mil euros. Quando ocorrer uma desistência, normalmente o imóvel é adjudicado ao comprador que apresentou a a segunda melhor oferta no leilão.


fonte: economico.sapo.pt

18 de março de 2013

Contas bancárias com mais que um titular





As contas colectivas podem ser conjuntas, solidárias ou mistas, variando nas condições de movimentação e no fim pretendido para a conta. Ora conheça as diferenças e os conselhos da DECO para a utilidade de cada uma delas.
Conta Conjunta
Neste tipo de conta todos os titulares são obrigados a assinar para autorizar a movimentação. É permitida a consulta através do homebanking, no entanto, os bancos colocam algumas restrições à sua movimentação online. É pouco prática mas ao mesmo tempo segura. É aconselhável a nível empresarial, para uma maior segurança dos titulares.
Conta Solidária
Aqui basta a assinatura de um dos titulares para a movimentação da conta, não sendo necessária a prévia autorização dos restantes titulares para qualquer movimentação da conta. É o tipo de conta geralmente utilizado pelas famílias para gerirem o seu orçamento mensal e através desta conta fazerem os pagamentos das suas despesas mensais.
Conta Mista
Estas são a opção intermédia entre as contas anteriores, já que a movimentação da conta bancária só pode ser efectuada nas condições expressamente indicadas no contrato de constituição da conta. Um bom exemplo é uma conta colectiva em que os titulares são os pais e o filho, sendo que só os pais podem movimentar a conta, até a criança atingir a maioridade.



fonte: portal-financeiro.com

Como Escrever o Currículo



Como Escrever o Curriculum


É essencial apresentar o currículo atualizado, bem construído e adaptado à oferta. Um currículo bem escrito e estruturado é um passo básico.

1. A regra de ouro é adaptá-lo à oferta. O mesmo CV não vale para duas empresas. Informe-se sobre o que a empresa procura e em que consiste a função. Indique o que faz sentido: elimine formações ou experiências sem valor para o cargo e destaque aquelas com uma relação direta. Se a oferta exige experiência em cargos de gestão, destaque essa informação. Outro exemplo: o facto de organizar todos os anos um festival de marisco não interessa quando se candidata para a função de designer. Atualize o currículo para ficar pronto a disparar quando descobrir uma oferta.
2. Seja breve: não é a história da sua vida. Trata-se apenas de um resumo preciso sobre quem é e o que sabe fazer. Simples e incisivo, resuma o CV a uma ou duas folhas.
3. Pense na estrutura como uma notícia. Primeiro o mais importante, como os seus pontos fortes, depois o resto. Reserve as últimas linhas para os dados menos relevantes. O habitual é começar pela experiência na ordem cronológica inversa (da mais recente à mais antiga) e seguir com a formação.
4. Atenção ao detalhe. O CV combina um exercício de escrita com trabalhos manuais. Vista a pele de quem vai ler o currículo. Este par de folhas resume o que vão saber sobre si. Rigor máximo e clareza com exatidão nas datas de emprego: a maioria das empresas quer ver os meses e não apenas os anos.
5. Não minta. Uma mentira pode garantir a entrevista, mas depois motivar o fracasso. Um simples dado pode revelar se exagerou ou não nas competências. Provoca má impressão e a empresa não volta a pensar no seu nome para futuros processos.
6. Escrita cuidadosa. O currículo será lido rapidamente. Deve escrevê-lo de modo claro. Utilize frases curtas e simples, mas não adote um tom sem ritmo ou maçador. Evite palavras rebuscadas e não asfixie com parágrafos intermináveis. Use o espaço entre linhas e o negrito. Faça a revisão da ortografia: um erro elimina o candidato da corrida.
7. Fotografia e aparência. A foto pode dizer muito e assustar se for inapropriada (corpo inteiro ou durante uma festa). Escolha uma natural e formal.
8. Use verbos dinâmicos e ricos em ação. As frases mais usadas são “responsável por” ou “participou em”. Estes termos servem uma ou duas vezes, mas é melhor usar “organizei”, “presidi”, “desenvolvi” ou “ensinei”.
9. Evite destacar a vertente salarial, as referências de antigos chefes ou as razões porque deixou o último trabalho. Reserve-as para a entrevista. Não desperdice tempo com elementos óbvios. Esqueça o gosto e rasgos de personalidade fora do contexto.
10. Foque o importante. As empresas querem conhecer aquilo que sabe fazer. O número de cargos interessa, mas o mais pertinente é o que fez e como desenvolvia a função. Destaque os projetos de sucesso e não as rotinas. Combine a atividade diária com as grandes vitórias. Não esqueça o nome e contacto. Destaque os seus blogs ou perfil nas redes com orientação profissional.
11. Complete o currículo com uma carta. Aproveite a carta de apresentação para mostrar que sabe escrever e expressar-se. Exiba um tom próximo, certeiro e profissional. Exponha o interesse pela empresa e explique porque é o candidato ideal.
12. Inove. O objetivo é conquistar a atenção de quem lê centenas de currículos todas as semanas. Os videocurrículos são o último grito: ligue a câmara e apresente-se da melhor forma. Pode descarregá-lo no YouTube e incluir o link para o CV clássico. Consoante a área, o currículo convencional pode ser mais acertado.

