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27 de maio de 2014

QUAIS SÃO AS ALTERNATIVAS AO CRÉDITO PESSOAL



A subscrição de um crédito pessoal pode adivinhar-se uma prisão 

por muito tempo. Nem todos os caminhos vão dar ao crédito. Quais 

são as alternativas disponíveis? Leia este artigo e descubra.

Antes de estudar as alternativas ao crédito pessoal, pondere bem e analise o seu orçamento familiar. Pense para que vai precisar do dinheiro e se não irá cair no erro de pedir um crédito pessoal para cobrir dívidas. Esta opção não é a melhor solução e pode transformar-se numa bola de neve.

A subscrição de um crédito pessoal deve ser sempre uma decisão extremamente estudada. Seja numa instituição financeira ou numa entidade bancária, a verdade é que o crédito pessoal é um dos que tem associado as despesas mais elevadas. As taxas de juro são a preocupação maior e o que deve levá-lo a pensar ponderadamente antes de apostar num pedido de crédito pessoal. 

Mas afinal, se não optar pelo crédito pessoal, que outras alternativas existem?

As alternativas para evitar pedir um crédito pessoal

Depois de ponderar e fazer contas, analise as seguintes alternativas:

1. Poupanças

Nunca ninguém tem vontade de mexer nas poupanças, mas a verdade é que pode ser uma alternativa a um pedido de empréstimo. Se existir alguma aplicação que possa ser movimentada ou levantada, é uma alternativa a analisar.

2. O cartão de crédito

Se o montante de dinheiro que necessita não for muito elevado, poderá optar por subscrever um cartão de crédito sem juros. É sempre uma solução que sai mais barata, uma vez que não terá associados os encargos que tem um crédito pessoal. Esta opção tem, no entanto, de ser utilizada com moderação.

3. Subsídios de férias

Não se trata de algo que esteja dependente de nenhuma entidade financeira, mas a verdade é que quando chegam os subsídios de férias, é sempre uma lufada de ar fresco no orçamento familiar. Se precisar mesmo deste dinheiro e conseguir esperar pelo 13º mês, é a melhor opção.

4. Cheques pré-datados

Esta alternativa é das mais antigas que existe e pode ser utilizada se precisar do dinheiro para adquirir bens. Pode passar vários cheques com datas futuras que só poderão ser depositados na respectiva altura. No entanto, nem todos os sítios aceitam esta alternativa.

5. Familiares

Pondere efectuar um pedido de empréstimo a um familiar. Desta forma, poderá evitar taxas de juro muito elevadas ou até mesmo obter o financiamento de que precisas sem qualquer juro associado.

Em suma, não ceda à tentação de um crédito pessoal antes de verificar que outras opções existem no mercado.



FONTE: É-KONOMISTA

COMO CONSEGUIR UM CRÉDITO PESSOAL BARATO




Aprenda a escolher o crédito que mais se adapta ao seu orçamento e 
 projeto. Siga os passos descritos neste artigo e consiga um Crédito Pessoal 
mais barato.

  • O crédito pessoal mais barato é aquele com o valor total a pagar mais reduzido e não o valor das suas mensalidades.
  • Consiga taxas mais favoráveis para históricos de crédito mais saudáveis.
  • Opte por ter a possibilidade de amortizar o crédito pessoal antes do prazo.
O recurso ao crédito pessoal está hoje em dia completamente massificado dentro da nossa sociedade de consumo. O contínuo apelo à aquisição de bens e serviços, justificados ou não, fizeram com que os consumidores tenham a necessidade de contrair empréstimos e pedir financiamento para poderem acompanhar estas necessidades.

Seja qual for o motivo que o leva a pedir um empréstimo, o objectivo é quase sempre o mesmo, conseguir um crédito pessoal mais barato. Para isso existem alguns pontos por onde se deve guiar para conseguir a solução de crédito mais económico e que mais se ajusta às suas necessidades.

