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18 de julho de 2013

Quem tem direito ao abono de família pré-natal?



Segundo o Guia Prático da Segurança Social sobre o abono de família pré-natal,   atualizado (Junho de 2013) têm direito ao abono de família pré-natal:
As grávidas que:
-  Já atingiram a 13.ª semana de gravidez
- São residentes em Portugal ou equiparadas a residentes.
- Têm um rendimento de referência e património mobiliário abaixo do valor limite (atualizado todos os anos)

Nota: este valor limite varia conforme o ano a que os rendimentos dizem respeito; tanto para rendimentos de 2011 como para rendimentos de 2012, o valor limite é de € 8.803,62. Para calcular o rendimento de referência da grávida é usada a declaração de IRS do ano anterior. O abono pré-natal pode ser pedido durante a gravidez (a partir da 13ª semana) ou após o nascimento da criança (durante 6 meses contados a partir do mês seguinte ao do nascimento).


Nota importante: Apenas têm acesso Abono de Família Pré-natal, a grávida pertencente a um agregados familiares cujo valor total do património mobiliário (depósitos bancários, ações, certificados de aforro ou outros ativos financeiros) de todos os elementos do agregado, seja inferior a € 100.612,80 (240 vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais).


in http://doutrinafinanceira.blogspot.pt

Cuidados Legais a Respeitar na Compra de Carro



Hoje em dia não existe razão para que se façam maus negócios, seja qual for o domínio, mas no caso do ramo automóvel o descuido seria ainda mais imperdoável dada a enorme variedade de ferramentas actualmente à disposição dos potenciais clientes. Todavia, descobrir um bom negócio não se resume apenas a utilizar esses instrumentos tendo em vista encontrar o preço mais baixo, inclui também a verificação das condições e do histórico do veículo em questão.
Olhando àquele último detalhe, seguem-se alguns cuidados legais a ter na compra de carro para que mais tarde não venha a enfrentar problemas facilmente evitáveis através da realização de uma meticulosa e conveniente investigação prévia ao automóvel em vias de aquisição.
1. Verificar a existência de encargos anteriores associados ao veículo
Quando o carro é transaccionado em segunda mão certifique-se de que não existem penhoras ou dívidas ligadas à viatura, nomeadamente perante o Estado (imposto de selo, circulação…) e entidades credoras (bancos, empresas de crédito…). Há várias situações em que o automóvel foi dado como garantia em hipotecas de casas e financiamentos ao consumo, portanto, esteja bem atento e verifique se tal não é o caso.
2. Confirmar a validade dos documentos de propriedade do carro
Independentemente da aquisição a particulares ou stands, nunca feche negócio algum se não lhe forem mostradas as provas de titularidade do veículo. Exija a apresentação do registo de propriedade e livrete ou do Certificado de Matrícula (Documento Único Automóvel: DUA), examine-os para comprovar a legitimidade dos mesmos e só depois avance para a assinatura do contrato de compra.
3. Estudar as condições das garantias do crédito automóvel
Se financiar a compra do veículo mediante um empréstimo pondere oferecer bens que possua sob a forma de garantia colateral ou, tendo pessoas de confiança que a isso estejam dispostas, nomear um fiador. No entanto, saiba a posição algo melindrosa em que estará a colocar o seu fiador, uma vez que, se por um acaso da vida deixar de poder liquidar as suas prestações, terá de ser aquele a pagar uma dívida por si contraída. Por isso, evite ao máximo esta alternativa extremamente desaconselhada. É melhor ceder em outros aspectos (por exemplo, adquirir um carro menos dispendioso com menor período de reembolso) e fazer um pouco mais de esforço todos os meses do que correr o risco de arruinar o futuro de outra pessoa, ainda que sem qualquer intenção.


in autoblog.pt

Como encontrar o carro mais barato



Não será fácil conseguir comparar preços do mesmo automóvel, marca e modelo, mas dentro da mesma categoria, conforme os fornecedores e os sites onde fizer a reserva, poderá encontrar preços tão díspares como 310€ ou 793€ por uma semana, na mesma cidade e local de recolha.

Por exemplo, para um aluguer de 10 a 17 de agosto deste ano, com recolha e devolução no aeroporto de Lisboa, os preços vão desde os 310€ por um Renault Clio , cerca de 390€ por um Fiat Panda, chega a 509€ por um Nissan Micra ou mesmo 793€ por um Renault Megane (sendo este o mais barato disponível no site em causa).

