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29 de julho de 2015

O Crédito bom e o Crédito mau!



Nem todo o crédito é mau. Nem todo o crédito é bom. Mas o que distingue um crédito bom de um crédito mau? 

Neste artigo o Dr. Finanças quer ajudá-lo a debater os prós e os contras do crédito, sempre consciente de que o que torna o crédito bom ou mau é a utilização que dele fazemos.

O que é o crédito?
Pedir crédito é pedir dinheiro emprestado. Pedimos para usar hoje o dinheiro que não temos na promessa de virmos a devolver o dinheiro e uma compensação por o utilizarmos. Na prática, estamos a antecipar o consumo, com todos os riscos e vantagens que isso pode trazer.

O que é um crédito bom?
Um crédito pode ser considerado bom ou positivo se permitir:
  • Reduzir custos – Um crédito habitação pode ser bom se nos permitir ter uma casa digna e confortável ao mesmo tempo que evita estarmos a gastar dinheiro a pagar uma renda a um senhorio;
  • Fazer face a despesas essenciais – Por exemplo, as despesas de saúde podem surgir rapidamente e de forma inesperada. Não estamos aqui a falar de despesas de alimentação e afins pois este será um sinal de perigos financeiros.
  • Investir e ganhar dinheiro – Existem investimentos e projeto criadores de valor que exigem um investimento inicial que não dispomos, pelo que o crédito poderá fazer toda a diferença.
O que é um crédito mau?Anteciparmos o consumo do futuro para o presente poderá ser prejudicial se estivermos a:
  • Gastar dinheiro em bens perecíveis;
  • Investir em projetos de fraca qualidade;
  • Comprar produtos/serviços demasiado dispendiosos para o nosso orçamento familiar.
O crédito consolidado é bom ou mau?Muito se debate sobre as vantagens e desvantagens do crédito consolidado. Na prática, se bem utilizado, o crédito consolidado poderá ser uma ótima ferramenta para a gestão das suas finanças pessoais. No entanto, tem de evitar um dos seus maiores perigos: entrar numa espiral de sobreendividamento que cria dívidas muito difíceis de eliminar.

Dicas para ter um crédito bom
Para ter o melhor crédito possível, sugerimos:
  • Pesquise diversas alternativas e negoceie com os bancos;
  • Tenha em atenção a sua taxa de esforço;
  • Pense duas vezes antes de pedir dinheiro emprestado;
  • Simule diferentes prestações para perceber se as consegue suportar.

Pedir crédito é uma tarefa de grande rigor e que deve ser feita com cautela e reflexão.

in lifestyle.sapo.pt

Crédito à habitação. Truques para baixar a prestação

baixar prestação da casa


Amortizar
•  Se tem algumas poupanças disponíveis, pode utilizar parte dessa verba para amortizar o financiamento.
•  Os bancos cobram uma comissão por esta operação: 0,5% sobre o capital pago num crédito de taxa variável e 2% se o financiamento for a taxa fixa.
•  Regras: é necessário avisar sete dias úteis antes do pagamento da próxima prestação, no caso das amortizações parciais. No caso de a amortização ser total, terá de avisar a instituição financeira dez dias úteis antes de a concretizar.

Renegociar spread
•  Neste momento é mais difícil, devido às dificuldades de financiamento dos bancos. Mas uma redução do spread pode significar uma poupança substancial ao fim do mês.

Alargar prazo
•  É a forma mais fácil de reduzir os encargos mensais com o empréstimo, mas está dependente da idade do cliente.
• Conte sempre com o pagamento de mais juros.

Pedir período de carência
•  Nesse período pagará apenas os juros relativos ao capital em dívida. Para uma família com um crédito no valor de 100 mil euros a pagar em 20 anos, com uma TAN de 2,247% e que tenha hoje uma prestação de 517 euros, se optar por pedir a carência de capital durante cinco anos, a prestação baixará para os 187,25 euros. Mas terminado esse prazo, a prestação agravar-se-á para os 654,95 euros.

