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23 de junho de 2016

10 Dicas para Ensinar as Crianças a Pouparem



O Dia Mundial da Criança é também uma boa oportunidade para incentivar os mais novos a terem uma relação saudável com o dinheiro desde pequenos. Incentivá-los a poupar é uma das boas práticas das finanças pessoais e há várias formas para os estimular. Deixo-vos aqui 10 dicas sobre como podem falar de dinheiro com os vossos filhos:

1) Ensine o seu filho a distinguir as coisas que compramos porque “queremos” daquelas que compramos porque “precisamos”.

2) Ensine a criança a controlar o consumo por impulso, mostrando como elaborar uma lista de compras e segui-la no supermercado.

3) Fale com o seu filho enquanto vai às compras. Mostre-lhe as diferenças entre coisas “caras” e “baratas”.

4) Sempre que for com o seu filho às compras faça com ele as contas e ensine-o a contar o troco.

5) Desde cedo explique a importância de não desperdiçar e saber gerir o dinheiro (semanada ou mesada).

6) Explique-lhe como funcionam os cartões de crédito e que não são ilimitados. (Às vezes há a ideia de que o Multibanco é um amigo que dá dinheiro simplesmente porque se coloca lá um cartão)

7) Fixe um dia para o pagamento da semanada ou mesada, cumprindo-o rigorosamente: lembre-se que é o exemplo.

8) Ensine as crianças a serem objectivas, discuta assuntos económicos abertamente em família

9) Explorar jogos que servem para se treinar a negociação como por exemplo o Monopólio.

10) Fazer um mealheiro com um recipiente mais ou menos transparente, para que a criança possa ver o dinheiro crescer. Serve para incentivar a criança a poupar.

Ficam as dicas! 

in asdicasdaba.blogs.sapo.pt

13 de dezembro de 2015

Sete dicas financeiras para mulheres



As mulheres vivem mais tempo, ganham menos e estão em maior risco de pobreza. Conheça sete conselhos para gerir melhor o seu orçamento.

 Os números não mentem: as mulheres vivem mais anos do que os homens – em 2013 a esperança média de vida das mulheres era 84 anos enquanto a dos homens era 77,6 anos – ganham menos e o risco de pobreza entre o género feminino também é superior – 20% das mulheres estão em risco de pobreza contra 18,9% dos homens, segundo o  Inquérito às Condições de Vida e Rendimento. Quer sejam casadas ou solteiras, com ou sem filhos, é importante que as mulheres comecem a olhar para as suas finanças de forma mais atenta e se preocupem com alguns pormenores importantes como a poupança para a reforma. Conheça sete conselhos para gerir as suas finanças de forma cuidada.

1. Não confie a sua segurança financeira numa terceira pessoa

Susana Albuquerque, da ASFAC – Associação de Instituições de Crédito Especializado, disse em entrevista ao Saldo Positivo, que o maior erro financeiro que as mulheres cometem é entregar a gestão do seu dinheiro aos seus maridos ou companheiros de forma cega. Por muito que seja avessa a estes assuntos, se é casada ou vive em união de facto é importante que seja uma voz ativa em tudo o que se passa nas contas da família. Isto é particularmente relevante caso haja uma reviravolta na sua vida – divórcio ou viuvez, por exemplo. 

2. Conheça a situação financeira da família

Como já foi acima dito, é importante que não confie cegamente as finanças do casal a outra pessoa. O casal deve agir em parceria, mas se não gosta dos assuntos das finanças, é, pelo menos, importante que se mantenha sempre a par da situação financeira da família. Assim sendo, é determinante que conheça bem o orçamento familiar: qual o peso dos créditos nas contas da família, qual o valor das despesas fixas mensais, quanto é que o agregado ganha por mês e quanto é que conseguem poupar.

3. Estabeleça objetivos financeiros

Uma boa forma de estar sempre a par da sua situação financeira é estabelecer objetivos financeiros, como por exemplo: poupar para comprar um automóvel, para ir de férias, para que os filhos consigam ir para a faculdade ou para a reforma. Assim, deverá identificar todos os seus objetivos financeiros, separá-los por curto, médio e longo prazo, estabelecer uma quantia por mês para poupar para essas metas e avaliar regularmente como estão a progredir. Se for necessário, faça algum ajustamento para equilibrar as contas. 

