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12 de maio de 2014

10 Palavras que Não Deve Colocar no Currículo



Alguns erros matam um currículo à partida. Entres eles estão os erros ortográficos, muitas vezes visíveis até no mundo empresarial. A evitar estão também algumas palavras que podem colocar os recrutadores de pé atrás com uma candidatura.

Raça

Pode querer dizer que é um profissional com raça, mas a raça diz respeito aos cães ou pode até sugerir racismo. Evite o uso desta palavra.

Lutador

A não ser que seja mesmo um lutador por profissão, este adjetivo fica fora de contexto na sua candidatura.

Hábil

Toda a gente tem habilidades, mesmo sendo elas irrelevantes para o emprego em questão. Não use expressões e adjetivos redundantes como este.

Inovador

A palavra inovador é usada por tantos candidatos, colaboradores e empresas que começa a perder o seu vigor e atração.

Trabalhador

Um trabalhador é naturalmente trabalhador. Procure outro adjetivo para caracterizar a sua capacidade de trabalhar, como eficiente, por exemplo.

Competente

Um candidato vai sempre dizer que é competente. Nem lhe passa pela cabeça dizer que é preguiçoso e que não consegue fazer uma tarefa (mesmo sem saber qual é a tarefa que teria de fazer na empresa).

Experiente

Não se caracterize de forma tão simplória. Especifique o tempo que trabalhou em cada cargo que ocupou e quais os resultados de que é capaz.

Dinâmico

Querer demonstrar dinamismo, vontade de trabalhar e motivação é algo de louvar, mas estes generalismos podem ficar para a entrevista de emprego, deixando o recrutador tirar as suas próprias conclusões.

Nunca

Em contextos de experiência (ou melhor: de inexperiência), advérbios como nunca sublinham a capacidade (a incapacidade, na verdade) do candidato.

Problema

Algumas palavras têm uma conotação negativa, como por exemplo: agressivo, falha, problema. Não se querem problemas mas sim soluções.



in economias.pt

5 Erros a Evitar se Está Desempregado



Regressar à vida ativa e ao mercado de trabalho depende das oportunidades que surjam, mas depende muito de quem está sem emprego. Depende da postura, daquilo que faz ou daquilo que deixa de fazer para alcançar o seu objetivo. Para não comprometer esse futuro, veja os erros a evitar se está desempregado.

Enviar currículo sem apresentação

Enviar um e-mail sem conteúdo, apenas com um currículo em anexo. É uma estratégia errada, se quer mesmo ser contratado. Será apenas mais uma mensagem no meio de centenas ou até milhares de respostas a uma oferta de emprego. Se não houver uma apresentação que faça o recrutador querer descobrir mais sobre si, são muito remotas as possibilidades de seguir em frente no processo.

Apresentação muito longa

E porque lá diz o ditado que “nem oito, nem oitenta”, também é descabido enviar cartas de apresentação demasiado extensas. Seja sucinto ao dar-se a conhecer a quem vai recrutar. Utilize, no máximo, quatro parágrafos para mostrar que é o candidato ideal, pelas suas competências, pela sua motivação e pelos objetivos de carreira. Faça-o no próprio corpo do e-mail e não num documento anexo.

Não ter um objetivo definido

Há desempregados que só querem trabalhar na área de formação e aqueles que não sabem o que querem do seu futuro profissional. Se tem essas dúvidas, mas quer mesmo trabalhar, não o demonstre numa candidatura. Na luta pelo lugar numa determinada empresa, é imprescindível que adapte a sua carta de apresentação ao cargo a que se candidata. Mostre que quer mesmo desempenhar aquela função.

Procura limitada à internet

Não há dúvida que congrega um vasto número de oportunidades, mas nem tudo passa pela internet. Não limite a procura de emprego a um computador. Saia da casa e vá até às empresas levar o seu currículo em mãos. É uma tendência que está a entrar em desuso, mas demonstra vontade de trabalhar ao mesmo tempo que se dá a conhecer. Faça ainda um esforço por deixar esse currículo nas mãos das pessoas certas, nomeadamente os recursos humanos.