MAIS SUGESTÕES: -->


fonte: deco.proteste.pt

Saiba tudo o que pode deduzir no IRS


Deduções no IRS


O prazo para a entrega de IRS para os trabalhadores dependentes ou pensionistas através da Internet termina amanhã. Saiba tudo o que pode incluir na sua declaração.
1. SAÚDE
São dedutíveis à colecta 30% das despesas de saúde do contribuinte e do seu agregado familiar. Mas estas deduções são apenas “válidas” para produtos isentos de IVA ou com uma taxa de IVA de 5%. No caso dosmedicamentos com taxa de IVA normal, só contam os que foram comprados com receita médica e até ao limite de 62 euros. Óculos e lentes de contacto também entram, desde que prescritos pelo médico.
Quem tem parentes ascendentes ou colaterais até terceiro grau pode deduzir as suas despesas, desde que estes não ganhem mais do que o salário mínimo. Os juros das dívidas contraídas para o pagamento de despesas de saúde também são dedutíveis naquela percentagem. Os medicamentos comparticipados pelo Estado podem ser deduzidos na parte que é suportada pelo contribuinte.
2. EDUCAÇÃO
Pode deduzir à colecta 30% das despesas de educação e formação profissional até ao limite de 681,60 euros. Propinas, despesas de deslocação, alojamento e alimentação são dedutíveis, assim como asmensalidades das creches e a escolas de actividades extracurriculares (música, línguas, entre outras), desde que os estabelecimentos pertençam ao Sistema Nacional de Educação. Para os contribuintes com três ou mais filhos, o limite a deduzir aumenta 127,80 euros por cada um. Assim num agregado familiar formado, por exemplo, pelo marido,mulher e três filhos estudantes, o limite para esta dedução é acrescido em 383,40 euros (3 x 127,80 euros), passando de 681,60 euros para 1.065 euros.
3. LARES E REFORMADOS
São dedutíveis à colecta 25% dos encargos com lares e instituições de apoio à terceira idade relativos aos sujeitos passivos, bem como dos encargos com lares e residências autónomas para pessoas com deficiência, seus dependentes, ascendentes e colaterais até ao terceiro grau, que não possuam rendimentos superiores à retribuição mínima mensal, como limite de 85%do valor da retribuição mínima mensal. Os contribuintes com pensões inferiores a 6.000 euros anuais, quando solteiros, e a 12.000 euros anuais, quando casados (desde que cada um não ultrapasse os 6.000 euros) estão dispensados de entregar a declaração de IRS. Isto significa que os pensionistas comreformas superiores a 429 euros terão de pagar imposto.
4. HABITAÇÃO
As despesas com juros e amortizações do empréstimo à habitação também beneficiam de dedução, em 30% até ao limite 586 euros. Isto para os empréstimos contraídos com a compra de casa para habitação própria e permanente, em território nacional. No caso dos arrendamentos basta declarar o somatório do valor patente nos recibos de pagamento. Se o contrato foi celebrado ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbano, ou do anterior, que entrou em vigor a 15 de Novembro de 1990, pode deduzir 30% das rendas, deduzidas de eventuais subsídios ou comparticipações oficiais (por exemplo, o subsídio de arrendamento jovem) até ao limite de 586 euros. Também neste caso deve tratar-se de um imóvel de habitação permanente
e situar-se emterritório nacional.
5. SEGUROS
São dedutíveis à colecta 25% dos prémios de seguros de acidentes pessoais e seguros de vida que garantam os riscos de morte por invalidez ou reforma por velhice, até ummontante máximo de 62 euros, se for solteiro, e 124 euros se for casado, desde que cada cônjuge tenha o seu seguro.
São também ainda dedutíveis 30% dos prémios de seguros de saúde que cubram exclusivamenteos riscos de saúde relativos ao sujeito passivo ou aos seus dependentes. Podem ser deduzidos até ao montante máximo de 164 euros para casados, desde que cada sujeito passivo tenha o seu seguro de saúde e 82 euros para solteiros e unidos de facto. Estes limites aumentam 41 euros por cada dependente. Por exemplo, se ambos os elementos do casal contratarem um seguro nestas condições e tiverem dois filhos o valor da dedução será de 25% do prémio de seguro como limite de 246 euros (164 euros + [41 euros x 2]).
