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2 de novembro de 2011

Quanto custa arrendar uma casa em Lisboa?



Com o acesso ao crédito bancário cada vez mais difícil, o Económico mostra-lhe os preços de arrendamento para um T1, T2 e T3 em Lisboa.
A subida das taxas de juro e as regras mais rígidas das instituições financeiras em conceder empréstimos para aquisição de casa estão a levar cada vez mais famílias a recorrer ao arrendamento.
"Há dois anos e meio, em cada 100 pessoas havia 70 interessadas em comprar casa. Hoje em dia é ao contrário. Em cada 100 há 70 que procuram arrendar", explica Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação (APEMIP).
De acordo com um estudo recente desta Associação, as zonas da Lapa, Chiado e Expo (ver em anexo mapa de Lisboa), são as mais dispendiosas para arrendar um apartamento. Por exemplo, na Lapa, um apartamento T2, o mais procurado pelas famílias, pode variar entre os 500 e os 1530 euros. No caso da Expo, o preço atinge os 1810 euros.
"Mesmo no segmento alto, as pessoas preferem arrendar uma casa numa boa zona em vez de optarem pela compra. Neste momento há muita incerteza nos mercados", diz o presidente da APEMIP.
A procura para arrendamento é também constituída por famílias que deixaram de conseguir pagar os empréstimos ao banco, jovens casais ou casais divorciados a quem são negados empréstimos. "No mercado médio e médio baixo, as pessoas não têm hipótese de recorrer ao crédito", acrescenta Luís Lima.
Para estas pessoas ir viver para as zonas mais baratas de Lisboa é a única solução. O T1 é, muitas vezes, a tipologia escolhida. Segundo o mesmo estudo, as freguesias do centro de Lisboa, como São Paulo, Socorro ou Pena, são as mais baratas para arrendar com preços a partir dos 386 euros.
Já o T3 mais barato pode ser arrendado por 500 euros em Marvila, Penha de França ou Santa Engrácia. O mais caro, por outro lado, pode atingir os 2700 euros e fica nas zonas de Carnide e Lumiar.



António Sarmento e Luís Lopes    
in economico.sapo.pt

20 dicas para poupar dinheiro na cozinha




A alimentação representa uma das maiores fatias do orçamento mensal de qualquer pessoa e, embora não seja possível deixar de comer, é possível e bastante fácil começar a poupar dinheiro na cozinha.
  1. Poupar na cozinha começa por aprender a poupar nas compras de supermercado: desde ir com uma lista previamente feita, fazer as compras de barriga cheia, sem crianças e aproveitando os cupões e promoções, são muitos os truques que o podem aliar na hora de abastecer o frigorífico e a despensa.
  2. Não vá ao supermercado durante uma semana e cozinhe exclusivamente com aquilo que tiver na cozinha – para além de poupar dinheiro, irá esvaziar o seu stock de alimentos, descobrindo produtos que talvez já nem se lembrava que tinha.
  3. Poupe muito dinheiro em fruta e legumes, bastando para isso comprar este tipo de alimentos exclusivamente dentro da sua época própria – para além de poupar dinheiro, a fruta e os legumes são mais saborosos quando são sazonais.
  4. Cozinhe apenas o que vai comer, para não desperdiçar – isto passa por ter um congelador organizado com as porções certas para a família em questão.
  5. Por outro lado, se cozinhar em grandes quantidades e depois congelar para várias refeições vai poupar energia.
  6. Aproveite toda a comida que sobra: para almoçar no dia seguinte ou para juntar tudo num tacho e fazer uma omeleta ou uma massa. Use a sua imaginação e crie novas e saborosas receitas para os restos de comida.
  7. Poupar na cozinha também passa pela forma como se cozinha. Aprenda a poupar gás: cozinhe com os testos nas panelas e numa boca do fogão adequada ao tamanho do tacho; use a panela de pressão; não encha as panelas com demasiada água; depois da fervura, reduza a chama do fogão; ligue a boca do fogão apenas quando a panela estiver pronta para cozinhar e desligue-a 10 minutos antes do tempo previsto para finalizar a cozedura sem desperdício.
  8. Evite comprar bolos e sobremesas já prontas, opte antes por confecioná-las você mesmo. O resultado? Um doce caseiro por metade do dinheiro!
  9. Para poupar nas despesas com carne e peixe, faça uma refeição vegetariana uma ou duas vezes por semana.
  10. Tenha sempre uma panela de sopa feita – para além de ser um alimento económico, saudável e saciante, basta congelar em tupperwares individuais para ter sempre à mão.
  11. Sempre que tiver de aquecer alimentos, opte pelo micro-ondas em vez do forno ou do fogão.
  12. Confecione o seu próprio pão.
  13. Escolha receitas que tenham os mesmos ingredientes em comum, ou seja, se comprou um naco de queijo parmesão para fazer uma lasanha, procure alternativas para o acabar de gastar: numa salada ou omeleta por exemplo.
  14. Sempre que possível, adquira os seus alimentos diretamente dos produtores.
  15. Deixe os alimentos descongelar naturalmente em vez de os colocar no micro-ondas ou debaixo de água quente a correr.
  16. É possível congelar praticamente qualquer alimento, por isso, se tiver alguma coisa em excesso ou passível de se estragar, lave, arranje e congele. O mesmo se aplica a enlatados – se tiver uma lata de cogumelos próxima da data de validade, cozinhe-os, preparando um molho, por exemplo, e depois congele.
  17. Uma boa sanduíche – com queijo, fiambre, ovo, tomate e alface – é uma receita rápida e económica. Junte-lhe uma sopa e uma fruta e terá uma refeição completa low-cost.
  18. Gastar menos eletricidade na cozinha passa por manter o frigorífico e o congelador cheios e limpos. Para além disso, evite manter as suas portas abertas durante muito tempo enquanto retira ou coloca alimentos nos mesmos. Uma dica económica é juntar tudo o que tiver para guardar ou retirar do frigorífico e fazê-lo de uma só vez.
  19. Utilize menos carne ou peixe, optando por uma maior quantidade de ingredientes mais económicos como legumes dentro da época, arroz ou massa.
  20. Pesquise receitas económicas na Internet ou em livros de culinária – existem muitas opções para se poder comer bem, mesmo a baixo custo.



