MENSAGENS RECENTES DO BLOG

Mostrar mensagens com a etiqueta Emigração. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Emigração. Mostrar todas as mensagens

11 de fevereiro de 2015

Emigrar: Como deixar a sua vida organizada em Portugal




Casa, automóvel, contas para pagar ou impostos. Saiba tudo o que deve fazer antes de ir viver e trabalhar para outro país.

Casa, automóvel, contas para pagar ou impostos. Quando decide emigrar, deixa para trás a vida que tinha até então, mas também uma série de assuntos pendentes, que não podem ser ignorados, sob pena de ter uma surpresa desagradável quando estiver de regresso. Susete Gomes, de 37 anos, está seis meses na Suíça e seis meses em Portugal. Desde que tomou a decisão de ir trabalhar para fora, que a sua vida é feita entre os dois países e isso significa que, antes de partir, há inúmeras questões que tem de deixar tratadas. Por ser muito metódica e organizada, não existe nenhum aspeto da sua vida seja descurado. No que diz respeito às contas fixas mensais, por apenas estar ausente durante metade do ano, Susete decidiu que não ia cancelar nenhuma despesa. Todos os pagamentos correntes estão em débito direto e faz questão de deixar a conta provisionada com um valor estimado para cobrir essas despesas. No entanto, aderiu à “Conta Certa” no gás e eletricidade. “Todos os meses tiram-me um valor certo e no fim do ano fazem o acerto”, contou Susete Gomes ao Saldo Positivo.
As telecomunicações também se mantêm ligadas quando está fora. “Há um período de fidelização de dois anos, ou seja, não posso aderir e passados seis meses desligar o serviço. Sei que tenho estes serviços para pagar, apesar de não utilizar durante seis meses, o que é um desperdício de dinheiro, mas continuo a pagar porque foi isso que ficou acordado”, prossegue. Os assuntos relacionados com o automóvel, como revisão e inspeção, também ficam tratados antes de sair de Portugal. “É possível fazer a inspeção três meses antes da data oficial, então faço tudo isso antes de me ir embora, para assegurar que não há nenhum problema quando voltar”, prossegue.

Uma ajuda extra

Para além de apenas estar fora durante um semestre, Susete Gomes tem uma rede de apoio em Portugal, que lhe permite ter alguém de confiança que vá a sua casa de 15 em 15 dias verificar se está tudo bem ou se há alguma questão relacionada com o condomínio que seja preciso resolver, como por exemplo, um arranjo de última hora. Além disso, enquanto está fora, pede à vizinha do lado para estar atenta a movimentos menos normais que possam ocorrer e, se alguma coisa acontecer, ligar para os contactos que lhe deixa para que alguém possa verificar o que se passa.
No entanto muitas pessoas não têm este apoio e necessitam de alguém que trate dos assuntos que ficam em Portugal. Foi nesse sentido que Inês Salvo e Gilda Pereira criaram a EI! Assessoria ao E(i)migrante. “Começámos como uma empresa a pensar nas pessoas que iam para o estrangeiro e precisavam de ajuda cá”, explicou Inês Salvo, uma das fundadoras da empresa, ao Saldo Positivo. O tempo foi passando e começaram a chegar pedidos de pessoas que iam emigrar e precisavam de ajuda no que diz respeito à documentação. “Às vezes as pessoas levam daqui uma certidão e acham que é válida lá, mas não é. Querem saber quais os requisitos dos países, que vacinas necessitam, que documentos vão precisar para pedir a carta de condução, para fazer o pedido de inscrição na segurança social, uma série de elementos”, prossegue Inês Salvo.