6. INFORMÁTICA
São dedutíveis à colecta metade dos montantes despendidos com a compra de computadores para uso pessoal, incluindo ‘software’ e aparelhos de terminal, até ao limite máximo de 250 euros. A dedução é apenas aplicável uma vez entre 2006 e 2008. No entanto, é necessário satisfazer as seguintes condições: taxa normal de IRS aplicável ao sujeito passivo inferior a 42%; o equipamento adquirido tem de ser novo; o contribuinte ou elemento do agregado familiar deve frequentar um qualquer nível de ensino; e, por fim, a factura deve conter o número de identificação fiscal do comprador e a menção “uso pessoal”.
7. ENERGIAS RENOVÁVEIS
Pode deduzir 30% dos montantes gastos na compra de equipamentos novos para usar energias renováveis até ao limite de 777 euros.
Nesta dedução, além das despesas, por exemplo, com os painéis solares, incluem-se os encargos com a instalação de aquecimento central a gás natural. A dedução com energias renováveis é cumulativa coma dos encargos com imóveis, comopor exemploos juros, amortizações e rendas.
8. DONATIVOS
Na declaração de IRS pode doar parte do imposto pago a algumas instituições religiosas ou de solidariedade social. Ou seja o dinheiro em vez de entrar nos cofres do Estado, pode ser aplicado nessas instituições. Esta acção não implica qualquer custo ou perda para o contribuinte: 0,5% são retirados do imposto total que o Estado liquida, e não do imposto que deverá ser devolvido ao contribuinte, caso haja algo a receber.
9. PPR
São dedutíveis à colecta do IRS 20% dos valores aplicados até ao limite máximo: de 400 euros para os contribuintes com idade inferior a 35 anos; 350 euros para quem tiver entre os 35 e os 50 anos; e 300 euros comidade superior a 50 anos.
10. ACÇÕES
As acções detidas há 12 meses,ou menos, com um saldo positivo entre as mais-valias e as menos-valias resultantes da venda são tributadas em IRS, à taxa especial de 10%. No entanto, tudo muda de figura a partir do momento em que se detêm as acções há mais de um ano.
As mais-valias de acções detidas durante mais de 12 meses estão isentas de imposto, devendo ser indicadas no anexo G1.
Caso tenha realizado menos-valias, optar pelo englobamento, pode ser mais vantajoso.
11. DIVIDENDOS
Regra geral, os dividendos de acções de cotadas nacionais são tributados por retenção na fonte à taxa de 20% no momento em que são pagos aos accionistas. Esta forma de tributar os dividendos é simples porque a retenção na fonte (os tais 20%) tem natureza liberatória, ou seja, dispensa os contribuintes da obrigação de os incluir na respectiva declaração de IRS.
12. DEPÓSITOS BANCÁRIOS
Os juros dos depósitos à ordem e dos depósitos a prazo são tributados na fonte pelo banco na data de vencimento dos juros, à taxa liberatória de 20%. Por essa razão, não têm de ser mencionados na declaração de IRS. Quando receber os juros dos depósitos estes já vêm líquidos de impostos.
13. FUNDOS DE INVESTIMENTO
Antes de receber, os rendimentos obtidos pelos fundos de investimento já foram sujeitos a tributação.
Desta forma,não terá de os incluir na declaração de IRS. Mas se realizar mais-valias resultantes
da venda de unidades de participação, o contribuinte é tributado a uma taxa especial de 10%.
14. TÍTULOS DE DÍVIDA PÚBLICA
À semelhança do que acontece nos depósitos, também nos títulos de dívida pública (ex: obrigações, certificados de aforro não precisa de incluir os juros recebidos na declaração de IRS. Isto porque é feita a retenção na fonte a uma taxa de 20%.
15. SEGUROS DE CAPITALIZAÇÃO
Nos seguros de capitalização a tributação varia em função do prazo.S e o prazo da aplicação for inferior a cinco anos, os rendimentos a receber na altura do resgate estão sujeitos a uma retenção na fonte de 20%. Se o prazo da aplicação for de cinco e oito anos, a taxa de retenção é de 20% sobre 4/5 dorendimento, o que equivale, na prática, a 16%. Para as aplicações de prazo superior a 8 anos, a taxa de retenção é de 20% sobre 2/5 dorendimento, o que significa 8%.


