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4 de novembro de 2012

Aprenda com os erros. O que pode e o que não pode dizer no CV


Normalmente quando se oferece emprego pede-se aos candidatos que enviem, com o Currículo Vitae, uma carta de motivação que vá para lá do percurso profissional e que dê a conhecer um pouco mais do candidato. Descrever a família ou a infância pode não parecer ser muito motivador, mas a forma como é dito ou mostrado pode fazer a diferença.

Num estudo junto de várias empresas, o centro britânico CareerBuilder, tentou perceber o que os candidatos escrevem para serem notados. No contacto com 2298 empregadores aperceberam-se de que a inovação já não assusta os candidatos.
Por outro lado, a técnica funciona já que os empregadores confessaram que em 30 segundos conseguem perceber se o candidato tem ou não potencial para ingressar na empresa.
Conheça as maiores inovações apresentadas e que tiveram direito a um contrato:
1 - Um candidato enviou um resumo da sua vida na forma de um puzzle, sempre que se puxava um título, o resumo alinhava-se;
2 - Candidatas que nunca trabalharam optaram por colocar as facetas de mãe, cozinheira, professora, terapeuta, doméstica, motorista;
3 - Uma candidata para o departamento de marketing de uma empresa criou uma brochura de auto-promoção;
4 - Um candidato que se apresentava como cozinheiro, apresentou o currículo na forma de menu;
5 - Um candidato fez uma imitação perfeita de uma imagem de pesquisa da Google, onde dizia ser o candidato perfeito;
Por outro lado, há muita coisa que é dita e que retrai o empregador em menos de 30 segundos.
Se pensar em inovar, evite este tipo de abordagem:
1 - "Sou um génio, posso ser entrevistado no meu apartamento";
2 - "A minha família pertence a um Gang";
3 - "Sei caçar crocodilos";
4 - "Hobbie: Roubo informações pessoais através da Internet";
5 - "Este currículo deve ser lido como uma canção";
6 - "Fui o príncipe do baile de finalistas em 1984";
7 - Idiomas: Antártico;
8 - A fotografia do Currículo era tirada numa rede;
9 - Currículo era enfeitado com coelhos cor-de-rosa;
10 - Candidata considerou-se atenta a pormenores e escreveu mal o nome da empresa a que se candidatava;


In: www.dinheirovivo.pt

29 de outubro de 2012

Dicas para encontrar trabalho em tempo de crise

 

Fique de olhos e ouvidos abertos, fazer contactos e enviar currículos, mas com critério.


“É verdade que o recrutamento baixa um pouco nos meses de verão, sobretudo no mês de agosto, mas é sempre possível encontrar emprego”, lembra o presidente da empresa de trabalho temporário Egor, Amândio Fonseca.  Por isso, convém
Faça uma procura seletiva. Defina objetivos. Andar à procura de ‘qualquer coisa’ é o mesmo que andar à procura de nada. Mesmo que tenha várias áreas de procura (e currículos para cada uma), deve definir objetivos  que lhe vão permitir obter mais informações sobre o mercado, a empresa e a forma como esta faz recrutamento. Só com este tipo de dados é possível fazer a diferença na abordagem às empresas.
Aposte num CV coerente. Adapte o CV para cada sítio que enviar, tirando ou acrescentado os dados mais relevantes. Antes de enviar, informe-se sobre as pessoas certas a contactar e a melhor forma de abordagem.  Não ceda à tentação de enviar para toda a gente.
Prepare a entrevista. Informe-se bem sobre a empresa e o trabalho a que se está a candidatar. Só assim poderá mostrar que sabe exatamente de que forma a sua contratação seria uma mais-valia.
Dedique-se ao networking. Muitas vezes, a melhor forma de encontrar emprego é ser recomendado por alguém. Saber de uma vaga no momento certo faz toda a diferença. Para isso é preciso mobilizar a sua rede de contactos. Percorra a lista telefónica, envie mails, aceite convites e conheça pessoas novas. Quanto mais pessoas souberem que procura emprego e as qualificações que tem, melhor. Faça o seu marketing pessoal.
Descanse e divirta-se. Não tem de se sentir culpado por ir à praia ou estar a divertir-se porque não tem emprego. Lembre-se que nos momentos de lazer também está a reforçar e a ampliar a sua rede de contactos, algo precioso para quem procura emprego. Além disso, zela pela sua saúde mental. A vida continua, com ou sem emprego, e a alegria (ainda) não paga imposto.
Carpe Diem. Enquanto o emprego não aparece, vale a pena apostar no trabalho sazonal ou temporário, aconselha Amândio Fonseca. “Há setores que aumentam o recrutamento nesta altura, como a restauração, mas também é possível pensar noutros trabalhos, como o apoio a piscinas ou apanha de fruta no estrangeiro.” Substituir pessoas nas férias também não deve ser encarado como um preconceito, “até porque há muitas empresas que encaram o trabalho temporário como forma de conhecer as pessoas e depois fazem recrutamentos permanentes, acontece com muita frequência”, garante.

 
 
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