4. Gaste menos do que ganha

Esta é uma regra básica das finanças pessoais. Para se assegurar que não está a gastar demasiado para os rendimentos que ganha deverá fazer o orçamento familiar. Esta ferramenta será fundamental para manter o controlo do dinheiro, saber quanto dinheiro é que está a gastar e onde está a gastá-lo. Se descobrir que está a gastar uma parcela demasiado elevada em artigos supérfluos, comece a cortar nos gastos para encontrar um equilíbrio. 

5. Aposte na educação e formação

A diferença salarial entre homens e mulheres continua a ser uma realidade nos dias de hoje. Segundo dados publicados no CITE – Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego –, relativos a 2012, as mulheres ganham, em média, menos 185 euros do que os homens. Esta desigualdade salarial é mais acentuada quanto maior é o grau de qualificação. Apesar disto, é importante que aposte constantemente na qualificação e formação por forma a ganhar novas competências e a ter acesso a oportunidades profissionais e salariais que não teria de outra forma. 

6. Não gaste tudo com os filhos

Outro dos “pecados” financeiros apontados às mulheres é, precisamente, gastarem muito dinheiro com as necessidades dos filhos e acabarem por se esquecerem de si, nomeadamente de poupar. Com isto, pretende-se que acima de tudo mantenha as contas em ordem, assegure a estabilidade financeira da família e consiga poupar. Depois disto, se houver margem poderá destinar uma parcela dos rendimentos para gastar com as necessidades secundárias dos filhos, como os brinquedos ou atividades de lazer. Outro conselho importante é evitar tirar dinheiro das poupanças para satisfazer um capricho dos filhos.

7. Poupe para a reforma

Todas as pessoas devem poupar para a reforma, mas as mulheres devem poupar uma parcela superior por dois motivos: vivem mais tempo do que os homens e ganham menos do que os homens – terão uma reforma inferior. Assim, é importante que comece a poupar o quanto antes para que o esforço financeiro seja mais reduzido, e assim não perder qualidade de vida quando a velhice chegar.



in saldopositivo.cgd.pt

29 de julho de 2015

Cinco erros a evitar se vai comprar nos saldos

Antes de ir às compras, faça uma lista e estabeleça um limite máximo para gastar. Conheça alguns erros a evitar quando for aos saldos.



Desde o início do ano, quando entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 10/2015, que a venda em saldos pode realizar-se em qualquer período, desde que não ultrapasse a duração de quatro meses por ano. Assim, se for passear pela baixa da cidade onde reside é possível que já encontre muitas lojas com “saldos”, outras com “descontos” e também pode deparar-se com placas com “promoções”. 


Embora possa ser tentador adquirir produtos por um preço mais simpático do que o normal é importante que estabeleça algumas regras, por forma a não deslizar o orçamento e cometer erros que penalizam a carteira. Fique a conhecer alguns erros que deve evitar quando for aos saldos.

1. Não estabelecer um limite máximo para gastar

 Planear as compras antes de sair de casa é uma forma de resistir às compras por impulso. Assim, definir um ‘plafond’ máximo que pode gastar é uma regra básica para não perder a cabeça. Este limite deve ser definido após ter realizado uma análise cuidada ao orçamento familiar, para estabelecer quanto é que pode gastar sem causar uma crise financeira na família, nomeadamente, deixar de conseguir pagar algumas contas ou não ter dinheiro para poupar. 

2. Esquecer-se de fazer uma lista 

Se está a aproveitar a época de saldos para fazer umas compras que necessita ou para adquirir presentes para a família e amigos é importante que faça uma lista com algumas ideias dos presentes que as pessoas podem gostar e com o valor que pretende gastar com cada presente.

3. Não fazer pesquisa

Depois de ter o limite máximo definido e a lista de compras que pretende adquirir, pode ser benéfico para a carteira fazer uma pesquisa. Desta forma, está a evitar aquela sensação de frustração quando descobre que na loja ao lado de casa o artigo estava com um preço ainda melhor. Com a internet, a pesquisa é bem mais fácil. Hoje em dia pode recorrer a um dos inúmeros sites que fazem comparação de preços, assim como pesquisar nos sites que disponibilizam cupões de desconto. 