Dicas para obter um crédito pessoal mais barato

1- Entidades de Crédito
As entidades financeiras vão analisar o seu historial de crédito, segundo essa análise pode ser-lhe atribuída uma taxa de juro maior ou menor e até ser-lhe limitado o montante do crédito, consoante o seu historial de crédito pessoal seja mais ou menos saudável.

2- Prazos de Reembolso
Diferentes credores apresentam diferentes prazos de reembolso, ajuste os prazos às suas necessidades e orçamento familiar e tenha atenção à possibilidade de amortização do crédito (total ou parcial) antecipadamente.
Não se deixe iludir por prazos de pagamento muito alargados pois por norma nos prazos mais curtos é onde está o crédito pessoal mais barato.
Verifique que não existem penalizações e assim poderá pagar o seu empréstimo antes do tempo caso a sua vida financeira melhore.

Exemplo para um crédito pessoal de 5000€ comTAEG de 11.7%
  • Amortização a 60 meses: 103€/mês x 60 meses = 6180€
  • Amortização a 24 meses: 228€/mês x 24meses= 5472€

3- Simuladores de Crédito
Compare diferentes propostas, hoje em dia existem bons simuladores de crédito, onde inserindo apenas alguns dados pessoais para análise, são-lhe apresentados diferentes resultados de acordo com as especificações que deu e onde pode analisar diferentes entidades de crédito e diferentes produtos que normalmente se apresentam listados do crédito pessoal mais barato para o mais dispendioso. Faça uma análise no mínimo de 3 a 5 propostas diferentes de crédito pessoal.

4- TAEG
Tenha sempre atenção à Taxa Anual Efetiva Global (TAEG), pois esta engloba todos os encargos acrescidos ao financiamento e reflete-se no custo total do crédito pessoal. Resumindo a TAEG reflete o custo que vai ter com o montante pedido, o que automaticamente lhe dirá que salvo raras exceções o crédito mais barato é aquele com a TAEG mais baixa. Tenha só atenção com possíveis cláusulas no contrato que possam contrariar esta tendência.

Como apanhado geral seria aceite dizer que o crédito pessoal mais barato, é aquele com o valor total a pagar reduzido e não as suas mensalidades, aliado uma TAEG competitiva comparada com outros produtos.

6 DICAS PARA ESCOLHER UM CRÉDITO PESSOAL




Se está no mercado à procura de um crédito pessoal, partilhamos consigo 6 dicas para que faça a melhor escolha possível. 
No entanto, apesar de todas as dicas que possam surgir, para escolher um crédito é fundamental que faça várias simulações e analise bem o mercado.

Quando nos aventuramos a fazer uma pesquisa de um crédito pessoal, podemos ficar surpreendidos com o vasto leque de opções. Se por um lado é bom existir opção de escolha, por outro lado é normal que fiquemos um pouco perdidos em tanta oferta. Para isso, seleccionámos 6 dicas fundamentais que deve ter em conta na altura de escolher o seu crédito.

1. Para que quero um crédito pessoal?

Antes de qualquer coisa, é importante definir porque precisa de um crédito pessoal e estabelecer desde logo o montante máximo que quer pedir. Isto ajuda em muito a não pedir mais dinheiro do que aquele que realmente precisa. Depois, tenha também em atenção:
  • A sua liquidez financeira;
  • De que forma poderá pagar este empréstimo.

2. Faça uma pesquisa exaustiva a todas as TAEG

A Taxa Anual Efectiva é a taxa onde estão contemplados todos os encargos associados a um empréstimo pessoal. Como é uma taxa que varia de entidade para entidade, perceba bem qual a mais vantajosa do mercado. 

3. Relação com os bancos

Se tem mais do que um empréstimo na mesma entidade bancária, procure primeiro aconselhar-se junto dela. Em grande parte das vezes os bancos dão privilégios aos créditos solicitados por clientes que já têm mais do que um empréstimo na entidade.

