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13 de janeiro de 2015

12 cuidados a ter nas CAIXAS MULTIBANCO



1. Evite usar as caixas multibanco à noite, em locais com pouca iluminação ou isolados.


2. Se notar, ao seu redor, pessoas com comportamentos suspeitos, opte por usar outra caixa multibanco. 
 
3. Não utilize caixas multibanco que apresentem sinais de vandalismo ou que tenham objetos estranhos no teclado ou no leitor. Comunique, imediatamente, às autoridades.


4. Se numa operação perceber que a caixa multibanco não está a funcionar da forma correta, cancele a operação e informe o banco.


5. Não force a entrada do seu cartão na ranhura. Evite ficar com o cartão multibanco retido na máquina.


6. Tenha sempre o cuidado de tapar o teclado, com uma mão e com o corpo, quando estiver a marcar o seu código secreto. 


7. Sentindo-se inseguro, cancele imediatamente a operação e afaste-se da caixa multibanco.


8. Assim que receber a indicação, retire imediatamente o cartão da caixa. Evite ficar com o cartão multibanco retido na máquina.


9. Em nenhuma circunstância, aceite ajuda de estranhos quando estiver numa caixa multibanco. Cancele, imediatamente, a operação.


10. Num levantamento, mantenha-se bem encostado à caixa multibanco, bloqueando-a com o corpo, guarde imediatamente o dinheiro na carteira e só depois abandone o local.


11. Nunca deixe os talões junto às caixas multibanco e destrua-os antes de os colocar no papelão. Proteja os seus dados.


12. Nunca dê o seu cartão e o código secreto a terceiros para facilitar o pagamento em restaurantes ou lojas. 



in e-konomista.pt

O que fazer quando o Cartão MULTIBANCO fica RETIDO na Máquina



Se o cartão multibanco ficou retido na máquina, nada tema, há solução. Conheça, neste artigo, esta e outras informações importantes sobre o serviço Multibanco.


Já aconteceu a quase todos ficar com o cartão multibanco retido na máquina. Seja porque demorou muito tempo a retirar o cartão ou por qualquer outra anomalia. Não vale a pena entrar em pânico, a solução é simples e rápida. O sistema Multibanco, em Portugal, tem uma das redes mais avançadas do mundo. Contudo, há alguns cuidados a ter no seu uso.

O que fazer se o cartão ficar retido na máquina?

O cartão multibanco pode ficar retido na máquina por várias razões, a saber:
  • tentativas de código secreto excedidas
  • cartão em lista negra
  • cartão expirado
  • ataque contra o sistema
  • cartão retido por ordem da instituição emissora
  • cartão retido por avaria da caixa multibanco
  • cartão inválido


Em qualquer uma destas situações, deve dirigir-se à instituição responsável pelo cartão para resolver o problema.


Se a caixa automática indicar que deve retirar o cartão mas este não sair, aguarde dois ou três minutos. Mantendo-se o problema, informe imediatamente a instituição, se possível, sem abandonar a caixa multibanco porque pode tratar-se de uma fraude.


Se o cartão multibanco ficar retido na máquina porque excedeu o tempo para o retirar, essa agência pode devolver-lhe o cartão na hora. Para isso é necessário identificar-se e receber autorização da agência da sua conta.



12 cuidados a ter nas caixas multibanco

1. Evite usar as caixas multibanco à noite, em locais com pouca iluminação ou isolados.


2. Se notar, ao seu redor, pessoas com comportamentos suspeitos, opte por usar outra caixa multibanco. 
3. Não utilize caixas multibanco que apresentem sinais de vandalismo ou que tenham objetos estranhos no teclado ou no leitor. Comunique, imediatamente, às autoridades.


4. Se numa operação perceber que a caixa multibanco não está a funcionar da forma correta, cancele a operação e informe o banco.