Consolidar créditos
•  Permite reduzir o valor a pagar todos os meses, mas alguns especialistas dizem que este não deve ser o primeiro passo a dar e só deve ser visto como último recurso.


fonte: ionline.pt

12 de outubro de 2013

Crédito consolidado: Vantagens e desvantagens


O sobreendividamento das famílias portuguesas ganhou proporções extremas e o crédito mal parado atingiu níveis históricos.

Quer seja pelos cortes no ordenado ou por situações de desemprego, muitas famílias não conseguem ver cumpridas as suas responsabilidades e, nesse sentido, tentam a todo o custo arranjar soluções que lhes permitam fazer face a todas as despesas.

Assim surge o crédito consolidado, como uma solução que lhe permite poupar até 70% com os seus créditos.

Vantagens do crédito consolidado?


O crédito consolidado é um produto que lhe permite juntar todos os seus créditos. Ou seja, o crédito consolidado é um novo crédito que tem o valor total das suas dívidas.

Com este valor, deverá pagar todas as suas dívidas e ficar apenas com uma mensalidade e um prazo de reembolso, evitando todos os inconvenientes de ter várias prestações e dias de pagamento.

Além disso, ao juntar todos os seus créditos num só crédito consolidado, estará também a reduzir consideravelmente o valor mensal das suas prestações, poupando muitas vezes até 70% do valor pago em mensalidades.

Como é fácil perceber, a grande vantagem do crédito consolidado é a possibilidade de juntar todos os seus créditos num só, diminuindo o valor da prestação mensal.

As desvantagens do crédito consolidado


É verdade que o crédito consolidado é uma excelente opção, mas a verdade é que quando já existem problemas bancários o crédito consolidado deixa de ser uma opção.

Para quem já entrou em situação de incumprimento, não será possível recorrer ao crédito consolidado pois não haverá nenhuma instituição financeira disponível para o financiamento.

Outra desvantagem do crédito consolidado é o facto de aumentar, consideravelmente, o prazo de reembolso dos seus créditos. Como se poderá facilmente perceber, para conseguir baixar a sua prestação mensal, terá que prolongar o seu crédito consolidado no tempo.

Dica Meu Portal FinanceiroSe já se encontra em situação de incumprimento deverá, antes de mais, elaborar um plano de recuperação financeira. Entre em contacto com os seus credores e estabeleça uma forma de pagamento dos valores em dívida para que, posteriormente, possa recorrer ao crédito consolidado para recuperar a sua sanidade financeira.

Seja proactivo na resolução dos seus problemas e rapidamente conseguirá ter acesso a soluções que lhe permitam estruturar a sua vida.


in meuportalfinanceiro.pt

18 de fevereiro de 2013

Fiadores: cuidados a ter


Muito frequente nos contratos de empréstimo para compra de habitação e, cada vez mais, nos de arrendamento, a fiança é o contrato pelo qual o fiador se compromete a pagar a dívida de outrem, do devedor “original”, no caso de este não o fazer.

Pondere bem antes de aceitar ser fiador, mesmo que o pedido provenha de familiares ou amigos próximos. Ao tornar-se fiador, está a colocar o seu património como garantia de uma dívida de terceiro, pois fica obrigado perante o credor a responder pelas dívidas deste em caso de incumprimento.

Se aceitou ser fiador, assegure-se de que no documento que vai assinar consta que “não prescinde do benefício de excussão prévia”. É que prescindir de tal benefício significa que o credor pode optar logo de início por indicar os seus bens (e não os do devedor) à penhora.

Caso tenha essa indicação e, mesmo assim, a penhora ocorra, de imediato, sobre os seus bens, pode opor-se se não tiver ficado demonstrada a insuficiência do património do devedor, ou seja, enquanto não estiverem executados todos os bens do devedor principal, para satisfazer a obrigação.

Um fiador não pode deixar de o ser, regra geral. Ser fiador implica assumir uma obrigação da qual só poderá desvincular-se se o credor e o devedor aceitarem. Mas é pouco provável que o credor aceite ficar com menos uma garantia.