Assuntos pendentes

“Chegam-nos muitos pedidos de pessoas que pretendem deixar a sua situação legalizada em Portugal e começámos a dar esclarecimentos”, diz Inês Salvo, exemplificando: “Sabia que se estiver três anos ausente, sem fazer nenhuma visita ao centro de saúde, perde o direito ao médico de família? E que se for para fora da União Europeia, necessita ter um representante fiscal em Portugal?”. São dúvidas desta natureza que as duas especialistas procuram responder no seu trabalho do dia-a-dia.
Mas a sua área de negócio é alargada. Vai desde a elaboração de IRS, à representação fiscal, à gestão de arrendamento de imóveis, obtenção de vistos ou receção e envio de correio. Mas não só. “Por exemplo, um senhor que está em Angola precisa de uma autenticação da carta de condução, nós tratamos disso, seja qual for o documento”. Para além de toda a parte de documentos e consulado, há outro tipo de pedido de ajuda que chega muito: o transporte de animais. Nestes casos tratam de tudo, desde a documentação, vacinação e acompanhamento do animal.
Outro tipo de pedido que Inês Salvo e Gilda Pereira recebem muito está relacionado com quem quer regressar, depois de vários anos emigrado. “Necessitam de se ambientar novamente aos procedimentos burocráticos cá e, no caso de pessoas mais velhas, pedem-nos ajuda para tratar de pedidos de reforma em Portugal ou como pedir equivalências aos filhos”.

Checklist antes de partir:
– Encontrar quem trate do animal de estimação;
– Cancelar subscrições de revistas;
– Deixar a chave de casa com alguém de confiança;
– Deixar as contas fixas em débito direto ou cancelar estes pagamentos;
– Pedir a alguém que, periodicamente, lhe veja a caixa do correio;
– Representação fiscal;
– Pagar impostos devidos de bens que tenha em Portugal, como o IMI, no caso da habitação, ou ISV, no caso do automóvel;

in saldopositivo.pt

19 de janeiro de 2015

O que deve saber antes de Emigrar para a Suiça

Veja como se preparar devidamente se quer emigrar para a Suíça. Este continua a ser um dos destinos de “eleição” dos portugueses na hora de emigrar. 





Porque decidem os portugueses emigrar para a Suíça?


Não será certamente apenas pelo chocolate, relógios, montanhas ou neve…


Na realidade não é de agora a ligação dos “tugas” à Suíça.  As boas condições de vida e trabalho (com salários muito apetecíveis), o baixo nível de desemprego, os bons cuidados de saúde e educação podem ser razões (mais que) suficientes para justificar a opção dos muitos milhares de portugueses pelo país.


Atualmente são já mais de 200 mil portugueses a residirem na Suíça e, dado o panorama nacional, é provável que o número continue a aumentar. Mas não pense que por estar dentro do espaço europeu, a entrada neste país é fácil. Antes de partir há várias questões legais a tratar.



Onde procurar emprego na Suiça?

Este é sempre o ponto importante. Antes de emigrar para a Suíça deve começar por “sondar” o mercado de trabalho. O ideal seria mesmo que antes de partir tivesse já trabalho assegurado.


Para o ajudar na busca deixamos-lhe agora uma lista de sites onde pode encontrar milhares de ofertas:
1. Job-room (esta página deve ser a sua primeira referência já que é a página oficial do centro de emprego suíço)
2. Jobup
3. Jobs


Além das páginas anteriores tem ainda ao seu dispor algumas dos “nomes mais conhecidos” no mundo do recrutamento e/ou trabalho temporário: 
2. Adecco


Mas há mais, para quem tem interesse em emigrar para Suíça, não deixe de dar uma olhadela nas ofertas divulgadas por algumas das organizações internacionais sediadas na Suíça, como por exemplo:


Mas se está mesmo a pensar emigrar para a Suíça comece já a informar-se sobre o processo de reconhecimento e validação das suas habilitações académicas. À semelhança do que acontece com muitos outros países, se tiver formação académica superior e quiser trabalhar nessa aérea deve assegurar-se que a mesma é reconhecida.



Vistos de residência

Ainda que não necessitem de obter visto de autorização para entrar na Suíça, qualquer cidadão português que tencione trabalhar e residir no país terá que obter um visto de residência. 


