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26 de setembro de 2014

10 Dicas para procurar emprego de forma eficaz!


A procura de emprego pode ser um processo cansativo. Procurar uma oferta que vai de encontro às suas competências, entregar o currículo várias vezes e não obter resposta é uma atividade frustrante. Os números do INE não dizem nada de novo: no quarto trimestre de 2013 existiam cerca de 827 mil pessoas que estavam sem emprego, o que representa uma taxa de população desempregada de 15,3%. Face a este problema intergeracional, consequência de uma crise económica sem precedentes, existem várias táticas que pode utilizar se está à procura de emprego.

1. Esteja presente no LinkedIn

Apostar nas redes sociais pode ser uma boa forma de manter-se a par do mercado de trabalho. Além de algumas ofertas estarem presentes nesta rede social dedicada aos profissionais, ter o seu perfil atualizado e com descrições do que já fez pode ajudar o seu futuro empregador a conhecer melhor a suas qualificações e competências. Para ficar mais esclarecido sobre este ponto, leia o artigo “Sete dicas para conseguir emprego através do LinkedIn”.

2. Aposte no ‘networking’

Estabeleça contatos com colegas e amigos e informe-os que está à procura de trabalho. Se tiver um perfil ativo no LinkedIn tente também entrar em contato com responsáveis de empresas de recrutamento ou responsáveis da empresa onde gostava de trabalhar. Peça conselhos e dicas que possa implementar na sua procura de emprego.

3. Procurar nos sítios certos

Nos tempos que correm existem vários locais com ofertas de emprego. A internet tem sido o local de excelência para a divulgação de ofertas. No entanto, é necessário que tenha em conta que muitas ofertas não são verdadeiras. Por isso, responda apenas a ofertas que estejam em sites credíveis, como os sites das agências de recrutamento e que divulguem o nome da empresa.

4. Esteja atento às ofertas de emprego

Dedique uma ou duas horas do seu dia para pesquisar as várias ofertas de emprego. Pesquise na internet, nos jornais diários e semanários. Procure também visitar o Centro de Emprego da sua área de residência, a junta de freguesia e esteja atento aos ‘placards’ dos supermercados. Procure também informar-se sobre os concursos públicos de emprego divulgados em Diário da República.

5. Atualize os seus conhecimentos

Se está sem emprego, aposte na sua formação. Opte por formações e ‘workshops’ para fornecer o seu currículo de vantagens diferenciadoras face aos outros candidatos. Se preferir, pode ainda optar por obter uma licenciatura ou mestrado. O importante é que esteja a par do que se passa no mercado de trabalho, em particular na sua área de especialização.

6. Crie um CV marcante

Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo é importante que o seu ‘curriculum vitae’ se distinga do dos outros candidatos. Olhe para o seu currículo como um instrumento que irá mostrar ao seu futuro patrão, o porquê de contratá-lo. Liste as suas principais competências e experiência mais relevante, bem como as suas ‘soft skills’.

7. Escreva uma carta de apresentação

Muitas ofertas de emprego pedem que envie em conjunto com o seu CV uma carta de apresentação ou motivação. É imperativo que escreve uma carta de apresentação que reflita o espírito da empresa e que seja entusiasmante de forma a despertar curiosidade sobre o seu currículo.

8. Pesquise sobre a empresa

Antes de concorrer a uma oferta de trabalho, pesquise informações sobre a empresa a que se candidata. Leia o site da empresa, bem como as redes sociais em que ela está presente. Informe-se sobre as políticas internas da empresa, de forma a adequar o seu discurso e a sua forma de vestir.

9. Siga as regras de ouro antes de ir a uma entrevista de emprego

Se foi chamado para uma entrevista, encare-a como um exercício que poderá ser repetido várias vezes. Esta é uma forma de poder aprender com esta experiência caso não seja chamado para ocupar a vaga oferecida. Leia o artigo “Sete regras de ouro para arrasar numa entrevista de emprego”, para saber de que forma se pode preparar.

10. Mantenha-se entusiasmado e motivado

Receber muitos “nãos” numa altura em que se está mais sensível pode ser devastador. O importante é que se mostre entusiasmado e motivado nas entrevistas de emprego. Fale de forma confiante e tente convencer o recrutador que é a pessoa mais habilitada para exercer a função a que se candidata.


in saldopositivo.cgd.pt

21 de maio de 2014

Saiba como criar um negócio a partir de 1.000 euros

Conheça nove sugestões de empreendedorismo que pode lançar a partir de casa com um orçamento limitado.                   

Seja por força de uma situação de desemprego, que desperta o espírito empreendedor e a vontade de criar o próprio posto de trabalho, ou pelo desejo de mudar de carreira profissional e não estar preso a um horário laboral fixo, muitas pessoas estão a optar por criar os seus próprios pequenos negócios a partir de casa, com um orçamento inicial muito limitado. “Há muito empreendedorismo por necessidade. Ou seja: as pessoas abrem negócios para criarem autoemprego e é uma solução fácil e imediata para o desemprego”, confirmou o presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários, João Rafael Koehler, em entrevista ao Saldo Positivo.
A pensar nesta realidade, que se verifica não só em Portugal mas em todo o mundo, o portal Entrepreneur, especializado em empreendedorismo, lançou o guia “55 negócios que pode criar a partir de casa por menos de 5.000 dólares”. Conheça nove sugestões de empreendedorismo caseiro que pode lançar com um investimento inicial a partir de mil euros, sem nunca esquecer as obrigações legais e fiscais do seu novo negócio.




