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23 de junho de 2016

Os 25 melhores países para começar a carreira

Esta é uma lista dos melhores países para começar a carreira profissional que pretende ajudar os jovens licenciados que pensam em emigrar a tomar uma decisão quanto ao seu destino.
Os melhores países para começar a trabalhar são aqueles que apresentam economias em desenvolvimento e que podem empregar melhor os trabalhadores de acordo com as necessidades do país e as competências do trabalhador.  
Os critérios para avaliar os melhores países para começar a trabalhar são um bom mercado de trabalho, a estabilidade económica, o ambiente empresarial, a igualdade salarial, a inovação, o progresso e a recomendação de viver nesse local.

Top dos países para começar a vida profissional

  1. China
  2. Alemanha
  3. Estados Unidos da América
  4. Reino Unido
  5. Canadá
  6. Japão
  7. Coreia do Sul
  8. Suécia
  9. Rússia
  10. Arábia Saudita
  11. Holanda
  12. Dinamarca
  13. Singapura
  14. Austrália
  15. França
  16. Luxemburgo
  17. Áustria
  18. Irlanda
  19. Índia
  20. Israel
  21. República Checa
  22. Turquia
  23. África do Sul
  24. Nova Zelândia
  25. Malásia
Portugal surge na 31ª posição do ranking dos melhores países para começar a carreira profissional, logo a seguir ao Brasil.
Esta lista foi elaborada pela US News, num estudo realizado em parceria com a Wharton School da Universidade da Pensilvânia e a empresa BAV Consulting junto de 16.000 participantes de todo o globo.

in economias.pt

11 de junho de 2014

Teleperformance Portugal vai recrutar 600 colaboradores até outubro



A multinacional Teleperformance vai recrutar 600 colaboradores para os seus serviços em Portugal, processo que deve ficar concluído até outubro deste ano. Ainda em junho, a empresa quer recrutar 67 colaboradores fluentes em francês para trabalhar no contact center, oferecendo um bónus de entrada de 1500 euros.

O salário médio destes novos trabalhadores vai variar entre os 700 e os 1200 euros, dependendo da língua e da função desempenhada. Antes de serem integrados, os candidatos passam por um período de formação orientada para os processos da empresa no global e para a função específica.

A Teleperformance trabalha com 27 línguas diferentes mas, neste momento, a maior necessidade são pessoas que falem francês e alemão. Os candidatos deverão ainda ter competências básicas de informática, capacidade de comunicação e elevado nível da língua a que se candidata.

Todas as vagas disponíveis podem ser consultadas aqui.

Presente em Portugal há 20 anos, a Teleperformance foi considerada em 2014 a melhor empresa para trabalhar no país, já pela quinta vez consecutiva, pelo Great Place to Work Institute. Naquele que é atualmente o melhor Contact Center do mundo, falam-se 31 línguas e servem-se 56 mercados.

in dinheirovivo.pt

26 de maio de 2014

10 DICAS PARA ENCONTRAR UM EMPREGO NO LINKEDIN

  • Estudos demonstram que

    97% dos empregadores usam o LinkedIn
Encontrar emprego é um dos objetivos da maior parte de pessoas quando entram no LinkedIn. No entanto, no meio de tantos candidatos, é importante sabermos otimizar o nosso perfil para marcar a diferença da concorrência e atrair a atenção de empresas e empregadores. Se já tem LinkedIn ou está a considerar unir-se a esta rede de profissionais, damos alguns conselhos que o vão ajudar a encontrar o emprego que deseja.

10 dicas para encontrar emprego no Linkedin

1. Seja original no conteúdo do seu perfil e evitar usar no LinkedIn a mesma informação que tem no CV. O objetivo principal nesta rede é dar uma visão mais ampla do nosso perfil profissional.

2. A foto é uma das partes mais importantes do nosso perfil, visto que é uma das primeiras coisas que o empregador vê quando procura uma pessoa. Deve garantir que mostra o seu lado mais profissional.

3. A headline, junto com a foto, são o nosso “cartão de apresentação”. Nela, devemos escrever a informação mais importante sobre nós, em pouco espaço (Emprego ou cargo atual e principais responsabilidades).

4. Para garantir que o nosso perfil é visto pelas empresas e empregadores que queremos, é fundamental usarmos boas keywords relacionadas à nossa área de trabalho.

5. No resumo podemos escrever sobre nós de forma mais extensa. É nesta altura que devemos ser originais, mostrar qual é a nossa personalidade e quais são os nossos objetivos.

6. Quanto mais informação incluir no seu perfil LinkedIn, mais possibilidades vai ter de encontrar emprego. Faça upload de apresentações ou partilhe sites que mostrem o seu trabalho.

