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6 de agosto de 2018

Se me despedir tenho direito ao subsídio de desemprego?

Se já pensou em demitir-se, por qualquer razão, saiba o que diz a lei acerca dos seus direitos. Pode ter direito ao subsídio de desemprego, de acordo com a circunstância.

Subsídio de Desemprego


Por vezes, há quem fique agarrado a um trabalho que o faz sentir infeliz, apenas porque não tem outra opção. Ter direito ao subsídio de desemprego é um ponto muitas vezes essencial para que uma pessoa tenha – ou não – a coragem necessária para tomar a decisão de largar um trabalho do qual não se gosta e mudar de vida. Se é o seu caso, fique a saber o que a lei estipula sobre o assunto, para saber com o que pode contar e tomar as melhores decisões.
Se me despedir tenho direito ao subsídio?
Quando o trabalhador decide terminar o vínculo à empresa por sua livre vontade, não tem direito a receber subsídio de desemprego. Isto acontece porque, neste caso, não se encontra numa situação de desemprego involuntário. O subsídio apenas é atribuído a quem, tendo as contribuições para a Segurança Social em dia, e tendo sido despedido, esteja numa situação de desemprego involuntário e necessite, por isso, do apoio social para se reorganizar.
Porém, se a denúncia do contrato for feita por mútuo acordo, entre o trabalhador e a empresa, o trabalhador pode ter direito ao subsídio. Mas para que isso aconteça, a cessação do contrato tem de estar enquadrada num processo de redução de efetivos na empresa, de reestruturação, ou justificada com o facto da empresa estar a atravessar uma crise económica que leve à necessidade de despedir trabalhadores. Caso contrário, não tem direito ao subsidio.
Se me despedir, que direitos tenho?
Mesmo não tendo acesso ao subsídio de desemprego, no caso de rescindir o contrato de trabalho por justa causa, o trabalhador poderá receber as retribuições que serão calculadas de acordo com o Código de Trabalho, desde que respeitados os prazos de aviso prévio de rescisão. Assim, terá direito a receber uma indemnização por parte da entidade patronal, mediante o que o código de trabalho estipula nesse sentido. Contudo, a indemnização só tem lugar se se despedir por justa causa, ou seja, se a empresa tiver entrado em incumprimento em termos de pagamento do ordenado, ou mediante as seguintes condições: desrespeito das condições de segurança e saúde no trabalho, violação das garantias do trabalhador ou ofensa à integridade física ou moral, à liberdade, à honra ou à dignidade do trabalhador. De outra forma, não existe justa causa.
E se eu me despedir sem justa causa?
Se o trabalhador se despedir por livre iniciativa e sem nenhum motivo que possa ser imputado à empresa, não tem direito a qualquer indemnização. Nesse caso apenas irá receber o pagamento dos dias de férias não gozados, bem como os proporcionais do tempo trabalhado relativo às férias e os subsídios de férias e Natal do ano em que se despede.
Tenha em atenção que, para se despedir, deverá informar a empresa por escrito, ou corre o risco de ter de indemnizar a entidade patronal. Saiba também que se tiver contrato inferior a dois anos, tem de dar um pré-aviso de 30 dias. Mas se o contrato for superior a dois anos, o pré-aviso é de 60 dias.
Despedir-se de um emprego é uma decisão que deve ser muito bem ponderada, quer a nível pessoal, quer do ponto de vista profissional. Por isso, pense bem antes de agir.


in contasconnosco.pt

29 de agosto de 2017

10 coisas que não deve dizer ou fazer se for despedido

A causa pode nem ser da sua responsabilidade ou, eventualmente, nem sabe o porquê de o terem despedido. Mas saiba o que não dizer ou fazer se for despedido.

10 coisas que não deve dizer ou fazer se for despedido


É normal que, ao ser confrontado com um despedimento, sinta uma série de emoções negativas – seja de choque, raiva, tristeza, preocupação, medo, stress ou ansiedade. O seu futuro e estabilidade são postos em causa e este estado pode afetar a forma como reage perante estas situações. Por este motivo, é muito importante que seja cauteloso e saiba bem o que não dizer ou fazer se for despedido.
Perante esta realidade, há uma série de coisas que deve evitar dizer ou fazer, atendendo a que podem dificultar, ainda mais, a sua situação. Confira estas sugestões para evitar alguns erros mais comuns e, no fim, sair-se bem num processo desconfortável e difícil de lidar.
ISTO É EXATAMENTE O QUE NÃO DEVE DIZER OU FAZER SE FOR DESPEDIDO

1. PERDER DOCUMENTOS OU FICHEIROS IMPORTANTES


Não vá embora sem antes guardar documentos ou ficheiros importantes (de interesse pessoal ou profissional) que estão guardados no computador que utiliza diariamente no trabalho. Nunca se sabe quando podem vir a ser úteis. Depois de efetuada a cópia, elimine tudo o que tiver permissão para apagar do seu computador, uma vez que vai ser utilizado, eventualmente, por outra pessoa.

2. PEDIR IMEDIATAMENTE UMA INDEMNIZAÇÃO


Provavelmente, o tema inicial de qualquer questão sobre o que não dizer ou fazer se for despedido. Não comece com discussões relacionadas com problemas de indemnização logo que recebe a notícia de que vai ser despedido.
O primeiro passo é refletir sobre a sua situação, ter tempo para interiorizar e enfrentar o despedimento. Só depois, com mais calma, deve abordar este tema com a pessoa mais indicada da empresa com quem deve falar sobre uma possível indemnização por despedimento.
Faça uma pesquisa para se informar sobre a legislação em vigor, bem como políticas da empresa para a qual trabalha, para, assim, estar em condições de negociar a sua compensação.