Entrevista sem currículo

É o seu passaporte para o mercado de trabalho e não o leva para uma entrevista a que foi chamado? Evite fazê-lo. Poderá pensar que é descabido porque foi chamado na sequência de um currículo que enviou previamente. Mas quem lhe garante que quem o vai entrevistar o leu na totalidade? Leve uma cópia do currículo consigo e terá essa certeza durante a entrevista.



in  economias.pt

11 de maio de 2014

Dicas para uma condução automóvel económica!

Antes de partir em viagem comece por escolher o melhor percurso, evitando auto-estradas ou não. Pode fazer simulações em sites como o www.viamichelin.pt ou o www.google.pt/maps e descobrir o melhor trajecto a seguir. Se planear com antecedência terá a certeza de que não vai perder tempo, nem queimar combustível por andar perdido. Para já fique a saber que uma condução mais eficiente, a simples manutenção do carro ou a correcta pressão dos pneus poderá ter reflexos visíveis nos consumos.



 Deixamos-lhe aqui algumas "regras" que lhe vão ajudar a saber como poupar combustível, de forma a diminuir a despesa com o automóvel.
1. Mantenha o veículo bem afinado, faça as revisões aconselhadas pelo fabricante, verifique o nível do óleo regularmente e a pressão dos pneus todos os meses. Por exemplo, uma direcção desacertada ou pneus mal equilibrados aumentam a resistência ao rolamento e, como consequência, o consumo. Os pneus com pressão inferior à indicada contribuem para um aumento do consumo de combustível até 4%.
2. Se o automóvel estiver equipado com ‘cruise control', utilize-o sempre que possível. Estes equipamentos adaptam o funcionamento do motor às circunstâncias da circulação, subidas ou descidas mais acentuadas. A maior parte dos fabricantes desenvolveu sistemas que permitem aproveitar a energia gerada pelo motor. Também o sistema ‘Start/Stop', que desliga o motor quando o veículo está parado e basta carregar no acelerador para ele voltar a ligar, permite uma redução de combustível e emissão de dióxido de carbono (CO2) do veículo.
3. Evite o transporte de bagagem no tejadilho da viatura e retire a carga desnecessária do porta-bagagens e assentos traseiros. Quanto mais pesado estiver o carro, mais esforço tem o motor de fazer e mais combustível consome. Em auto-estrada evite os vidros abertos, o ar entra causando uma resistência que não existiria com os vidros levantados.

4. Conduza a uma velocidade o mais regular possível. Sempre que acelera ou trava subitamente, o motor gasta mais combustível e produz mais CO2. Assim, evite as travagens e acelerações bruscas. Quando vir que o trânsito vai abrandar, antecipe-se levantando o pé do acelerador com antecedência, para que o motor reduza ao mínimo o consumo de combustível.
5. Em ponto morto, o motor está a consumir. Ao contrário do que muitas pessoas ainda fazem, nas descidas mais acentuadas evite colocar a caixa de velocidades em ponto morto ou posição neutra. Além de ser um risco para a segurança, o motor vai consumir mais ao ralenti que em funcionamento, porque numa descida o motor corta a injecção ou fornecimento de combustível. O carro engatado, sem estar em aceleração não consome.

6. Utilize o ar condicionado apenas quando é necessário. Apesar deste sistema ter registado uma evolução, exigindo cada vez menos do motor e tornando-se mais eficiente, é ainda assim, responsável pelo aumento do consumo em 1,5 litros a cada 100 quilómetros, quando ligados.
7. Comece a conduzir logo após ligar o motor e desligue-o quando estiver parado por mais de um minuto. Os motores modernos estão desenhados para serem mais eficientes quando o veículo começa logo a andar, reduzindo o consumo de combustível.

8. Por fim, aproveite as campanhas de descontos, que a maioria das petrolíferas ou postos de combustível tem a decorrer. É que um desconto de 3 a 12 cêntimos por litro num depósito tem reflexo no final do mês. Se fizermos as contas ao ano, as vantagens são ainda mais notórias.

Comprar ou Arrendar Casa: as duas faces de cada uma das soluções!

As duas opções oferecem vantagens diferentes consoante as suas condições actuais e as suas perspectivas de futuro em termos de habitação.