5. Não force a entrada do seu cartão na ranhura. Evite ficar com o cartão multibanco retido na máquina.


6. Tenha sempre o cuidado de tapar o teclado, com uma mão e com o corpo, quando estiver a marcar o seu código secreto. 


7. Sentindo-se inseguro, cancele imediatamente a operação e afaste-se da caixa multibanco.


8. Assim que receber a indicação, retire imediatamente o cartão da caixa. Evite ficar com o cartão multibanco retido na máquina.


9. Em nenhuma circunstância, aceite ajuda de estranhos quando estiver numa caixa multibanco. Cancele, imediatamente, a operação.


10. Num levantamento, mantenha-se bem encostado à caixa multibanco, bloqueando-a com o corpo, guarde imediatamente o dinheiro na carteira e só depois abandone o local.


11. Nunca deixe os talões junto às caixas multibanco e destrua-os antes de os colocar no papelão. Proteja os seus dados.


12. Nunca dê o seu cartão e o código secreto a terceiros para facilitar o pagamento em restaurantes ou lojas. 



Sabia que...

No que diz respeito a Caixas multibanco, Portugal supera a média europeia? Por cá, são 1569 caixas multibanco por cada milhão de habitantes, contra os 864 da média europeia.



in e-konomista.pt

4 de fevereiro de 2013

MBNET: Cartões Virtuais Temporários


Criado pela SIBS e pelos bancos há alguns anos, o sistema MBnet gera cartões virtuais temporários para compras através de correio eletrónico, Net, telefone ou fax. Para usar o serviço, precisa de um cartão de débito ou crédito.

A adesão pode ser feita através da conta online do banco ou do Multibanco. Depois de escolher um código de 6 algarismos, pode definir um limite para as compras (por exemplo, diário) co o mínimo de 5 euros.

Para gerar o cartão temporário, deve entrar em www.mbnet.pt e introduzir a identificação e o código. Utilize os dados do cartão para fazer compras. Pode também cancelar um cartão no sítio da MBnet

Em termos de responsabilidade, aplicam-se as disposições da diretiva. Salvo em casos de culpa ou negligência grosseira, o consumidor não pode ser responsabilizado pela utilização abusiva da parte de terceiros depois de informar o serviço. Até à comunicação, pode ser obrigado a pagar um máximo de 150 euros.

fonte: dinheiro&direitos Jan/fev 2013

21 de janeiro de 2013

Novas formas de pagar. Negligências podem custar até 150 euros


A maior parte das modalidades de pagamento são consideradas seguras mas a lei continua desactualizada

  Fazer compras e pagar das mais variadas formas já entrou na rotina de muitos consumidores, principalmente quanto optam por comprar na internet. A maioria das modalidades – Payshop, PayPal, MB Phone e serviços bancários pela internet e pelo telemóvel – são consideradas opções seguras para pagar as contas e, muitas vezes, a custo zero.
Mas nem tudo são facilidades. Apesar de ser possível realizar “um bom leque de transacções sem custos e com segurança, a legislação encontra-se alguns passos atrás das inovações e ainda não existem regras claras para definir a relação entre os fornecedores dos serviços e os consumidores”, alerta a Associação de Defesa do Consumidor (Deco). Por isso mesmo, a associação considera que as regras que existem para a utilização dos pagamentos electrónicos mais avançados “são genericamente pensadas para os cartões de crédito tradicionais”.
A verdade é que a directiva dos serviços de pagamentos determina que, salvo situações de culpa ou negligência grosseira, o cliente não pode ser responsabilizado depois de notificar o emissor. “Até à comunicação, só pode ser obrigado a pagar até 150 euros”, salienta a Deco. Ou seja, até que não sejam fixadas regras para os pagamentos do futuro, valem as disposições deste diploma “ainda que sejam insuficientes para cobrir uma realidade em transformação”.
Por isso mesmo, a associação exige a rápida aprovação de legislação que defina responsabilidades face à utilização indevida (por furto, roubo ou falsificação, perda dos dados ou anomalia nas comunicações). “Não é admissível esperar que ocorram os problemas para só depois propor soluções”, defende.