in saberpoupar.com

Como poupar na Época Natalícia?




Estamos a aproximar-nos da época natalícia e já se começa a ver a publicidade em todas as lojas e centros comerciais, convidando ao consumo através da venda de presentes de natal. Mas é possível ter um excelente natal sem ter de se endividar, se começar já a planear um orçamento para gastar no presente de natal das pessoas de quem gosta.


Aqui ficam algumas ideias para poupar dinheiro em presentes de natal e divertir-se de igual forma.

Enumerar os presentes de natal
Em casos de famílias grandes ou pequenas, de muitos ou poucos amigos, é uma boa ideia fazer uma lista das pessoas a quem deseja dar presentes de natal e deve combinar com eles que cada pessoa recebe no máximo um presente de natal.

Comprar presentes de natal só para certas idades
Uma das formas de poupar mais dinheiro e continuar a ter um natal em família divertida é escolher dar presentes de natal só até uma certa idade. Em primeiro lugar porque muitas vezes compram-se dezenas de prendas de valor muito baixo só para termos alguma coisas que oferecer, sendo que acaba por haver trocas de meias, lenços e outros produtos do género que não representam o espírito de natal e são apenas formas de não ficarmos sem oferecer e receber coisa alguma. Por outro lado, se dermos presentes de natal apenas a crianças até aos 18 anos (ou menos), podemos oferecer um presente de natal melhor e mesmo assim poupar dinheiro no conjunto das prendas de natal.
O natal para os adultos tem a ver com a reunião da família anualmente, enquanto para as crianças o significado dos presentes de natal é muito maior.

Presentes de natal com limite
Depois de saber a quem vai dar os presentes de natal, é importante definir um preço máximo por cada prenda. Desta forma ninguém se sentirá mal por ter dado um presente com um valor mais baixo do que recebeu. Procure uns preços razoáveis para os presentes de natal e combine com a sua família que ninguém ultrapassa esses valores.

Presentes de natal feitos em casa
Se planeou com muita antecedência o natal, conseguirá fazer ao longo do ano alguns presentes de natal para oferecer. Se souber costurar e fazer malha, pode fazer toalhas, camisolas, colchas, etc. Pode também oferecer calendários e agendas feitas com o computador.
Fotografias de família emolduradas e outros presentes de natal semelhantes têm grande significado e podem durar uma vida.
Outro presente que pode oferecer é confeccionar alguma coisa que possa oferecer, como chocolates, doces ou até um cabaz de natal com alimentos feitos por si.