A Suíça tem definidas várias categorias de "permis de sejour"  – assim se chamam os vistos de residência – sendo os mais habituais os seguintes:
B: visto de residência inicial
Com uma validade de cinco anos, este visto obtem-se mediante um contrato de trabalho por tempo indeterminado ou com mais de um ano de duração. 


C: visto de residência permanente
Pode dizer-se que é fase seguinte ao visto B. Neste caso a validade já é atribuída por um período indeterminado e possibilita ao portador a mudança de emprego e cantão (como são designadas as 26 “regiões” da Suíça).


L: curto prazo
Aqui a validade do visto é determinada pela duração do contrato de trabalho. Geralmente varia entre os três e os 12 meses. Findo este período deve ser renovado por um visto do tipo B (visto de residência inicial).


Para saber mais sobre as condições de obtenção dos vistos de residência consulte a página do Federal Office for Migration.



Habitação, saúde e segurança

De forma resumida, a sua maior “dor de cabeça” nestes três pontos será mesmo arranjar casa. Espere preços exorbitantes. A título de exemplo um quarto pode facilmente custar cerca de 2000 euros por mês. Mas calma nada o impede de encontrar um bom negócio. Comece já a pesquisar em sites como: 


No que à saúde diz respeito, o melhor é começar já a pensar num seguro de saúde. O sistema de saúde suíço é um misto entre o sector público e privado, em que as seguradoras “oferecem” planos básicos. O governo regula estes serviços e comparticipa pelo menos 25% dos seguros.


Quanto à segurança, só lhe podemos dizer vá em paz! Os índices de segurança na Suíça são bastante elevados.



Línguas oficiais

Antes de emigrar para a Suíça tenha, no entanto, atenção a mais um detalhe. Lembre-se que este país tem quatro línguas oficiais - alemão, francês, italiano e o romanche - e ter conhecimentos de (ou preferencialmente dominar) pelo menos uma das três mais faladas é fundamental para que seja bem-sucedido na sua “aventura”.



Para terminar, antes de emigrar, tome a sua decisão de forma ponderada e consciente. Mas nunca é demais frisar!


in e-konomista.pt

Guia essencial para Emigrar para a Alemanha!

Emigrar para a Alemanha é cada vez mais uma opção para muitos portugueses. A forte estabilidade financeira é um fator de atração. 




Está a pensar emigrar para a Alemanha? Não será o primeiro na história portuguesa. Basta pensar que recentemente – durante a década de 90 – milhares de portugueses que se fixaram na Alemanha.


Claro que os tempos mudam e com eles as tendências. Se há uns anos atrás, por exemplo, a construção civil era o mercado mais forte e que absorvia grande parte dos emigrantes portugueses, atualmente já não será tanto assim.


Para o ajudar a partir com segurança, deixamos-lhe algumas dicas que deve ter em consideração antes de emigrar para a Alemanha.



Um emprego…

Atualmente a Alemanha é considerado o “motor económico europeu”. Pode parecer-lhe exagerado mas a verdade é que é aqui que se concentram os principais sectores industriais da europa. Seja a indústria automóvel, mecânica de precisão, indústria farmacêutica ou produtos químicos, estes são apenas alguns dos exemplos do tipo de área que fortalecem a economia alemã.



… nas áreas mais fortes

Se atentarmos nas áreas mais fortes da indústria alemã, mencionados anteriormente, temos já bons indicadores das áreas em que a procura de emprego terá maiores probabilidades de sucesso. Ainda assim, veja quais as áreas que são “emprego quase garantido” na Alemanha:


1. Consultor de gestão de empresas

Uma oferta vasta e salários que se iniciam numa média de 47.500€ anuais (e que podem facilmente ascender aos 350 mil euros por ano) colocam esta posição no topo da lista das ofertas mais “procuradas”.



2. Vendas e Marketing

Ainda que os valores possam variar de acordo com o ramo e das posições específicas no âmbito destas áreas, os salários podem variar entre 95 mil euros  a 135 mil euros por ano.



3. Profissionais na área de Direito

Também aqui os valores variam consoante se fale de um advogado ou juiz por exemplo. Mas a título meramente ilustrativo, um advogado pode auferir cerca de 40 mil euros por ano, em início de carreira.