Novidades A par das modalidades que estão actualmente ao dispor dos clientes, está para breve a entrada dos cartões contactless que serão desenvolvidos pela Visa e pela MasterCard (ver caixas ao lado). Está também prevista a entrada dos serviços wallet que começam agora a dar os primeiros passos. Como funcionam estes últimos? A partir de um telemóvel associado a um contrato com uma operadora, o consumidor cria uma carteira virtual com um saldo para fazer pagamentos a partir de várias tecnologias.
Ao pagar, basta aproximar o telemóvel de um terminal, enviar uma mensagem de texto (SMS) ou ler um código (QR CODE). O carregamento do saldo é feito por multibanco, MB Phone, PayPal, cartão de crédito ou netbanking. Para já, a PT e a Optimus são exemplos de empresas que aderiram a esta novidade que, por enquanto, está disponível apenas para os seus funcionários.

Banca vs. novas tecnologias Os serviços de pagamento disponibilizados pelos bancos – netbanking e mobile banking – são considerados seguros, mas a Deco chama a atenção para a evolução da tecnologia que poderá ameaçar estas formas de pagamento. “Com a evolução tecnológica é de esperar que as ameaças se tornem mais acutilantes, o que obriga as instituições bancárias a investir em medidas cada vez mais eficazes”, diz.
Também é possível aceder a esses mesmos serviços por smartphone ou tablet através de aplicações próprias. “A generalidade dos bancos tem um sistema de segurança idêntico ao utilizado nos acessos por computador. A principal diferença reside na ausência de teclados virtuais, o que diminui um pouco a segurança”, alerta a Deco que chama, contudo, a atenção para o facto do volume de software malicioso para um smartphone ainda ser reduzido.
Há também falhas nos procedimentos de algumas instituições financeiras que não chegam a enviar mensagens aos clientes a confirmar as operações. É o caso, por exemplo, do Crédito Agrícola, Banco Big e Best. O BCP e ActivoBank também não enviam SMS, mas pedem a inserção de uma senha. “Tendo em conta estes procedimentos de segurança, o banco deverá responsabilizar-se por qualquer uso fraudulento que não seja culpa do consumidor”, alerta a associação.
Não se esqueça que, enquanto cliente de uma instituição de crédito ou sociedade financeira registada no Banco de Portugal (BdP) pode reclamar de actuações com que discorde ou considere lesivas dos seus interesses. Para isso, deve exigir o livro de reclamações que está disponível nos balcões dos bancos e expor o motivo do seu descontentamento. A queixa será enviada à entidade reguladora (BdP).
Em alternativa pode apresentar a reclamação directamente ao BdP que dispõe de um formulário no Portal do Cliente Bancário.

Novas formas de pagamento

Payshop. Pagar contas/carregar telemóvel
O serviço é disponibilizado nos Correios e permite  pagar contas ou compras pela internet. É possível ainda carregar o telemóvel ou títulos de transporte e fazer donativos. Após pagar em dinheiro, o cliente recebe um comprovativo. Apenas o carregamento do telemóvel apresenta um custo adicional: 30 cêntimos em todas as operadoras e esse valor é descontado ao montante que é pago.
O Payshop garante que os dados são transmitidos de forma electrónica à empresa emitente e o valor é creditado na conta da mesma. Por isso mesmo, o cliente dificilmente pode ser responsabilizado por atraso ou falta de pagamento, mas tem de ter nas suas mãos o recibo comprovativo. E o que acontece se o agente se enganar ao introduzir os dados? O consumidor que cumpre as regras não pode ser penalizado e, por isso, não deverá ser responsabilizado.