Dicas para criar um negócio ‘lowcost’

Reparação de bicicletas

Com uma consciência cada vez maior sobre a necessidade de um estilo de vida saudável, são muitas as pessoas que investem na compra de uma bicicleta para praticarem exercício físico ao ar livre ou até deslocarem-se para o trabalho. Mas tal como qualquer outro veículo, as bicicletas necessitam de manutenção periódica e aqui entram os seus serviços de reparação de velocípedes, que pode divulgar boca-a-boca na vizinhança ou até mesmo no Facebook. Pode utilizar a sua própria garagem, ou alugar um outro espaço, para armazenar as bicicletas, os materiais e todas as ferramentas e peças necessárias para os arranjos.

Organização de eventos ‘lowcost’

Este é um sector de actividade em expansão e com uma oferta de serviços considerável e variada. No entanto, e com o rendimento das famílias a escassear para gastos extra, como a organização de um evento de larga escala (casamento, baptizado, festa de aniversário, entre outros), surge cada vez mais a procura por eventos ‘lowcost’ com uma boa qualidade/preço. Aposte neste nicho de mercado e certifique-se que tem uma boa rede de parceiros (locais dos eventos, ‘catering’, flores, entre outros) para o ajudar no seu pequeno negócio, cujo quartel-general pode ser a sua própria casa.

Consultoria em organização doméstica

O tema é recorrente nas conversas com amigos e colegas de trabalho: a necessidade de livrar a casa dos objectos que se vão acumulando ao longo dos anos e deixar tudo impecavelmente organizado para a gestão do dia-a-dia. Como muitas pessoas não têm tempo para o fazer, o seu negócio pode preencher esta lacuna no mercado. Se tem jeito para a organização, disponibilize os seus serviços de organização doméstica. Comece pela sua casa. Crie um sistema de organização promova-o junto de potenciais clientes. Adapte os seus serviços às necessidades de cada pessoa para uma maior satisfação com o serviço.

Criação de bijutaria e joalharia

Este é talvez um dos pequenos negócios que mais pessoas criam a partir das suas próprias casas. Basta ter imaginação, criatividade, sentido estético e investir em alguns materiais para começar a produzir as suas peças de bijutaria e joalharia caseira. Lembre-se que para trabalhar com metais, o investimento em equipamento técnico terá de ser maior, mas existem muitos outros materiais mais acessíveis e fáceis de moldar, como o plástico, vidro, contas, missangas, penas, pele, madeira, entre muitos outros.

Serviço de mudanças

No momento de mudar de casa ou de escritório, muitas pessoas querem um serviço de mudanças rápido e eficiente a preços reduzidos. Com um pequeno negócio gerido a partir de sua casa, certamente não conseguirá competir com as grandes empresas de mudanças, que transportam artigos de grande volume e peso para longas distâncias. A sua aposta pode ser mais ao nível da sua comunidade local. Disponibilize os seus serviços para pequenas mudanças de móveis e outros artigos na sua cidade ou localidades vizinhas. Faça publicidade de porta em porta e marque presença no Facebook.

Lições de música particulares

Se quando era jovem aprendeu a tocar piano, violino, guitarra, flauta, ou qualquer outro instrumento, poderá utilizar os seus conhecimentos musicais para lições particulares com crianças ou adultos que queiram aprender a tocar um instrumento e procurem um acompanhamento mais personalizado. Pode optar por aulas particulares ou em grupo, dependendo do espaço disponível e do investimento em diferentes instrumentos musicais.

Fotografia/Vídeo

Tal como o talento para a música ou qualquer outra forma de arte, o talento para captar imagens (fotografar ou filmar) também pode ser rentabilizado num pequeno negócio caseiro. Sobretudo quando há cada vez mais procura por sessões fotográficas profissionais em momentos chave da vida: gravidez, nascimento recente, casamento, batizado, dia da mãe, entre muitos outros. Pode especializar-se numa área específica, como retratos, ou fotografias a preto e branco. Crie um blogue e exponha o seu trabalho, como montra para potenciais clientes. Aposte numa forte presença ‘online’.

Bed & Breakfast

Tem um pequeno apartamento na cidade ou uma casa na aldeia que possa decorar a seu gosto e alugar a turistas em visita por Portugal? Recorrendo a cadeias de mobiliário ‘lowcost’ pode tornar o espaço aprazível e alugar a casa toda ou apenas um quarto com casa de banho por uma noite, uma semana ou estadias mais longas. Anuncie o seu bed & breakfast nos sites de turismo e viagens e quando a procura começar a aumentar, faça uma boa gestão da agenda de reservas para garantir sempre o melhor atendimento. Para o pequeno-almoço, opte por produtos gastronómicos tradicionais portugueses.

“Hotel” para animais de estimação

Pode começar por um negócio mais modesto, a nível local, com a oferta de serviços para tomar conta de animais de estimação nas férias dos donos, passeá-los e fazer-lhes companhia. Depois, evoluir para um “hotel” para acolher os animais durante estadias mais prolongadas. Para isso precisa de um espaço amplo e de um investimento em materiais como gaiolas, camas, rações, entre outros. Construa uma rede de parcerias com outros negócios relacionados com este mercado, como clínicas veterinárias, por exemplo.