Mas calma, os exemplos anteriores serviram apenas para lhe dar uma “achega” da realidade laboral alemã. Médicos com especialização, Químicos, Engenheiros (com exceção para os profissionais do ramo da Engenharia Civil), profissionais da área da Banca e Investimento e Especialistas de Informática completam o rol das áreas de emprego mais fortes na Alemanha.



Onde procurar??

Se pretende emigrar para a Alemanha, comece já a espreitar as várias possibilidade para encontrar emprego. Além dos sites, mal pise território alemão comece a sondar as todas as possibilidades ao seus dispor, sejam jornais, agências de trabalho ou feiras de emprego.


Mas até lá, o melhor mesmo é explorar os sites especializados, como:



Uma habitação

Antes de emigrar para a Alemanha, além do emprego deve procurar informa-se devidamente sobre as condições de alojamento. Como seria de esperar, também no que concerne à habitação os alemães são rigorosos. Só para ter uma ideia, para arrendar um apartamento ou casa pode ter que cumprir alguns requisitos como:


1. Entregar uma cópia de um documento de identificação válido (Passaporte, cartão do cidadão);
2. Cópia dos últimos recibos salariais disponíveis ou outro comprovativo de rendimentos, contrato de trabalho, extrato bancário, ou outro indicado;
3. Um comprovativo do último senhorio que ateste a inexistência de dívidas para com ele; 
4. Uma caução a ser definida.
Os preços podem não ser dos mais exorbitantes na europa, mas tenha atenção aos custos adicionais (como água, valor da agência imobiliária ou aquecimento, entre outros).


Depois disto, resta a procura. Os sites mais comuns são os seguintes:



Cuidados de Saúde

Porque a saúde é fundamental, se pretende emigrar para a Alemanha comece a familiarizar-se desde já com os seguros de saúde. Isto porque o sistema de segurança social impõe aos residentes a subscrição de um seguro de saúde, sendo 53% do valor do seguro pago pelo trabalhar e 47% pela empresa. Os valores destes seguros variam de acordo com os rendimentos de cada trabalhador e com o sector em que se insere.



Uma cultura, uma língua…

Emigrar para a Alemanha (ou para qualquer outro país) não se limita apenas a informar-se sobre questões como emprego, saúde ou habitação. Há que considerar também a própria cultura. É certo que na Alemanha estão cerca de 200 mil habitantes portugueses, mas não espere que isso lhe facilite a vida. Para começar, é fundamental que tenha - pelo menos - conhecimentos básicos de alemão.


Preparação feita resta dizer:
Viel Glück… Que é como quem diz “Boa sorte”!



in e-konomista.pt

11 de janeiro de 2013

Comissão Europeia abre vagas para 650 estágios remunerados



A Comissão Europeia abriu vagas para o seu programa de estágios remunerados que vai ter início a partir de Outubro.A partir de 1 de Outubro, 650 estagiários vão ter o privilégio de começar a colaborar numa organização que serve mais de 500 milhões de habitantes em 27 países.

O período de candidatura vai ter lugar até ao dia 31 de Janeiro, com a pré-selecção a decorrer em Março e Abril, e a selecção em Maio. Os estágios vão ter lugar em Bruxelas e na cidade do Luxemburgo, e a Comissão Europeia pede os seguintes requisitos mínimos: Possuir uma licenciatura; ter um bom conhecido de inglês, francês ou alemão; ter um bom conhecimento de uma segundo língua oficial da União Europeia.

A experiência profissional vai ter a duração de cinco meses e os estagiários vão receber uma remuneração mensal de 1000 euros e o reembolso das despesas de viagem, assim como seguros de saúde e de acidente. A Comissão Europeia recebe todos os anos mais de 1300 estagiários com os estágios a terem início em Março e em Outubro.
Para mais informações sobre como se candidatar consulte o site do Gabinete de Estágios da Comissão Europeia.


fonte: dinheirovivo.pt
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...