7. Sempre que for possível, acrescente recomendações de antigos empregadores.

8. Personalize o URL do seu perfil. Isto vai fazer que o seu perfil seja mais visível quando procurarem o seu nome.

9. Utilize o LinkedIn para interagir com outras pessoas. Pode seguir empresas, juntar-se a grupos e partilhar informação interessante.

10. Por último, verifique que o seu perfil é público.

Se seguir estes conselhos, estará a aumentar as probabilidades de encontrar emprego. Veja, a seguir, algumas dicas sobre o que não fazer.

O que NÃO deve fazer ao utilizar o LinkedIn

1. Usar a foto errada

 

FONTE: E-KONOMISTA

12 de maio de 2014

5 Erros a Evitar se Está Desempregado



Regressar à vida ativa e ao mercado de trabalho depende das oportunidades que surjam, mas depende muito de quem está sem emprego. Depende da postura, daquilo que faz ou daquilo que deixa de fazer para alcançar o seu objetivo. Para não comprometer esse futuro, veja os erros a evitar se está desempregado.

Enviar currículo sem apresentação

Enviar um e-mail sem conteúdo, apenas com um currículo em anexo. É uma estratégia errada, se quer mesmo ser contratado. Será apenas mais uma mensagem no meio de centenas ou até milhares de respostas a uma oferta de emprego. Se não houver uma apresentação que faça o recrutador querer descobrir mais sobre si, são muito remotas as possibilidades de seguir em frente no processo.

Apresentação muito longa

E porque lá diz o ditado que “nem oito, nem oitenta”, também é descabido enviar cartas de apresentação demasiado extensas. Seja sucinto ao dar-se a conhecer a quem vai recrutar. Utilize, no máximo, quatro parágrafos para mostrar que é o candidato ideal, pelas suas competências, pela sua motivação e pelos objetivos de carreira. Faça-o no próprio corpo do e-mail e não num documento anexo.

Não ter um objetivo definido

Há desempregados que só querem trabalhar na área de formação e aqueles que não sabem o que querem do seu futuro profissional. Se tem essas dúvidas, mas quer mesmo trabalhar, não o demonstre numa candidatura. Na luta pelo lugar numa determinada empresa, é imprescindível que adapte a sua carta de apresentação ao cargo a que se candidata. Mostre que quer mesmo desempenhar aquela função.

Procura limitada à internet

Não há dúvida que congrega um vasto número de oportunidades, mas nem tudo passa pela internet. Não limite a procura de emprego a um computador. Saia da casa e vá até às empresas levar o seu currículo em mãos. É uma tendência que está a entrar em desuso, mas demonstra vontade de trabalhar ao mesmo tempo que se dá a conhecer. Faça ainda um esforço por deixar esse currículo nas mãos das pessoas certas, nomeadamente os recursos humanos.

Entrevista sem currículo

É o seu passaporte para o mercado de trabalho e não o leva para uma entrevista a que foi chamado? Evite fazê-lo. Poderá pensar que é descabido porque foi chamado na sequência de um currículo que enviou previamente. Mas quem lhe garante que quem o vai entrevistar o leu na totalidade? Leve uma cópia do currículo consigo e terá essa certeza durante a entrevista.



in  economias.pt

18 de julho de 2013

Como o Erasmus pode ajudá-lo a conseguir um emprego


O programa Erasmus pode ser um trunfo no seu currículo. Saiba como tirar o melhor partido desta experiência.          







Os números mostram que há cada vez mais jovens a optar por passar um ano escolar (ou parte dele) numa universidade estrangeira. Segundo os dados divulgados na semana passada pela Comissão Europeia, no ano letivo de 2011/2012 cerca de 6.484 estudantes portugueses aderiram a este programa. Trata-se de um aumento de 8,7% face aos valores registados no período homólogo.
Este programa comunitário existe desde 1987 e permite aos estudantes universitários terem oportunidade de passar temporadas numa universidade de um dos 33 países que fazem parte desta rede. Os números agora divulgados comprovam assim o crescente interesse dos estudantes universitários por esta experiência para alargarem os seus horizontes.
Mas além de ser uma experiência enriquecedora do ponto de vista pessoal, o programa Erasmus pode ser também um trunfo a lançar pelos jovens para conseguirem ingressar no mercado de trabalho. Os números do Instituto Nacional de Estatística do primeiro trimestre indicavam que havia mais de 93 mil pessoas desempregadas à procura do primeiro emprego. Muitos deles são recém-licenciados. E num momento em que se prevê que a taxa de desemprego continue a subir ao longo deste e do próximo ano, os jovens universitários devem munir-se de todos os trunfos e estratégias para conseguirem fintar o “fantasma” do desemprego. E nesse campo, o Erasmus pode ser um trunfo adicional a apresentar no momento de uma candidatura a um emprego. Ana Loya, administradora da consultora de recursos humanos, Ray Human Capital, confirma-o. “De facto ter uma experiência de Erasmus no currículo poderá ser um trunfo para uma candidatura de emprego, uma vez que poderá ser revelador de um conjunto de características pessoais relacionadas com a autonomia e capacidade de adaptação e skills linguísticos que podem ser diferenciadores no momento da seleção”, refere.
No entanto, tal não significa que o simples facto de ter feito o programa de Erasmus seja automaticamente considerado com uma mais-valia clara aos olhos de uma entidade empregadora. Para que tal aconteça é preciso ter em conta alguns cuidados na escolha do programa Erasmus. Aqui ficam algumas dicas:

