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29 de julho de 2015

Cinco erros a evitar se vai comprar nos saldos

Antes de ir às compras, faça uma lista e estabeleça um limite máximo para gastar. Conheça alguns erros a evitar quando for aos saldos.



Desde o início do ano, quando entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 10/2015, que a venda em saldos pode realizar-se em qualquer período, desde que não ultrapasse a duração de quatro meses por ano. Assim, se for passear pela baixa da cidade onde reside é possível que já encontre muitas lojas com “saldos”, outras com “descontos” e também pode deparar-se com placas com “promoções”. 


Embora possa ser tentador adquirir produtos por um preço mais simpático do que o normal é importante que estabeleça algumas regras, por forma a não deslizar o orçamento e cometer erros que penalizam a carteira. Fique a conhecer alguns erros que deve evitar quando for aos saldos.

1. Não estabelecer um limite máximo para gastar

 Planear as compras antes de sair de casa é uma forma de resistir às compras por impulso. Assim, definir um ‘plafond’ máximo que pode gastar é uma regra básica para não perder a cabeça. Este limite deve ser definido após ter realizado uma análise cuidada ao orçamento familiar, para estabelecer quanto é que pode gastar sem causar uma crise financeira na família, nomeadamente, deixar de conseguir pagar algumas contas ou não ter dinheiro para poupar. 

2. Esquecer-se de fazer uma lista 

Se está a aproveitar a época de saldos para fazer umas compras que necessita ou para adquirir presentes para a família e amigos é importante que faça uma lista com algumas ideias dos presentes que as pessoas podem gostar e com o valor que pretende gastar com cada presente.

3. Não fazer pesquisa

Depois de ter o limite máximo definido e a lista de compras que pretende adquirir, pode ser benéfico para a carteira fazer uma pesquisa. Desta forma, está a evitar aquela sensação de frustração quando descobre que na loja ao lado de casa o artigo estava com um preço ainda melhor. Com a internet, a pesquisa é bem mais fácil. Hoje em dia pode recorrer a um dos inúmeros sites que fazem comparação de preços, assim como pesquisar nos sites que disponibilizam cupões de desconto. 

4. Comprar indiscriminadamente

Só porque está em promoção, não significa que seja uma boa compra. Só está realmente a poupar se comprar algo que necessita por um preço mais barato, caso contrário está apenas a gastar dinheiro num bem que não compraria se não estivesse em saldos. Faça o seguinte exercício: olhe para as gavetas, armários e despensas para descobrir a quantidade de coisas que já comprou porque estavam com bom preço, mas que não utiliza. Este gesto será útil para ter uma perspetiva de quanto dinheiro desperdiçou em inutilidades.

5. Escolher o preço em vez do valor 

Este é um fator a analisar com cuidado: Um item de baixo custo nem sempre pode ser a melhor compra. O valor do produto é, por vezes, mais importante. Por exemplo, se pretende adquirir um sofá que está com 50% de desconto e um preço atraente, mas não tem a qualidade e conforto desejados, poderá arrepender-se dessa compra e do dinheiro que gastou. Um artigo semelhante, com mais qualidade, mas com um desconto menor e preço superior, poderá ser um investimento mais inteligente. Não deixe que seja o fator preço a definir a sua escolha. Provavelmente o sofá mais caro vai durar mais tempo e o investimento vai compensar a longo prazo.