4. Comprar indiscriminadamente

Só porque está em promoção, não significa que seja uma boa compra. Só está realmente a poupar se comprar algo que necessita por um preço mais barato, caso contrário está apenas a gastar dinheiro num bem que não compraria se não estivesse em saldos. Faça o seguinte exercício: olhe para as gavetas, armários e despensas para descobrir a quantidade de coisas que já comprou porque estavam com bom preço, mas que não utiliza. Este gesto será útil para ter uma perspetiva de quanto dinheiro desperdiçou em inutilidades.

5. Escolher o preço em vez do valor 

Este é um fator a analisar com cuidado: Um item de baixo custo nem sempre pode ser a melhor compra. O valor do produto é, por vezes, mais importante. Por exemplo, se pretende adquirir um sofá que está com 50% de desconto e um preço atraente, mas não tem a qualidade e conforto desejados, poderá arrepender-se dessa compra e do dinheiro que gastou. Um artigo semelhante, com mais qualidade, mas com um desconto menor e preço superior, poderá ser um investimento mais inteligente. Não deixe que seja o fator preço a definir a sua escolha. Provavelmente o sofá mais caro vai durar mais tempo e o investimento vai compensar a longo prazo.






in saldopositivo.cgd.pt

3 de janeiro de 2014

10 Dicas sobre Como poupar dinheiro em mobília


A decoração que escolhe para a sua casa é um elemento essencial para que se sinta bem dentro dela. Tudo deve ser escolhido em função do seu bem-estar, pensando nos seus gostos e nas suas necessidades. No entanto, os anos vão passando e gostos e tendências vão-se alterando. Mobiliar de novo uma casa é sempre um processo muito dispendioso, no entanto, existem várias formas de poupar dinheiro em mobília.

1. Defina o que quer

Deve definir bem estes dois pontos essenciais: o estilo de decoração que pretende para a sua casa e as suas necessidades. Se encontrar um sofá com linhas modernas a um preço muito reduzido, vai ter tendência para o comprar, no entanto, se pretender decorar de forma clássica, esta compra não faz sentido. Deve também analisar as suas necessidades. Se mora sozinho/a, não deve investir muito dinheiro num sofá para cinco pessoas. Da mesma maneira, se tiver filhos pequenos, comprar um sofá branco pode ser um erro crasso. Se tiver as ideias bem definidas, vai evitar este tipo de situações, poupando tempo e dinheiro.

2. Faça as coisas com calma e compare orçamentos

Já se sabe que a pressa é inimiga da perfeição. Se comprar um móvel na primeira loja em que entrar, é bastante provável que venha a encontrar um igual ou muito semelhante noutra superfície, a um preço mais em conta. Deve planear muito bem o que quer comprar: para isso, dedique algum tempo a pesquisar em sites, revistas de decoração, catálogos e panfletos promocionais de lojas de mobiliário). Quando for a uma loja, deve saber sempre o que quer, senão acaba por dar ouvidos ao vendedor e levar metade da loja para casa.
Peça orçamentos em todas as lojas para no final conseguir comparar os valores. É a melhor forma de conseguir a melhor relação qualidade/preço. Seja sincero com o vendedor, diga-lhe que está a avaliar o preço. Quando o vendedor vê que o cliente não está apressado e já tem preços de outras lojas, tende a oferece um bom desconto. Aproveite! 

3. Procure em grandes superfícies

0 IKEA é o exemplo perfeito do tipo de loja que deve procurar, tem peças com design atrativo a preços reduzidos. Uma ida ao IKEA pode fazer magia na sua casa! Fique atento à época de saldos, pois chegam a lançar campanhas de 70% de desconto. Outra forma de comprar ainda mais barato nesta loja são as oportunidades. Por norma, todas as lojas IKEA têm uma zona de artigos com defeito, onde pode aproveitar os móveis com pequenas imperfeições, a um preço bastante atrativo. Deve excluir esta hipótese se o defeito for muito visível ou se vir que tem de gastar muito dinheiro na sua reparação.  