Quando o fiador paga a dívida, fica com o direito do credor sobre o devedor e pode exigir a este o cumprimento da obrigação. Mas, na prática, se o devedor não conseguiu pagar a dívida ao credor dificilmente terá condições de pagar ao fiador, a menos que a sua situação financeira sofra uma reviravolta positiva.


in deco.proteste.pt

19 de dezembro de 2012

Cartão de Crédito vs Crédito Pessoal



O cartão de crédito é uma forma de pagamento prática que faz parte de nossas vidas já há bastante tempo. Se bem utilizado, o cartão pode nos ajudar a controlar as despesas e conseguir adiar alguns gastos que precisam ser feitos no momento em que não temos os recursos necessários. Contudo, os impulsos de consumo muitas vezes acabam fazendo com que o cartão de crédito se torne em uma grande vilão das finanças.

As taxas de juros cobradas pelas operados de cartão de crédito são bastante elevadas, quando comparadas a outras formas de empréstimo. E é dessa forma que o cartão de crédito precisa ser encarado. Um empréstimo que um banco ou financeira está fazendo para você que deve ser pago dentro de um determinado período para que os juros não sejam cobrados. Como nem todos conseguem pagar suas dívidas até as datas de vencimento, as taxas de juros são elevadas para evitar que os bancos tenham prejuízos. E é nessa hora que a vida do consumidor se complica.

Quando as dívidas do cartão atingem um valor impagável, uma alternativa é trocar esse empréstimo por outro com juros mais baixos, como o crédito pessoal. Muitas pessoas recorrem ao crédito pessoal para quita uma dívida de cartão de crédito e, assim, ficam com uma dívida mais administrável.


in creditos-pessoais.net

Sabe que créditos estão em seu nome?


Com créditos habitação, créditos pessoais, cartões de crédito e outros créditos que por aí andam, saberá ao certo que créditos estão em seu nome?
Mesmo que pense que a resposta à pergunta anterior é “Sim”, deve consultar o mapa de responsabilidades de crédito, disponibilizado pelo Banco de Portugal de forma gratuita. Com os dados de acesso ao portal das finanças (NIF e respectiva password), obtém imediatamente um PDF com informação dos seus créditos, quer realizados quer potenciais (e.g., plafonds de cartões de crédito). É uma informação que interessa sempre saber.
Se é empresário, a informação acima mencionada também está disponível gratuitamente para a sua empresa, bastando introduzir o respectivo NIF e password do portal das finanças.
De elogiar a disponibilização online deste serviço por parte do Banco de Portugal, que permite ao cliente bancário saber de forma exacta os créditos em seu nome.


fonte: Pedro e o Blog

5 de dezembro de 2012

Como baixar a prestação dos seus créditos


Esta dificuldade surge-nos um pouco por nos acomodarmos e por não irmos à luta. Temos de renegociar tudo o que está ao nosso alcance. Queremos falar de um serviço completamente inovador e de grande utilidade: a renegociação de créditos:
Como poupar nos meus créditos:
Algumas empresas têm apoiado a contratação de um serviço de renegociação de créditos, sendo a mais nobre e mais conceituada o Grupo Jerónimo Martins. No entanto, torna-se claro que os particulares têm um problema que tem de ser resolvido. Neste contexto, surgem-nos empresas de negociação de créditos, que obtêm resultados extraordinários simplesmente por utilizarem a sua dimensão e conhecimento em favor dos seus clientes. E tudo isto pago apenas em caso de sucesso. Ou seja, cumpre com dois requisitos que nós defendemos neste fórum: A independência e o alinhamento de interesses. Como funciona o processo:
Reunião de diagnóstico:
Uma reunião confidencial realizada entre um consultor e o cliente, em que se faz o levantamento exaustivo da situação financeira da família. Avaliam-se os créditos e faz-se o orçamento familiar.
Intervenção:
Com a autorização do cliente, a equipa encaminha o processo para uma área de intervenção, onde são renegociados os créditos, eventualmente fazendo-se a consolidação ou, em última análise, encaminhando-se o processo para insolvência ou renegociação judicial (o caso de insolvência, contrariamente ao que algumas associações advogam, deverá ser a última solução).
São elaborados planos de pagamento viáveis e credíveis que são apresentados aos credores. Daqui resulta um plano de solução prática do problema.
Comunicação:
A última etapa passa por comunicar ao cliente as alternativas de resolução dos problemas. Poderá ser, contudo, necessário um encaminhamento mais regular, especialmente no caso dos processos judiciais que sendo conduzidos por advogados independentes são acompanhados de perto pelo consultor.
Os resultados estão à vista. Tem-se conseguido reduções médias de encargos mensais de 46%, com reduções de taxas de juro, prolongamentos de prazos e perdões de dívidas.
Um alerta. O sucesso do processo passa muito pela intervenção precoce. Quanto mais cedo for abordado o problema, menor será a sua dimensão. Certamente conhecerá os efeitos das penhoras na qualidade de vida das pessoas.