3. FECHAR A PORTA A UMA COLABORAÇÃO COM A EMPRESA


Não se recuse a ajudar a empresa. O mesmo será dizer que deve manter um espírito de equipa com todos os seus colegas. Nunca use como desculpa que o seu tempo como funcionário de uma determinada entidade está a acabar e, por esse motivo, não tem obrigação de continuar a assegurar o seu bom funcionamento. Além disso, é sempre vantajoso sair de um emprego com uma imagem positiva. É uma grande prova de profissionalismo que poderá trazer frutos, a longo prazo, na sua carreira profissional.

4. DEMISSÃO OU RESCISÃO POR MÚTUO ACORDO?


Há empregadores que colocam a opção, em cima da mesa, de rescindir o contrato por mútuo acordo. Informe-se com uma entidade entendida neste assunto e analise vantagens e desvantagens. Tendo em conta a sua realidade, averigue qual das opções é a mais conveniente e discuta a sua decisão final com a empresa.

5. NÃO PEDIR UMA RECOMENDAÇÃO


Não tenha problemas em pedir uma carta de recomendação, seja ao seu chefe ou a colegas com quem trabalhou durante algum tempo e que possam contribuir, de uma forma positiva, para o seu sucesso profissional.
Há concursos e ofertas de trabalho que pedem este tipo de documentos, pois são uma boa fonte quanto à sua performance num trabalho. Neste poderá constar a razão pela qual foi demitido – o que é uma vantagem se a causa do despedimento não tem que ver com a qualidade do seu trabalho e desempenho na empresa.

6. DEIXAR UMA IMAGEM NEGATIVA


Não culpabilize os seus colegas ou superiores hierárquicos da empresa de onde foi despedido. Este é um conselho importante caso for despedido. Embora possa ter a razão do seu lado, visto que há colegas que são mesmo difíceis e tem de aprender a viver com eles, convém alertar para a possibilidade de futuros empregadores virem a pedir-lhes algum feedback acerca de si e decerto que não vai querer que associem informações prejudiciais sobre a sua forma de estar num emprego.

7. NÃO QUESTIONAR SOBRE O MOTIVO DO DESPEDIMENTO


Se não lhe foi comunicado, com clareza e objetividade, a razão que levou ao seu despedimento, então não hesite em esclarecer este assunto. Eventualmente até pode surgir a opção de pedir algum tempo extra no sentido de provar que merece o cargo que lhe foi atribuído. Ou, se por outro lado, não consegue obter uma resposta adequada, talvez seja preferível contratar um advogado com o intuito de ajudá-lo a perceber se o despedimento é, ou não, por justa causa.

8. PERDER A OPORTUNIDADE DE PROCURAR NOVO EMPREGO ATRAVÉS DA EMPRESA QUE O DESPEDIU


Já pensou que, se gostou de fazer parte de uma empresa, pode questionar o seu chefe, por exemplo, se há algum contacto que ele lhe possa recomendar ao qual possa enviar o seu currículo? O seu perfil, se marcado por uma atitude positiva e ética no trabalho, pode ter causado boa impressão e, apesar de já não terem lugar para si, o mesmo não acontece com algum dos contactos que a empresa possui – sejam clientes ou não.

9. NÃO CONTROLAR AS EMOÇÕES


Logo que acaba de receber a notícia, não vá a correr contar aos seus amigos e familiares. Tire algum tempo para pensar sobre o que lhes vai dizer e evite demasiados comentários (sobretudo se forem negativos ou desnecessários) acerca do local e com quem colaborou.
A forma como conta o que aconteceu dá uma imagem de si, da maturidade e profissionalismo com que encara a realidade de um despedimento, que deve, porém, ser cuidada. Enquadre os factos e filtre as emoções (a partilhar com pessoas mais próximas e da sua confiança).

10. PERDER A OPORTUNIDADE DE DAR UM NOVO RUMO À CARREIRA


O mais importante conselho no que diz respeito ao que não dizer ou fazer se for despedido: não desista. Acredite no seu potencial e reverta a situação. Talvez o despedimento tenha sido uma boa oportunidade para considerar novas áreas e dar um novo rumo à sua vida profissional, em busca de novos objetivos.
O tempo para analisar, refletir e decidir é um privilégio que poucas pessoas possuem. Pondere bem os próximos passos no sentido de definir um plano de carreira ainda melhor, que corresponda ao seu perfil e exceda as suas expectativas no mercado laboral.


in http://www.e-konomista.pt

26 de setembro de 2014

10 Dicas para procurar emprego de forma eficaz!


A procura de emprego pode ser um processo cansativo. Procurar uma oferta que vai de encontro às suas competências, entregar o currículo várias vezes e não obter resposta é uma atividade frustrante. Os números do INE não dizem nada de novo: no quarto trimestre de 2013 existiam cerca de 827 mil pessoas que estavam sem emprego, o que representa uma taxa de população desempregada de 15,3%. Face a este problema intergeracional, consequência de uma crise económica sem precedentes, existem várias táticas que pode utilizar se está à procura de emprego.

1. Esteja presente no LinkedIn

Apostar nas redes sociais pode ser uma boa forma de manter-se a par do mercado de trabalho. Além de algumas ofertas estarem presentes nesta rede social dedicada aos profissionais, ter o seu perfil atualizado e com descrições do que já fez pode ajudar o seu futuro empregador a conhecer melhor a suas qualificações e competências. Para ficar mais esclarecido sobre este ponto, leia o artigo “Sete dicas para conseguir emprego através do LinkedIn”.

2. Aposte no ‘networking’

Estabeleça contatos com colegas e amigos e informe-os que está à procura de trabalho. Se tiver um perfil ativo no LinkedIn tente também entrar em contato com responsáveis de empresas de recrutamento ou responsáveis da empresa onde gostava de trabalhar. Peça conselhos e dicas que possa implementar na sua procura de emprego.