Não é possível dizer, ainda, qual é o motor de busca ou agregador de preços que lhe apresenta sempre os melhores preços: uns conseguem-no para uns destinos e falham noutros. Um que tem dos melhores preços em Espanha  já praticamente não tem oferta ou preços baixos para o Reino Unido ou para a Irlanda, por exemplo, sendo preferível optar por outro. Geralmente, porém, os sites das companhias de rent-a-car não apresentam os melhores preços ao público em geral, estando mais vocacionados para situações promocionais ou clientes corporate.

Portugal é um dos países mais caros da Europa no aluguer de automóveis e isso tem a ver com o imposto mais elevado ao cliente (23% de IVA, comparando com 21% em Espanha, 13,5% na Irlanda, 19,6% em França, 20% no Reino Unido), com o custo de renovação de frota para as empresas de aluguer (as taxas de juro nos contratos são mais elevadas, segundo profissionais do setor chegam a 8%), bem como todos os impostos que pesam sobre as próprias empresas portuguesas.

Além de comparar os preços finais, não se esqueça de comparar as condições do aluguer propostas por cada site. Desde a quilometragem limitada ou ilimitada, aos seguros incluídos ou às franquias exigidas em caso de acidente, bem como a política quanto ao depósito de combustível e às multas aplicáveis - que variam muito de fornecedor para fornecedor e em cada país -, a diferença de preço pode estar escondida nesses pormenores. Quanto a extras, recomendamos que atente no custo do seguro de acidentes pessoais (vai de 2,5 euros em Portugal até 12 euros em Itália, por exemplo), pois é geralmente recomendável que seja contratado caso haja mais passageiros além do condutor e que ficariam sem cobertura em caso de acidente.


in dinheirovivo.pt

Cinco razões porque ninguém é bom em entrevistas de emprego



As entrevistas de emprego são um estranho ritual em que ambas as partes estão ansiosas, e inquietas, diz Drake Baer na revista Fast Company. Ficam aqui as 5 razões pelas quais ninguém é bom em entrevistas de emprego:

1) Estamos todos “descontextualizados”
As entrevistas são ferramentas simplistas porque têm lugar “em ambientes generalizados, em oposição ao contexto no qual as pessoas normalmente se comportam”, afirma Maria Konnikova.
A razão para isto é simples: durante uma entrevista, o candidato encontra-se numa situação em que tem que deixar uma boa impressão de si e das suas qualificações num espaço de tempo limitado dentro de parâmetros estrateitos delineados pelo entrevistador. Isto não se assemelha minimamente à pressão de um emprego real. Em suma, o trabalho da entrevista – tal como impressionar alguém – não é equivalente ao trabalho para o qual se está a ser avaliado.

2) Fazemos julgamentos de “fatias finas”
A impressão pessoal do entrevistador em relação ao candidato forma-se num minuto ou menos. Konnikova chama-lhe julgamentos de “fatias finas”, nos quais se está sempre a fazer rápidos julgamentos sobre outros sem de facto se saber alguma coisa sempre essas mesmas pessoas. Uma entrevista é então uma fatia, e uma que não transita necessariamente para o local de trabalho.

3) Toda a gente adora primeiras impressões
Uma pessoa começa a tirar impressões no minuto (ou sete segundos) após começar a conhecer alguém.
“Primeiras impressões são extremamente imporantes. Uma vez formadas influencíam todas impressões seguintes que vão ser feitas. Exatamente a mesma resposta numa entrevista dada por dois candidatos diferentes, um dos quais preferido pelo intervistador, será julgada de forma diferente.”, explica Konnikova.

4) Estamos cansados
Se o entrevistador estiver com aquele cansaço pós-refeição, vai ser mais díficil de agradar.

5) Estamos avaliados em média
Segundo estudos, se for o quarto extraordinário candidato do dia, a sua avaliação vai ser mais baixa do que a do primeiro candidato.

Então o que o fazer sobre isto?
Se está na posição do entrevistador pergunte aos entrevistados por exemplos daquilo que eles fizeram e como o fizeram. Caso seja o candidato faça um favor a sí mesmo e compareça cedo à entrevista.

in dinheirovivo.pt

Vai alugar carro? Os cuidados a ter



Na hora de alugar um automóvel, há uma série de cuidados que deve ter em conta, especialmente se não costuma optar por este tipo de solução. Elencamos aqui uma lista para o guiar:

1) Comparar preços.
Os preços variam muito conforme o site e a empresa que consultar e estes podem variar conforme o país ou a cidade onde procura alugar. Pesquise, pesquise muito. E leia as letras pequeninas das condições. Pode haver taxas extra pelo levantamento no aeroporto, pela idade do condutor (em Portugal, só maiores de 21 anos podem alugar e com carta há mais de um ano, porém o preço é agravado até aos 23 anos com taxa diária de 5€ em muitas empresas de rent-a-car) e até pela entrega do automóvel com combustível (quando a regra costuma ser o oposto, a entrega com o depósito cheio).