Paypal. Comprar sem indicar  os dados
Esta forma de pagamento é aceite pela maioria das lojas online e portas internacionais. A PayPal permite pagar ou enviar dinheiro sem indicar os dados do cartão. Para isso, tem de abrir uma conta na página de internet da PayPal, definir uma senha e associar uma conta bancária ou um cartão. No fundo, as compras são feitas através desta conta e esta funciona apenas como intermediário. É possível ainda criar um saldo retirando dinheiro da conta banco.
Não se esqueça que criar a conta, pagar compras e enviar dinheiro não tem custos, mas em operações com câmbio é cobrada uma comissão de 4%. O mesmo acontece se for usado o saldo do cartão de crédito, o custo é de 3,4%, mais uma parte variável consoante a divisa.
Não será responsabilizado face a utilização abusiva da conta por terceiros.

Mbnet. Criar cartões virtuais temporários
Criado há alguns anos pela SIBS e por bancos, o sistema MBNet gera cartões virtuais temporários para compras ou através de correio electrónico, internet, telefone ou fax. Mas para usar este serviço precisa de ter um cartão de débito ou de crédito.
A adesão pode ser feita através da conta online do banco ou do multibanco, depois de escolher um código de seis algarismos. Além disso, pode definir um limite para compras (por exemplo, diário). O limite mínimo é de cinco euros.
Para gerar o cartão temporário, deve entrar em www.mbnet.pt, introduzir a identificação e o código. Utilize os dados do cartão para fazer compras. Pode também cancelar um cartão no site da MBNet. Em termos de responsabilidade, aplicam-se as disposições da directiva, salvo em casos de negligência - aí, o consumidor pode ser responsabilizado.

MB Phone. Pagar com telemóvel nas 3 operadoras
Este serviço é disponibilizado pelas três operadoras de telecomunicações (Optimus, TMN e Vodafone) e permite operações idênticas às do multibanco. É o caso do pagamento de despesas, de transferências entre contas associadas, de carregamentos de telemóvel, etc. Para isso, tem de se instalar uma aplicação no smartphone e associar um cartão bancário. A operação pode ser feita no multibanco e pode associar até cinco contas bancárias. Na Vodafone, cada operação custa, no geral, 33 cêntimos. Pelo pagamento de compras cobra entre 33 e 1,01 euros consoante o montante. A Optimus cobra 51 cêntimos por semana e inclui um pacote de 20 operações. Na TMN, os SMS e operações com a aplicação móvel custam 27,70 cêntimos e as compras 36,10 cêntimos. Como não há legislação específica aplica-se a directiva dos serviços de pagamento.

Futuro. Vêm aí os cartões contactless
Estão para breve os cartões contactless. O projecto vai ser lançado pela Visa e pela Mastercard. A primeira já tem contrato com o Crédito Agrícola e com a Caixa Geral de Depósitos. A segunda também com a CGD e com o Santander Totta. A CGD vai definir um limite de 20 euros por operação e de 60 euros diários. A partir daí, exige PIN. Como a vertente contactless vem inactiva, para a activar é preciso fazer a primeira compra com PIN. Na ausência deste, a questão da segurança ganha algum relevo. Se o utilizador passar junto de um terminal pode ser debitado um pagamento sem notar? Em caso de furto, depois de o cliente contactar o banco quando é que o cartão fica cancelado? E até que valor o cliente pode ser responsabilizado? Todas estas questões ainda não têm resposta, é necessário aguardar pela legislação.


fonte: ionline.pt

9 de janeiro de 2013

Como evitar comprar por impulso


Para muitas pessoas, ir às compras é uma terapia. O facto de comprarem uma roupinha nova funciona como uma recompensa em relação a algo que não está a correr bem. O ego fica mais inchado e acabam por perder o controlo, gastando mais do que o aceitável. Depois quem paga é o orçamento familiar. Leia as nossas dicas e controle o seu impulso consumista:

1 – Leve o dinheiro contado. Quando sair para comprar algo, leve só o valor necessário para a sua compra. Deixe os cartões de débito e crédito em casa. Nunca se sabe se conseguirá resistir-lhes. Se optar por pagar com notas, sente o peso da responsabilidade e percebe mais facilmente quanto é que está a gastar.