Não se esqueça das obrigações
O facto de ter um negócio mais informal não significa que esteja dispensado do cumprimento das burocracias e das obrigações legais que estão associadas à gestão de um negócio. Não se esqueça que há requisitos legais a cumprir. Por isso mesmo deverá informar-se junto da Segurança Social e das Finanças sobre as obrigações legais e fiscais da sua atividade. Da mesma forma, certifique-se se é ou não necessária a obtenção de alguma licença e autorização específica para poder criar e gerir um destes negócios. Para saber quais os passos a dar, consulte o site do Portal das Empresas e o site do IAPMEI.        
in saldopositivo.cgd.pt

12 de maio de 2014

5 Erros a Evitar se Está Desempregado



Regressar à vida ativa e ao mercado de trabalho depende das oportunidades que surjam, mas depende muito de quem está sem emprego. Depende da postura, daquilo que faz ou daquilo que deixa de fazer para alcançar o seu objetivo. Para não comprometer esse futuro, veja os erros a evitar se está desempregado.

Enviar currículo sem apresentação

Enviar um e-mail sem conteúdo, apenas com um currículo em anexo. É uma estratégia errada, se quer mesmo ser contratado. Será apenas mais uma mensagem no meio de centenas ou até milhares de respostas a uma oferta de emprego. Se não houver uma apresentação que faça o recrutador querer descobrir mais sobre si, são muito remotas as possibilidades de seguir em frente no processo.

Apresentação muito longa

E porque lá diz o ditado que “nem oito, nem oitenta”, também é descabido enviar cartas de apresentação demasiado extensas. Seja sucinto ao dar-se a conhecer a quem vai recrutar. Utilize, no máximo, quatro parágrafos para mostrar que é o candidato ideal, pelas suas competências, pela sua motivação e pelos objetivos de carreira. Faça-o no próprio corpo do e-mail e não num documento anexo.

Não ter um objetivo definido

Há desempregados que só querem trabalhar na área de formação e aqueles que não sabem o que querem do seu futuro profissional. Se tem essas dúvidas, mas quer mesmo trabalhar, não o demonstre numa candidatura. Na luta pelo lugar numa determinada empresa, é imprescindível que adapte a sua carta de apresentação ao cargo a que se candidata. Mostre que quer mesmo desempenhar aquela função.

Procura limitada à internet

Não há dúvida que congrega um vasto número de oportunidades, mas nem tudo passa pela internet. Não limite a procura de emprego a um computador. Saia da casa e vá até às empresas levar o seu currículo em mãos. É uma tendência que está a entrar em desuso, mas demonstra vontade de trabalhar ao mesmo tempo que se dá a conhecer. Faça ainda um esforço por deixar esse currículo nas mãos das pessoas certas, nomeadamente os recursos humanos.

Entrevista sem currículo

É o seu passaporte para o mercado de trabalho e não o leva para uma entrevista a que foi chamado? Evite fazê-lo. Poderá pensar que é descabido porque foi chamado na sequência de um currículo que enviou previamente. Mas quem lhe garante que quem o vai entrevistar o leu na totalidade? Leve uma cópia do currículo consigo e terá essa certeza durante a entrevista.



in  economias.pt

9 de maio de 2013

Como ter sucesso na primeira entrevista de emprego?




Em que é que um entrevistado não pode falhar na primeira entrevista de emprego? O que é que uma empresa procura no candidato? Como lidar com os nervos?

Pedro Ribeiro, employer manager relations da "The Lisbon MBA", falou com o JPN e deu algumas dicas sobre como se devem comportar jovens recém-licenciados nas suas primeiras entrevistas de emprego.

Conhecer a empresa e quem vai fazer as perguntas
O mais importante, antes da entrevista, é que o entrevistado conheça a empresa a que se está a candidatar. Este "conhecimento" da empresa inclui saber em que áreas de negócio está envolvida, assim como a sua estrutura empresarial, projectos em desenvolvimento, se está em crescimento ou em processo de internacionalização. Toda a informação é importante.

A preparação é a chave para se ser bem sucedido numa entrevista. Para se preparar, o entrevistado pode pesquisar sobre a pessoa que o vai questionar. As redes sociais — como é o caso do Linkedin — são ferramentas que, hoje, permitem conhecer pessoas e os seus percursos profissionais. Segundo Pedro Ribeiro, esta pesquisa pode ajudar a "perceber se existem algumas pontes de contacto que possam ajudar a estabelecer algum tipo de ligação mais emocional durante a entrevista".

O que não pode falhar durante a entrevista
"A entrevista é importante, mas não é um momento de vida ou de morte", afirma Pedro Ribeiro. A melhor forma de afastar o nervosismo é estar bem preparado e saber o que dizer. É preciso relembrar que o entrevistador não quer deixar o entrevistado nervoso, muito pelo contrário. O entrevistador procura alguém que seja capaz de responder às necessidades de recrutamento da empresa e que reúna as características (pessoais e profissionais) para ocupar uma vaga disponível.

Uma das questões que pode surgir ao entrevistado é: "Como é que me devo dirigir ao entrevistador?". Para Pedro Ribeiro, esta é uma questão que depende, sobretudo, do contexto da empresa. Se o entrevistador for uma pessoa muito mais velha, é recomendável que o entrevistado a trate por "doutor" ou "engenheiro", pelo menos no início. Se o entrevistador quiser outro tipo de tratamento, ele o dirá. O mais recorrente, hoje em dia, é que as pessoas se tratem pelo nome próprio, principalmente se tiverem uma idade próxima.

A aparência é, também, um dos pontos que causa mais impressão na primeira entrevista. O entrevistado deve "jogar sempre pelo seguro", mesmo que a empresa tenha uma postura mais informal e os seus trabalhadores não vistam fato todos os dias. Para uma primeira entrevista, Pedro Ribeiro recomenda roupas mais formais, que transmitam uma postura sóbria e profissional.

O que levar?
Pedro Ribeiro recomenda que o entrevistado leve uma cópia impressa do seu currículo, por dois motivos: primeiro, porque o entrevistador pode não conseguir imprimir o documento; segundo, porque o entrevistado pode, dessa forma, aproveitar para formar o seu discurso através do currículo.

