MENSAGENS RECENTES DO BLOG
10 de julho de 2011
Governo: O que vai mudar, até ao final do ano - Fase 1/4
DURANTE O VERÃO
Seja porque a ‘troika’ ou porque o Governo quer começar a mostrar trabalho quanto antes, julho e agosto serão meses intensos para os novos ministros e secretários de Estado.
Enquanto se instalam nos seus gabinetes e escolhem as equipas com que vão trabalhar, os governantes têm de pôr em prática as exigências do FMI, do BCE, de Bruxelas e do seu próprio programa. Aumentos de impostos e medidas impopulares na área do Trabalho estão garantidas. É por isso que, em simultâneo, o Governo quer apresentar ao Parlamento, em agosto, o Plano de Emergência Social, para fazer a face a situações de fome e pobreza.
AUMENTO DO IVA
No regresso de férias, já deverá estar em vigor a nova tabela de IVA, que pressupõe o agravamento da taxa
aplicada a alguns produtos hoje incluídos na tabela mais baixa (6%) e na intermédia (13%).
Ir ao supermercado ou ao restaurante será, nessa altura, mais caro, apesar de ainda não haver pormenores sobre as mudanças a registar nesta matéria.
FLEXIBILIDADE LABORAL
Em julho, inicia-se o debate na Concertação Social com vista à introdução de alterações na legislação laboral.
O programa do Governo vai no sentido de passar a haver maior flexibilidade no trabalho (nomeadamente quanto ao contrato único de trabalho e à extensão do período experimental) e novas regras na atribuição de pensões de reforma (com tetos máximos para as aposentações pagas pela Segurança Social e a criação de uma contribuição facultativa para regimes complementares de reforma privados).
PRIVATIZAÇÕES 1
Entre as prioridades do Governo, que também são da troika, está a venda do BPN, cujo comprador deverá estar encontrado até final do mês de julho.
in visao.pt
7 de julho de 2011
Casas à venda por um cêntimo
Há casas à venda em Portugal por um preço-base de 1 cêntimo. As Finanças têm colocado vários imóveis e terrenos no mercado com a licitação mínima definida pela Direcção-Geral dos Impostos, segundo constatou o jornal «Sol».
Tudo por causa da pressão para angariar receitas e porque a crise está a afugentar os compradores das hastas públicas.
As Finanças têm optado assim por vender casas penhoradas através da negociação directa, com preços-base muito simbólicos.
Os bens são depois vendidos por preços mais altos. À espera das melhores propostas, o negócio acaba no entanto por ficar muito abaixo dos preços praticados no mercado, dado o valor da licitação.
O bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues de Azevedo, explicou ao mesmo jornal que as vendas deste tipo resultam de «hastas públicas que ficaram desertas». O mesmo é dizer que foram negócios que não interessaram a nenhum comprador.
in Agenciafinanceira.iol.pt
6 de julho de 2011
6 Dicas para antes de Comprar Casa
Apesar do panorama da economia mundial não ser favorável a verdade é que haverá sempre pessoas com interesse em comprar casa, quer seja para habitação permanente, investimento e até mesmo casa de férias.
Independentemente da finalidade que dará origem à compra de casa, existem simples dicas que são extremamente úteis, para que, a compra de casa não seja um incomodo financeiro para os seus proprietários.
No que toca a estabilidade profissional, podemos dizer que o tempo em que era possível possuir um emprego por mais de 20 anos já terminou. Atualmente a exigência de mobilidade e a procura por melhores condições de trabalho e salariais são um dos objectivos da generalidade das pessoas.
Esta procura por vezes leva-nos a procurar trabalho em locais distantes da potencial habitação, pelo que este aspecto é importante na tomada de decisão. Se planeia em mudar de trabalho e procurar por melhores condições, então provavelmente, arrendar casa será a melhor opção até encontrar estabilidade.
Contudo, se prevê estabilidade profissional, deve de olhar para o seu agregado familiar ou para o futuro que pretende para sí. Se, por exemplo, prevê aumentar a família para 3 elementos, então comprar um T1 poderá ser uma escolha errada. Logo, se prevê que vai necessitar de uma casa maior no futuro, aguarde um pouco mais e crie um plano para comprar uma casa que se enquadre com as suas necessidades futuras.