1. 'Spreads' a aliviar: Mesmo num contexto de juros baixos, o crédito para comprar casa acarreta custos elevados face ao nível de ‘spreads' praticados pelos bancos (a partir de 2,5%). A boa notícia é que os bancos começam a aliviar o preço que cobram na altura de conceder crédito à habitação. Mas é conveniente verificar se tem margem financeira para absorver o impacto de uma subida das taxas de juro tendo em conta que estas estão actualmente em níveis historicamente baixos. Ao adiar um pouco a decisão de compra pode também conseguir tirar melhor partido da recente tendência de descida dos ‘spreads'.
2. Rendas a baixar: Do ponto de vista do arrendamento, também existem sinais positivos. Apesar das rendas estarem ainda em níveis elevados, vêm a apresentar uma tendência de queda nos últimos anos. A expectativa é que a nova lei do arrendamento também ajude a dinamizar esse mercado, tornando os preços mais atraentes. Nos últimos quatro anos, em várias zonas de Lisboa e Porto as rendas já baixaram, em média, em torno de 20%.
3. Disponibilidade financeira: Se ponderar a compra de casa, e para tal necessite de recorrer ao crédito, tenha em atenção que o mais provável é ter de fazer uma entrega inicial de entre 20% e 30% do valor do imóvel. Além disso, irá ter, logo "à cabeça", alguns encargos como comissões bancárias ou impostos. Avalie se dispõe de condições financeiras para assumir este tipo de gastos. Caso contrário, o arrendamento será a melhor via, pelo menos enquanto não constituir um "pé-de-meia".

4. Cada caso é um caso: Quem tenha total disponibilidade para comprar casa a pronto pagamento, à partida, tem aqui a opção financeira mais vantajosa. Mesmo com recurso a crédito, no final há sempre a mais-valia da posse do imóvel, o que já não acontece com o arrendamento. Mas há situações em que esta realidade pode mudar. O arrendamento será mais vantajoso, por exemplo, para pessoas que mudem de área de residência com frequência, tenham situações laborais instáveis ou simplesmente não queiram preocupar-se com questões "burocráticas", como pagamento de impostos, participação em reuniões de condomínio ou com obras. O arrendamento também poderá ser vantajoso para quem prevê alargar a família no futuro, mas ainda não quer assumir um compromisso financeiro dessa dimensão.


in economico.sapo.pt

Aplicações para Smartphone: Aprenda a gerir as suas finanças pessoais

As novas tecnologias tomaram conta do seu dia-a-dia e, portanto, saiba tirar partido do seu ‘smartphone’. Descubra nove aplicações disponíveis para os sistemas iOS, da Apple, Android, da Google, e Windows Phone, da Microsoft.



