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11 de junho de 2014

Teleperformance Portugal vai recrutar 600 colaboradores até outubro



A multinacional Teleperformance vai recrutar 600 colaboradores para os seus serviços em Portugal, processo que deve ficar concluído até outubro deste ano. Ainda em junho, a empresa quer recrutar 67 colaboradores fluentes em francês para trabalhar no contact center, oferecendo um bónus de entrada de 1500 euros.

O salário médio destes novos trabalhadores vai variar entre os 700 e os 1200 euros, dependendo da língua e da função desempenhada. Antes de serem integrados, os candidatos passam por um período de formação orientada para os processos da empresa no global e para a função específica.

A Teleperformance trabalha com 27 línguas diferentes mas, neste momento, a maior necessidade são pessoas que falem francês e alemão. Os candidatos deverão ainda ter competências básicas de informática, capacidade de comunicação e elevado nível da língua a que se candidata.

Todas as vagas disponíveis podem ser consultadas aqui.

Presente em Portugal há 20 anos, a Teleperformance foi considerada em 2014 a melhor empresa para trabalhar no país, já pela quinta vez consecutiva, pelo Great Place to Work Institute. Naquele que é atualmente o melhor Contact Center do mundo, falam-se 31 línguas e servem-se 56 mercados.

in dinheirovivo.pt

12 de maio de 2014

5 Erros a Evitar se Está Desempregado



Regressar à vida ativa e ao mercado de trabalho depende das oportunidades que surjam, mas depende muito de quem está sem emprego. Depende da postura, daquilo que faz ou daquilo que deixa de fazer para alcançar o seu objetivo. Para não comprometer esse futuro, veja os erros a evitar se está desempregado.

Enviar currículo sem apresentação

Enviar um e-mail sem conteúdo, apenas com um currículo em anexo. É uma estratégia errada, se quer mesmo ser contratado. Será apenas mais uma mensagem no meio de centenas ou até milhares de respostas a uma oferta de emprego. Se não houver uma apresentação que faça o recrutador querer descobrir mais sobre si, são muito remotas as possibilidades de seguir em frente no processo.

Apresentação muito longa

E porque lá diz o ditado que “nem oito, nem oitenta”, também é descabido enviar cartas de apresentação demasiado extensas. Seja sucinto ao dar-se a conhecer a quem vai recrutar. Utilize, no máximo, quatro parágrafos para mostrar que é o candidato ideal, pelas suas competências, pela sua motivação e pelos objetivos de carreira. Faça-o no próprio corpo do e-mail e não num documento anexo.

Não ter um objetivo definido

Há desempregados que só querem trabalhar na área de formação e aqueles que não sabem o que querem do seu futuro profissional. Se tem essas dúvidas, mas quer mesmo trabalhar, não o demonstre numa candidatura. Na luta pelo lugar numa determinada empresa, é imprescindível que adapte a sua carta de apresentação ao cargo a que se candidata. Mostre que quer mesmo desempenhar aquela função.

Procura limitada à internet

Não há dúvida que congrega um vasto número de oportunidades, mas nem tudo passa pela internet. Não limite a procura de emprego a um computador. Saia da casa e vá até às empresas levar o seu currículo em mãos. É uma tendência que está a entrar em desuso, mas demonstra vontade de trabalhar ao mesmo tempo que se dá a conhecer. Faça ainda um esforço por deixar esse currículo nas mãos das pessoas certas, nomeadamente os recursos humanos.

Entrevista sem currículo

É o seu passaporte para o mercado de trabalho e não o leva para uma entrevista a que foi chamado? Evite fazê-lo. Poderá pensar que é descabido porque foi chamado na sequência de um currículo que enviou previamente. Mas quem lhe garante que quem o vai entrevistar o leu na totalidade? Leve uma cópia do currículo consigo e terá essa certeza durante a entrevista.



in  economias.pt

18 de julho de 2013

Cinco razões porque ninguém é bom em entrevistas de emprego



As entrevistas de emprego são um estranho ritual em que ambas as partes estão ansiosas, e inquietas, diz Drake Baer na revista Fast Company. Ficam aqui as 5 razões pelas quais ninguém é bom em entrevistas de emprego:

1) Estamos todos “descontextualizados”
As entrevistas são ferramentas simplistas porque têm lugar “em ambientes generalizados, em oposição ao contexto no qual as pessoas normalmente se comportam”, afirma Maria Konnikova.
A razão para isto é simples: durante uma entrevista, o candidato encontra-se numa situação em que tem que deixar uma boa impressão de si e das suas qualificações num espaço de tempo limitado dentro de parâmetros estrateitos delineados pelo entrevistador. Isto não se assemelha minimamente à pressão de um emprego real. Em suma, o trabalho da entrevista – tal como impressionar alguém – não é equivalente ao trabalho para o qual se está a ser avaliado.