3. Procurar nos sítios certos

Nos tempos que correm existem vários locais com ofertas de emprego. A internet tem sido o local de excelência para a divulgação de ofertas. No entanto, é necessário que tenha em conta que muitas ofertas não são verdadeiras. Por isso, responda apenas a ofertas que estejam em sites credíveis, como os sites das agências de recrutamento e que divulguem o nome da empresa.

4. Esteja atento às ofertas de emprego

Dedique uma ou duas horas do seu dia para pesquisar as várias ofertas de emprego. Pesquise na internet, nos jornais diários e semanários. Procure também visitar o Centro de Emprego da sua área de residência, a junta de freguesia e esteja atento aos ‘placards’ dos supermercados. Procure também informar-se sobre os concursos públicos de emprego divulgados em Diário da República.

5. Atualize os seus conhecimentos

Se está sem emprego, aposte na sua formação. Opte por formações e ‘workshops’ para fornecer o seu currículo de vantagens diferenciadoras face aos outros candidatos. Se preferir, pode ainda optar por obter uma licenciatura ou mestrado. O importante é que esteja a par do que se passa no mercado de trabalho, em particular na sua área de especialização.

6. Crie um CV marcante

Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo é importante que o seu ‘curriculum vitae’ se distinga do dos outros candidatos. Olhe para o seu currículo como um instrumento que irá mostrar ao seu futuro patrão, o porquê de contratá-lo. Liste as suas principais competências e experiência mais relevante, bem como as suas ‘soft skills’.

7. Escreva uma carta de apresentação

Muitas ofertas de emprego pedem que envie em conjunto com o seu CV uma carta de apresentação ou motivação. É imperativo que escreve uma carta de apresentação que reflita o espírito da empresa e que seja entusiasmante de forma a despertar curiosidade sobre o seu currículo.

8. Pesquise sobre a empresa

Antes de concorrer a uma oferta de trabalho, pesquise informações sobre a empresa a que se candidata. Leia o site da empresa, bem como as redes sociais em que ela está presente. Informe-se sobre as políticas internas da empresa, de forma a adequar o seu discurso e a sua forma de vestir.

9. Siga as regras de ouro antes de ir a uma entrevista de emprego

Se foi chamado para uma entrevista, encare-a como um exercício que poderá ser repetido várias vezes. Esta é uma forma de poder aprender com esta experiência caso não seja chamado para ocupar a vaga oferecida. Leia o artigo “Sete regras de ouro para arrasar numa entrevista de emprego”, para saber de que forma se pode preparar.

10. Mantenha-se entusiasmado e motivado

Receber muitos “nãos” numa altura em que se está mais sensível pode ser devastador. O importante é que se mostre entusiasmado e motivado nas entrevistas de emprego. Fale de forma confiante e tente convencer o recrutador que é a pessoa mais habilitada para exercer a função a que se candidata.


in saldopositivo.cgd.pt

11 de junho de 2014

Teleperformance Portugal vai recrutar 600 colaboradores até outubro



A multinacional Teleperformance vai recrutar 600 colaboradores para os seus serviços em Portugal, processo que deve ficar concluído até outubro deste ano. Ainda em junho, a empresa quer recrutar 67 colaboradores fluentes em francês para trabalhar no contact center, oferecendo um bónus de entrada de 1500 euros.

O salário médio destes novos trabalhadores vai variar entre os 700 e os 1200 euros, dependendo da língua e da função desempenhada. Antes de serem integrados, os candidatos passam por um período de formação orientada para os processos da empresa no global e para a função específica.

A Teleperformance trabalha com 27 línguas diferentes mas, neste momento, a maior necessidade são pessoas que falem francês e alemão. Os candidatos deverão ainda ter competências básicas de informática, capacidade de comunicação e elevado nível da língua a que se candidata.

Todas as vagas disponíveis podem ser consultadas aqui.

Presente em Portugal há 20 anos, a Teleperformance foi considerada em 2014 a melhor empresa para trabalhar no país, já pela quinta vez consecutiva, pelo Great Place to Work Institute. Naquele que é atualmente o melhor Contact Center do mundo, falam-se 31 línguas e servem-se 56 mercados.

in dinheirovivo.pt

21 de maio de 2014

Saiba como criar um negócio a partir de 1.000 euros

Conheça nove sugestões de empreendedorismo que pode lançar a partir de casa com um orçamento limitado.                   

Seja por força de uma situação de desemprego, que desperta o espírito empreendedor e a vontade de criar o próprio posto de trabalho, ou pelo desejo de mudar de carreira profissional e não estar preso a um horário laboral fixo, muitas pessoas estão a optar por criar os seus próprios pequenos negócios a partir de casa, com um orçamento inicial muito limitado. “Há muito empreendedorismo por necessidade. Ou seja: as pessoas abrem negócios para criarem autoemprego e é uma solução fácil e imediata para o desemprego”, confirmou o presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários, João Rafael Koehler, em entrevista ao Saldo Positivo.
A pensar nesta realidade, que se verifica não só em Portugal mas em todo o mundo, o portal Entrepreneur, especializado em empreendedorismo, lançou o guia “55 negócios que pode criar a partir de casa por menos de 5.000 dólares”. Conheça nove sugestões de empreendedorismo caseiro que pode lançar com um investimento inicial a partir de mil euros, sem nunca esquecer as obrigações legais e fiscais do seu novo negócio.




Dicas para criar um negócio ‘lowcost’

Reparação de bicicletas

Com uma consciência cada vez maior sobre a necessidade de um estilo de vida saudável, são muitas as pessoas que investem na compra de uma bicicleta para praticarem exercício físico ao ar livre ou até deslocarem-se para o trabalho. Mas tal como qualquer outro veículo, as bicicletas necessitam de manutenção periódica e aqui entram os seus serviços de reparação de velocípedes, que pode divulgar boca-a-boca na vizinhança ou até mesmo no Facebook. Pode utilizar a sua própria garagem, ou alugar um outro espaço, para armazenar as bicicletas, os materiais e todas as ferramentas e peças necessárias para os arranjos.