Lembre-se que o Natal é um dia para passar tempo com a família…

O princípio da recuperação financeira, está na Poupança!
Mesmo nos presentes de Natal!

carlosmartins.eu

O que vai pagar de IRS nos investimentos




A proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano também contém algumas alterações no que diz respeito aos investimentos, quer sejam nos tradicionais depósitos a prazo, quer sejam nas arriscadas acções ou ainda nos planos de poupança para a sua reforma.

Os investimentos também vão sofrer um aumento no próximo ano, em sede de IRS
Seguindo um exemplo de uma família com um depósito acima de 5 anos e outro a 8 anos, ambos a gerar 1000 euros de juros, mais-valias em bolsa de 1500 euros e um PPR com resgate ao fim de 3 anos e com dedução máxima, os encargos com impostos vão aumentar 25%.
O Saldo Positivo explica-lhe ao pormenor cada um destes investimentos e a nova tributação, em relação à proposta de Orçamento do Estado para 2012.

Depósitos a prazo

Os depósitos a prazo com maturidade acima de 5 anos vão sofrer uma penalização e vão começar a pagar a taxa liberatória máxima de IRS, ou seja, 21,5%, tal como acontece com os investimentos de curto prazo.
Até agora, um depósito que durasse, por exemplo, 5 anos e um dia, pagava uma taxa efectiva de IRS de 17,2%. A taxa diminuía para os 8,6% numa aplicação superior a 8 anos. Em termos práticos, os impostos aumentam 25% nos depósitos entre 5 e 8 anos. O aumento acima de 8 anos é de 150%.
Exemplo: Uma aplicação a 5 anos e um dia gerou juros de 500 euros. Até agora, a taxa de IRS levaria 86 euros dos seus ganhos. A partir de 1 de Janeiro esse valor sobe para os 107,5 euros. Se a mesma aplicação fosse vencida acima de 8 anos, o agravamento seria de 64,5 euros, passando de 43 euros para os 107,5 euros.

Mais-valias em bolsa

Segundo a proposta de Orçamento, as mais-valias obtidas com os investimentos na bolsa de valores vão passar a ser tributada a 21,5% em vez dos actuais 20%. Esta taxa é aplicada às mais-valias com acções, planos poupanças em acções, instrumentos derivados e títulos de dívida.
Neste momento, e até final de 2011, a taxa é de 20% e incide no saldo entre as mais-valias e as menos-valias apuradas, acima de 500 euros.
Exemplo: Se tiver 3000 euros de saldo entre mais-valias e menos-valias bolsistas, neste momento teria uma tributação de 600 euros. Com o aumento da taxa de tributação, o valor subirá para os 645 euros.

Planos Poupança Reforma

Os PPR também serão afectados com as medidas no Orçamento do Estado. A partir do próximo ano, se resgatar o PPR antes do tempo, irá ter de pagar os benefícios fiscais que teve em sede de IRS mais 10% desse valor por cada ano que o teve subscrito. Actualmente, o valor a pagar é de apenas 1% do capital aplicado mais o benefício fiscal.
No entanto, se resgatar o seu PPR em caso de morte, doença grave ou desemprego prolongado não será penalizado. Tal como se na data do resgate tiver mais de 60 anos e pelo menos 5 anos de PPR.
Exemplo: Se aplicou 2000 euros há 4 anos e teve um benefício fiscal máximo de 400 euros, até ao final do ano, caso quisesse resgatar iria pagar os 400 euros que teve em benefícios fiscais mais 1% do capital aplicado, ou seja, 20 euros. A partir de 2012, o valor a pagar seriam os 400 euros mais 40 euros por cada ano, ou seja, mais 160 euros. Em termos percentuais, dá um aumento de 33%.

in saldopositivo.cgd.pt


Saiba quanto vai aumentar o preço dos automóveis em 2012

O preço dos carros vai subir novamente a partir de 2012, depois de o Governo ter subido o Imposto Sobre Veículos.

O preço dos carros vai voltar a aumentar já no próximo ano por causa da subida do Imposto Sobre Veículos (ISV). Dos exemplos calculados pela Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (Anecra) para o Diário Económico alguns dos aumentos nos veículos mais vendidos podem rondar os 500 euros.

É o caso do Nissan Qashqai a gasóleo, que vai sofrer um acréscimo de 496 euros, passando a custar ao consumidor 26,3 mil euros. Já num dos modelos a gasolina mais vendidos - o Peugeot 207 Active - a subida será de quase 200 euros e a factura final vai ficar nos 14,4 mil euros. No caso de um Ferrari, o aumento será mais expressivo: 1,8% no preço final do carro, passando a custar 219,6 mil euros.