2) Fazemos julgamentos de “fatias finas”
A impressão pessoal do entrevistador em relação ao candidato forma-se num minuto ou menos. Konnikova chama-lhe julgamentos de “fatias finas”, nos quais se está sempre a fazer rápidos julgamentos sobre outros sem de facto se saber alguma coisa sempre essas mesmas pessoas. Uma entrevista é então uma fatia, e uma que não transita necessariamente para o local de trabalho.

3) Toda a gente adora primeiras impressões
Uma pessoa começa a tirar impressões no minuto (ou sete segundos) após começar a conhecer alguém.
“Primeiras impressões são extremamente imporantes. Uma vez formadas influencíam todas impressões seguintes que vão ser feitas. Exatamente a mesma resposta numa entrevista dada por dois candidatos diferentes, um dos quais preferido pelo intervistador, será julgada de forma diferente.”, explica Konnikova.

4) Estamos cansados
Se o entrevistador estiver com aquele cansaço pós-refeição, vai ser mais díficil de agradar.

5) Estamos avaliados em média
Segundo estudos, se for o quarto extraordinário candidato do dia, a sua avaliação vai ser mais baixa do que a do primeiro candidato.

Então o que o fazer sobre isto?
Se está na posição do entrevistador pergunte aos entrevistados por exemplos daquilo que eles fizeram e como o fizeram. Caso seja o candidato faça um favor a sí mesmo e compareça cedo à entrevista.

in dinheirovivo.pt

9 de maio de 2013

10 Mitos sobre uma Entrevista de Emprego



Mito 10: O Entrevistador está preparado
O Entrevistador com que vai fazer a entrevista provavelmente está cheio de trabalho e stressado com a tarefa de ter de contratar a pessoa certa, por isso facilite-lhe a vida, respondendo à pergunta típica "Fale-me de Si", respondendo como você pode ser o candidato ideal para o lugar, é óbvio que não deve ter lido o seu currículo vitae, por isso resuma-o em poucas palavras e faça a ligação com o trabalho que procura, responda o que querem ouvir para não ser questionado várias vezes.

Mito 9: A maior parte dos entrevistadores receberam formação especifica
Enquanto que os profissionais de recursos humanos tem formação sobre técnicas de entrevista, a média dos recrutadores não. Mesmo que as perguntas sejam vagas responda com factos concretos, seja especifico mesmo que não o perguntem. Indique 2 ou 3 exemplos de aptidão e experiência que possuí e para o qual o devem contratar.
Mito 8: Seja educado e aceite a bebida
Normalmente tentam ser simpáticos e oferecem uma bebida (café, água ou chá). A não ser que a bebida esteja visível agradeça mas recuse-a, trata-se apenas de simpatia. Em certa entrevista um candidato aceitou um chá, passei metade da entrevista à procura de um saco de chá e a aquecer água, não foi uma experiência agradável. E lembre-se que ao beber líquidos se a entrevista se prolongar pode ter de ir à casa de banho que sinceramente não será muito conveniente.
Mito 7: OS entrevistadores querem logo as suas referências
A não ser que lhas peçam directamente, envie-as uns dias depois por e-mail. Primeiro porque não é fácil saber antecipadamente quais as melhores referência que deve dar para este emprego em concreto, e depois convém preparar os seus contactos com o que deve dizer antes que o empregador lhe ligue.
Mito 6: As suas respostas devem ser curtas
Antes da entrevista deve-se preparar pesquisando sobre a empresa em questão e obtendo o máximo de informação possível, assim será mais fácil argumentar porque é o candidato ideal para o emprego. Não tenha problemas em alongar-se nas conversas, até porque se assim não for o entrevistador tem de lhe fazer mais perguntas (Mito 1) e principalmente porque numa boa entrevista, o candidato deve falar mais de 70% do tempo.