Depois da entrevista
No final da entrevista, o entrevistado deve perguntar quando lhe vão dar um "feedback". Se passar algum tempo depois do prazo dado, o entrevistado deve ligar. Fazer "follow-up" demonstra interesse.

fonte: Jornal Público

10 Mitos sobre uma Entrevista de Emprego



Mito 10: O Entrevistador está preparado
O Entrevistador com que vai fazer a entrevista provavelmente está cheio de trabalho e stressado com a tarefa de ter de contratar a pessoa certa, por isso facilite-lhe a vida, respondendo à pergunta típica "Fale-me de Si", respondendo como você pode ser o candidato ideal para o lugar, é óbvio que não deve ter lido o seu currículo vitae, por isso resuma-o em poucas palavras e faça a ligação com o trabalho que procura, responda o que querem ouvir para não ser questionado várias vezes.

Mito 9: A maior parte dos entrevistadores receberam formação especifica
Enquanto que os profissionais de recursos humanos tem formação sobre técnicas de entrevista, a média dos recrutadores não. Mesmo que as perguntas sejam vagas responda com factos concretos, seja especifico mesmo que não o perguntem. Indique 2 ou 3 exemplos de aptidão e experiência que possuí e para o qual o devem contratar.
Mito 8: Seja educado e aceite a bebida
Normalmente tentam ser simpáticos e oferecem uma bebida (café, água ou chá). A não ser que a bebida esteja visível agradeça mas recuse-a, trata-se apenas de simpatia. Em certa entrevista um candidato aceitou um chá, passei metade da entrevista à procura de um saco de chá e a aquecer água, não foi uma experiência agradável. E lembre-se que ao beber líquidos se a entrevista se prolongar pode ter de ir à casa de banho que sinceramente não será muito conveniente.
Mito 7: OS entrevistadores querem logo as suas referências
A não ser que lhas peçam directamente, envie-as uns dias depois por e-mail. Primeiro porque não é fácil saber antecipadamente quais as melhores referência que deve dar para este emprego em concreto, e depois convém preparar os seus contactos com o que deve dizer antes que o empregador lhe ligue.
Mito 6: As suas respostas devem ser curtas
Antes da entrevista deve-se preparar pesquisando sobre a empresa em questão e obtendo o máximo de informação possível, assim será mais fácil argumentar porque é o candidato ideal para o emprego. Não tenha problemas em alongar-se nas conversas, até porque se assim não for o entrevistador tem de lhe fazer mais perguntas (Mito 1) e principalmente porque numa boa entrevista, o candidato deve falar mais de 70% do tempo.

Mito 5: Existe sempre a resposta ideal
A forma como desenvolve a sua resposta é quase sempre mais importante do que a própria resposta, se for questionado com um hipotético problema para resolver, tente encontrar uma situação idêntica na sua experiência profissional e conte como a resolveu.
Mito 4: Se tiver boas qualificações a aparência não interessa.
Em muitas investigações sobre este tema ficou provado que o aspecto físico é muito importante aquando da tomada de decisão da contratação. Quem diga o contrário está a mentir. Mesmo inconscientemente todos nós damos importância ao aspecto, mesmo que não seja um modelo capa de revista é impossível não levar em conta o aspecto saudável, enérgico e confiante.
Mito 3: Quando questionado onde se vê daqui a 5 anos deve responder com enorme ambição.
A pergunta dos 5 anos é uma rasteira muito conhecida. Os entrevistadores esperam que você não se acomode profissionalmente mas também não esperam uma ambição desmesurada. Responda com: "Ficarei feliz num emprego desde que esteja em constante aprendizagem e evolução e possa dar uma contribuição valiosa à empresa".
Mito 2: Se a empresa o está a entrevistar é porque a posição está aberta.
Não. O lugar até pode não existir, muitas empresas utilizam as entrevistas para estudar o mercado de trabalho. Perguntam a sua qualificação, experiência, perfil profissional e base de vencimento para obter comparações com o quadro remuneratório interno. Noutras ocasiões até já têm um candidato em mente, mas as entrevistas são apenas para dar um ar oficial à contratação. Mesmo que seja uma entrevista falsa, vale sempre a pena ir, quanto mais não seja pela experiência e desafio, até porque se correr bastante bem, de certeza que o seu contacto ficará em destaque para futuras contratações.
Mito 1: A pessoa mais qualificada é a contratada.
Tal como num encontro amoroso, também numa entrevista se não existir química nada feito. Um candidato menos qualificado mas com a personalidade certa para a empresa e que desperte o interesse do entrevistador, ficará com o lugar. Como avaliar se despertou a atenção?
No fim da entrevista certamente lhe perguntam se tem algumas questões. Se notar que estão com dúvidas acerca de si, pergunte-lhes qual o candidato ideal para a posição? Após a resposta pondere onde poderá ter ficado a dúvida acerca das suas qualificações e acrescente algo mais para colmatar essa falha. Feche assim a entrevista com chave de ouro.


Artigo Original na Fortune on CNNMoney.com

10 de abril de 2013

Subsídio de desemprego: regras apertadas

Subsídio de Desemprego
O valor máximo e o período do subsídio diminuíram. A partir de julho, basta um ano de contribuições para aceder à prestação de desemprego.