Organização de eventos ‘lowcost’

Este é um sector de actividade em expansão e com uma oferta de serviços considerável e variada. No entanto, e com o rendimento das famílias a escassear para gastos extra, como a organização de um evento de larga escala (casamento, baptizado, festa de aniversário, entre outros), surge cada vez mais a procura por eventos ‘lowcost’ com uma boa qualidade/preço. Aposte neste nicho de mercado e certifique-se que tem uma boa rede de parceiros (locais dos eventos, ‘catering’, flores, entre outros) para o ajudar no seu pequeno negócio, cujo quartel-general pode ser a sua própria casa.

Consultoria em organização doméstica

O tema é recorrente nas conversas com amigos e colegas de trabalho: a necessidade de livrar a casa dos objectos que se vão acumulando ao longo dos anos e deixar tudo impecavelmente organizado para a gestão do dia-a-dia. Como muitas pessoas não têm tempo para o fazer, o seu negócio pode preencher esta lacuna no mercado. Se tem jeito para a organização, disponibilize os seus serviços de organização doméstica. Comece pela sua casa. Crie um sistema de organização promova-o junto de potenciais clientes. Adapte os seus serviços às necessidades de cada pessoa para uma maior satisfação com o serviço.

Criação de bijutaria e joalharia

Este é talvez um dos pequenos negócios que mais pessoas criam a partir das suas próprias casas. Basta ter imaginação, criatividade, sentido estético e investir em alguns materiais para começar a produzir as suas peças de bijutaria e joalharia caseira. Lembre-se que para trabalhar com metais, o investimento em equipamento técnico terá de ser maior, mas existem muitos outros materiais mais acessíveis e fáceis de moldar, como o plástico, vidro, contas, missangas, penas, pele, madeira, entre muitos outros.

Serviço de mudanças

No momento de mudar de casa ou de escritório, muitas pessoas querem um serviço de mudanças rápido e eficiente a preços reduzidos. Com um pequeno negócio gerido a partir de sua casa, certamente não conseguirá competir com as grandes empresas de mudanças, que transportam artigos de grande volume e peso para longas distâncias. A sua aposta pode ser mais ao nível da sua comunidade local. Disponibilize os seus serviços para pequenas mudanças de móveis e outros artigos na sua cidade ou localidades vizinhas. Faça publicidade de porta em porta e marque presença no Facebook.

Lições de música particulares

Se quando era jovem aprendeu a tocar piano, violino, guitarra, flauta, ou qualquer outro instrumento, poderá utilizar os seus conhecimentos musicais para lições particulares com crianças ou adultos que queiram aprender a tocar um instrumento e procurem um acompanhamento mais personalizado. Pode optar por aulas particulares ou em grupo, dependendo do espaço disponível e do investimento em diferentes instrumentos musicais.

Fotografia/Vídeo

Tal como o talento para a música ou qualquer outra forma de arte, o talento para captar imagens (fotografar ou filmar) também pode ser rentabilizado num pequeno negócio caseiro. Sobretudo quando há cada vez mais procura por sessões fotográficas profissionais em momentos chave da vida: gravidez, nascimento recente, casamento, batizado, dia da mãe, entre muitos outros. Pode especializar-se numa área específica, como retratos, ou fotografias a preto e branco. Crie um blogue e exponha o seu trabalho, como montra para potenciais clientes. Aposte numa forte presença ‘online’.

Bed & Breakfast

Tem um pequeno apartamento na cidade ou uma casa na aldeia que possa decorar a seu gosto e alugar a turistas em visita por Portugal? Recorrendo a cadeias de mobiliário ‘lowcost’ pode tornar o espaço aprazível e alugar a casa toda ou apenas um quarto com casa de banho por uma noite, uma semana ou estadias mais longas. Anuncie o seu bed & breakfast nos sites de turismo e viagens e quando a procura começar a aumentar, faça uma boa gestão da agenda de reservas para garantir sempre o melhor atendimento. Para o pequeno-almoço, opte por produtos gastronómicos tradicionais portugueses.

“Hotel” para animais de estimação

Pode começar por um negócio mais modesto, a nível local, com a oferta de serviços para tomar conta de animais de estimação nas férias dos donos, passeá-los e fazer-lhes companhia. Depois, evoluir para um “hotel” para acolher os animais durante estadias mais prolongadas. Para isso precisa de um espaço amplo e de um investimento em materiais como gaiolas, camas, rações, entre outros. Construa uma rede de parcerias com outros negócios relacionados com este mercado, como clínicas veterinárias, por exemplo.

Não se esqueça das obrigações
O facto de ter um negócio mais informal não significa que esteja dispensado do cumprimento das burocracias e das obrigações legais que estão associadas à gestão de um negócio. Não se esqueça que há requisitos legais a cumprir. Por isso mesmo deverá informar-se junto da Segurança Social e das Finanças sobre as obrigações legais e fiscais da sua atividade. Da mesma forma, certifique-se se é ou não necessária a obtenção de alguma licença e autorização específica para poder criar e gerir um destes negócios. Para saber quais os passos a dar, consulte o site do Portal das Empresas e o site do IAPMEI.        
in saldopositivo.cgd.pt

12 de maio de 2014

5 Erros a Evitar se Está Desempregado



Regressar à vida ativa e ao mercado de trabalho depende das oportunidades que surjam, mas depende muito de quem está sem emprego. Depende da postura, daquilo que faz ou daquilo que deixa de fazer para alcançar o seu objetivo. Para não comprometer esse futuro, veja os erros a evitar se está desempregado.

Enviar currículo sem apresentação

Enviar um e-mail sem conteúdo, apenas com um currículo em anexo. É uma estratégia errada, se quer mesmo ser contratado. Será apenas mais uma mensagem no meio de centenas ou até milhares de respostas a uma oferta de emprego. Se não houver uma apresentação que faça o recrutador querer descobrir mais sobre si, são muito remotas as possibilidades de seguir em frente no processo.