Para muitas pessoas, economizar não é uma tarefa simples, e nos tempos que correm, a boa gestão das finanças pessoais é um tema que está na ordem do dia. As famílias são como as empresas: existem receitas e despesas e um orçamento mensal que deve ser cumprido. Mas a verdade é que o tempo não é muito e muitas vezes o orçamento familiar acaba por sair prejudicado.
É difícil controlar e ajustar consumos e nem todas as pessoas têm talento natural para gerir o seu dinheiro ou são suficientemente organizadas para o conseguirem fazer sozinhas. Muitas recorrem a especialistas mas outras não têm disponibilidade financeira para usufruir deste tipo de serviços.
Porém, um pouco de organização nunca fez mal a ninguém. Saiba que a tecnologia pode funcionar como um verdadeiro aliado na gestão das suas finanças pessoais. Hoje em dia quase todos os ‘smartphones' têm aplicações de finanças pessoais que podem ser uma ferramenta fundamental para a ajudar a disciplinar gastos e a gerir poupanças. Algumas aplicações permitem fazer listas de compras, criar orçamentos com base nas despesas mensais, fazer gráficos e alertas de contas que estejam prestes a vencer.
Mas não é só. Além das ‘apps' que vêm de origem no ‘smartphone' existem sempre mais "ajudas" - na loja online associada ao seu ‘smartphone' para a gestão das finanças pessoais, bem como ferramentas de apoio que geram informação que pode ser utilizada nas nossas decisões de consumo e investimento.
Deixe o bloco de notas de lado e conheça algumas das aplicações gratuitas mais descarregadas nos vários sistemas operativos. Faça ‘download' para o seu ‘smartphone' de algumas destas aplicações e aprenda como é que fácil fazer a gestão das suas finanças. São muitas as opções disponíveis e para todos os gostos. Existem ‘apps' que seguem o seu dinheiro, até àquelas que oferecem um panorama completo da situação económica do agregado familiar.
Toshl FinanceÉ uma das aplicações mais completas e intuitivas, tendo sido já considerada como uma das melhores ‘apps' de controle de gastos. Além das características habituais, como a introdução de despesas e receitas, o Toshl ainda possibilita a sincronização com outros aparelhos Android. É de realçar que a versão gratuita apresenta várias limitações.
Money WalletÉ um simples, prático e intuitivo, um verdadeiro assistente financeiro pessoal. Esta aplicação combina todas as suas contas num só lugar, monitoriza os orçamentos e recorda-lhe sobre as transacções agendadas. Existe a versão gratuita e paga.
Frugi - Gerente de finanças pessoaisÉ mais uma boa opção de gerenciador financeiro para iGadgets. A utilização é muito fácil e as ferramentas de classificação de despesas e rendimentos tornam o seu uso bastante interessante. O Frugi permite, por exemplo, a utilização de mais de um calendário. Para completar o pacote, impressão e exportação de dados (via PDF ou Excel) também estão disponíveis.
LiShop
É uma aplicação gratuita exclusiva da Apple e vem com alguns itens carregados, mas é possível incluir outros e didivi-los por categorias e tipo de embalagem a comprar. Quando a lista de compras estiver pronta basta clicar no item que já foi adquirido, que aparece um símbolo de ‘check'.
Spendroid
Tem dificuldades em gastar pouco dinheiro? O Spendroid poderá ser a sua aplicação chave para melhor gerir o seu orçamento pessoal. Este é um gestor de finanças que ajuda a perceber para onde vai o dinheiro, através de ferramentas de análise das suas despesas que permitem verificar onde está a gastar demais.
Boonzi
Trata-se de um software português de gestão de finanças pessoais, com a particularidade de importar automaticamente e de forma não invasiva os extractos bancários do utilizador. O Boonzi permite gerir a sua situação financeira, conhecer os hábitos de consumo do utilizador e traçar objectivos mensais.
Spending Tracker
Entre os gratuitos, é uma das melhores aplicações para gerir as receitas e as despesas pessoais. Apesar de estar em inglês, é possível personalizar as categorias de receitas e de despesas para as palavras que escrevem a sua realidade. Além dos relatórios estatísticos semanais, mensais ou anuais, obtém-se gráficos de divisão ou de evolução das categorias.
Currency converterÉ um conversor de moeda. Esta ‘app' utiliza as taxas de câmbio usadas por empresas de auditoria e bancos. Converte mais de 190 moedas e quatro metais preciosos. É possível escolher a taxa interbancária, ou usar a percentagem ‘add-on' para calcular as taxas típicas cobrados pelas empresas de crédito e bancos.

eBudget
É muito completa a ferramenta gratuita de gestão de despesas oferecida pelo Best Bank. Além das operações básicas de registo e análise das despesas, permite anexar uma fotografia e a geolocalização a cada despesa. Com esta ‘app' nunca se esquecerá onde e como gasta o seu dinheiro.


in economico.sapo.pt

6 de maio de 2014

Como vender um imóvel quando há mais de um herdeiro?

Dúvida do internauta: Minha mãe faleceu e era viúva. Ela deixou como herança um imóvel que está em inventário. Tenho três irmãos e não nos entendemos sobre a venda do apartamento. Como é o procedimento para a venda do meu direito hereditário nesse caso?




Se não houver acordo ao final do inventário, o apartamento ficará em condomínio entre todos os filhos, ou seja, cada irmão terá direito a 25% deste bem, já que são quatro herdeiros.
Como você deseja vender a sua parte no apartamento, se não tiver a anuência (permissão) dos demais irmãos, você poderá requerer judicialmente a extinção desse condomínio, e, inexistindo interesse dos outros herdeiros em exercer o direito de preferência na aquisição da sua participação no imóvel, o juiz determinará uma avaliação judicial do bem, colocando-o posteriormente em leilão para a venda a terceiros, se nenhum dos herdeiros quiser efetivamente comprar a parte do outro.
Este tipo de ação é muito demorada, e além de tudo, os valores atribuídos judicialmente à propriedade são sempre inferiores ao valor de mercado.
Minha sugestão é que insistam em um acordo para a venda do imóvel (se não quiserem permanecer em condomínio) sob pena de ficarem anos e anos litigando na justiça.