1. Duração do programa:

O programa Erasmus permite a mobilidade de estudantes universitários para uma universidade de outro país por um período que varia entre os três e os 12 meses. Quanto mais longo for o programa, maiores são as oportunidades do estudante de aprender e de adquirir experiências diferentes. ”Todos estaremos de acordo que fazer um programa de três meses é diferente de seis meses ou até de um ano, porque os desafios com que o próprio é confrontado são totalmente diferentes”, reforça Ana Loya da Ray Human Capital.

2. Selecione bem a universidade:

A escolha da universidade para fazer o programa Erasmus pode ser um fator determinante aos olhos de um empregador que está a analisar o currículo de um candidato. Em cada área de estudo existem universidades que são mais valorizadas do que outras, pela reputação que têm e/ou pelo facto de estarem mais bem preparadas para receber alunos estrangeiros. Tente apurar estas informações junto do gabinete de Erasmus ou de relações internacionais da sua universidade. Sobre este aspeto a responsável da Ray Human Capital, deixa ainda um conselho: “O aluno bem informado e que tem os seus objetivos académicos bem definidos, saberá que estas universidades têm uma maior procura do que oferta para alunos inseridos em programas de intercâmbio. Por isso mesmo, as notas de acesso a estas vagas são superiores e o aluno que tem o seu plano bem definido sabe que tem de trabalhar com afinco para conseguir uma dessas vagas” .

3. Tenha em atenção o fator linguístico:

Além da reputação do estabelecimento de ensino onde quer fazer o programa Erasmus é importante ter também em conta os aspetos práticos do programa, como as condições que o estabelecimento oferece para os estudantes estrangeiros. Por exemplo: imagine que vai fazer o programa Erasmus num país um pouco mais exótico, numa universidade cujas as aulas são dadas apenas no idioma local. Se assim for, a probabilidade de não adquirir conhecimentos durante o programa é elevada. “É importante o aluno perceber se a universidade onde irá efetuar o seu Erasmus está efetivamente preparada para receber alunos estrangeiros. Existem aulas que eu consiga perceber? Tenho a garantia que do ponto de vista académico, o nível de exigência é equivalente ao dos alunos nativos? Qual o sentido de estar três meses a ter aulas num idioma perfeitamente incompreensível?”. Estas são algumas questões que, segundo Ana Loya, os estudantes deverão colocar no momento em que fazem as suas escolhas

Está interessado em fazer o programa Erasmus? Conheça estes dados….

Estudo e estágios:
O programa Erasmus permite a mobilidade dos estudantes do ensino superior para a realização de um período de estudos numa outra universidade num dos países que fazem parte da rede. O programa também permite a realização de um estágio profissional numa empresa ou numa organização estrangeira.
Segundo as informações que constam na página da Agência Nacional para a Gestão do Programa Aprendizagem ao Longo da Vida- a entidade que gere o programa Erasmus em Portugal- podem candidatar-se ao programa os estudantes que estejam matriculados numa instituição de ensino superior titular da Carta Universitária de Erasmus, sendo que no caso da mobilidade para estudos, o estudante deverá estar a frequentar o segundo ano de estudos do ensino superior.
Candidaturas:
As candidaturas são feitas através dos gabinetes de Erasmus e de relações internacionais das universidades. Os prazos de candidatura de variam consoante a instituição, mas normalmente as candidaturas para o programa Erasmus ocorrem entre janeiro e abril. Algumas universidades lançam mais tarde uma segunda fase de candidaturas para quem esteja interessado em fazer o programa Erasmus apenas durante o 2º semestre do ano letivo seguinte.
Apoios:
Os estudantes que são selecionados para fazer o programa Erasmus podem candidatar-se a uma bolsa de mobilidade que visa a cobrir parte dos gastos que os estudantes têm pelo facto de se mudarem para um país estrangeiro. Além disso, os estudantes com carências económicas comprovadas poderão candidatar-se a uma bolsa suplementar Erasmus.


in saldopositivo.cgd.pt
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