Apresentação muito longa

E porque lá diz o ditado que “nem oito, nem oitenta”, também é descabido enviar cartas de apresentação demasiado extensas. Seja sucinto ao dar-se a conhecer a quem vai recrutar. Utilize, no máximo, quatro parágrafos para mostrar que é o candidato ideal, pelas suas competências, pela sua motivação e pelos objetivos de carreira. Faça-o no próprio corpo do e-mail e não num documento anexo.

Não ter um objetivo definido

Há desempregados que só querem trabalhar na área de formação e aqueles que não sabem o que querem do seu futuro profissional. Se tem essas dúvidas, mas quer mesmo trabalhar, não o demonstre numa candidatura. Na luta pelo lugar numa determinada empresa, é imprescindível que adapte a sua carta de apresentação ao cargo a que se candidata. Mostre que quer mesmo desempenhar aquela função.

Procura limitada à internet

Não há dúvida que congrega um vasto número de oportunidades, mas nem tudo passa pela internet. Não limite a procura de emprego a um computador. Saia da casa e vá até às empresas levar o seu currículo em mãos. É uma tendência que está a entrar em desuso, mas demonstra vontade de trabalhar ao mesmo tempo que se dá a conhecer. Faça ainda um esforço por deixar esse currículo nas mãos das pessoas certas, nomeadamente os recursos humanos.

Entrevista sem currículo

É o seu passaporte para o mercado de trabalho e não o leva para uma entrevista a que foi chamado? Evite fazê-lo. Poderá pensar que é descabido porque foi chamado na sequência de um currículo que enviou previamente. Mas quem lhe garante que quem o vai entrevistar o leu na totalidade? Leve uma cópia do currículo consigo e terá essa certeza durante a entrevista.



in  economias.pt

9 de maio de 2013

10 Mitos sobre uma Entrevista de Emprego



Mito 10: O Entrevistador está preparado
O Entrevistador com que vai fazer a entrevista provavelmente está cheio de trabalho e stressado com a tarefa de ter de contratar a pessoa certa, por isso facilite-lhe a vida, respondendo à pergunta típica "Fale-me de Si", respondendo como você pode ser o candidato ideal para o lugar, é óbvio que não deve ter lido o seu currículo vitae, por isso resuma-o em poucas palavras e faça a ligação com o trabalho que procura, responda o que querem ouvir para não ser questionado várias vezes.

Mito 9: A maior parte dos entrevistadores receberam formação especifica
Enquanto que os profissionais de recursos humanos tem formação sobre técnicas de entrevista, a média dos recrutadores não. Mesmo que as perguntas sejam vagas responda com factos concretos, seja especifico mesmo que não o perguntem. Indique 2 ou 3 exemplos de aptidão e experiência que possuí e para o qual o devem contratar.
Mito 8: Seja educado e aceite a bebida
Normalmente tentam ser simpáticos e oferecem uma bebida (café, água ou chá). A não ser que a bebida esteja visível agradeça mas recuse-a, trata-se apenas de simpatia. Em certa entrevista um candidato aceitou um chá, passei metade da entrevista à procura de um saco de chá e a aquecer água, não foi uma experiência agradável. E lembre-se que ao beber líquidos se a entrevista se prolongar pode ter de ir à casa de banho que sinceramente não será muito conveniente.
Mito 7: OS entrevistadores querem logo as suas referências
A não ser que lhas peçam directamente, envie-as uns dias depois por e-mail. Primeiro porque não é fácil saber antecipadamente quais as melhores referência que deve dar para este emprego em concreto, e depois convém preparar os seus contactos com o que deve dizer antes que o empregador lhe ligue.
Mito 6: As suas respostas devem ser curtas
Antes da entrevista deve-se preparar pesquisando sobre a empresa em questão e obtendo o máximo de informação possível, assim será mais fácil argumentar porque é o candidato ideal para o emprego. Não tenha problemas em alongar-se nas conversas, até porque se assim não for o entrevistador tem de lhe fazer mais perguntas (Mito 1) e principalmente porque numa boa entrevista, o candidato deve falar mais de 70% do tempo.

Mito 5: Existe sempre a resposta ideal
A forma como desenvolve a sua resposta é quase sempre mais importante do que a própria resposta, se for questionado com um hipotético problema para resolver, tente encontrar uma situação idêntica na sua experiência profissional e conte como a resolveu.
Mito 4: Se tiver boas qualificações a aparência não interessa.
Em muitas investigações sobre este tema ficou provado que o aspecto físico é muito importante aquando da tomada de decisão da contratação. Quem diga o contrário está a mentir. Mesmo inconscientemente todos nós damos importância ao aspecto, mesmo que não seja um modelo capa de revista é impossível não levar em conta o aspecto saudável, enérgico e confiante.
Mito 3: Quando questionado onde se vê daqui a 5 anos deve responder com enorme ambição.
A pergunta dos 5 anos é uma rasteira muito conhecida. Os entrevistadores esperam que você não se acomode profissionalmente mas também não esperam uma ambição desmesurada. Responda com: "Ficarei feliz num emprego desde que esteja em constante aprendizagem e evolução e possa dar uma contribuição valiosa à empresa".
Mito 2: Se a empresa o está a entrevistar é porque a posição está aberta.
Não. O lugar até pode não existir, muitas empresas utilizam as entrevistas para estudar o mercado de trabalho. Perguntam a sua qualificação, experiência, perfil profissional e base de vencimento para obter comparações com o quadro remuneratório interno. Noutras ocasiões até já têm um candidato em mente, mas as entrevistas são apenas para dar um ar oficial à contratação. Mesmo que seja uma entrevista falsa, vale sempre a pena ir, quanto mais não seja pela experiência e desafio, até porque se correr bastante bem, de certeza que o seu contacto ficará em destaque para futuras contratações.
Mito 1: A pessoa mais qualificada é a contratada.
Tal como num encontro amoroso, também numa entrevista se não existir química nada feito. Um candidato menos qualificado mas com a personalidade certa para a empresa e que desperte o interesse do entrevistador, ficará com o lugar. Como avaliar se despertou a atenção?
No fim da entrevista certamente lhe perguntam se tem algumas questões. Se notar que estão com dúvidas acerca de si, pergunte-lhes qual o candidato ideal para a posição? Após a resposta pondere onde poderá ter ficado a dúvida acerca das suas qualificações e acrescente algo mais para colmatar essa falha. Feche assim a entrevista com chave de ouro.