4. Faça um seguro

Peço um crédito pessoal e falam-me de seguros? Sim, é verdade. O seguro de protecção associado aos créditos é muito importante. Se lhe acontecer alguma coisa, este produto garante-lhe segurança. Não descure esta questão.

5. Crédito pessoal através de um banco ou de uma instituição financeira?

Este é uma das questões que suscita mais dúvidas. É importante que saiba também que o crédito pessoal é possível de ser subscrito através de:

- Entidades bancárias: a subscrição é normalmente um processo presencial e passa por questões mais burocráticas, mas traz vantagens, nomeadamente ao nível de segurança e de taxas mais baixas.

- Instituição financeira: existe muita oferta de mercado onde pode pedir o seu crédito pessoal online e na hora, sendo o processo muito mais simples. No entanto, esteja atento a esta modalidade, porque nestes casos as taxas são superiores e poderá ficar com um empréstimo mais pesado.

6. Faça várias simulações

Nunca parta para um crédito pessoal sem fazer várias simulações primeiro. Tire partido dos simuladores online. É fundamental que analise o mercado e perceba o produto financeiro que mais se adequa a si.

QUAIS SÃO AS ALTERNATIVAS DO CRÉDITO PESSOAL

 A subscrição de um crédito pessoal pode 

 adivinhar-se uma prisão por muito tempo. Nem  

 todos os caminhos vão dar ao crédito. Quais são as

 alternativas disponíveis? Leia este artigo e 

 descubra.
 
Antes de estudar as alternativas ao crédito pessoal, pondere bem e analise o seu orçamento familiar. Pense para que vai precisar do dinheiro e se não irá cair no erro de pedir um crédito pessoal para cobrir dívidas. Esta opção não é a melhor solução e pode transformar-se numa bola de neve.

A subscrição de um crédito pessoal deve ser sempre uma decisão extremamente estudada. Seja numa instituição financeira ou numa entidade bancária, a verdade é que o crédito pessoal é um dos que tem associado as despesas mais elevadas. As taxas de juro são a preocupação maior e o que deve levá-lo a pensar ponderadamente antes de apostar num pedido de crédito pessoal. 

Mas afinal, se não optar pelo crédito pessoal, que outras alternativas existem?

As alternativas para evitar pedir um crédito pessoal

Depois de ponderar e fazer contas, analise as seguintes alternativas:

1. Poupanças

Nunca ninguém tem vontade de mexer nas poupanças, mas a verdade é que pode ser uma alternativa a um pedido de empréstimo. Se existir alguma aplicação que possa ser movimentada ou levantada, é uma alternativa a analisar.

2. O cartão de crédito

Se o montante de dinheiro que necessita não for muito elevado, poderá optar por subscrever um cartão de crédito sem juros. É sempre uma solução que sai mais barata, uma vez que não terá associados os encargos que tem um crédito pessoal. Esta opção tem, no entanto, de ser utilizada com moderação.

3. Subsídios de férias

Não se trata de algo que esteja dependente de nenhuma entidade financeira, mas a verdade é que quando chegam os subsídios de férias, é sempre uma lufada de ar fresco no orçamento familiar. Se precisar mesmo deste dinheiro e conseguir esperar pelo 13º mês, é a melhor opção.

4. Cheques pré-datados

Esta alternativa é das mais antigas que existe e pode ser utilizada se precisar do dinheiro para adquirir bens. Pode passar vários cheques com datas futuras que só poderão ser depositados na respectiva altura. No entanto, nem todos os sítios aceitam esta alternativa.

5. Familiares

Pondere efectuar um pedido de empréstimo a um familiar. Desta forma, poderá evitar taxas de juro muito elevadas ou até mesmo obter o financiamento de que precisas sem qualquer juro associado.

Em suma, não ceda à tentação de um crédito pessoal antes de verificar que outras opções existem no mercado.
FONTE: E-KONOMISTA

9 de abril de 2013

Deco alerta para fraudes de crédito na Internet


A associação de defesa do consumidor já recebeu mais de 100 reclamações e pedidos de informação de pessoas burladas por ofertas de crédito online que tiram partido do momento de vulnerabilidade que muitas famílias enfrentam a nível financeiro.