fonte: financaspessoais.net

6 de abril de 2012

O Que Todos Deveriam Saber Sobre o Crédito Pessoal Rápido

Os créditos pessoais são dos mais requisitados nos últimos anos, não só pela necessidade constante de conseguir liquidez para ultrapassar momentos complicados ou até para a aquisição de bens materiais necessários, como também pela enorme facilidade que existe hoje em dia em conseguir esses mesmos créditos. Porém, como já seria de esperar, a pressa é inimiga da perfeição, logo existem muitos riscos e cuidados necessários para conseguir assim um crédito pessoal sem que mais tarde tenha outros problemas financeiros agregados a essa mesma aquisição.
Os juros aplicados a este tipo de crédito, os custos iniciais e ainda a facilidade de aquisição levando assim a um aglomerado de créditos rápidos, levam muitas famílias à crise económica com uma enorme facilidade, logo antes de avançar para esta solução deverá analisar muito bem as suas possibilidades e avançar apenas em último recurso, já que as suas finanças podem ficar folgadas durante alguns dias mas posteriormente tudo se irá dificultar.

Alternativas ao crédito pessoal rápido

Sendo esta uma alternativa fácil e rápida, são muitas as pessoas que recorrem a esta sem antes analisarem possíveis alternativas, dificultando ainda mais as suas finanças no futuro.
Por isso, vamos deixar aqui algumas alternativas que podem vir a facilitar no seu problema, sem que seja necessário recorrer ao crédito pessoal rápido.
  • O 13º mês ou subsídio de férias pode ser uma excelente alternativa, mesmo que para isso tenha que falar com o seu empregador para tentar uma antecipação do pagamento dos mesmos;
  • O leasing ou crédito directo ao consumidor pode ser uma excelente alternativa, com prazos maiores e mais baratos a nível de taxas a pagar;
  • Os cheques pré-datados podem ser alternativas excelentes para a aquisição de bens materiais, porém não são aceites em todo o tipo de lojas/empresas;
  • Quando bem analisados, os cartões de crédito sem juros podem ser mais vantajosos do que propriamente os créditos pessoais rápidos;