Em abril, entraram em vigor novas regras para o subsídio de desemprego. No geral, são mais desfavoráveis a quem fica sem trabalho: reduzem o valor máximo e o período durante o qual a prestação é atribuída.
Recebe no máximo 1048 euros
Até final de junho de 2012, para obter o subsídio de desemprego, o trabalhador deve apresentar 540 dias de trabalho por conta de outrem com registo de remunerações na Segurança Social, nos 24 meses que antecedem o desemprego. A partir de julho, bastam 360 dias de contribuições nos últimos 2 anos para ter direito à prestação.
A fórmula de cálculo do subsídio mantém-se, correspondendo o respetivo montante a 65% da remuneração de referência. Porém, o valor máximo reduz para € 1048,05, o equivalente a duas vezes e meia o valor do indexante dos apoios sociais ou IAS (até agora, era o triplo). Após 6 meses a receber, o subsídio, seja qual for o montante, sofre uma redução de 10 por cento.
Se ambos os cônjuges estiverem desempregados, cada um recebe mais 10% do que o valor obtido no cálculo do subsídio, até final de 2012. O mesmo se aplica às famílias monoparentais, desde que o desempregado não receba pensão de alimentos.
Como antes, cada desempregado não pode receber mais de 75% da remuneração líquida de referência, com um mínimo de € 419,22 (valor do IAS). Esta calcula-se descontando à remuneração bruta a taxa social (11%) e a taxa de IRS, que tem em conta a remuneração de referência do trabalhador, a dimensão do agregado familiar e o número de titulares.
A remuneração de referência corresponde à soma do que ganhou nos 12 meses que precederam o segundo mês anterior ao desemprego, incluindo subsídio de férias e de Natal relativos a esse período. Divide-se o total pelos 360 dias do ano e multiplica-se por 30. Por exemplo, se ficou sem trabalho em abril, deve somar os rendimentos entre fevereiro de 2011 e janeiro de 2012.
Menos tempo a receber
O período de concessão do subsídio de desemprego foi reduzido de forma significativa. A duração continua a depender da idade do desempregado e do tempo de contribuições.
Subsídio de desemprego: quanto tempo recebe
Idade
Período de descontos (meses)
Duração máxima (meses)
Até 30 anos
Menos de 15
15 a 23
24 ou mais
5
7
11 + 1 por cada 5 anos de descontos
30 a 39 anos
Menos de 15
15 a 23
24 ou mais
6
11
14 + 1 por cada 5 anos de descontos nos últimos 20
40 a 49 anos
Menos de 15
15 a 23
24 ou mais
7
12
18 + 45 dias por cada 5 anos de descontos nos últimos 20
50 anos ou mais
Menos de 15
15 a 23
24 ou mais
 9
 16
18 + 2 por cada 5 anos de descontos nos últimos 20
Na primeira situação de desemprego após 1 de abril de 2012, o beneficiário terá direito ao tempo previsto na lei anterior: por exemplo, alguém com 46 anos e 20 de descontos receberá a prestação durante 38 meses, no máximo, em vez dos 24 em vigor.
Provas para subsídio a cada 6 meses
O subsídio social de desemprego mantém-se para quem já não tem direito ao normal, desde que o agregado tenha baixos rendimentos. Novidade: os beneficiários devem apresentar provas de “necessidade económica” na Segurança Social todos os 6 meses. Se tiver mais de 40 anos, pode usufruir deste subsídio por um período igual ao do desemprego. Os mais novos têm direito a metade do tempo.
O subsídio social de desemprego só será atribuído se o agregado receber até € 335,38 per capita (0,8 × IAS). Os elementos da família têm pesos diferentes neste cálculo: a quem requer é atribuído o fator 1; aos outros maiores é aplicado o fator 0,7; e 0,5 aos menores. Isto significa que o rendimento de um casal com dois filhos menores não é dividido por 4, mas por 2,7 (1 + 0,7 + 0,5 + 0,5).


fonte: deco.proteste.pt

26 de março de 2013

Regras a Seguir na Extinção do Posto de Trabalho


1. Informação aos Trabalhadores

A empresa informa por escrito o empregado e, se existirem, a comissão de trabalhadores e o sindicato. Deve referir os motivos e critérios de seleção dos colaboradores a despedir, indicar os visados e as respetivas categorias profissionais.

2. Alternativas em Aberto

No prazo de 10 dias, os representantes dos trabalhadores e os próprios podem pronunciar-se (por exemplo, se não estiverem de acordo), propondo alternativas.

3. Intervenção da ACT

Nos três dias após a comunicação, qualquer trabalhador pode pedir à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) que verifique se tudo está a ser feito de forma legal. Deve informar a empresa.

4. Decisão escrita e Justificada

Cinco dias depois do prazo de que dispõem os trabalhadores para dizerem de sua justiça, a empresa apresenta-lhes a decisão escrita e fundamentada, bem como aos seus representantes e à ACT.

MAIS SUGESTÕES:


fonte: dinheiro&direito - deco proteste

5 de março de 2013

Quatro formas de procurar emprego pelo Facebook


Quer usar o Facebook para encontrar um novo emprego? Uma pesquisa sobre procura de emprego pelas redes sociais, realizada pelo site de recrutamento Jobvite, revelou que o Facebook tende a ser a principal rede social para encontrar oportunidades no mercado de trabalho.

Os candidatos a emprego não são os únicos que usam a rede social. Os recrutadores também estão a adoptar essa ferramenta para encontrar talentos. De acordo com o levantamento do Jobvite, 86% dos recrutadores analisam perfis de potenciais profissionais pelas redes sociais.
Esse resultado não é surpreendente: o Graph Search Facebook ferramenta de busca social que foi anunciada em Janeiro deste ano e está a ser alargada gradualmente a todos os utilizadores, facilita o trabalho dos recrutadores na hora de encontrar profissionais. Uma rápida pesquisa sobre «pessoas interessadas em Java, que vivem em São Francisco» apresenta uma lista com mil candidatos.
Se está a procurar um novo emprego ou quer expandir a sua rede profissional, o Facebook é um boa dica. Abaixo sugerem-se cinco aplicações que podem ajudar na procura de novas oportunidades no mercado de trabalho.