Está a aumentar o número de queixas de consumidores burlados por empresas que anunciam crédito fácil através de anúncios de jornal ou na Internet. A Deco já recebeu mais de 100 queixas e admite que a situação é preocupante, sobretudo porque tira partido do momento de vulnerabilidade que muitas famílias enfrentam a nível financeiro.

As propostas identificadas são relacionadas com supostas empresas que se propunham arranjar créditos para os seus clientes, tendo como alvo presumível pessoas que já não conseguem crédito junto dos bancos e de outras instituições de crédito especializado.

"Supomos que muitas destas empresas poderão ser das mesmas pessoas, aparecendo apenas sob denominações diferentes", explicou fonte associação de defesa do consumidor ao TeK.

Nestes esquemas os clientes tinham de adiantar uma quantia, entre 100 e 2 mil euros, e os créditos prometidos nunca apareciam. "As únicas quantias que mudavam de mãos eram as ditas comissões pagas à cabeça, que logicamente nunca eram devolvidas", refere a mesma fonte.

A associação admite que a situação é tão preocupante como outros esquemas de frade na Internet, porque o efeito prático é semelhante, agravado pelo facto de existir um aproveitamento da situação de especial vulnerabilidade em que se encontram muitas famílias, ao que se associa a grande dificuldade em obter crédito pela via tradicional.

A Deco aconselha os consumidores que se virem envolvidos em situações semelhantes, mesmo que a fraude não tenha sido efetivada, a reportar a situação às autoridade e também ao Banco de Portugal.

Para evitar este tipo de fraudes os consumidores devem verificar se a entidade que os abordou se encontra registada no Banco de Portugal, o que é obrigatório para todas as instituições autorizadas a conceder crédito em Portugal. O site do Banco Portugal tem uma lista que pode ser vista aqui.

Mesmo assim é de evitar o pagamento de qualquer valor enquanto não tiverem na sua posse documentos que atestem que o empréstimo se encontra aprovado, que deve ser emitido por uma instituição de crédito autorizada pelo Banco de Portugal.

A Deco lembra ainda que, de forma mais genérica, os consumidores deverão evitar considerar a contração de um empréstimo para efetuar o pagamento de dívidas pré-existentes, na medida em que apenas estarão a empurrar o problema para mais tarde, mas de uma forma mais agravada.



fonte: tek.sapo.pt

10 de janeiro de 2013

Crédito: alerta para propostas fraudulentas

Antes de avançar, confirme se a entidade é credível junto do Banco de Portugal e desconfie quando lhe pedirem dinheiro para despesas de processo.



Nos tempos que correm, com as dificuldades no acesso ao crédito, surgem cada vez mais na Internet anúncios de empresas que o concedem. Muitos são esquemas fraudulentos.
O primeiro critério de credibilidade de uma entidade de crédito é constar da lista de instituições autorizadas pelo Banco de Portugal. Estas cumprem, pelo menos, os requisitos previstos no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF).
Aceda à lista no sítio na Net do Banco de Portugal.
Deve ainda estar atento a outros sinais. Por exemplo, atualmente, qualquer instituição de crédito com uma dimensão razoável tem um sítio na Internet. Certifique-se ainda de que tem um endereço físico.
Além disso, solicitar um montante a título de despesas para poder avançar com o processo é uma prática fraudulenta comum. Na maior parte dos casos, após o envio, não existem mais contactos. 
Se desconfia que a entidade é fraudulenta, não avance e denuncie às autoridades. Também pode dar conhecimento ao Banco de Portugal, que deve estar atento a estes fenómenos e alertar as autoridades competentes.



fonte: deco.proteste.pt

19 de dezembro de 2012

Cartão de Crédito vs Crédito Pessoal



O cartão de crédito é uma forma de pagamento prática que faz parte de nossas vidas já há bastante tempo. Se bem utilizado, o cartão pode nos ajudar a controlar as despesas e conseguir adiar alguns gastos que precisam ser feitos no momento em que não temos os recursos necessários. Contudo, os impulsos de consumo muitas vezes acabam fazendo com que o cartão de crédito se torne em uma grande vilão das finanças.