Visite a sua potencial habitação várias vezes ao dia e também ao fim de semana, analise a vizinhança, o ambiente, a exposição solar, as acessibilidades, o comércio local, a rede de transportes, entre outros. Certifique-se que gosta de tudo o que vê.
Consulte os aspectos legais da habitação junto do vendedor e confirme-os nas Entidades Competentes e ainda verifique se existem planos para a zona na Câmara Municipal. Recorra à ajuda de peritos para o ajudar nos aspectos legais e nos aspectos relacionados com a construção do edifício.
Assim sendo, se possui outros créditos e as referidas prestações quando associadas à prestação do crédito habitação representam mais de 45% do seu rendimento disponível mensal, pondere em comprar uma casa mais barata ou simplesmente efetue a liquidação dos empréstimos que possui até encontrar uma margem de segurança.
Confuso? Quantas clientes não entregam processo de crédito habitação para decisão sabendo que irão ter de suportar comissões de preparação, formalização e analise de processo e ainda, a avaliação do imóvel adquirir?
A generalidade dos clientes, certo. E se o crédito não for aprovado ou se for aprovado com condições diferentes das negociadas, o que acontece?
Regra geral os clientes aceitam as novas condições e cedem à nova proposta do banco, pois sabem que se forem para outro banco poderão correr o mesmo risco. Infelizmente, ainda é assim que acontece até que o regulador crie uma entidade avaliadora aceite por todos os bancos.
in produtosbancarios.com
Independentemente da finalidade que dará origem à compra de casa, existem simples dicas que são extremamente úteis, para que, a compra de casa não seja um incomodo financeiro para os seus proprietários.
1# ANALISE A SUA SITUAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL
Muitos dos clientes resumem a decisão da compra de casa ao valor da prestação sem analisar anteriormente aspectos relacionados com a estabilidade profissional e vida pessoal.No que toca a estabilidade profissional, podemos dizer que o tempo em que era possível possuir um emprego por mais de 20 anos já terminou. Atualmente a exigência de mobilidade e a procura por melhores condições de trabalho e salariais são um dos objectivos da generalidade das pessoas.
Esta procura por vezes leva-nos a procurar trabalho em locais distantes da potencial habitação, pelo que este aspecto é importante na tomada de decisão. Se planeia em mudar de trabalho e procurar por melhores condições, então provavelmente, arrendar casa será a melhor opção até encontrar estabilidade.
Contudo, se prevê estabilidade profissional, deve de olhar para o seu agregado familiar ou para o futuro que pretende para sí. Se, por exemplo, prevê aumentar a família para 3 elementos, então comprar um T1 poderá ser uma escolha errada. Logo, se prevê que vai necessitar de uma casa maior no futuro, aguarde um pouco mais e crie um plano para comprar uma casa que se enquadre com as suas necessidades futuras.
2# TENHO ESTABILIDADE QUERO AVANÇAR
Todos os aspectos foram equacionados e está seguro que é o momento ideal para comprar a casa que tanto deseja, então faça as coisas com calma.Visite a sua potencial habitação várias vezes ao dia e também ao fim de semana, analise a vizinhança, o ambiente, a exposição solar, as acessibilidades, o comércio local, a rede de transportes, entre outros. Certifique-se que gosta de tudo o que vê.
Consulte os aspectos legais da habitação junto do vendedor e confirme-os nas Entidades Competentes e ainda verifique se existem planos para a zona na Câmara Municipal. Recorra à ajuda de peritos para o ajudar nos aspectos legais e nos aspectos relacionados com a construção do edifício.
3# TENHA 20% PARA A ENTRADA DA CASA
Com as restrições existentes na concessão de crédito habitação e com as avaliações bancárias em baixa, possuir uma entrada de 20% do valor é um aspecto favorável na aprovação do crédito.A generalidade dos bancos, atualmente, possui como limite máximo 80% do valor da avaliação do imóvel que, associado a avaliações bancárias em média 20% inferiores ao valor potencial da habitação, representam limitações a concessão de crédito habitação.
Assim sendo e para não ver alterações significativas na proposta de crédito apresentada pelo banco, será prudente possuir uma margem de 20%, ou seja, se pensa em comprar uma habitação por 200 000 euros, será uma vantagem adicional solicitar um financiamento de 160 000 euros.Este procedimento lhe dará poder de negociação junto dos bancos na determinação do spread, pois o seu rácio financiamento garantia será, à partida, favorável à determinação deste último.