1. BranchOut
O BranchOut é um app do Facebook, que foi lançado em 2010 e tem mais de 30 milhões de membros. É usado para conectar profissionais e também para procurar oportunidades de emprego.
O BranchOut inclui uma «Linha do Tempo de Carreira» similar à Timeline do Facebook. Permite a publicação de fotos, notícias e actualizações para criar narrativas da trajectória profissional. A ferramenta possibilita que pessoas relatem conquistas profissionais, mostrando os momentos importantes da sua carreira.
Além de conectar profissionais, o BranchOut permite que se envie uma cópia do currículo, encontre pessoas que seguem, partilha de conteúdos, destacar as habilidades, enviar e receber mensagens de outros profissionais. A ferramenta conta ainda com uma aplicação móvel para fazer o download do Facebook App Center.

2. BeKnown
O app BeKnown do Facebook utiliza dados de empregos do site Monster.com para informar se está ligado com empresas que têm vagas abertas através dos amigos da rede social.
No BeKnown o perfil profissional é preenchido com informações básicas. Pode-se adicionar informações profissionais, pedir uma URL personalizada e recomendações para colegas. Também pode ganhar distintivos que são adicionados ao seu perfil e ligar-se com novas pessoas.
Além dos anúncios de emprego, pode encontrar pessoas com quem deseja ligar-se profissionalmente (negócios no BeKnown não são publicados no Facebook) e enviar e receber mensagens. Para ajuda-lo a expandir sua rede, o app também conecta-o com colegas do passado e do presente, sugerindo pessoas que talvez interesse de acordo com o local onde trabalham ou estudam.
Ao contrário BranckOut, o BeKnown é carregado pelo Facebook. Assim, não é necessário aceder a um site externo.

3. Identified
O Identified é uma aplicação de recrutamento social do Facebook. A ferramenta utiliza informações profissionais recolhidas a partir de Facebook para mostrar uma «qualificação Identificada» através de números de 1 a 100, que são atribuídos ao utilizador, à sua empresa e actual universidade. Essa pontuação também pode ser associada a características como qualidade do ambiente de trabalho, por exemplo.
Quanto mais informações adicionar à sua trajectória educacional e profissional mais pontos acumula no Identified. Essa classificação ajuda os profissionais a analisarem as suas competências e experiências para determinados tipos de vagas.

4. Jobvite
A aplicação Jobvite do Facebook permite aos utilizadores encontrar, consultar e avaliar oportunidades de emprego com os amigos, candidatar-se a vagas e ver o seu status no processo de contratação a qualquer momento. Esse recurso cria «uma relação positiva e transparente para empresas e candidatos», informa a empresa Jobvite.
Pode-se procurar por empregos de acordo com uma palavra-chave ou lugar. Os resultados vão listar o nome da empresa, a posição, a data em que a vaga foi publicada e se a sua rede está ligada ao empregador que está a recrutar profissionais.



fonte: diariodigital.sapo.pt

27 de fevereiro de 2013

25 Sites para Procurar Emprego



http://jooble.org
http://jooble.com.pt
http://jooble-br.com
aeiou.expressoemprego.pt
bonsempregos.com
careerjet.pt
central-emprego.com
clickemprego.com
clix.expressoemprego.pt
emprego.pt
emprego.comunidades.net
emprego.universia.pt
empregos.pt
empregos.org
empregosonline.pt
infoemprego.pt
juventude.gov.pt/Portal/Emprego
maisemprego.pt
netemprego.com
net-empregos.com
ofertas-emprego.com
portalemprego.eu
portugalemprego.com
portugalempregos.com
superemprego.sapo.pt


MAIS SUGESTÕES:


7 Sites para Procurar Emprego no Estrangeiro

Os números do desemprego não enganam: existem 923,2 mil de portugueses sem trabalho em Portugal. Para combater este flagelo, uma das opções mais procuradas pelos portugueses é a emigração. Se é o seu caso, conheça 9 sites onde pode procurar trabalho fora de portas nacionais:

Anywork Anywhere

(http://anyworkanywhere.com/index.html) Está desempregado e gostava de passar uns meses fora do país, sem ser definitivo? Este site é direcionado para empregos sazonais ou voluntariado. O serviço é gratuito e não é necessário registar-se no site, visto que entra em contacto diretamente com os empregadores

Trabalho em Angola

(http://www.trabalhoemangola.com/) Angola é considerado o novo El Dourado para os portugueses que vivem em plena crise económica. Se também quer mudar-se de armas e bagagens para este país, este site é um bom ponto de partida.


Eures

(http://ec.europa.eu/eures/home.jsp?lang=pt) É um site para cidadãos do Espaço Económico Europeu, que proporciona o acesso a ofertas de emprego de emprego nos países do EE. Poderá aceder a informação sobre mobilidade dos trabalhadores, procurar trabalho e criar um currículo acessível aos empregadores.


Career Jet

(http://www.careerjet.com.br/) Se o calor e a língua são fatores que o atraem, e já tem as malas prontas para se aventurar no Brasil, então siga o Career Jet Brasil, onde poderá encontrar ofertas de emprego em “terras de Vera Cruz”. Pesquise por palavras-chave e região ou então as vagas por indústria ou localidade.