Artigo Original na Fortune on CNNMoney.com

17 de abril de 2013

Regras para acumular subsídio de desemprego com o salário



Os desempregados vão poder receber um subsídio financeiro do Estado até 50% da prestação de desemprego nos primeiros seis meses, e até 25% desse valor nos seis meses seguintes.
Tornou-se possivel a partir do dia 6 de Agosto para os beneficiários do subsídio de desemprego acumular o valor do salário ao valor que já recebem através da prestação social de desemprego num período máximo de um ano.
Esta acção denomina-se como ‘Medida Incentivo à Aceitação de Ofertas de Emprego’ e destina-se aos desempregados que beneficiem do regime geral de Segurança Social.
Esta medida apenas é válida para inscritos nos centros de emprego há pelo menos seis meses e que aceitem uma oferta de trabalho cuja remuneração seja inferior à da sua prestação de subsídio de desemprego.

Os desempregados vão poder receber um subsídio financeiro do Estado até 50% da prestação de desemprego nos primeiros seis meses, e até 25% desse valor nos seis meses seguintes.
Para ter acesso a esta medida, os desempregados têm de ser beneficiários do regime geral de segurança social e titulares de prestações de desemprego e reunir as condições em baixo descritas.
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Condições para acumular a prestação do salário
  • Os beneficiários terão de estar inscritos no centro de emprego há, pelo menos, seis meses e o ordenado que vão receber não pode ser superior ao valor do subsídio de desemprego que recebem, nem inferior ao Salário Mínimo Nacional (485 euros);
  • Os contratos, que terão de durar pelo menos três meses e com horário a tempo inteiro, não podem ser celebrados com o empregador que deu origem à situação de desemprego;
  • O apoio financeiro será atribuído durante um ano, no máximo, correspondendo a 50% do subsídio de desemprego durante os primeiros seis meses, com um limite de 500 euros mensais, e a 25% daquela prestação nos seis meses seguintes, limitada a 250 euros mensais;
  • O beneficiário pode retomar a prestação de subsídio de desemprego, caso o contrato de trabalho cesse, sendo o período de tempo de trabalho prestado com acumulação descontado no prazo geral de concessão do subsídio de desemprego.

fonte: web-emprego.com

Como rescindir contrato trabalho de forma amigável e correcta


Rescindir contrato de trabalho

Demitir-se é fácil, mas demitir-se de forma amigável não. Este artigo cobre os detalhes específicos de várias técnicas que uma pessoa pode usar para fazer a demissão o mais suave e livre de ressentimentos possível.
Saiba qual a forma correcta e ideal do despedimento do emprego por rescisão sem deixar inimizades com a sua ex-entidade empregadora.
É hora de mudar de emprego, seja para uma nova carreira ou simplesmente um novo desafio. O procedimento para pedir demissão é bem simples: avise, de preferência com antecedência.
Mas se você não quiser fechar nenhuma porta, criando obstáculos para oportunidades futuras, você tem que ser especialmente cuidadoso e delicado.
Demitir-se é fácil, mas demitir-se de forma amigável não.
Este artigo cobre os detalhes específicos de várias técnicas que uma pessoa pode usar para fazer a demissão o mais suave e livre de ressentimentos possível.
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PROCEDIMENTO PARA A RESCISÃO DE CONTRATO
Fique quieto. Depois de tomar a decisão, não fique tagarelando pela empresa toda que notificou seu chefe que vai pedir demissão.
Dê-lhe tempo para absorver e processar a informação. Se a empresa fizer uma contra-oferta atraente, vai ser complicado para você se tiver anunciado seus planos para os seus colegas.
Planeie e dê prazos.
Se quiser sair do melhor modo possível, não deixe seu patrão na mão, tentando cobrir seu posto. Dê um aviso prévio de um mês a duas semanas, para que ele possa preparar-se e arrumar pessoas para cobrir seu posto, ou preparar um substituto.Marque uma reunião com seu chefe, para discutir um assunto importante.
Colocar a cabeça para dentro do escritório e pedir um momento para conversar a sós serve – só tenha respeito pelo seu supervisor, que está ocupado e pode não ser capaz de largar tudo no instante exacto que está pronto para entrar e dar as notícias para ele. Se houver muita coisa rolando, você só vai aumentar suas preocupações, e se se possível, aguarde até que seu chefe tenha alguns instantes para se concentrar no que tem a dizer.
Esteja preparado, e seja directo e educado.
Ensaie em particular, para ajudar a estar preparado quando seu supervisor tiver tempo para lhe escutar. A maioria dos gerentes são extremamente ocupados, e vão gostar se você for directo e ignorar a tentação de “amortecer o golpe”, “encontrar a maneira correta de dizer isto…”, ou protelar.
Você pode dizer algo como:
Estive pesando minhas opções por um tempo, e decidi que é hora de seguir em frente. Agradeço muito as oportunidades que encontrei aqui, mas eu tenho que lhe dar meu aviso prévio.”
OU… “Eu preciso lhe contar que me ofereceram um cargo em outra empresa. Eu gostei muito de trabalhar aqui, mas preciso lhe dar meu aviso prévio hoje. Está tudo bem se meu último dia aqui for < o dia que for daqui a um mês >?”
Esteja preparado para discutir seus motivos.
Se estiver neste emprego por algum tempo, há uma boa chance de seu chefe ter algumas perguntas para você. Ou seu chefe pode lhe valorizar mais do que você achava, e fazer uma contra-oferta. Ser educado e digno em relação a sua carta de demissão pode lhe dar esta oportunidade. você vai ter que saber adiantado o que pode lhe fazer ficar, seja um aumento, mais benefícios, uma promoção ou outro incentivo.
Esta é uma excelente e única oportunidade para negociar, e você deve estar preparado para tal, e saber qual o seu limite. Se ficar é uma opção, o que vai lhe fazer aceitá-la? Leia os avisos abaixo, porque contra-ofertas têm problemas sérios atrelados.
Dê ênfase ao lado positivo. Seja honesto, porém educado. Se o chefe perguntar se ele teve algo a ver com sua decisão, e ele foi um factor, é melhor confiar no tacto e na diplomacia para fazer uma resposta honesta. Em outras palavras, você não vai ajudar nada em dizer: “Sim, você foi um péssimo supervisor, e eu poderia ter me saído bem melhor,” (mesmo se for verdade).
Você pode dizer a verdade sem ser cruel: “Foi um factor, mas não a razão principal. Eu acho que nossos estilos e abordagens não são compatíveis, e nunca funcionamos juntos da maneira que eu gostaria. A experiência foi positiva, mas com esta nova oportunidade, eu me sinto pronto para um novo desafio.”
Tenha uma cópia de sua carta de demissão em mãos.
Faça sua carta breve, profissional e sem confrontações. Um exemplo: “Prezado Sr. Spacely: Foi uma honra trabalhar na Spacely Rodas Dentadas. Esta carta é para lhe notificar que eu vou estar saindo desta empresa para aceitar uma vaga em outra em < uma data PELO MENOS um mês da data da carta e da conversa >. Por favor aceite minha gratidão pela nossa associação, e desejo o melhor para você e sua empresa para o futuro. Sinceramente, George Jetson.”
Aperte as mãos, sorria e agradeça a seu chefe.
Seja uma partida motivada por mudança, um emprego melhor, ou só para sair de perto deste cara, mostre alguma classe enquanto sai pela porta. Aperte as mãos a seu em-breve-ex-chefe, agradeça por “tudo”, e saia. Vá para a sua estação e fique ali por pelo menos 10 minutos. Agora você pode contar a todos, mas tome cuidado para não pisar no calo de ninguém. Seja educado, tenha classe e confirme que está saindo.
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DICAS ÚTEIS
Lembre-se que existe poucas pessoas tão livres quanto aquelas que não tem nada a perder