4# ATENÇÃO AOS 30% DO SEU RENDIMENTO DISPONÍVEL MENSAL
Estamos a falar da taxa de esforço mensal do cliente, limitando o encargo com o crédito habitação a 30% do rendimento disponível mensal.
Considera-se 30%, pois estamos a falar apenas de um empréstimo, no entanto, caso existam outros, deverão todos ser analisados sempre com vista à limitação do esforço mensal em 45% do rendimento disponível.Assim sendo, se possui outros créditos e as referidas prestações quando associadas à prestação do crédito habitação representam mais de 45% do seu rendimento disponível mensal, pondere em comprar uma casa mais barata ou simplesmente efetue a liquidação dos empréstimos que possui até encontrar uma margem de segurança.
5# NÃO SE ESQUEÇA DO SEU FUNDO DE EMERGÊNCIA
Com o novo crédito irá aumentar as suas responsabilidades mensais, pelo que o seu fundo de emergência estará desatualizado com a nova realidade. Pondere em reforçar o seu fundo de emergência de forma a que este suporte pelo menos 6 meses de todas as despesas mensais incluído as futuras prestações do crédito habitação.
6# PROCURE AS MELHORES CONDIÇÕES BANCÁRIAS
Procurar as melhores condições bancárias irá lhe indicar quais os melhores bancos para o seu crédito habitação. Procure bancos que encontrem soluções para o seu caso e que não possuem encargos elevados com a preparação, formalização e análise do pedido de crédito.
Escolher bancos que não possuem demasiados encargos para saber se o seu crédito vai ser aceite é uma mais valia, pois no caso de algo não correr como o esperado, poderá sempre procurar outro banco.Confuso? Quantas clientes não entregam processo de crédito habitação para decisão sabendo que irão ter de suportar comissões de preparação, formalização e analise de processo e ainda, a avaliação do imóvel adquirir?
A generalidade dos clientes, certo. E se o crédito não for aprovado ou se for aprovado com condições diferentes das negociadas, o que acontece?
Regra geral os clientes aceitam as novas condições e cedem à nova proposta do banco, pois sabem que se forem para outro banco poderão correr o mesmo risco. Infelizmente, ainda é assim que acontece até que o regulador crie uma entidade avaliadora aceite por todos os bancos.
in produtosbancarios.com
10 dicas para manter e fazer crescer a sua empresa no actual contexto económico
Para as PMEs, estar atento ao cerne do seu negócio, manter uma situação financeira saudável, reduzir as despesas operacionais, aumentar a eficiência e fortalecer as relações existentes com clientes e fornecedores são pontos essenciais para ajudar a garantir que a sua empresa se mantém activa no actual contexto económico desfavorável.
No entanto, não se preocupe demasiado em manter-se na defensiva - os contextos económicos negativos também podem constituir oportunidades e o investimento contínuo durante uma recessão pode até ser a medida mais inteligente a tomar.
Apesar da primeira prioridade de qualquer empresa durante os tempos difíceis ser tornar-se mais eficiente e rigorosa com as despesas, se for determinado, hábil e próactivo na detecção de oportunidades de crescimento - mesmo durante uma recessão - a sua empresa ficará numa posição muito mais forte quando o mercado recuperar. Como resultado, poderá constatar que, deste modo, aumentou a sua quota de mercado relativamente aos concorrentes mais cautelosos.
Seguem-se 10 dicas para preparar a sua empresa para sobreviver e até mesmo prosperar no actual contexto económico negativo:
- Mantenha-se atento ao cash flow. A monitorização e controlo contínuos do cash flow são fundamentais para o sucesso sustentado da empresa. Previsões mensais garantem que as despesas e quaisquer gastos planeados estão em linha com o dinheiro que entra. Se controlar o seu dinheiro, estará também em melhor posição de tirar partido de qualquer excedente (consulte a dica sobre investimentos).
- Renegoceie com os fornecedores. A redução dos custos com fornecedores criará uma vantagem contínua que pode ser obtida de várias formas. Se não tiver dinheiro disponível, prolongar os prazos de pagamento evita ter de pedir dinheiro emprestado para pagar aos fornecedores. Se tiver dinheiro, negoceie descontos para prazos de pagamento mais curtos. Pode também tentar negociar preços de matérias-primas mais reduzidos com os fornecedores e renegociar os prazos com as suas instituições financeiras e o senhorio.