Portal do emprego

(http://portalemprego.eu/abroads.php) N Neste site encontra informação útil sobre a maioria dos países da União Europeia, como dados sobre o desemprego ou o salário médio, links para instituições, serviços públicos e portais de emprego.

International Careers & Jobs

(http://www.4icj.com/) Se não tem ideia definida, este site apresenta ofertas de emprego nos cinco continentes. Se escolher o Brasil como destino, basta clicar em “América Latina”, depois “Brasil” e aparecem informações como agências recrutadoras, lista de empresas, informação de como fazer um currículo, entre outras.


Eurobrussels

(http://eurobrussels.com/) Se procura um emprego numa instituição da União Europeia, poderá começar por procurar no EuroBrussels.com. Aqui irá encontrar vários anúncios de emprego de instituições e pode fazer uma triagem por categoria de emprego, tempo de experiência e país para o qual gostaria de emigrar.





fonte: jornal i

14 de fevereiro de 2013

Trabalhar na Alemanha: sessões de esclarecimento já abriram


Alemanha tem vagas em várias áreas profissionais e está disposta a ajudar com cursos de alemão, formação profissional e despesas de deslocação

Arranca dia 19 a «Welcome to Germany Tour», uma série de sessões de esclarecimento e aconselhamento para jovens portugueses desempregados que queiram trabalhar na Alemanha.

A «Welcome to Germany Tour 2013» vai passar por Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Setúbal, Évora, Faro e Portimão, para informar, aconselhar e pré-selecionar os interessados.

Esta será a primeira edição, e vai estender-se de 19 de fevereiro a 1 de março. Mas as inscrições já estão abertas para as sessões de Porto, Faro e Portimão, por isso, o melhor é apressar-se. Se vai esperar por uma sessão na sua cidade, o melhor é «ficar de olho» no site do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) para não deixar passar a oportunidade, quando as inscrições abrirem.

Estas sessões de informação e aconselhamento são «orientadas para trabalhadores nas áreas profissionais em que a Alemanha apresenta défices de mão-de-obra», explica o IEFP numa nota. As áreas em que a Alemanha mais precisa de profissionais são Saúde, Engenharias, Tecnologias da Informação, Hotelaria e Restauração, mas também trabalhos técnicos como canalizadores, mecânicos, soldadores, serralheiros, etc.

Nestes encontros não participam empresas que estejam a recrutar, mas serão abordados aspetos práticos, fundamentais para quem pondera mudar-se para a maior economia da Europa: as condições de vida e trabalho na Alemanha, informação e dicas práticas sobre candidaturas a empregos, a abordagem a empresas alemãs, a bolsa de emprego JobBörse e ainda o portal www.make-it-in-Germany.com.

Os especialistas que vão participar darão também aconselhamento personalizado sobre dossiers de candidatura e darão ainda explicações sobre apoios financeiros disponíveis à mudança para a Alemanha.

«Novas sessões de informação e aconselhamento, mais dedicadas a alguns grupos de profissionais específicos, e eventos destinados a recrutamento serão programados posteriormente, ao longo do ano», acrescenta o IEFP.

Alemanha oferece formação profissional, estágios e empregos

Mas há outras iniciativas em curso com o objetivo de selecionar candidatos para as ofertas de emprego disponíveis na Alemanha. O Governo Alemão aprovou um programa de apoio à mobilidade jovem que vigorará até 2016, dirigido a jovens europeus interessados em frequentar formação profissional ou em trabalhar na Alemanha.

Esta iniciativa, chamada «The job of my life» dispõe de 140 milhões de euros para apoiar cursos de língua alemã, despesas de viagem e permanência, bem como apoios durante a frequência de formação/estágio/início de contrato de trabalho, custos com o reconhecimento profissional, etc. em duas vertentes: formação profissional e emprego.

Por um lado, o programa pretende proporcionar a jovens entre os 18-35 anos formação profissional em empresas alemãs (sistema dual), com uma duração que pode chegar aos 3 anos, podendo abranger várias profissões e níveis de qualificação. O IEFP e o seu homólogo alemão (BA/ZAV) estão já a preparar o projeto, com vista ao início da formação, em setembro de 2013. Aqui, os apoios concedidos consistem na formação em línguas, no processo de reconhecimento profissional, nas despesas com viagens e permanência na Alemanha e em apoios durante a frequência de formação / estágio. Não há garantia de colocação (contrato de trabalho) no final da formação.

Na vertente do emprego, o programa pretende proporcionar a jovens entre os 18-35 anos com qualificação superior, apoio (financeiro e não só) para a sua colocação naquele país.

Decorre ainda até final de 2013 a iniciativa da Comissão Europeia «Your first EURES Job», que promove a mobilidade dos jovens e que contempla também apoios à mobilidade.

MAIS SUGESTÕES: 


in tvi24.iol.pt

20 de janeiro de 2013

IRS separado compensa se um for desempregado




O FMI diz que taxar em conjunto o casal em sede de IRS desincentiva a procura de emprego se um cônjuge estiver desempregado.
Mas taxar em separado acaba por ser pior quando estão os dois empregados. O fiscalista Tiago Caiado Guerreiro e Jaime Esteves, responsável pelo departamento fiscal da consultora PwC, não têm dúvidas quanto a esse aspeto.
Portugal é dos poucos países que aplica de forma compulsiva o conceito de unidade familiar do ponto de vista fiscal, impondo uma taxa marginal elevada. A frase está no documento "Selected Issues" do FMI, anteontem divulgado. A opinião não vincula o Fundo, mas levanta uma questão complicada.   