Mito 5: Existe sempre a resposta ideal
A forma como desenvolve a sua resposta é quase sempre mais importante do que a própria resposta, se for questionado com um hipotético problema para resolver, tente encontrar uma situação idêntica na sua experiência profissional e conte como a resolveu.
Mito 4: Se tiver boas qualificações a aparência não interessa.
Em muitas investigações sobre este tema ficou provado que o aspecto físico é muito importante aquando da tomada de decisão da contratação. Quem diga o contrário está a mentir. Mesmo inconscientemente todos nós damos importância ao aspecto, mesmo que não seja um modelo capa de revista é impossível não levar em conta o aspecto saudável, enérgico e confiante.
Mito 3: Quando questionado onde se vê daqui a 5 anos deve responder com enorme ambição.
A pergunta dos 5 anos é uma rasteira muito conhecida. Os entrevistadores esperam que você não se acomode profissionalmente mas também não esperam uma ambição desmesurada. Responda com: "Ficarei feliz num emprego desde que esteja em constante aprendizagem e evolução e possa dar uma contribuição valiosa à empresa".
Mito 2: Se a empresa o está a entrevistar é porque a posição está aberta.
Não. O lugar até pode não existir, muitas empresas utilizam as entrevistas para estudar o mercado de trabalho. Perguntam a sua qualificação, experiência, perfil profissional e base de vencimento para obter comparações com o quadro remuneratório interno. Noutras ocasiões até já têm um candidato em mente, mas as entrevistas são apenas para dar um ar oficial à contratação. Mesmo que seja uma entrevista falsa, vale sempre a pena ir, quanto mais não seja pela experiência e desafio, até porque se correr bastante bem, de certeza que o seu contacto ficará em destaque para futuras contratações.
Mito 1: A pessoa mais qualificada é a contratada.
Tal como num encontro amoroso, também numa entrevista se não existir química nada feito. Um candidato menos qualificado mas com a personalidade certa para a empresa e que desperte o interesse do entrevistador, ficará com o lugar. Como avaliar se despertou a atenção?
No fim da entrevista certamente lhe perguntam se tem algumas questões. Se notar que estão com dúvidas acerca de si, pergunte-lhes qual o candidato ideal para a posição? Após a resposta pondere onde poderá ter ficado a dúvida acerca das suas qualificações e acrescente algo mais para colmatar essa falha. Feche assim a entrevista com chave de ouro.


Artigo Original na Fortune on CNNMoney.com

10 de abril de 2013

Abertas 80 vagas para curso que garante emprego no Estado


Curso é aberto a todos os licenciados. Prazo de candidaturas decorre até ao próximo dia 19 de abril de 2013

Foi publicado ontem em Diário da República um diploma que avança as regras para as candidaturas à frequência do Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP), sendo que o prazo de candidaturas é até ao próximo dia 19 de abril.

Os candidatos selecionados podem assim ter emprego garantido na Administração Pública como técnicos superior,es com contrato de trabalho por tempo indeterminado e uma remuneração bruta de 1.200 euros mensais.

«A modalidade de relação jurídica para os diplomados pelo CEAGP constitui-se através de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, desde que obtida valoração final não inferior a 12 valores», revela o diploma, que acrescenta que no total «foi autorizada a fixação de 80 vagas» para este curso aberto a todos os licenciados.

A candidatura tem um custo de 100 euros.

De acordo com o diploma, os candidatos terão de realizar uma prova escrita de conhecimentos, sem consulta, constituída por 80 perguntas, de resposta obrigatória e múltipla, previsivelmente no próximo dia 31 de maio. O teste escrito vale 60% da nota final, e os restantes 40% advêm de uma entrevista profissional, que deve acontecer em meados de junho.  

MAIS SUGESTÕES:


fonte: tvi24.iol.pt

17 de março de 2013

Entrevistas de emprego: 10 perguntas que podem ser «fatais»



Tenha cuidado com as rasteiras que o seu potencial empregador tem na manga quando o entrevista. Prepare-se devidamente

São rasteiras usadas como estratégia para «despachar rapidamente candidatos menos qualificados». Tenha cuidado com as perguntas que lhe colocam nas entrevistas de emprego, porque podem ser «fatais» para si, alerta a autora de Job Interviews for Dummies (Entrevistas de Emprego para Principiantes).

À Forbes, Joyce Lain Kennedy explicou quais são as 10 rasteiras que merecem muita atenção. Os entrevistados devem vir bem preparados, sobretudo numa altura em que há muitos cães a um osso com o desemprego em níveis recorde. Vamos a elas:

Porque é que está sem trabalho há tanto tempo e quantos colegas seus foram despedidos?

O mesmo que perguntar: «Porque é que foi despedido?». Basicamente o seu potencial empregador quer descobrir se haverá algo de errado consigo ou se foi demitido por causa da crise, reestruturação da empresa, cortes no orçamento, etc. Quando assim é, mais vale responder que não sabe o motivo, que era um empregado excelente, empenhado e que deu muito à casa.

Se tem emprego, como é que tem tempo para vir a entrevistas?

Aqui o que está verdadeiramente em causa, segundo Kennedy, é se você «anda a mentir no seu actual emprego enquanto procura outro trabalho». É que o seu potencial novo empregador pode questionar-se se, ao estar a trair o atual patrão não fará o mesmo mais tarde com ele. Como é que você poderá sair desta encruzilhada? Mais vale colocar a tónica sobre porque é que está interessado nesse cargo, que dispendeu de tempo pessoal para ir à entrevista e que só marca entrevistas para posições que o ambicionem muito. Claro que o melhor é sempre agendar as entrevistas fora do horário normal de trabalho.