- Faça uma avaliação crítica das suas necessidades de pessoal. Reduzir o pessoal em excesso, embora seja por vezes desagradável, permite uma redução de despesas imediata. Tenha o cuidado de não deixar as reduções de pessoal afectarem os níveis de serviço ao cliente. Algumas funções da empresa podem ser também entregues a entidades independentes ou a agências de outsourcing, dependendo da sua dimensão.
- Concentre a sua atenção na base de clientes existente. Num clima económico adverso, não dependa demasiado de um único fornecedor. Garantir que a sua empresa não depende de um ou dois fornecedores principais significa que, se eles forem à falência, não irá com eles.
- Focus attention on your exiting customer base. Agora é a altura de dar prioridade aos seus clientes actuais. O custo de conseguir novos clientes é significativamente maior do que o de ampliar a sua base de clientes existente. Além disso, informações sobre os comportamentos de compra irão permitir-lhe fazer propostas especiais para incentivar a lealdade e gastos continuados por parte dos clientes.
- Estabeleça relações – com fornecedores, clientes e credores. Manter boas relações fortalecerá a sua capacidade de negociar melhores condições com fornecedores e credores; protegerá também as relações profissionais nos períodos adversos e não só.
- Mantenha os canais de comunicação abertos e obtenha o apoio dos seus colaboradores. Partilhar as dificuldades da sua empresa com os colaboradores pode mobilizá-los em torno de um objectivo comum e ajudar a identificar onde e como podem ser feitas reduções de despesas. Uma comunicação honesta terá dividendos e os colaboradores, fornecedores, consultores e clientes ficarão em boa posição para dar conselhos e apoio a longo prazo, durante os tempos difíceis.
- Aumente o marketing e a publicidade. Acredite ou não, esta não é a altura para reduzir as despesas de marketing e publicidade. Apesar de poder ser mais prudente redistribuir as verbas para áreas estratégicas para a empresa, uma actividade contínua para aumentar a presença da marca e fomentar a procura no mercado para o seu produto ou serviço constitui, de facto, uma oportunidade num contexto económico negativo, uma vez que estará a fazê-lo numa altura em que os seus concorrentes estarão provavelmente a reduzir despesas.
- Invista em novas tecnologias para reduzir custos e aumentar a competitividade. O investimento na tecnologia certa pode ajudar a sua empresa a trabalhar de forma mais eficiente, reduzir custos, melhorar a satisfação do cliente e ajudá-lo a manter-se à frente da concorrência. As tecnologias que permitem uma boa colaboração entre colaboradores, parceiros, fornecedores e clientes são uma forma segura de aumentar a eficiência e reduzir os custos.
- Comece a gastar. Apesar de gastar durante uma recessão poder não parecer uma boa prática de gestão, é, na verdade, o que as empresas inteligentes fazem para combatê-la. Se continuar a investir no cerne do seu negócio, por exemplo, através da contratação de mais colaboradores ou da implementação de novas tecnologias numa área crítica que proporcione uma vantagem competitiva, é provável que a sua empresa esteja a expandir numa altura em que a concorrência está a contrair. Se investir em iniciativas que fortaleçam a sua empresa, estará melhor posicionado para acelerar quando o clima económico melhorar.
in cisco.com
Dívidas, Bens e Acordo Pré Nupcial Nos Divórcios
Os divórcios são processos complexos a vários níveis, mas não deverá descurar a parte financeira porque é ela que vai garantir a sua estabilidade no futuro.
Para saber como funciona o processo, veja as finanças pessoais no divórcio.
As Dívidas Acumuladas Durante o Casamento
As dívidas contraídas no casamento não são eliminadas com o processo de divórcio. São divididas da mesma forma que os bens do casal, inclusivamente em dívidas que apenas um dos elementos pagava (no caso de terem contas separadas).Uma das coisas que deverá fazer imediatamente é abandonar qualquer conta conjunta, porque poderá ser utilizada pelo seu companheiro para continuar a pagar dívidas e você será responsável pelo pagamento de metade das mesmas. Assim que terminar o divórcio, congele todas as contas conjuntas e refaça os contratos de crédito para pagamento com as suas contas individuais.
O pagamento das dívidas deverá fazer parte do acordo no processo de divórcio, porque poderá ser necessário utilizar alguns bens para efectuar o pagamento de certas dívidas.