Mas não vai lhe servir bem no futuro se começar a lavar a roupa suja só porque está de saída. Você não morrer se for gentil por mais um mês, porque você está saindo, mas a experiência adquirida vai com você.
O idiota que você está deixando para trás pode acabar sendo seu chefe de novo no futuro.
E lembre-se, algumas vezes estes idiotas não se dão conta de que não são queridos. Se ele se lembrar de você como alguém que era positivo e generoso no passado, você pode estar preparando um futuro melhor quando seu novo/velho chefe lhe colocar a frente de outros na nova posição. Isto pode facilitar transferências para outras filiais, melhores tarefas, e mais.
Pode ser sábio recusar quaisquer ofertas para ficar no seu emprego actual.
Aceitar um aumento ou bónus depois de ameaçar sair pode colocá-lo em posição negativa com seus companheiros e com a companhia como um todo. Pode fazer você parecer indeciso e de lealdade questionável. Sempre mantenha um registo da oferta, caso volte para a empresa no futuro.
Depois de informar seu supervisor, diga pessoalmente aos outros gerentes ou empregados chave com que trabalhou que está de saída.
Diga de modo a agradecer a pessoa por ajudar a desenvolver sua carreira. “Eu não sei o que você ouviu, mas eu estou saindo para assumir uma posição em outra empresa. Antes de sair eu gostaria de dizer pessoalmente o quanto foi bom trabalhar com você.” Estas pessoas podem um dia sair para outros empregos no futuro, e você quer que elas tenham boas memórias de você. Quem sabe o impacto que elas podem ter na sua próxima ascensão profissional.
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AVISOS IMPORTANTES
Permitir que um chefe de quem não goste lhe provocar ao ponto do insulto vai terminar mal.
Você não quer ser arrastado para fora pela segurança. Não ceda a tentação de dizer o que realmente pensa.
Alguns chefes não gostam de ser você a pessoa a tomar a decisão.
Quando for dar a notícia, esteja preparado para sair do emprego neste mesmo dia, porque alguns supervisores vão levar para o lado profissional sua saída, e vão lhe dizer que não há necessidade de aviso prévio, e vai lhe dizer para sair mediatamente. Você vai estar no fogo, logo verifique se seu chefe é este tipo de pessoa – mas tome cuidado, pois você não pode prever o que ele pode fazer.
Leia seu contrato novamente, verifique as opções de término que você e a empresa têm. Se não houver contrato formal de emprego, aprenda as leis de seu estado.
Esteja preparado para sair no mesmo dia, antes de ir dar a notícia.
Antes de ir, salve em disco ou mande um email para uma conta particular tudo que irá precisar, e tem o direito de levar, como contacto dos clientes, fornecedores e outras referências; amostras do trabalho, para portefólio; uma lista dos projectos em que trabalho, etc. [tenha certeza de que você tem o direito de levar uma cópia desta informação. Leia seu contrato e a legislação local antes de seguir este conselho].
Quando for considerar uma contra-oferta, avalie honestamente porque quer sair e se proteja.
Apesar de um aumento ser bom, pode não resolver outros problemas que podem requerer uma promoção ou transferência para outro membro do grupo (se o problema for o chefe).
Você pode se proteger de ser demitido por vingança depois exigindo que, pelo menos por dois anos, você só possa ser demitido por justa causa.
Uma contra-oferta é algumas vezes feita por causa do medo de não haver ninguém para fazer seu serviço.
Se for o caso, e você aceitar a oferta, eles podem lhe pedir para treinar outros no que você faz. Você pode acabar treinando seu substituto, e a próxima mudança pode não ser nos seus termos.
Uma contra-oferta é o reconhecimento de que está sendo mal pago.
Se você precisar de um ambiente saudável que reconhece o valor das pessoas sem ameaças de demissão, você pode não se sentir a vontade a longo prazo no seu emprego actual. Mas se você está confortável com a ideia de negociações de aumento, e não lhe importa que seus colegas que são negociadores menos habilidosos não ganhem tanto quanto merecem, você pode pensar em ficar.
Tenha em mente os benefícios que pode merecer.
Se estiver para ser demitido, você pode ter um plano de desemprego, ou a opção de receber seguro desemprego. Pode ser útil se você não tiver um outro emprego garantido. Sair de um emprego por conta própria pode invalidar todos estes benefícios. Pode ser bom recebê-los enquanto procura por sua nova posição.
NÃO INICIE uma sessão de lavagem de roupa suja com seus colegas antes de sair.
Todas as coisas negativas que disser vão rebater no chefe ou na pessoa de quem está a reclamar. Você nunca sabe, novamente, onde estas pessoas vão cruzar novamente seu caminho profissional.
Se for arremessar coisas no ventilador, faça somente com pessoas em que confie. Faça isto longe do trabalho, de preferência depois de sair.