fonte: economico.sapo.pt

Como pesquisar trabalho na Internet

Procurar Emprego na Internet


Portugal conta mais de 920 mil desempregados, segundo o Instituto Nacional de Estatística. Este novo recorde nacional fura as previsões do Governo. Comece já a pesquisar trabalho com as melhores dicas.


Início

Adote uma atitude proativa e explore as oportunidades com energia e motivação. Aproveite a situação para valorizar as qualificações. Objetivo: voltar ao mercado de trabalho o mais rapidamente possível.
Entre jovens e licenciados, os números são flagrantes. Para muitos, a Internet é a solução imediata para começar. Na rede, tudo é mais fácil, rápido e barato. Mas algumas ofertas não passam de fraudes. Redobre os cuidados. Como pretende arranjar emprego e não ficar com mais despesas, recuse pagar para trabalhar.
Os incentivos à criação do próprio emprego podem ser uma saída se deseja o sucesso com base no talento empreendedor.


Dicas para começar


Complete e atualize os campos do seu currículo virtual. Ganhará visibilidade nas páginas. Quando escrever, faça como se estivesse numa entrevista de trabalho. Partilhe os dados que podem ajudar. Comece por criar uma conta de correio apenas para pesquisar trabalho.
Em matéria de salário, pense antes de apresentar um número. As empresas podem não considerar quem exige muito e, se pedir pouco, aproveitar para propor um salário baixo logo à partida. Informe-se dos valores pagos no setor e para o posto concreto ao qual se candidata. Introduza o valor bruto anual em euros.
Nalgumas páginas, pode anexar cartas de recomendação ou certificados de línguas. Envie o que se relaciona com o tipo de trabalho ao qual se candidata. Esqueça a informação sem mais-valia.
Ao entrar numa oferta, terá de responder às questões sobre o nível de um idioma, o conhecimento da área ou a experiência. Servem de filtro para afastar candidatos. Não minta, nem se subvalorize.
Na Internet é fácil inscrever-se em 100 ofertas numa hora. As empresas que contratam os serviços destas páginas podem analisar o historial e saber quantas vezes se candidatou. Se descobrirem que se “ofereceu” para 3 postos diferentes dentro da mesma empresa, perde credibilidade.
Evite procurar emprego durante o horário de serviço, se ainda tem trabalho e o deseja manter. Use apenas o número e correio eletrónico pessoais.


Sites de pesquisa


O funcionamento das páginas é idêntico: tem de registar-se (basta uma conta de e-mail) e preencher os dados do currículo para começar a pesquisar. Pode ver as propostas mais recentes ou pesquisar pelas palavras-chave e o nome da cidade. Pode ainda saber o tipo de contrato e horário (a tempo inteiro ou parcial).
Quanto mais tráfego online, mais movimento e maior eficácia. Comece nalgumas das páginas mais populares e visitadas por cá. Além da Bolsa de Emprego Público e da página Netemprego do Ministério da Economia e do Emprego, destacamos outras utilizadas por quem procura emprego e candidatos. Teste e faça desta lista uma ferramenta ao seu serviço.

www.bep.gov.pt. www.bep.gov.pt.
www.netemprego.gov.pt. www.netemprego.gov.pt.
www.iefp.pt. www.iefp.pt.
aeiou.expressoemprego.pt. aeiou.expressoemprego.pt.
www.itjobs.pt. www.itjobs.pt.
www.cargadetrabalhos.net. www.cargadetrabalhos.net.
www.empregosonline.pt. www.empregosonline.pt.
www.net-empregos.com. www.net-empregos.com.


Páginas especializadas


As empresas estão saturadas pelo grande número de ofertas e candidatos. Muitas especializaram-se por áreas. Por exemplo, as páginas de recrutamento focam os esforços na pesquisa de candidatos para vagas ou postos de quadros médios e superiores.
Na área das tecnologias e informática, um perfil muito específico domina as atenções em páginas como o IT Jobs e o TecnoEmprego.
Na área da comunicação, design e criatividade, as poucas ofertas à vista são sérias e especializadas. Comece a procura em Carga de trabalhos ou Creativepool, por exemplo.
Com propostas menos interessantes, as empresas de trabalho temporário são cada vez mais uma solução.


Redes sociais


O Facebook, Twitter e Linkedin podem ajudar, mas multiplique os cuidados ao decidir o que publica. São uma alternativa para ligar-se a outras pessoas, partilhar informação e conhecer oportunidades.
Aumente a visibilidade através da rede de contactos. Adicione conteúdos e informação ao currículo. Verifique se cada perfil está completo e inclui os pontos fortes, bem como experiências de êxito.
O Linkedin é uma rede para pesquisar trabalho e comunicar com outros profissionais. Recomendamos que abra um perfil e reproduza o CV. Amigos, antigos companheiros, conhecidos e desconhecidos: é o ideal para fazer contactos. No Linkedin podemos dar e pedir referências. Esta rede dá a oportunidade de contactar os responsáveis da empresa, incluindo colaboradores dos recursos humanos.
O Linkedin é o irmão profissional do Facebook. A linguagem deve ser formal. Escolha com cuidado o que pretende partilhar. Construa a sua rede e ligue-se às pessoas que conhece, como o antigo chefe ou um colega de trabalho na área. Manter as ligações é essencial para abrir as portas do mercado.
Mostre o seu talento com resultados. Atualize os contactos e as definições de privacidade. Atualize o perfil ativamente.


fonte: deco.proteste.pt


Dicas para poupar ao fazer a declaração de IRS





A Dinheiro & Direitos debruçou-se sobre a legislação para o ajudar a poupar. Mas, em ano de cobrança massiva de impostos, é difícil pagar menos. Aqui ficam meia dúzia de dicas para reaver alguns tostões.
Antes de começar a criar falsas expectativas com este artigo, convém esclarecer: A Dinheiro & Direitos alerta que foi bem-intencionada e, à semelhança de anos anteriores, quis facilitar-lhe a vida. Mas, num momento em que a palavra de ordem é "arrecadar impostos", não encontrou senão meia dúzia de dicas para o ajudar a poupar alguns euros na entrega do IRS relativo aos rendimentos de 2012. Não culpe o mensageiro.
A tempo e horas
A primeira forma de poupar no IRS (ou, pelo menos, de não pagar mais) é respeitar a data de entrega. Os atrasos são penalizados, e o "castigo" mínimo corresponde a 18,75 euros.
Se só tem rendimentos de trabalho por conta de outrem (categoria A) ou de pensões (categoria H) e prefere entregar em papel, deve fazê-lo entre 1 e 31 de Março. Quem tem rendimentos das restantes categorias ou acumula-os com os das categorias A e/ou H deve submeter os impressos durante o mês de Abril. Quem prefere a via ‘online' entrega a declaração em Abril se só tem rendimentos da categoria A e/ou H; ou, em Maio, caso receba rendimentos de outras categorias.