in saldopositivo.cgd.pt

27 de dezembro de 2012

Saldos começam já amanhã: um Guia para as compras pós-Natal


A época oficial de saldos de inverno começa a 28 de dezembro e prolonga-se até 28 de fevereiro, mas à semelhança do que já tem acontecido em anos anteriores, as grandes superfícies e lojas especializadas começaram mais cedo e já têm promoções que prometem agradar aos clientes na época pré-natalícia.
El Corte Inglés
O El Corte Inglés realiza várias campanhas promocionais que abrangem a tecnologia, roupas e acessórios. À semelhança do que já tem acontecido noutros anos, a cadeia El Corte Inglés vai realizar uma mega campanha de descontos no dia 26 de dezembro - pode atrasar as prendas de Natal um dia e aproveitar o Black Friday.
Centros comerciais Sonae
A Promofans voltou com mais promoções e desta vez lembram que já pode fazer a sua lista de Natal. A nova promoção está válida até dia 31 de dezembro e os descontos podem chegar aos 70%.O agregador da Sonae promete descontos imediatos em livros, perfumes, jogos, lingerie e telemóveis. Veja aqui 
Radio Popular
A loja especializada em electrodomésticos, informática e telecomunicações guardou boas notícias para o final do ano. É um fechar de 2012 "em grande" com descontos em IVA para grandes electrodomésticos (fogões, frigoríficos, arcas, combinados ou máquinas de lavar loiça ou/e roupa) . A promoção inicia-se a 26 e prolonga-se até 31 de dezembro. É valida apenas nas lojas físicas. (veja tudo).
FnacDescontos em lojaA Fnac tem atualmente várias promoções a decorrer tanto em loja como no site online. As promoções em loja não têm data estipulada, destinam-se a vários produtos e estão em vigor enquanto o produto estiver disponível. Há descontos de até 70% (veja aqui).

In. www.dinheirovivo.pt

5 de novembro de 2012

Uns entregam casa ao banco, outros aproveitam para comprar a preço de saldo


Para evitar soluções de sobreendividamento, a Deco diz que arrendar pode sera melhor solução

Com o agravamento da situação económica nacional, o panorama do sector imobiliário mostra-se assustador. Entre Janeiro e Setembro de 2012 foram entregues 4400 imóveis em dação em pagamento, tanto por famílias como por promotores imobiliários.
Para fazer face a este problema, a Associação de Defesa do Consumidor (Deco), aponta o arrendamento como a melhor a solução. Esta é a melhor resposta às “limitações no acesso ao crédito, às elevadas taxas de juro ou à instabilidade a nível profissional”, refere Natália Nunes ao i.
Esta desregulação do mercado imobiliário é visível pelos dados disponibilizados pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP). Só no terceiro trimestre do ano (entre Julho e Setembro) foram entregues 1100 imóveis aos bancos para pagamento de dívidas, o que representa um aumento de 9,9% em relação aos três meses anteriores. Só este ano, a Deco abriu mais de 4200 processos “a largos milhares de famílias” por incumprimento.
Segundo Luís Lima, o presidente da APEMIP, este aumento representa a “continuidade de um ano extremamente difícil, com níveis de confiança no mercado combalidos e expectáveis perante o futuro desenvolvimento do sector imobiliário e do mercado”. Entre Julho e Setembro, Porto, Lisboa e Faro, foram os distritos onde foram entregues mais imóveis aos bancos. Os três distritos representam 40,5% do total.
Para o responsável, é fundamental procurar soluções para esta realidade “criando um ambiente mais propício à renegociação dos créditos, para que a prática da entrega de imóveis não passasse a regra”. Por isso mesmo, a Deco refere que, em casos de incumprimento, em primeiro lugar tenta “avaliar se existe alguma capacidade de reequilibrar o orçamento da família reestruturando os seus créditos” ou negociando um “período de carência, alargamento do prazo, juros ou até a entrega da casa”.
Mas o azar de uns é a sorte de outros. Neste momento há mais possibilidades de “encontrar imóveis a preços mais reduzidos”. Uma boa oportunidade de negócio para quem procura casa.


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LUZ AO FUNDO DO TÚNEL Apesar de os números, Luís Lima acredita que a percentagem de casas entregues aos bancos vai continuar a diminuir levando, assim, a uma estabilização do sector imobiliário. A isso devem-se as campanhas e medidas de facilitação de pagamento de dívidas aplicadas pelos bancos, como o alargamento do prazo do empréstimo ou a diminuição dos spreads e o facto de o próprio sector financeiro admitir que a “dação em pagamento de imóveis não é solução” nem para os bancos nem para os proprietários das casas.
“Começámos a ouvir os próprios presidentes dos bancos a dizer que estavam a negociar com os clientes e isso notou--se no mercado”, afirma.
No entanto, o responsável alerta que é necessário fazer o mesmo em relação aos operadores imobiliários. Nesse sentido, Luís Lima deixa um aviso: “Da mesma maneira que o sector financeiro arranjou uma solução para as famílias, tem de arranjar uma solução para as empresas porque senão, os bancos ficam como únicos promotores”.