2) Verifique coberturas do seguro incluído
Não há uma regra para aquilo que está incluído no seguro que esta ou aquela empresa de rent-a-car oferece como incluído no preço. Verifique as coberturas e peça para saber os preços de coberturas extra. Habitualmente, ficam em conta e compensam, como no caso do seguro de acidentes pessoais, que é a única forma de cobrir custos no caso de acidente no transporte de passageiros além do condutor. Um seguro com cobertura completa, em Portugal, pode custar só 15€ por dia e assume perda total do veículo.

3) Faça a inspeção inicial
Quando recebe o veículo, faça uma inspeção completa, acompanhando a inspeção "rápida" que o funcionário fará à sua frente. Abrande, veja bem. Qualquer pequeno risco ou mossa pré-existentes poderá (e deverá!) ser-lhe imputado quando devolver o carro. Verifique se os bancos não têm rasgos, se os pneus estão impecáveis, se não falta a antena do rádio (saberá dizer se lha roubaram ou se lhe entregaram o carro assim?) e se o triângulo de emergência e o colete estão na mala do carro. Faça o funcionário anotar (e verifique se o fez) qualquer anomalia que encontre. Não aceite um "já sabemos que estava assim com esse risco, não se preocupe", porque não estando escrito a responsabilidade passa a ser sua. Por fim, verifique se o depósito de combustível está efetivamente cheio antes de partir. Se alugar equipamentos opcionais, como cadeirinhas de bebé ou GPS, verifique-os também cuidadosamente antes de partir.

4) Equipamento opcional
Se vai precisar de assentos elevatórios ou de cadeiras de bebé, faça as contas ao custo do aluguer e veja se não compensa (muitas vezes assim sucede) comprar em vez de alugar, principalmente se o local onde efetua o levantamento do automóvel se situar próximo de zonas comerciais. O aluguer de um assento elevatório (crianças até 12 anos) custa frequentemente 6€/dia - o que é o preço de um equipamento igual num hipermercado.

5) Confira os quilómetros
Principalmente se o contrato não disser "quilómetros ilimitados", pois nalguns casos a limitação é bastante grande (150km/dia) e o aumento no preço do aluguer também, se ultrapassar o que ficou contratado.

6) Sujou, pagou
Se vai conduzir em terrenos com lama, terra ou água salgada apresse-se a lavar o automóvel e entregue-o tal como o recebeu. Caso contrário, arrisca-se a ouvir que fez uso indevido da viatura e pode ter de pagar extra.

in dinheirovivo.pt

Quer vender a casa? Três erros a evitar



Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transações financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar. E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. Ser bem sucedido numa transação imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing.
Ricardo Sousa, administrador da Century 21 Portugal, explica quais são os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.
"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral. Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são:

Colocar o imóvel no mercado acima do valor real
O erro mais comum está na definição do valor do imóvel. O proprietário quer sempre maximizar o valor de venda, contudo um preço demasiado elevado vai reduzir drasticamente o número de visitas e propostas de compra. Como consequência o tempo que o imóvel vai estar no mercado irá aumentar e, inevitavelmente, o proprietário será forçado a fazer baixas de preço agressivas. Atualmente, ao contrário do que possa imaginar, existe uma escassez de imóveis vendáveis, colocar o seu imóvel com um valor mais baixo, e adequado ao seu real valor de mercado, irá aumentar a procura e o número de propostas, maximizando a probabilidade de venda e de rentabilidade.

Não se desligar emocionalmente do imóvelNão é o seu lar que está à venda, é uma casa. Um erro comum dos proprietários é valorizarem um conjunto de características e vivências da casa, à qual estão emocionalmente ligados. Os futuros proprietários vão sempre olhar o imóvel com outros olhos. A ligação emocional excessiva pela casa pode criar remorsos no proprietário ou respostas excessivamente emocionais ao feedback e ofertas dos compradores, afastando assim oportunidades de negócio. Não seja muito emocional sobre o processo de venda da sua casa. Concentre-se no fator racional e tente ver as coisas do ponto de vista do comprador.

Outro erro comum é não preparar a casa antes de a colocar no mercadoMuitas vezes, a ansiedade para vender a casa leva os proprietários a iniciar a promoção do imóvel sem o prepararem devidamente para a venda. A forma como apresenta o seu imóvel a potenciais compradores pode fazer a diferença entre o sucesso da venda ou o fracasso total. Os compradores tendem a avaliar as casas pelo esforço necessário para se mudarem. Quanto menos tiverem que despender para entrar na casa, maior será o valor que estão dispostos a pagar.
A sua vida já é suficientemente agitada para ainda ter que se preocupar com a venda da sua casa. Entregar essa tarefa a um profissional imobiliário com experiência, vai poupar-lhe tempo, dinheiro e muitas preocupações. Os especialistas dão apoio e orientação para a otimização do valor de venda, a preparação do imóvel para a venda e visitas, integram o processo de negociação profissional e relação com o comprador, e garantem a maximização da exposição do seu imóvel no mercado."