Se indicar o número de conta bancária (NIB) na declaração, possivelmente receberá o reembolso de IRS mais cedo, se a ele tiver direito. Vale sempre a pena ter o dinheiro no bolso mais cedo.

Independentes com escolha
Ao preencherem o anexo B, os trabalhadores independentes, que prestam serviços a uma única entidade e que não têm contabilidade organizada, podem escolher a forma como os seus rendimentos serão tributados. Têm duas opções: o regime simplificado ou as regras da categoria A.

Nestes casos, sempre que o rendimento anual seja inferior a 13.680 euros, é mais vantajoso seguir as regras da categoria A. Mas não pode ter rendimentos de trabalho dependente e ficará sujeito às regras da categoria A durante três anos. A razão é simples: abaixo de 13.680 euros, a dedução específica da categoria A é sempre superior ao rendimento não considerado pelo Fisco no regime simplificado. Por exemplo: em 2012, o Luís obteve 7.500 euros por serviços prestados a uma entidade. No regime simplificado, o Fisco considera como rendimento sujeito a imposto 70%, ou seja, 5.250 euros. Já se optar pela categoria A, a dedução específica é de 4.104 euros, pelo que só ficam sujeitos a imposto 3.396 euros (7.500- 4.104). Logo, menos 1.854 euros do que no caso anterior. Para optar pelas regras da categoria A, preencha o quadro 4C do anexo B.

Esta opção não é aconselhada para quem também tem rendimentos da categoria A, pois o Fisco só retira o valor de uma dedução específica à soma dos rendimentos das categorias A e B.
Rendas pagam 5%
Os senhorios que reabilitaram ou recuperaram os imóveis arrendados devem escolher a tributação autónoma de 5%, desde que os imóveis estejam localizados em zonas consideradas de reabilitação urbana. Esta opção, que deve ser assinalada no anexo F, é mais vantajosa do que a tributação por englobamento, porque as rendas não ficam sujeitas à taxa de IRS a aplicar à totalidade dos rendimentos do contribuinte, que é mais elevada.

Em Lisboa, por exemplo, quase toda a cidade é considerada zona de reabilitação urbana. Informe-se junto dos serviços camarários se pode usufruir deste benefício.
Depósitos, obrigações e acções
Na tributação autónoma, o saldo entre as mais-valias e as menos-valias de acções paga automaticamente 26,5% (em 2013, subiu para 28%). Mas, em alguns casos, suporta menos imposto se optar pelo englobamento, pois há taxas de IRS (aplicadas nesta opção) inferiores aos 26,%. Na prática, o englobamento dos rendimentos de capitais e mais-valias pode compensar quando o rendimento colectável (incluindo os juros brutos) é inferior a 18.375 euros, caso em que é aplicada uma taxa de imposto até 24,5%.

Também é aconselhável englobar quando há um saldo negativo (prejuízo) entre as mais-valias e as menos-valias de acções, ou seja, quando a diferença entre o valor de venda e o de compra é negativa. Se englobar, pode reportar, nos dois anos seguintes, esse saldo negativo aos rendimentos da categoria G.

Mas, se fizer, tem de incluir qualquer rendimento de capital e de acções. Por exemplo títulos da dívida e os rendimentos de operações de reporte, cessão de créditos, contas de títulos com garantias; valores mobiliários pagos ou postos à disposição por entidades sem domicílio em Portugal; juros de depósitos, de certificados de depósito, e ganhos com ‘swaps' (trocas) cambiais, taxa de juro e divisas, e de operações cambiais a prazo, e seguros do "ramo vida" (por exemplo, de capitalização).

Tem ainda de autorizar o Fisco a averiguar junto das entidades pagadoras desses rendimentos se, em seu nome ou no de membros do agregado familiar, existem no mesmo ano mais rendimentos dessa natureza.

As declarações que comprovam os dividendos recebidos, tal como outros rendimentos de capitais, só serão de envio obrigatório para o domicílio do contribuinte a partir de 2014. Este ano, ainda tem de as pedir. Se entrega a declaração pela internet, os dados estão, à partida, pré-preenchidos.

Dinheiro & Direitos aconselha

l Os trabalhadores por conta de outrem e os pensionistas não têm opções de tributação, nem escolhas a fazer no preenchimento da declaração. Assim, as recomendações que a Dinheiro & Direitos pode dar são transversais aos restantes contribuintes.
l Por exemplo, se entregar o IRS pela Net, certifique-se de que os dados pré-preenchidos estão certos. Se houver um erro, por exemplo, no valor das retenções na fonte, é a si que cabe corrigi-lo.
l Declare todas as despesas possíveis, nomeadamente com educação, saúde e habitação. Consulte o Guia Fiscal 2012 da Deco, para preencher correctamente a sua declaração, e use o simulador ‘online' da associação de consumidores para saber quanto terá de pagar ou a reaver.



fonte: economico.sapo.pt

17 de março de 2013

Entrevistas de emprego: 10 perguntas que podem ser «fatais»



Tenha cuidado com as rasteiras que o seu potencial empregador tem na manga quando o entrevista. Prepare-se devidamente

São rasteiras usadas como estratégia para «despachar rapidamente candidatos menos qualificados». Tenha cuidado com as perguntas que lhe colocam nas entrevistas de emprego, porque podem ser «fatais» para si, alerta a autora de Job Interviews for Dummies (Entrevistas de Emprego para Principiantes).