*Rodrigo da Cunha Pereira é advogado, mestre e doutor em direito civil e presidente do Instituto Brasileiro do Direito da Família (IBDFAM).


in exame.abril.com.br

Cinco más estratégias de poupança para as suas finanças

Nem todas as estratégias de poupança são boas e podem mesmo arruinar o seu orçamento. Conheça algumas dessas táticas e saiba como evitá-las.



A palavra “poupar” continua na ordem no dia. Segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística, referentes ao terceiro trimestre de 2013, a taxa de poupança das famílias situou-se nos 13,5%. Isto significa que por cada 100 euros ganhos, as famílias estão a poupar 13,5 euros.
Ter uma estratégia de poupança para as suas finanças é vital para conseguir fazer frente a alguns imprevistos que possam acontecer. No entanto, nem todas as estratégias de poupança são boas e podem mesmo arruinar o seu orçamento. Conheça então alguns erros que muitas pessoas cometem com frequência no que diz respeito à poupança.

1. Comprar cupões de desconto impulsivamente

Os sites de cupões de desconto proliferam pelos vários cantos da internet e, geralmente, até no seu email. Por isso, é bastante difícil contornar as várias ofertas apelativas que vão de encontro aos seus interesses. O problema é quando compra vários cupões e deixa a data de validade expirar. Ao fazê-lo está a gastar dinheiro num serviço que ficaria a metade do preço, mas que acabou por não ser utilizado. Uma forma de combater este mal é comprar apenas cupões que sabe que vai mesmo utilizar, em locais que já gosta como é o caso do seu restaurante preferido, por exemplo.

2. Gastar mais para não ter de pagar os custos de entrega

Muitas lojas online impõem um limite mínimo de compras para poderem oferecer os custos de entrega. Muitas vezes, os consumidores preferem comprar mais produtos para não terem de pagar estes custos de entrega. Mas, a não ser que compre um artigo ou serviço que realmente necessite, esta estratégia é um erro. Imagine que o seu total de compras são 10 euros e precisa de pelo menos 20 euros para atingir o limite mínimo para poder usufruir dos custos de entrega gratuitos. Se o preço da entrega for cinco euros, não lhe compensa gastar mais 10 euros em compras para poder usufruir da oferta dos custos de entrega porque fica a perder dinheiro.

3. Comprar mais para poupar ao longo do tempo

Muitas promoções de supermercado costumam ter direito aos irresistíveis “Leve 3 pague 2”, onde muitas pessoas aproveitam para abastecer a despensa de um produto que faz falta. Contudo, é importante que antes de se aventurar em compras a granel que tenha em atenção as datas de validade. Não compre produtos alimentares ou perecíveis que tenham uma data de validade pequena. Se pretende fazer este tipo de compras é preferível que o faça com produtos de limpeza e não perecíveis.

4. Guardar dinheiro no mealheiro

Se pertence ao clube de pessoas que prefere guardar o dinheiro no mealheiro ou debaixo do colchão, saiba que está a cometer uma das piores estratégias de poupança. Isto porque o “monstro” da inflação consegue “engolir”as suas poupanças. A subida do custo de vida vai corroendo as suas poupanças ao longo do tempo. Por exemplo, imagine que tem 10 mil euros, “parados” numa conta à ordem. Se nada fizer, daqui a 10 anos esses 10 mil euros valerão em termos reais apenas 8.875 euros, tendo em conta uma taxa de inflação média anual de 1,2%. Por isso mesmo, é imprescindível que invista as suas poupanças em produtos que lhe tragam um retorno real positivo, isto é, uma taxa líquida acima dos valores da inflação.

5. Não ter objetivos financeiros

Estabeleça um objetivo de poupança: Seja ele umas férias, um carro novo ou uma casa nova e escreva num papel as ações que deve tomar para alcançar esse fim. Ao não ter quaisquer objetivos de poupança não terá estímulos para poupar. E se não poupar estará a colocar em causa a sua estabilidade financeira e a da sua família. Por isso mesmo, estabeleça um plano de ação para atingir o objetivo ambicionado. Desta forma, sentir-se-á motivado para poupar.      

in saldopositivo.cgd.pt                 
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