2 – Os cartões. Se a primeira dica for completamente descabida para si, utilize os cartões de crédito e débito como forma de registo dos gastos. Guarde os talões. Vão ser necessários para que faça contas à vida. Use-os apenas como facilitadores de compra, não como crédito fácil.

3 – Promoções. Quando tiver de gastar dinheiro na prenda de casamento do seu melhor amigo ou nas roupas do seu bebé recém-nascido, é natural que tenha vontade de comprar o melhor, mas isso pode colocá-lo numa situação muito delicada. A solução também aqui passa pelo auto-controlo. Evite ficar-se pela primeira opção. Esteja atento às promoções. Se procurar bem, consegue encontrar produtos bons e baratos. Se perceber que fez um bom negócio até vai sentir-se melhor psicologicamente.

4 – Aprenda a controlar-se. É importante que exercite a sua capacidade de controlar os gastos. Perceber a diferença entre consumir com responsabilidade e passar dos limites é um grande desafio. Tenha atitude, mude pelo seu bem-estar. Afinal, quem consegue cumprir os objectivos e o planeamento financeiro tem uma vida mais plena e feliz.


fonte: isabe.ionline.pt

11 de abril de 2012

Cartões de crédito e débito vão passar a ser controlados pelo fisco

Governo quer que fisco possa ter acesso a dados de pagamentos com cartões de débito e crédito

O governo quer que a Administração Tributária possa exigir aos bancos, “a qualquer momento”, os dados sobre os pagamentos com cartões de débito e crédito, alargando assim os poderes do fisco.
A intenção do executivo é concretizada através de uma alteração à Lei Geral Tributária (LGT) e faz parte da proposta de lei de Orçamento Rectificativo para 2012.
Desde 1 de Janeiro de 2011 que a LGT já prevê que “as instituições de crédito e sociedades financeiras têm a obrigação de fornecer à administração tributária, até ao final do mês de Julho de cada ano, o valor dos fluxos de pagamentos com cartões de crédito e de débito, efectuados por seu intermédio, a sujeitos passivos que aufiram rendimentos da categoria B de IRS [empresários em nome individual] e de IRC [empresas]”.
Na prática, a lei obriga os bancos a comunicarem ao fisco qual o montante que cada empresário em nome individual ou cada empresa que tenha terminais de pagamento automático nos seus estabelecimentos receberam através de pagamentos feitos pelos seus clientes com cartões de débito e crédito.
Com essa informação, o fisco poderá verificar se esses montantes são consentâneos com os rendimentos declarados.
Apesar de a lei prever essa obrigação desde 1 de Janeiro de 2011, apenas este ano a norma se tornou efectiva, uma vez que só em 2012 é que foi publicado o modelo oficial através do qual as instituições de crédito e as sociedades financeiras teriam de entregar os dados exigidos.
Agora, o governo vem apertar mais o controlo ao pretender que esta comunicação deixe de ser feita apenas uma vez por ano [em Julho] e passe a ser feita sempre que o fisco o exija.
A lei diz que “as instituições de crédito e sociedades financeiras têm ainda a obrigação de fornecer, a qualquer momento” todas as informações sobre pagamentos de um determinado sujeito desde que o pedido venha “do director-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira ou do seu substituto legal, ou do conselho directivo do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social”. Serão vigiadas as “operações de pagamentos com cartões de crédito e de débito, efectuados por seu intermédio aos sujeitos passivos que sejam identificados no pedido de informação”.
A proposta de alteração à Lei Geral Tributária garante que “isso será feito sem identificar os titulares dos referidos cartões”.

in ionline.pt

6 de março de 2012

Cuidados a Ter no Uso dos Cartões Bancários

Se por um lado o número de utilizadores de cartões bancários tem aumentado, as fraudes com cartões magnéticos, seja o simples multibanco, ou um cartão de crédito têm vindo a ser exponencialmente maiores, com técnicas mais elaboradas, colocando em causa a segurança do utilizador e do próprio sistema.