À Forbes, Joyce Lain Kennedy explicou quais são as 10 rasteiras que merecem muita atenção. Os entrevistados devem vir bem preparados, sobretudo numa altura em que há muitos cães a um osso com o desemprego em níveis recorde. Vamos a elas:

Porque é que está sem trabalho há tanto tempo e quantos colegas seus foram despedidos?

O mesmo que perguntar: «Porque é que foi despedido?». Basicamente o seu potencial empregador quer descobrir se haverá algo de errado consigo ou se foi demitido por causa da crise, reestruturação da empresa, cortes no orçamento, etc. Quando assim é, mais vale responder que não sabe o motivo, que era um empregado excelente, empenhado e que deu muito à casa.

Se tem emprego, como é que tem tempo para vir a entrevistas?

Aqui o que está verdadeiramente em causa, segundo Kennedy, é se você «anda a mentir no seu actual emprego enquanto procura outro trabalho». É que o seu potencial novo empregador pode questionar-se se, ao estar a trair o atual patrão não fará o mesmo mais tarde com ele. Como é que você poderá sair desta encruzilhada? Mais vale colocar a tónica sobre porque é que está interessado nesse cargo, que dispendeu de tempo pessoal para ir à entrevista e que só marca entrevistas para posições que o ambicionem muito. Claro que o melhor é sempre agendar as entrevistas fora do horário normal de trabalho.

Como se preparou para esta entrevista?

Esta pergunta é um bom teste para decifrar se o entrevistado está mesmo interessado no trabalho ou apenas o encara como uma opção entre muitas, improvisando o discurso. A melhor forma de não cair na ratoeira é, de facto, mostrar-se entusiasmado: «Eu quero muito este trabalho e, claro, a minha pesquisa começou pelo site da empresa», aconselha a especialista. E, para além de dizer que, sim senhor, fez o trabalho de casa, mostre que fez mesmo. É importante que revele o conhecimento que tem do ramo, fazendo também perguntas pertinentes.

Conhece alguém que trabalha para nós?

Aqui está uma pergunta que pode ser uma grande rasteira. Todos pensamos, normalmente, que ter um amigo na empresa para onde queremos ir trabalhar é o melhor. Sim, mas temos de saber se ele é bem visto dentro da empresa. Isto porque quem nos está a entrevistar vai associar as características e a reputação do nosso amigo às nossas. Se for um amigo com uma imagem positiva, diga que sim e o nome sem hesitações!

Onde é que realmente gostaria de trabalhar?

Esta é uma forma de perceber se a sua jogada é em todas as frentes, se está de olho em muitas empresas ou se aquela é mesmo a ideal. Regra número um é nunca mencionar outra empresa ou outros cargos. A resposta deve destacar todas as razões pelas quais você é perfeito para o trabalho: «Este é o lugar onde eu quero trabalhar, e este é o trabalho que eu quero fazer».

O que é que o incomoda mais nos seus colegas e patrões?

Não caia nesta armadilha. É crucial dar sempre a imagem de uma pessoa optimista e pró-activa. Esta pergunta pode ter o intuito de perceber se você pode criar conflitos, causas desmotivação e arruinar a produtividade no local de trabalho. Deve reflectir um pouco, para responder, dizendo depois que não se recorda de nada em particular e elogiar antigos patrões pelas suas qualidades (de experiência, conhecimentos, justiça, etc.) e de colegas que foram uma referência para si.

Pode descrever como resolveu um problema de trabalho ou na escola?

Esta é uma pergunta cuja resposta pode ser preparada atempadamente, em casa. Com esta questão, o que o entrevistador pretende é perceber como é que a sua mente funciona. Dê o exemplo da forma como resolveu, por exemplo, um problema de gestão de tempo ou um projeto complicado, mostrando assim que foi uma feliz conquista.

Pode descrever um erro que tenha cometido na escola ou no trabalho?

Tenha cuidado com as rasteiras que o seu potencial empregador tem na manga quando o entrevista. Prepare-se devidamente Campo minado. «Uma questão dentro de uma questão» para perceber se aprendeu com os seus erros ou se vai repeti-los sempre, nota Kennedy. Ao mesmo tempo, o entrevistador pode estar a tentar entender se é arrogante ou se não tem a responsabilidade devida para assumir os seus fracassos. Mas nem 8, nem 80. Não deve fazer uma lista imensa com todos os seus pontos fracos ou más opções que teve, porque isso seria soletrar as suas inseguranças. Mais vale contornar a questão focando-se, resumidamente, num pequeno erro bem intencionado que fez com que aprendesse uma lição com essa má experiência, aconselha a especialista.