As taxas de juros cobradas pelas operados de cartão de crédito são bastante elevadas, quando comparadas a outras formas de empréstimo. E é dessa forma que o cartão de crédito precisa ser encarado. Um empréstimo que um banco ou financeira está fazendo para você que deve ser pago dentro de um determinado período para que os juros não sejam cobrados. Como nem todos conseguem pagar suas dívidas até as datas de vencimento, as taxas de juros são elevadas para evitar que os bancos tenham prejuízos. E é nessa hora que a vida do consumidor se complica.

Quando as dívidas do cartão atingem um valor impagável, uma alternativa é trocar esse empréstimo por outro com juros mais baixos, como o crédito pessoal. Muitas pessoas recorrem ao crédito pessoal para quita uma dívida de cartão de crédito e, assim, ficam com uma dívida mais administrável.


in creditos-pessoais.net

Sabe que créditos estão em seu nome?


Com créditos habitação, créditos pessoais, cartões de crédito e outros créditos que por aí andam, saberá ao certo que créditos estão em seu nome?
Mesmo que pense que a resposta à pergunta anterior é “Sim”, deve consultar o mapa de responsabilidades de crédito, disponibilizado pelo Banco de Portugal de forma gratuita. Com os dados de acesso ao portal das finanças (NIF e respectiva password), obtém imediatamente um PDF com informação dos seus créditos, quer realizados quer potenciais (e.g., plafonds de cartões de crédito). É uma informação que interessa sempre saber.
Se é empresário, a informação acima mencionada também está disponível gratuitamente para a sua empresa, bastando introduzir o respectivo NIF e password do portal das finanças.
De elogiar a disponibilização online deste serviço por parte do Banco de Portugal, que permite ao cliente bancário saber de forma exacta os créditos em seu nome.


fonte: Pedro e o Blog

11 de abril de 2012

Cartões de crédito: juros sobem até aos 36,5% já em abril de 2012

Limite máximo definido pelo Banco de Portugal para o segundo trimestre

O Banco de Portugal fixou o limite máximo das taxas de juro a aplicar aos cartões de crédito, durante o segundo trimestre de 2012: 36,5 por cento. Este valor representa um aumento de um por cento face aos três meses anteriores.


Além dos cartões de crédito, este teto máximo aplica-se a linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto (contrato de crédito que permite movimentar uma conta bancária para além do respetivo saldo, até um limite máximo de utilização).

Já as taxas aplicadas aos créditos pessoais, que o Banco de Portugal fixou em 20,7 por cento, entre janeiro e março, vão descer para 20,5 por cento no próximo trimestre.

Em empréstimos destinados a fins de educação, saúde e energias renováveis e locação financeira de equipamentos, as taxas máximas não podem ultrapassar 7,8 por cento entre abril e junho (acima dos 6,8 por cento definidos para o primeiro trimestre).

No crédito automóvel, as taxas sobem de 8,8 para 9 por cento, no caso da locação financeira ou aluguer de longa duração de carros novos, e de 16,6 para 17 por cento nos usados.

As taxas máximas aplicadas a contratos de crédito aos consumidores baseiam-se nas Taxas Anuais de Encargos Efetivas Globais (TAEG) médias praticadas no mercado pelas instituições de crédito no trimestre anterior, acrescidas de um terço.

Estas taxas são divulgadas trimestralmente pelo Banco de Portugal para diferentes tipos de crédito e aplicam-se aos contratos a celebrar no trimestre seguinte.

A DECO dá alguns conselhos antes de contrair crédito, para prevenir incumprimentos.

in agenciafinanceira.iol.pt
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