fonte: ionline.pt

14 de novembro de 2011

Como comprar casa a preço de Saldo nos Leilões

Os leilões de casas podem ser uma boa oportunidade de negócio para quem pode investir neste momento.
Comprar casa é uma missão cada vez mais difícil para os portugueses, sobretudo se tiverem de recorrer a financiamento. Os bancos estão a restringir a concessão de crédito, a exigir aos clientes rácios de financiamento/ garantia muito mais baixos bem como o pagamento de um prémio de risco cada vez mais elevado. Na prática, isto significa que conseguir crédito dando de entrada menos de 40% do valor do imóvel bem como encontrar ‘spreads' abaixo de 4% é muito difícil. Tendo em conta todas essas dificuldades, os leilões de imóveis poderão ser uma boa oportunidade para adquirir casa própria ou mesmo para realizar um investimento. Isto porque nesses eventos muita da oferta disponível corresponde a casas penhoradas e em que os preços base de licitação são consideravelmente inferiores aos de mercado. Tendo em conta o crescente número de casas que estão a ser entregues aos bancos por incumprimento, mais oportunidades têm vindo a surgir. Em alguns casos, o preço de licitação pode ficar 45% aquém do valor de comercialização.
Os leilões podem ser realizados pelo Ministério das Finanças, pela Segurança Social ou por empresas especializadas. No caso dos leilões realizados pelo Ministério das Finanças, em causa estão imóveis penhorados pelo Fisco. No site da Direcção-Geral dos Impostos, existem 2.493 imóveis penhorados à venda. A entrega de propostas pode ser feita ‘online' através da apresentação de uma proposta em carta fechada, bastando para tal o contribuinte estar registado. Já as empresas especializadas realizam leilões sobretudo de imóveis penhorados pelas instituições financeiras. Uma oferta que, segundo Diogo Livério, director comercial da Euro Estates, "tem vindo a aumentar em número". A Euro Estates, bem como a Luso-Roux, são as principais empresas especializadas em leilões imobiliários, realizando quer leilões presenciais, quer através das suas plataformas ‘online'.
Qualquer destas leiloeiras atesta que devido à crise a oferta imobiliária tem vindo a aumentar, o que acaba também por resultar numa descida generalizada dos preços. Como explica Ana Ferro, directora comercial da Luso-Roux, "a pressão para vender e o excesso de oferta em certas zonas impõe necessariamente uma desvalorização dos imóveis". Aliás, basta fazer uma ronda pelos sites das leiloeiras para perceber que a maior parte da oferta de imóveis se concentra sobretudo nos arredores dos centros urbanos.
Também em termos de descontos face ao preço de mercado, alguns negócios podem ser bastante compensadores. "Nos leilões são correntes descontos de 25 a 45% face ao valor considerado de mercado", esclarece a esse propósito Diogo Livério. Outra das vantagens de recorrer aos leilões para comprar casa, de acordo com a directora comercial da Luso-Roux, é que "o comprador associado ao imóvel poderá dispor de condições de acesso ao crédito muito vantajosas". Uma opinião corroborada pelo director comercial da Euro Estates. "Em regra as entidades financeiras oferecem condições especiais, isentando estes contratos de determinadas comissões e oferecendo melhores condições de financiamento, seja garantindo 100% de financiamento ou baixando os ‘spreads'. Estas são, aliás, algumas das vantagens que alguns bancos estão a oferecer aos clientes que adquiram imóveis da sua carteira mesmo que estes não sejam adquiridos através das leiloeiras.
As próprias agências imobiliárias estão a apostar no universo dos leilões para alienar alguns dos seus imóveis. Por exemplo, a ERA criou recentemente uma plataforma de leilões online para imóveis, designada por "Já ERA Online".
Contudo, optar por comprar casa em leilões não reúne apenas vantagens. É necessário ter em conta alguns cuidados para que um negócio aparentemente de sucesso não se transforme num desastre. "Recomendamos sempre que se visitem os imóveis, comparando as ofertas e caso seja necessário um financiamento, se garanta a capacidade de pagar o empréstimo", frisa Diogo Livério. No texto ao lado, fique a conhecer os principais cuidados a ter .