Como se preparou para esta entrevista?

Esta pergunta é um bom teste para decifrar se o entrevistado está mesmo interessado no trabalho ou apenas o encara como uma opção entre muitas, improvisando o discurso. A melhor forma de não cair na ratoeira é, de facto, mostrar-se entusiasmado: «Eu quero muito este trabalho e, claro, a minha pesquisa começou pelo site da empresa», aconselha a especialista. E, para além de dizer que, sim senhor, fez o trabalho de casa, mostre que fez mesmo. É importante que revele o conhecimento que tem do ramo, fazendo também perguntas pertinentes.

Conhece alguém que trabalha para nós?

Aqui está uma pergunta que pode ser uma grande rasteira. Todos pensamos, normalmente, que ter um amigo na empresa para onde queremos ir trabalhar é o melhor. Sim, mas temos de saber se ele é bem visto dentro da empresa. Isto porque quem nos está a entrevistar vai associar as características e a reputação do nosso amigo às nossas. Se for um amigo com uma imagem positiva, diga que sim e o nome sem hesitações!

Onde é que realmente gostaria de trabalhar?

Esta é uma forma de perceber se a sua jogada é em todas as frentes, se está de olho em muitas empresas ou se aquela é mesmo a ideal. Regra número um é nunca mencionar outra empresa ou outros cargos. A resposta deve destacar todas as razões pelas quais você é perfeito para o trabalho: «Este é o lugar onde eu quero trabalhar, e este é o trabalho que eu quero fazer».

O que é que o incomoda mais nos seus colegas e patrões?

Não caia nesta armadilha. É crucial dar sempre a imagem de uma pessoa optimista e pró-activa. Esta pergunta pode ter o intuito de perceber se você pode criar conflitos, causas desmotivação e arruinar a produtividade no local de trabalho. Deve reflectir um pouco, para responder, dizendo depois que não se recorda de nada em particular e elogiar antigos patrões pelas suas qualidades (de experiência, conhecimentos, justiça, etc.) e de colegas que foram uma referência para si.

Pode descrever como resolveu um problema de trabalho ou na escola?

Esta é uma pergunta cuja resposta pode ser preparada atempadamente, em casa. Com esta questão, o que o entrevistador pretende é perceber como é que a sua mente funciona. Dê o exemplo da forma como resolveu, por exemplo, um problema de gestão de tempo ou um projeto complicado, mostrando assim que foi uma feliz conquista.

Pode descrever um erro que tenha cometido na escola ou no trabalho?

Tenha cuidado com as rasteiras que o seu potencial empregador tem na manga quando o entrevista. Prepare-se devidamente Campo minado. «Uma questão dentro de uma questão» para perceber se aprendeu com os seus erros ou se vai repeti-los sempre, nota Kennedy. Ao mesmo tempo, o entrevistador pode estar a tentar entender se é arrogante ou se não tem a responsabilidade devida para assumir os seus fracassos. Mas nem 8, nem 80. Não deve fazer uma lista imensa com todos os seus pontos fracos ou más opções que teve, porque isso seria soletrar as suas inseguranças. Mais vale contornar a questão focando-se, resumidamente, num pequeno erro bem intencionado que fez com que aprendesse uma lição com essa má experiência, aconselha a especialista.

Como é que este cargo se compara com outros a que já se candidatou?

«A intenção é recolher informações sobre o mercado de trabalho ou tentar descobrir o que vai ser necessário para atraí-lo para a empresa», explica Kennedy. Das duas uma: ou opta por uma «estratégia genérica e diz que não revela o que se passou nessas entrevistas, respeitando a privacidade da empresa onde foi entrevistado», ou então opte pela postura de que é uma mais-valia para o mercado de trabalho, que agarra oportunidades e elas também o procuram, que há outras ofertas competitivas em jogo.

Se ganhasse a lotaria, trabalharia na mesma?

Pode parecer uma pergunta descabida, mas é a oportunidade que tem para reforçar a motivação que tem para integrar a empresa e a sua ética de trabalho. Claro que deverá sempre reconhecer que ficaria muito feliz por ganhar a lotaria, mas que o trabalho é importante, porque gosta de enfrentar e superar desafios. Deve dizê-lo com determinação.

Assim, poderá cair nas boas graças de quem o está a entrevistar e ficar a trabalhar na sua empresa de sonho.


MAIS SUGESTÕES:

fonte: iol.pt
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