fonte: web-emprego.com

10 de abril de 2013

Subsídio de desemprego: regras apertadas

Subsídio de Desemprego
O valor máximo e o período do subsídio diminuíram. A partir de julho, basta um ano de contribuições para aceder à prestação de desemprego.


Em abril, entraram em vigor novas regras para o subsídio de desemprego. No geral, são mais desfavoráveis a quem fica sem trabalho: reduzem o valor máximo e o período durante o qual a prestação é atribuída.
Recebe no máximo 1048 euros
Até final de junho de 2012, para obter o subsídio de desemprego, o trabalhador deve apresentar 540 dias de trabalho por conta de outrem com registo de remunerações na Segurança Social, nos 24 meses que antecedem o desemprego. A partir de julho, bastam 360 dias de contribuições nos últimos 2 anos para ter direito à prestação.
A fórmula de cálculo do subsídio mantém-se, correspondendo o respetivo montante a 65% da remuneração de referência. Porém, o valor máximo reduz para € 1048,05, o equivalente a duas vezes e meia o valor do indexante dos apoios sociais ou IAS (até agora, era o triplo). Após 6 meses a receber, o subsídio, seja qual for o montante, sofre uma redução de 10 por cento.
Se ambos os cônjuges estiverem desempregados, cada um recebe mais 10% do que o valor obtido no cálculo do subsídio, até final de 2012. O mesmo se aplica às famílias monoparentais, desde que o desempregado não receba pensão de alimentos.
Como antes, cada desempregado não pode receber mais de 75% da remuneração líquida de referência, com um mínimo de € 419,22 (valor do IAS). Esta calcula-se descontando à remuneração bruta a taxa social (11%) e a taxa de IRS, que tem em conta a remuneração de referência do trabalhador, a dimensão do agregado familiar e o número de titulares.
A remuneração de referência corresponde à soma do que ganhou nos 12 meses que precederam o segundo mês anterior ao desemprego, incluindo subsídio de férias e de Natal relativos a esse período. Divide-se o total pelos 360 dias do ano e multiplica-se por 30. Por exemplo, se ficou sem trabalho em abril, deve somar os rendimentos entre fevereiro de 2011 e janeiro de 2012.
Menos tempo a receber
O período de concessão do subsídio de desemprego foi reduzido de forma significativa. A duração continua a depender da idade do desempregado e do tempo de contribuições.
Subsídio de desemprego: quanto tempo recebe
Idade
Período de descontos (meses)
Duração máxima (meses)
Até 30 anos
Menos de 15
15 a 23
24 ou mais
5
7
11 + 1 por cada 5 anos de descontos
30 a 39 anos
Menos de 15
15 a 23
24 ou mais
6
11
14 + 1 por cada 5 anos de descontos nos últimos 20
40 a 49 anos
Menos de 15
15 a 23
24 ou mais
7
12
18 + 45 dias por cada 5 anos de descontos nos últimos 20
50 anos ou mais
Menos de 15
15 a 23
24 ou mais
 9
 16
18 + 2 por cada 5 anos de descontos nos últimos 20
Na primeira situação de desemprego após 1 de abril de 2012, o beneficiário terá direito ao tempo previsto na lei anterior: por exemplo, alguém com 46 anos e 20 de descontos receberá a prestação durante 38 meses, no máximo, em vez dos 24 em vigor.
Provas para subsídio a cada 6 meses
O subsídio social de desemprego mantém-se para quem já não tem direito ao normal, desde que o agregado tenha baixos rendimentos. Novidade: os beneficiários devem apresentar provas de “necessidade económica” na Segurança Social todos os 6 meses. Se tiver mais de 40 anos, pode usufruir deste subsídio por um período igual ao do desemprego. Os mais novos têm direito a metade do tempo.
O subsídio social de desemprego só será atribuído se o agregado receber até € 335,38 per capita (0,8 × IAS). Os elementos da família têm pesos diferentes neste cálculo: a quem requer é atribuído o fator 1; aos outros maiores é aplicado o fator 0,7; e 0,5 aos menores. Isto significa que o rendimento de um casal com dois filhos menores não é dividido por 4, mas por 2,7 (1 + 0,7 + 0,5 + 0,5).


fonte: deco.proteste.pt
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