Cuidados a ter na aquisição de um crédito pessoal

São muitos os cuidados que deve ter para a aquisição de um crédito pessoal rápido, nomeadamente no que diz respeito à taxa de juro aplicada, taxa essa que irá variar consoante o valor pedido e o prazo de pagamento.
Antes de avançar para a aquisição de um crédito pessoal rápido é sempre obrigatório a simulação nos principais bancos e instituições de crédito, garantindo sempre que se consegue o melhor produto com a taxa de juro mais baixa.
O valor a pagar na totalidade, irá depender directamente do valor pedido e do prazo de pagamento que desejar, para ter uma ideia, a aquisição de um crédito de 5,000€ para 36 meses de liquidação, a mensalidade a pagar varia entre os 175 e 185€, porém quando o pagamento é feito apenas em 24 meses, a mensalidade sobe para mais de 230€.
Em jeito de conclusão, as instituições bancárias e de crédito especializado, anunciam diariamente as inúmeras vantagens deste tipo de créditos (como a rapidez, menos burocracia e até mesmo a facilidade de aquisição sem grandes requisitos), porém são poucas aquelas que anunciam os custos associados, as dificuldades de pagamento que muitas famílias têm e até mesmo os problemas bancários que podem advir desta aquisição. Por isso, antes de avançar para um crédito pessoal é estritamente necessário que tenha a certeza e conhecimento de causa de tudo aquilo a que se está a sujeitar, incluindo as taxas a pagar, a mensalidade e até a ligação inerente com essa mesma instituição escolhida.

in poupardinheiro.net

13 de novembro de 2011

Consolidar ou Reestruturar créditos - soluções para o excesso de endividamento das famílias


Crédito Consolidado:

O crédito consolidado permite juntar todos os empréstimos num único, reduzindo significativamente os respectivos encargos mensais:

- Em muitos casos possibilita uma redução até 60% nas mensalidades dos creditos.
- O pagamento de uma única prestação fixa mensal, evita ter vários créditos dispersos ao longo do mês;
- A taxa de juro do crédito consolidado é significativamente mais baixa do que a taxa de um cartão ou crédito pessoal;
- Premite reduzir o  prazo de amortização ao reutilizar a poupança mensal na amortização antecipada do crédito.

Não se trata de mais um crédito, mas sim um empréstimo que permite liquidar todos os outros que tenha a decorrer.

Reestruturação financeira:  

Quando o perfil financeiro já não permite o recurso ao crédito consolidado, a Reestruturação Financeira é a solução ideal para resolver os problemas de endividamento:

- Análise da sua situação financeira (orçamento familiar e nível de endividamento);
- Plano de redução de mensalidades, regularização de atrasos, evitando incumprimentos futuros;
- "Começar de novo", esta solução tem como objectivo conceder uma nova oportunidade para  estas famílias recomeçarem a sua vida sem dívidas.

10 de outubro de 2011

Dicas sobre Amortizar créditos

Quem melhorou a sua situação financeira, tem três opções para reduzir ou eliminar as despesas de um empréstimo em curso. Amortizar o capital em dívida, para suavizar a prestação, ou suportar mensalidades mais altas, para diminuir o prazo em falta. Pode ainda conciliar ambas. Em qualquer caso, considere os custos da amortização antecipada.

Condições e custos
  • No crédito da casa, os bancos não podem cobrar mais de 0,5% sobre o montante amortizado, se o empréstimo tiver taxa variável, e mais de 2%, se for fixa. Em qualquer crédito à habitação, tem de avisar o banco da sua intenção até 7 dias úteis antes de pagar a prestação, se a amortização for parcial, e até 10 dias úteis antes de a concretizar, se for total.
  • No crédito pessoal com taxa variável, o banco não pode cobrar penalização. No caso dos empréstimos com taxa fixa, se o prazo em falta for superior a 1 ano, o limite é 0,5 por cento. Já se faltar menos de 1 ano para o fim do crédito, o banco pode cobrar até 0,25 por cento. Em qualquer caso, a penalização nunca pode ser superior aos juros em dívida. Tem de avisar o banco até 30 dias seguidos antes de amortizar.
Prazo mais curto
  • Quando a situação financeira do agregado familiar permite suportar uma prestação mais alta, vale a pena reduzir o prazo do empréstimo. Mantendo-se inalterados o capital em dívida e a taxa de juro, a grande vantagem é a diminuição dos juros a pagar. Consulte o seu banco, peça uma simulação com prazos mais reduzidos e verifique o montante de juros poupados. 
  • Recorrer à amortização de capital e redução simultânea de prazo é, contudo, a opção que mais embaratece o custo final do crédito, por diminuir os juros a pagar. 
in deco.proteste.pt
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