O Orçamento do Estado para 2012 (OE/12) trouxe más notícias para o sector. O ISV vai subir em média 6,4%, com o agravamento de 5,3% na componente de cilindrada e de 7,5% na componente ambiental - dois factores que entram no cálculo do imposto. Este aumento foi afinal menor do que chegou a ser estudado, que apontava subidas de cerca de 10% e 15% em cada componente.





A nova subida de imposto vai implicar mais dificuldades para o sector. O secretário-geral da Anecra, Jorge Neves da Silva, considera que "o sector automóvel tem sido, para todos os governos, como a galinha dos ovos de ouro", mas "o problema é que a galinha já não põe ovos". O responsável explica que "este ano há com uma quebra tremenda quer nas vendas de automóveis quer na reparação automóvel" e adverte que "o próximo ano será ainda pior". Por sua vez, o secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), Hélder Pedro, sentencia que "o cenário é mau e as perspectivas para 2012 são ainda piores".

De facto, de acordo com os dados mais recentes da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), em Setembro deste ano o mercado de automóveis ligeiros de passageiros não foi além das 9.220 unidades vendidas, o que se traduziu numa quebra de 33,8% face ao mês homólogo. Em termos acumulados, nos primeiros nove meses de 2011, as vendas de automóveis ligeiros de passageiros atingiram as 123.540 unidades, o que representou uma diminuição de 23,5% face ao mesmo período de 2010.

Nos últimos anos, o preço dos carros tem subido, sobretudo por via dos impostos, penalizando o sector automóvel. Em Janeiro deste ano, o Governo aumentou a taxa do IVA de 21% para 23%, o que levou a uma ‘corrida' à compra de carros no último semestre de 2010, antecipando a subida do imposto. O mesmo se passou em Maio e Junho de 2010, depois de o Governo de José Sócrates anunciou um aumento da taxa de IVA de 20% para 21% em Julho, altura em que houve um comportamento semelhante dos consumidores.

Desta vez, espera-se um comportamento semelhante por parte dos consumidores. Neves da Silva antecipa que "é possível que este ano, em Novembro e Dezembro as vendas subam ligeiramente (tal como aconteceu no ano passado) antecipando os agravamentos que entram em vigor em Janeiro de 2012".

No ramo automóvel, este não é o único imposto que vai subir em 2012. O Imposto Único de Circulação (IUC) também será agravado. Quem tem um Peugeot 207 Active, por exemplo vai pagar mais 3,7% de IUC, para 160,8 euros.


Gasolina

Ford Fiesta 1.25i Titanium 5p
Um Ford Fiesta vai passar a custar 15.532 euros em 2012, mais 121,6 euros do que neste ano.

Mercedes E 200 CGI BE
No Mercedes, haverá um agravamento de 500 euros, para 49.226 euros. Só no ISV a subida será de 405,8 euros.

Peugeot 207 Active 1.4VTi 95cv 5p
O preço deste carro terá um agravamento de 1,4% e vai passar a custar de 14.436 euros. Só o ISV vai subir 8,4%.


Gasóleo

Opel Corsa 1.3 CDTI 95cv ecoFlex Start/Stop Enjoy (11) 5p
Este Opel Corsa vai custar mais quase 80 euros no próximo ano. O comprador terá de desembolsar 18.679 euros.

Nissan Qashqai 1.5 dCI 110cv ECO 4x2 Visia
Este Nissan Qashqai custa este ano 25.800 euros. Quem o comprar em Janeiro do próximo ano terá de pagar 26.296 euros.

VW Golf VI Variant 1.6I TDI 105cv DPF Confortline
Quem optar por este modelo da Volkswagen vai ter de pagar mais 360 euros no próximo ano, num total de 28.986 euros.




in cantinhodoemprego.com

Orçamento do Estado. Alterações no IVA vão afectar diariamente o bolso dos portugueses




Conheça a lista de bens e produtos que serão alvo de agravamento da taxa de IVA a partir de Janeiro de 2012

A proposta de lei do governo do Orçamento do Estado (OE) para 2012 foi apresentada na Assembleia da República no passado dia 17 de Outubro. Aproxima-se agora a data da discussão na especialidade, seguida do debate na generalidade. A discussão e votação final global está agendada para 30 de Novembro.
Aprovada a proposta, a Lei do OE, incluindo alterações, actualizações e autorizações em matéria fiscal nela previstas, passará a vigorar e produzir efeitos a partir do dia 1 de Janeiro de 2012.
A Área de Prática de Direito Fiscal PLMJ analisa as medidas fiscais previstas, onde se verifica uma tendência de subida de quase todos os impostos (ver caixas de texto). As alterações ao imposto sobre o valor acrescentado (IVA) serão das mais visíveis no quotidiano dos portugueses, uma vez que o OE propõe mudanças na taxa intermédia, ao mesmo tempo que a lista de bens e produtos que agora pagam IVA a 6% vai ficar substancialmente reduzida. A análise da PLMJ especifica o cabaz de produtos sujeitos a estas alterações.