Apresentamos um conjunto de regras a que deve prestar atenção, para se proteger:

1. Assim que recebe o cartão, assine-o. Não anote o código secreto (PIN) junto deste. Se tiver dificuldade em memorizá-lo, deve proceder à sua alteração numa caixa Multibanco.
2. Deve solicitar sempre um documento comprovativo de todas as transações que efetua com o seu cartão, para poder conferir depois o seu extrato bancário.
No caso de existir algum movimento desconhecido, ou suspeito, deve de imediato reclamar junto do seu banco.
Durante o pagamento com o seu cartão, procure nunca o perder de vista, evitará assim a possibilidade de falsificação.

Seja Prudente em Algumas das Suas Ações

3. Ao introduzir o código PIN no seu cartão, procure ser discreta, sobretudo se está em grandes filas, com muitas pessoas. Proteja com a sua mão os números que está a marcar. É muito fácil um desconhecido ao seu lado fixar o seu código.
4. Se é um utilizador da Internet, é prudente é prudente utilizar o cartão apenas em páginas certificadas e que utilizam sistemas de segurança. Certifique-se de que a ligação é segura.
Além de um pequeno cadeado, o endereço deve começar por https:// em vez de “http://“. Evite páginas de risco.

Que Cuidados Deverá ter na Utilização Online?

5. Sempre que possível opte por realizar os seus pagamentos pelo MBNet, que lhe permitem a máxima segurança na comodidade do seu lar. Guarde sempre em lugar seguro o cartão matriz do qual o banco lhe irá solicitar 3 números aleatórios.
6. Suspeite sempre de qualquer telefonema estranho, dizendo por ex. que vão proceder à substituição do seu cartão e pedindo para marcar o seu PIN atual com as teclas do computador. É uma das fraudes mais usadas. Nunca forneça o seu PIN a ninguém.
O seu banco nunca lho pedirá. Nunca entregue o seu cartão a alguém que diga que vem da parte do banco proceder à entrega de um cartão novo. Isso é uma fraude.
Os bancos enviam os cartões via CTT e o seu cartão usado quando o prazo expira pode inutilizá-lo cortando-o em pedaços ou depositando-o numa caixa multibanco. A partir do momento em que usa um cartão novo o antigo é automaticamente recolhido pela máquina.

Tenha Atenção às Fraudes

7. Se tiver possibilidade pague as suas contas de água, eletricidade, gás, internet, seguros, outros através de débito em conta. Evita assim ter que se deslocar ao multibanco e até esquecer a data limite de pagamento.
8. Sempre que for ao multibanco, escolha um local que não seja isolado, preste atenção a alguém suspeito que pareça estar a seguir os seus movimentos.
Essa pessoa pode aproximar-se parecendo estar à espera na fila, e para além de lhe furtar dinheiro, pode ter percebido pelo movimento dos seus dedos o código e roubar-lhe o próprio cartão procedendo depois a levantamentos ou pagamentos com o mesmo.
Peça ajuda, informe de imediato o seu banco e peça para procederem ao cancelamento do referido cartão.
As pessoas mais idosas representam o maior grupo de risco deste tipo de fraude. Evite ir ao multibanco à noite, pois o risco aumenta. Preste sempre a máxima atenção ao local onde vai levantar dinheiro e ao que se passa nas imediações. Mantenha sempre a calma, dê uma volta, aguarde uns minutos até sentir que está realmente segura.

Que Responsabilidade Têm os Bancos?

9. Os bancos estão por lei obrigados a repor a quantia que se prove tenha sido movimentada de forma fraudulenta.
No que respeita a cartões de crédito convêm que leia atentamente o contrato que assinou com o seu banco.
Em especial aquelas letras pequeninas a que não prestamos muita atenção e que por vezes contêm cláusulas que não devemos ignorar.
10. Por último recomendamos que em caso algum forneça os seus dados via e-mail ou sms a alguém.
Nunca deve partilhar o seu código com ninguém nem mesmo com as pessoas amigas ou familiares. Evitará por certo aborrecimentos futuros.

in poupardinheiro.info
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