Alguns lotes em destaque nos próximos leilões da Luso-Roux e Euro Estates
Até ao final do ano as duas empresas especializadas vão realizar leilões de imóveis. Os próximos decorrem daqui a duas semanas. A 19 de Novembro, a Luso-Roux sujeita ao bater do martelo 56 imóveis num hotel do Porto. Já a 20 de Novembro, é a vez da Euro Estates levar à praça 60 imóveis num hotel de Lisboa.
50 mil euros
Trata-se de um apartamento com uma tipologia T2 que fica situado em Paços de Ferreira. Tem uma área de 111 m2, abrangendo uma varanda de 7 m2. Este imóvel foi construído em 1996 e sobe à praça com uma base de licitação de 50 mil euros. Trata-se do lote 21 do próximo leilão da Luso-Roux que se realiza no dia 19 de Novembro a partir da 15 horas na cidade do Porto.
76 mil euros
Um apartamento T3, com 124 m2 de área bruta. Situa-se na freguesia de Monte Real no concelho de Leiria e pode ser arrematado a partir de 76 mil euros no próximo leilão da Euro Estates que se realiza a 20 de Novembro no Hotel Villa Rica em Lisboa. Construído em 2003, possui aquecimento central, uma varanda de 8 m2 e acesso, uma arrecadação de 115 m2 no sótão e box.
95 mil euros
Este é mais um dos imóveis promovido pela Luso-Roux no próximo leilão de 19 de Novembro no Porto. Trata-se de uma moradia de tipologia V4, com uma área de 160 m2, com uma garagem de 80 m2 e varanda/terraço de 29 m2. Este imóvel foi construído em 2003, situa-se na freguesia de Vila Boa, em Barcelos, e sobe à praça com uma base de licitação de 95 mil euros. Trata-se do lote 8 do evento.
55 mil euros
É outro dos imóveis promovidos pela Euro Estates que será leiloado a 20 de Novembro. Trata-se de um apartamento T2, situado na Freguesia de São Marcos no concelho de Sintra. Foi construído em 1999 e possui uma área bruta de 83 m2, um dos quartos possui uma varanda de 3 m2, tem sala com lareira e uma arrecadação de 6 m2. É o lote 30 e pode ser arrematado a partir de 55 mil euros.
84 mil euros
Trata-se de um apartamento T2 construído em 2006 que se localiza na freguesia de Remalde, no Porto. Tem uma área de 93 m2, bem como uma arrecadação de 8 m2 e uma varanda de 6 m2. Tem uma base de licitação de 84 mil euros, preço a partir do qual pode ser arrematado no próximo leilão da Luso-Roux que se realiza no Novotel Porto Gaia a 19 de Novembro. Trata-se do lote 23.
40 mil euros
Mais um imóvel promovido pela Euro Estates e que será leiloado a 20 de Novembro como o lote 60. Trata-se de um apartamento T2 que se situa em Pinhal Novo no concelho de Palmela. O apartamento foi construído em 1992 e tem uma área bruta de 79 m2. Tem uma sala com lareira, uma varanda de 7 m2 e uma arrecadação de 14 m2 no sótão. Pode ser licitado no leilão a partir dos 40 mil euros.

Próximos leilões
- 19 de Novembro: Leilão da Luso-Roux no Novotel Porto Gaia.
- 20 de Novembro: Leilão da Euro Estates no Hotel Villa Rica em Lisboa.
- 26 de Novembro: Leilão da Euro Estates no Porto (local ainda por confirmar).
- 27 de Novembro: Leilão da Euro Estates em Lisboa (local ainda por confirmar).
- 3 de Dezembro: Leilão da Luso-Roux no Hotel Tryp Porto Expo.
- 3 de Dezembro: Leilão da Euro Estates no Porto (local ainda por confirmar).
- 4 de Dezembro: Leilão da Luso-Roux no Hotel Vila Galé Ópera em Lisboa.
- 4 de Dezembro: Leilão da Euro Estates em Lisboa (local ainda por confirmar).

in economico.sapo.pt
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