3 de maio de 2012

Como uma melhor imagem pode abrir portas no trabalho


Numa altura em que procurar emprego é cada vez mais um desafio, ter uma boa apresentação faz toda a diferença.
Quem ainda não acredita que a imagem é um dos melhores cartões de visita de um profissional tem muito pouco tempo para se desenganar. Há cerca de dois anos o jornal francês Le Figaro já tinha chamado a atenção para este facto, lembrando que em tempo de crise o ‘dress code' se altera - pedindo uma imagem mais austera e com menos reflexos de luxo. Mas menos luxo não pode ser sinónimo de descuido. E longe vão os tempos em que os profissionais eram valorizados simplesmente pelo que sabiam e nunca pela forma como se vestiam. O factor imagem pode mesmo ser decisivo num processo de recrutamento. Numa conjuntura tão difícil como a actual, em que o trabalho cada vez mais escasseia e a manutenção de um emprego está longe de ser um dado adquirido, não conta só o desempenho mas também a imagem que se transmite.
Sinal disso é que os serviços de consultoria de imagem se foram multiplicando e conhecem cada vez mais procura, tanto por parte de particulares como de empresas, que querem ajudar os seus funcionários a fazer um melhor aproveitamento da sua imagem. Antes de mais "o importante é elucidar as pessoas sobre o seu tipo de corpo e ensiná-las a rentabilizar a roupa que têm em casa", explica Margarida Marques de Almeida, da Style It Up, ao Diário Económico. "Depois é preciso adequar o estilo à função que se desempenha ou à qual se está a candidatar", refere a especialista, que garante que ao contrário do que muitos ainda pensam, "este não é um serviço de luxo".
Apesar da actual crise, Dora Dias, da Blossom Imagem Consulting confessa que, "se calhar, um pouco contra todas as expectativas, as pessoas procuram cada vez mais fazer compras mais informadas". Por isso, as clientes vão das que contactam a empresa mais porque querem apresentar-se de acordo com as tendências da moda como porque têm preocupações de origem económica e querem melhorar a imagem e tirar melhor partido do seu guarda-roupa.
Margarida Marques de Almeida, uma das sócias da Style It Up, defende mesmo que não só em contexto profissional mas também pessoal, "é importante as pessoas procurarem ter uma imagem sempre actual", nota. Chegar a uma entrevista de emprego e apresentar uma imagem ultrapassada pode passar a ideia errada de que a própria pessoa está desactualizada enquanto profissional. "Hoje em dia vivemos num mundo em que a imagem tem muita importância. Uma pessoa que se preocupa com a sua aparência mostra cuidado e respeito não só pelas suas funções como pela própria empresa onde trabalha", reforça Dora Dias. "Se alguém tiver de escolher entre duas pessoas com as mesmas competências mas em que uma tem uma imagem mais cuidada, esta última tem mais hipóteses", acrescenta.
A Style It Up é uma empresa de consultoria de imagem procurada maioritariamente por mulheres executivas na casa dos 30 ou quarenta anos. "Mas também há pessoas que estão desempregadas e que nos pedem ajuda para melhorar a sua imagem junto de possíveis empregadores", diz a responsável. Já Dora Dias diz que tem entre os seus clientes profissionais liberais, consultores, gestores, responsáveis de topo de empresas ou mesmos senhoras que vêm de Angola ou do Brasil, com alguma capacidade financeira e que procuram a Blossom para as ajudar na compra de roupa ('personal shopping').
Embora varie consoante as exigências do cliente, o preço de uma consultoria na Style It Up que inclua análise corporal, análise do guarda-roupa e conselhos sobre como rentabilizar as peças que se tem em casa pode custar cerca de 450 euros. Já o custo serviço de ‘personal shopping' - acompanhar a pessoa nas compras e garantir que adquire peças que a valorizam - varia e acrescenta ainda o custo das compras em si. "Cada pessoa define o que quer ou pode gastar. Em média as pessoas que chegam até nós têm um orçamento de 200 euros para gastar, que já dá para bastante", conta Margarida.
Na Blossom, tanto se oferece serviços mais económicos, com preços que podem ser de 35 euros, por exemplo, como fazem análises de estilo, trabalhos mais exaustivos, em que o preço já será de 150 euros.
Preparar mulheres para o mercado de trabalho
Parece, à primeira vista, uma empresa de mudança de imagem mas a Dress for Success é, na verdade, uma ONG que tem por missão promover a integração e sucesso das mulheres no mercado de trabalho. "As mulheres que vão ter connosco têm dificuldades financeiras, são mães solteiras ou estão desempregadas há muito tempo", explica Fernanda Machado, responsável em Portugal pelo projecto de raízes norte-americanas. A Dress for Success prepara-as para a primeira entrevista de emprego e acompanha-as nos primeiros tempos do novo desafio. Ajudar a aumentar o grau de sucesso no mercado de trabalho passa não só pela melhoria da imagem e apresentação mas também por um maior nível de conhecimentos e por uma postura adequada. O lema é o de que "todas nós podemos começar como empregadas de mesa e terminar donas de restaurantes", exemplifica. A empresa não tem por função ajudar na procura de emprego, avisa a responsável. Quem chega à Dress for Success tem uma primeira entrevista e pede ajuda na sua preparação. Quem não for bem sucedida, conta com o apoio da organização para ‘afinar' o que pode ser melhorado. A roupa para as clientes resulta das doações. Entre os ‘mecenas' contam-se CGD, Citibank, Galp, Accenture ou a embaixada dos EUA. No balanço dos primeiros três meses de existência, Fernanda Machado diz que "em 48 mulheres, 18 entraram no mercado de trabalho".

in economico.sapo.pt
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