Como é que este cargo se compara com outros a que já se candidatou?

«A intenção é recolher informações sobre o mercado de trabalho ou tentar descobrir o que vai ser necessário para atraí-lo para a empresa», explica Kennedy. Das duas uma: ou opta por uma «estratégia genérica e diz que não revela o que se passou nessas entrevistas, respeitando a privacidade da empresa onde foi entrevistado», ou então opte pela postura de que é uma mais-valia para o mercado de trabalho, que agarra oportunidades e elas também o procuram, que há outras ofertas competitivas em jogo.

Se ganhasse a lotaria, trabalharia na mesma?

Pode parecer uma pergunta descabida, mas é a oportunidade que tem para reforçar a motivação que tem para integrar a empresa e a sua ética de trabalho. Claro que deverá sempre reconhecer que ficaria muito feliz por ganhar a lotaria, mas que o trabalho é importante, porque gosta de enfrentar e superar desafios. Deve dizê-lo com determinação.

Assim, poderá cair nas boas graças de quem o está a entrevistar e ficar a trabalhar na sua empresa de sonho.


MAIS SUGESTÕES:

fonte: iol.pt

15 de março de 2013

Consumidor: Aprenda a reclamar de forma eficaz


Compras Comparar preços é uma das regras de ouro para o consumidor e é também a tendência mais frequente em tempos de crise. Por isso, o custo de um produto ou serviço deve estar bastante explícito, com impostos e taxas incluídos. Mas os seus direitos não acabam na altura de pagar. Garantias e trocas são um território de dúvidas para o consumidor que não presta atenção ao pós-venda. Regra geral, o reembolso é feito apenas se o produto tiver um defeito ou se vier nas mesmas condições em que foi comprado, embalagem inclusive – um direito que se mantém mesmo em saldos. O melhor é informar-se junto do comerciante. Em caso de avaria de um produto sem motivo aparente, a garantia deve cobrir o arranjo no prazo indicado. 
Online Quando compra um produto ou serviço à distância, o consumidor tem direito a saber a identidade e morada do vendedor, bem como os valores referentes a despesas de entrega e quais as modalidades de pagamento. Estas compras implicam a existência de um período de arrependimento de 14 dias, dentro dos quais pode pedir o reembolso do valor do produto. Caso o fornecedor seja de outro país europeu, este período pode ser reduzido para sete dias. Tenha em atenção que para reaver custos de envio terá de o solicitar por escrito. O fornecedor tem 30 dias para executar a encomenda, ou reembolsar. Terminado este prazo, o reembolso será a dobrar. 
 Transportes A partir deste mês(Março/2013), os passageiros que viajarem de autocarro na União Europeia irão beneficiar de novos direitos. Aliás, quem viajar mais de 250 km terá direitos adicionais, como assistência, reembolso ou reencaminhamento em caso de atraso ou anulação. Os passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida beneficiarão de assistência gratuita nos terminais e a bordo dos autocarros. Também quem anda de táxi costuma desconhecer os seus direitos. Os serviços são prestados em função da distância percorrida e dos tempos de espera, mas podem ser acordados serviços de transporte à hora, em função da duração do serviço, ao percurso, em função dos preços estabelecidos para determinados itinerários. 
 Telecomunicações Além da mensalidade publicitada deve ter em atenção os custos de adesão e de equipamento de uma operadora. Se pretende mudar de operadora, saiba que pode manter o mesmo número de telemóvel. A portabilidade fica a cargo da nova empresa, que tem três dias para a implementação. O atraso neste processo equivale a uma compensação de 2,5 euros por dia de atraso. Mais: se caiu num serviço de SMS ou MMS com custos associados que não quer, deve ligar para a sua operadora que irá cancelar a subscrição sem custos e em 24 horas. Além disso, a operadora nunca pode suspender o serviço móvel com base na falta de pagamento destes serviços. 
Água e luz Tem direito a perguntar como é calculado o montante fixo de algumas facturas de serviços energéticos. Caso envie uma reclamação ou pedido de informação ao fornecedor de  electricidade, saiba que este tem 15 dias úteis para lhe responder. Se a resposta não chegar tem direito a uma compensação de 18 euros por dia, a descontar na própria factura. Pode mudar de fornecedor de electricidade ou gás sem quaisquer custos até quatro vezes a cada 12 meses consecutivos. Em caso de reclamação pode fazer a mesma junto da ERSE (luz) e da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos no caso de problemas com os serviços de abastecimento público, saneamento de águas residuais e gestão de resíduos urbanos, etc. 
 Férias O Tribunal de Justiça da UE considerou que os passageiros de voos com escalas que tenham chegado ao destino com um atraso igual ou superior a três horas devem receber uma indemnização que poderá ir dos 250 a 600 euros, dependendo da distância do voo e da hora a que chega o passageiro ao último destino. Já se comprou uma viagem organizada e não teve direito a tudo o que ficou acordado, deve pedir o reembolso do dinheiro dos serviços que não lhe foram prestados bem como uma indemnização. Para isso, o consumidor deve reclamar junto da agência de viagem. Se nada ficar resolvido, tem 20 dias após o final da viagem para expor a situação junto do Turismo de Portugal e pedir para este accionar a caução do fundo disponível para estes casos. 
 Restaurantes Os preços à porta dos restaurantes são obrigatórios, e devem estar bem visíveis, assim como o valor do consumo mínimo exigido, se o estabelecimento tiver espaço destinado a dança ou a espectáculo. No final, é obrigatória uma factura com todos os bens fornecidos. Se não estiver satisfeito recorra ao livro de reclamações. Outro factor a ter em conta: costuma entrar nestes estabelecimentos só para usar a casa de banho? Saiba que não está no seu direito. O acesso aos estabelecimentos de restauração é livre, mas os proprietários podem impedir a entrada caso a pessoa “não manifeste a intenção de utilizar os serviços ali prestados”. Caso queira fazer uma reclamação deverá dirigir-se à ASAE. 
 Bancos e seguros  A banca é obrigada a apresentar em todos os produtos financeiros a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) associada. Mas na hora de contrair um empréstimo, o consumidor deve estar atento não só a este valor, que permite comparar juros entre ofertas, mas também outros custos associados como impostos, comissões e prémios. Depois de analisado e assinado, o consumidor dispõe de 14 dias para reflexão, durante os quais pode revogar o contrato. No caso do seguro automóvel, o consumidor pode terminar o contrato a qualquer momento, mediante um aviso prévio de 30 dias. Não se esqueça que, a seguradora terá de devolver a parte do prémio correspondente ao prazo que falta até ao fim do contrato. 
 Venda agressiva Recebeu em casa bens que não pediu? Ganha prémios de concursos em que não participou? Então é provável que esteja a ser vítima de venda agressiva ou de publicidade enganosa. Desde 2008 que este tipo de práticas é proibido na União Europeia. No caso de ter assinado um contrato deste género, deve enviar uma carta ao prestador de serviço a pedir a anulação do contrato nos 14 dias seguintes. Já se tiver provas de que existiu algum tipo de coacção, o prazo alarga-se até um ano, mas terá de recorrer a centros de arbitragem, julgados de paz, ou tribunais. Reclame também junto da ASAE: as multas para os infractores podem chegar quase aos 45 mil euros. 
 Condomínios Se não pode ir a uma reunião de condomínio saiba que pode nomear um procurador para o representar – basta redigir uma procuração em que especifica o seu sentido de voto. Mesmo que não possa ser representado, pode comunicar ao condomínio por escrito se concorda ou não com uma decisão – até ao limite de 90 dias após saber o que foi decidido na reunião. Os condóminos que estão contra um novo regulamento podem pedir uma reunião extraordinária ao administrador no prazo de dez dias para propor alterações. Todas as decisões devem ser comunicadas a todos os condóminos no prazo de 30 dias após o registo no livro de actas. Em caso de conflito recorra aos Tribunais ou Julgados de Paz.
fonte: ionline.pt