Se puder, contrate um contabilista para o acompanhar durante o processo de divórcio, de forma a esclarecer todos os pormenores financeiros.
Bens Imobiliários
O melhor a fazer durante este processo de divórcio é chegar a acordo com o seu companheiro para a divisão de todas as propriedades que tenham. É essencial proteger o seu futuro financeiro e os bens imobiliários são activos muito importantes, por isso é que a presença de um advogado competente é tão importante.Acordo Pré Nupcial
Os acordos pré nupciais são ferramentas legais excelentes para proteger as finanças do casal, no entanto são muito pouco utilizadas pela desconfiança que gera antes do casamento.No entanto, no processo de divórcio, um acordo pré nupcial protege ambos os elementos e garante o património de cada um deles.
Um acordo pré nupcial deve incluir:
- Bens e dívidas antes do casamento
- Planos de heranças e de património
- Divisão de bens em caso de divórcio
- Por incluir uma data de revisão do documento, para que possa ser corrigido no caso de acontecerem mudanças, como é o caso do nascimento de filhos.
in poupardinheiro.info
Compreenda os Depósitos
Os depósitos a prazo são dos instrumentos de aforro mais usados pelos portugueses, ainda que muitos não saibam propriamente em que produtos estão a aplicar as suas poupanças. Assim, o Saldo Positivo foi à procura de alguns elementos presentes na Ficha de Informação Normalizada (FIN), o documento que contém o “ADN” do depósito, e explica o seu significado.
Para investir, é preciso conhecer bem o produto. Uma boa leitura da Ficha de Informação Normalizada é um bom príncipio, antes de investir.
As condições de acesso reflectem quais as pessoas ou entidades que podem recorrer ao depósito, sejam eles clientes particulares, residentes em Portugal, emigrantes, etc.
Prazo
O prazo é importante, aquando da subscrição do depósito. Se pretender uma aplicação com prazo alargado e não precisa do dinheiro num curto espaço de tempo, os depósitos com data de maturidade acima de 1 ano são os indicados. Se pretender um depósito com um período de tempo mais curto ou se já tem planos para o dinheiro daqui a uns meses, o prazo deverá ser inferior a um ano, sendo os de 6 meses os mais utilizados.
Mobilização antecipada
Neste item, aparecem as condições para um resgate antes do prazo, sobretudo ao nível da penalização com os juros. Tenha especial atenção neste item, já que poderá perder direito aos juros.
Imagine que, por exemplo, tinha constituído um depósito a um ano que pagava juros semestrais e que ao fim de 10 meses precisava do dinheiro depositado. Se existisse uma penalização pelo resgate antecipado do dinheiro para os juros ainda não pagos, podia ficar com o montante inicial mais os juros pagos ao fim de seis meses. Daí para a frente, o banco não tinha de pagar juros.
Renovação
Saiba se o depósito que efectua, tem ou não renovação automática. Tenha atenção ao prazo de maturidade do depósito, já que uma renovação automática poderá significar um depósito com taxas de juros mais baixas do que o mercado apresenta. No momento da renovação convém estar atento para perceber se não há no mercado melhores condições de juros em produtos semelhantes.
Montante
Aqui, fica a saber quais os montantes, mínimo e máximo, para subscrever o depósito em causa. Existem depósitos para todas as carteiras, com montantes mínimos que vão normalmente dos 250 euros até aos 5000 euros.
Moeda
É importante saber qual a moeda em que o depósito é realizado. Há que ter em conta que o depósito em moeda estrangeira comporta elevado risco face ao depósito realizado na moeda doméstica. Por exemplo, imagine que um aforrador constituía um depósito de 1000 dólares em Portugal a um câmbio de 1,3 dólares por cada euro, ou seja depositava 769 euros. Se no final do prazo a taxa de câmbio das duas moedas rondasse os 1,5 dólares por cada euro então na troca de moeda o aforrador ia ter apenas 667 euros, face ao montante inicial e sem contar com os juros pagos.
Reforços
Os reforços também são uma característica importante, já que apresentam as condições para o caso de querer reforçar o seu depósito. Existem depósitos que não permitem reforços, e dos que permitem, o valor mínimo não é igual para todos, dependendo de depósito para depósito.