4. Visite lojas de artigos em segunda mão, leilões e feiras

Não se assuste quando lhe falam em móveis em segunda mão, são uma excelente opção para quem procura mobiliar a casa de forma económica. Por norma, o preço compensa o dinheiro que pode vir a investir no restauro. Existem até algumas lojas que lhe permitem escolher o artigo, a forma como o quer restaurar e ainda o entregam em casa. Portanto, a um preço baixo consegue um móvel em ótimo estado e renovado à sua medida. Há muita gente a vender artigos usados em feiras e leilões, por isso, vá a vários! Pode encontrar muita variedade de mobília a um preço reduzido.  

5. Reciclar para ganhar

Já pensou que a melhor forma de redecorar a casa gastando pouco dinheiro é reciclar o que já tem? Dê asas à sua criatividade e ponha as mãos à obra… Ao pesquisar na Internet, encontrará vários sites com tutoriais que lhe ensinam como reciclar diversos móveis. O quarto pode ganhar uma nova alma se pintar a mobília e aquelas paletes de madeira que andam perdidas na garagem, podem dar uma mesa de centro de sala muitíssimo original. Seja criativo, transforme cada móvel numa peça única e marque a sua decoração pela diferença e pela poupança! Se nunca gostou ou não tem jeito para trabalhos manuais, tem uma boa solução. Chame amigos ou familiares que o possam ajudar e agradeça-lhes, oferecendo o jantar! 

6. Invista nos pormenores – sempre!

Se tem um orçamento muito apertado e já não suporta a sua decoração, aposte em pequenos detalhes… vai ter uma agradável surpresa com os resultados. Às vezes, não é preciso muito para dar um novo visual a uma divisão. Observe as cortinas… Porque não umas capas para as almofadas do sofá a combinar? Se a parede está demasiado vazia, que tal apostar num quadro cujas cores vão ao encontro das do resto da divisão? São pequenos truques como estes que podem adiar a compra de uma mobília nova.  

7. Venda o que já não precisa

Nada melhor que se desfazer do que tem a mais, ganhando algum dinheiro com isso. Se tem um móvel que não gosta e não vê maneira de o reciclar, venda-o! O mesmo se aplica a tudo aquilo que tenha em casa apenas a ocupar espaço. Faça uma seleção do que não precisa e trace um plano para vender os artigos. Faça-o em feiras e leilões, ou de forma mais confortável, através da Internet. Ganha espaço e ganha dinheiro para poder comprar a mobília que realmente quer ou que lhe faz falta.

8. Reorganize a disposição da mobília

Crie uma planta de cada divisão (existem várias ferramentas online que o permitem) e simule alterações na disposição dos móveis. Colocar o sofá onde estava a mesa de jantar vai alterar completamente o visual da sala. Quem sabe se aquele sofá que está a mais na sala, não vai dar um toque acolhedor ao quarto? Experimente, porque para além de aproveitar melhor o espaço, vai ter uma “nova casa” sem gastar dinheiro.  

9. Aproveite os saldos

Se está a planear alterar a mobília de sua casa, porque não esperar pelos saldos? Acontecem duas vezes por ano e permitem poupar até mais de metade do dinheiro. Vá às lojas sem pressa, leve uma lista do que precisa e não espere pelo final de época. Deve levar uma lista porque vai ter tendência a gastar mais do que o necessário devido aos preços reduzidos. Se o fizer, vai acabar com coisas que não precisa e gastar tanto, ou mais dinheiro, do que numa época normal. Veja a data em que começa o período de saldos e não deixe passar muito tempo, pois os melhores produtos escoam rápido e não vai querer perder esta oportunidade para poupar dinheiro na tão desejada mobília.  

10. Preserve a vida da mobília

Pode optar por trocar a mobília por estar cansado dela, ou porque está estragada. Se a ideia é poupar dinheiro em mobília, escolha a primeira opção. Se tiver alguns cuidados diários, aumentará a esperança de vida dos seus móveis. Entre outros cuidados, não limpe os móveis com panos ásperos, não coloque diretamente objetos quentes sobre mobília de madeira e utilize produtos de limpeza específicos para cada tipo de superfície. Evite comer no sofá porque pode causar nódoas muito difíceis de tirar. Se seguir estas dicas, juntar criatividade e imaginação, vai conseguir dar uma nova alma ao seu lar, ao mesmo tempo que poupa dinheiro na mobília! 
in saberpoupar.com
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