(Texto originalmente publicado a 30 de abril de 2013; atualizado a 25 de junho de 2013)
in dinheirovivo.pt

10 dicas para controlar o seu orçamento



Com a crise económica a apertar, poupança é uma das palavras de ordem. Fazer um bom planeamento financeiro pode fazer toda a diferença quando se aproximarem tempos mais complicados. Ficam aqui algumas ideias sobre como manter o seu orçamento  pessoal sob controlo.

1. Aposte nas poupanças. Determine quanto dinheiro pode destinar à poupança, deposite-o numa conta e assegure-se de que todos os meses lá coloca o mesmo montante (ou mais, se for possível). «Esqueça» de que tem esse dinheiro na gestão diária, porque será ele a fazer toda a diferença numa eventual situação de aperto que mais tarde possa surgir.

2. Use dinheiro. Levante o dinheiro suficiente para uma semana e mentalize-se de que é aquela a verba que tem para todas as coisas de que não pode prescindir. É muito mais fácil resistir a um par de sapatos novos se eles lhe levarem os últimos euros disponíveis do que se for uma despesa que, na hora, fica acumulada no cartão de crédito.

3. Corte com os maus hábitos. De certeza que já fez as contas de quanto gasta, por exemplo, com o vício do tabaco e pensou que podia direccionar todo aquele dinheiro para outras despesas. E é verdade. Corte com os maus hábitos e verá que os gastos começam a baixar e que a saúde melhora.

4. Partilhe responsabilidades. Assegure-se de que não é a única pessoa em casa preocupada com o orçamento familiar. Se está a lutar por poupar dinheiro e a sua cara-metade continua a gastar, saiba que está numa batalha perdida. Faça um plano para determinar quanto pode cada um gastar e, semanalmente, avalie como está tudo a correr. Se toda a família cortar um pouco nos gastos, no final isso fará toda a diferença.

5. Pague as dívidas. Os montantes devidos nos cartões de créditos parecem eternos. Por isso, escolha apenas um cartão e pague o máximo possível todos os meses. Se tiver mais cartões, pague o mínimo até liquidar aquele que tem juros mais elevados. De seguida reforce o pagamento noutro e continue a pagar o mínimo dos restantes e assim sucessivamente. Se pagar apenas o mínimo em todos os cartões vai ficar enredado em juros e dificilmente se libertará.

6. Guarde todos os recibos. Quando está a tentar equilibrar o seu orçamento, muitas vezes esquece-se  daquelas pequenas despesas que muitas vezes acredita não fazerem grande diferença. Mas a verdade é que se as controlar, vai conseguir mais poupança. Guarde os recibos e aponte os locais onde gasta dinheiro. Desta forma vai perceber que há muito dinheiro que lhe escapa das mãos desnecessariamente.

7. Controle a sua conta. Costuma analisar com cuidado o extracto bancário que recebe em casa? Se não o faz, saiba que é um bom hábito a que se deve habituar. Se vive com um orçamento já de si apertado, não estar atento a pequenos movimentos na sua conta podem deixá-lo rapidamente sem fundos. Se controlar de perto estas situações, pode sempre questionar o seu banco para evitar situações desagradáveis.

8. Analise os seus gastos. Faça uma lista completa de todos os seus gastos mensais e veja se pode cortar em algum lado. Talvez se levar o almoço para o trabalho duas vezes por semana ou deixar o carro em casa dia sim, dia não, possam ser alternativas que no final do mês terão uma repercussão considerável nas suas despesas.

9. Aplicações especiais. Se acha que as suas poupanças estão ainda muito perto e que se pode sentir tentado a mexer-lhes, consulte o seu banco e veja que produtos financeiros têm à sua disposição. A banca oferece taxas de juro muito mais atractivas quando lá deixa o seu dinheiro por longos períodos. Mas esteja atento e informe-se quanto ao risco subjacente a algumas propostas.

10. Seja flexível. Lembre-se que a vida é imprevisível e que por vezes acontecem coisas que fogem ao nosso controlo. Quando estabelece o seu orçamento, procure deixar um extra para essas despesas imprevistas. E não desespere se uma vez ou outra sair fora do planeado. Torna-se muito mais difícil voltar à disciplina financeira se ficar demasiado frustrado com um erro ou outro.


in dinheirovivo.pt/
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