TANB
Taxa Anual Nominal Bruta é a taxa de juro anual, sem retenção de impostos. Há que ter atenção, já que esta taxa poderá influenciar, de maneira negativa, a escolha dos depósitos. Assim, tenha sempre especial atenção ao prazo do depósito, já que esta taxa é sempre apresentada de forma anual.
TANL
Taxa Anual Nominal Líquida, é a taxa de juro anual após a retenção de impostos, ou seja, após a instituição financeira retirar os 21,5 por cento da taxa de imposto. Como a retenção é feita pela entidade bancária o aforrador não tem de declarar este valor em sede de IRS.
Euribor
A Euribor é a taxa de juro de mercado para as operações interbancárias da zona euro. Alguns depósitos apresentam remunerações que igualam a taxa Euribor com o prazo respectivo, e historicamente subidas dos juros de mercado conduzem a uma oferta mais generosa de juros nos depósitos a prazo bancários.
Regime de capitalização
O regime de capitalização diz respeito ao processo de reinvestimento dos juros resultantes da aplicação financeira. Existem 3 regimes de capitalização, que são a simples, a composta e a contínua. A primeira pressupõe que não há reinvestimento dos juros. Já na capitalização composta, a mais usada em Portugal, os juros são adicionados ao capital inicial, gerando mais juros da próxima vez que houver pagamento. No que toca à capitalização contínua, os juros são reinvestidos, mas os períodos de capitalização são instantâneos.
Cálculo de juros
Os juros são calculados em determinadas datas (consoante o prazo de maturidade) e também consoante a base de cálculo, sendo que a mais comum em Portugal é a Act/360, ou seja, é considerado que todos os meses têm 30 dias.
Veja o caso para um depósito de 5000 € a 180 dias (6 meses) com TANB de 3%:
Juros=Montante inicial * TANB*(180/360)=75 € Sem imposto (21,5%) ficará=75*(1-0,215)=58,87 €
Pagamento de juros
Aqui fica exemplificado, quando são os pagamentos que vão ser efectuados. Se são pagos trimestralmente, semestralmente, anualmente, apenas no final do prazo, etc. O pagamento de juros pode coincidir com o prazo do depósito (quando paga juros anuais e o depósito é de 1 ano, por exemplo), ou não coincidir (caso de um depósito de 6 meses, que pague juros de mês a mês).
Regime fiscal
Nesta rubrica, ficam exemplificados os efeitos fiscais do depósito. Neste momento, em Portugal Continental, os juros dos depósitos estão sujeitos a retenção na fonte à taxa de 21,5 por cento, com carácter liberatório em sede de IRS com possibilidade de englobamento. No Açores, a taxa é de 20 por cento.
Garantia de Capital
Aqui fica reflectido, o que acontece ao capital, no final do prazo ou em caso de mobilização antecipada. Tenha atenção, pois podem existir produtos financeiros que não garantem o capital no final do prazo, caso de depósitos que dependem de outras variáveis.
Fundo de Garantia de depósitos
Os depósitos beneficiam da garantia de reembolso por parte do Fundo de Garantia de Depósitos, sempre que a instituição financeira tenha indisponibilidade de reembolsar os depositantes, devido à sua situação financeira. O limite de garantia previsto é de 100 mil euros por depositante.
Outras condições não presentes no prospecto
Neste item, são apresentadas as cláusulas que não entram nos itens apresentados.
in saldopositivo.cgd.pt
5 de julho de 2011
Cálculo do Valor dos cortes e Imposto no Subsídio de Natal 2011

O ano de 2011 vai pressupor o aperto e cinto a muitas famílias Portuguesas, uma das primeiras medidas anunciadas por Passos Coelho é o imposto sobre o valor do subsídio de Natal já este ano.
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho anunciou que o Governo vai cobrar este ano uma “contribuição especial que incidirá sobre todos os rendimentos que estão sujeitos a englobamento no IRS” que terá um “peso equivalente a 50% do subsídio de Natal acima do salário mínimo nacional”.
Há ainda muito por explicar, mas do discurso do primeiro-ministro depreende-se que o corte de 50% é feito sobre o montante do subsídio de Natal descontado do valor do salário mínimo (485 euros).
.
Não sobre o valor total do subsídio de Natal portanto, mas do valor que excede o salário mínimo.
Assim sendo, o efeito do novo imposto será o seguinte:

in web-emprego.com
Subscrever:
Mensagens (Atom)