6 de março de 2013

Video: Poupar Tendo em Conta a Inflação

fonte: videos.sapo.pt

5 de março de 2013

Descobriu que lhe deram uma nota falsa. Saiba o que fazer

Notas Falsas

Se estranhar a qualidade de impressão ou mesmo o toque do papel, existem três passos que deve ter em consideração:

1- Retenha os dados da pessoa ou loja que passou a nota, assim como as circunstâncias em que se deu a troca. Em seguida, dirija-se à polícia judiciária, ao Banco de Portugal ou a uma instituição financeira para verificar a autenticidade da nota. Por fim, relate as circunstâncias em que esta lhe foi entregue.

2- Lembre-se que está situação vai ser da sua total responsabilidade. Se por acaso pensar em utilizar essa nota - reparou que é falsa e está a pensar em trocá-la -, saiba que está a cometer um crime com pena de prisão que pode ir até cinco anos, independentemente de se tratar de uma nota de 5 ou 500 euros.

3- Assim que reparar que tem uma nota falsa, dirija-se imediatamente a uma das entidades responsáveis e reporte o caso.

Como identificar notas falsas:1- Verifique o hologramaIncline a nota. Nas notas de 5 10 e 20 euros o holograma mostra o número que representa o valor da nota e o símbolo €. Nas notas de 50, 100 ou 500 pode ver o número que representa o valor da nota e uma janela ou pórtico.

2- Confira o papel para ver se a nota é verdadeiraAo tocar no papel consegue perceber se a nota é verdadeira ou falsa. A sua espessura é firme e ligeiramente sonora. Se passar os dedos pela frente da nota, notará que a impressão é mais espessa em algumas partes.

3- Analise o filete segurançaQuando segura a nota contra a luz, pode verificar uma linha escura, situada mais ou menos a meio da nota.

4- Verifique a marca de águaA marca de água – situada do lado esquerdo - é produzida consoante a espessura da nota. Se segurá-la contra a luz, na parte não impressa, pode ver um conjunto de sombras que formam uma imagem e o número que representa o valor da nota. A transição entre as áreas escuras e claras é gradual. Se colocar a nota sobre uma superfície escura, as áreas claras tornam-se mais escuras.

Fonte: Banco de Portugal
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...