Alterações da taxa reduzida para normal Assim, prevê-se que a taxa reduzida de 6% passe para a taxa normal de 23% nos seguintes bens e serviços: sobremesas de soja; águas adicionadas de outras substâncias; batata fresca descascada, inteira ou cortada, pré-frita, refrigerada, congelada, seca ou desidratada, ainda que em puré ou preparada por meio de cozedura ou fritura; refrigerantes, xaropes de sumos, bebidas concentradas de sumos e produtos concentrados de sumos; espectáculos, provas e manifestações desportivas e outros divertimentos públicos. Feitas as contas, a taxa de IVA nestes bens e serviços sofre uma subida de 17%.
A taxa reduzida nas regiões autónomas é ainda de 4%, nada propondo a proposta de lei do OE quanto à alteração desta taxa. Por sua vez, a taxa normal de IVA (23% no Continente) é ainda de 16% nas regiões autónomas e mais uma vez o OE não propõe alterações.
Alterações da taxa reduzida para a intermédia Prevê-se que a taxa reduzida de 6% no Continente deixe de ser aplicada às transmissões de águas de nascente, minerais, medicinais e de mesa, águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico (com excepção das águas adicionadas de outras substâncias), as quais passam a ser tributadas à taxa intermédia de 13% (ainda 9% nas regiões autónomas), representando esta proposta um aumento de 7%, no Continente da taxa de IVA actualmente aplicável aos bens referidos e de 5% nas regiões autónomas.
Alterações da taxa intermédia para a normal A lista de produtos que sofrerá um agravamento de 13% para 23% é extensa. No cabaz de produtos afectados estão gasóleo de aquecimento; conservas de frutas ou frutos; frutas e frutos secos; conservas de produtos hortícolas; óleos directamente comestíveis e suas misturas (óleos alimentares); margarinas de origem animal e vegetal; café verde ou cru, torrado, em grão ou em pó, seus sucedâneos e misturas; aperitivos à base de produtos hortícolas e sementes; produtos preparados à base de carne, peixe, legumes ou produtos hortícolas, massas recheadas, pizzas, sandes e sopas, ainda que apresentadas no estado de congelamento ou pré-congelamento, e refeições prontas a consumir, nos regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio; aperitivos ou snacks à base de estrudidos de milho e trigo, à base de milho moído e frito ou de fécula de batata, em embalagens individuais; aparelhos, máquinas e outros equipamentos exclusiva ou principalmente destinados a captação e aproveitamento de energia solar, eólica e geotérmica, entre outros.

in ionline.pt


Deduções à Coleta no IRS em 2012 – limites máximos




A proposta de Orçamento de Estado de 2012 (via Negócios) estabelecem limites máximos às deduções a coleta em sede de IRS diferenciados de acordo com os distintos escalões. Os dois escalões mais baixos continuam sem limite e os contribuintes colocados no 7º e 8º escalão continua sem poder deduzir qualquer valor, à semelhança do que sucedia em 2011.
Os restantes têm agora os milites máximos que abaixo indicamos e que podem ser majorados em 10% por cada criança a cargo. Note-se que estes limites máximos de dedução aplicam-se ao acumulado de deduções com despesas de saúde, educação, empréstimos à habitação, lares e pensões de alimentos o que representa um significativa alteração face ao que vigorava até este Orçamento de Estado.
(em atualização)
Rendimento Colectável
Taxas Rendimentos de 2012 Deduções máximas à coleta
Até 4.989 11,5 Sem Limite
De mais de 4.989 até 7.410 14 Sem Limite
De mais de 7.410 até 18.375 24,5 1250
De mais de 18.375 até 42.259 35,5 1200
De mais de 42.259 até 61.244 38 1150
De mais de 61.244 até 66.045 41,5 1100
De mais de 66.045 até 153.300 43,5 0
Superior a 153.300 46,5 0

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