MENSAGENS RECENTES DO BLOG

Mostrar mensagens com a etiqueta Aumento de Preços. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aumento de Preços. Mostrar todas as mensagens

3 de janeiro de 2014

10 aumentos de preços em 2014

Comece a preparar a sua carteira para os aumentos que vão surgir com a chegada do novo ano



Com 2014 acabado de estrear comece já preparar a sua carteira para os aumentos de preços que vão chegar ou já chegaram. Os transportes públicos, a eletricidade, ou os serviços de telecomunicações são exemplos de alguns bens e serviços que deverão sentir uma subida dos preços. Saiba então o que vai ficar mais caro já a partir desta semana.

1. Transportes públicos

Andar de transportes públicos vai ficar mais caro. Os preços dos bilhetes e passes deverão sofrer um aumento de 1%, de acordo com a inflação prevista pelo Governo no Orçamento do Estado para 2014. Mas esta não é a única alteração para quem é utilizador habitual dos transportes públicos na capital portuguesa: os utilizadores do Passe Navegante em Lisboa vão ver a rede alargada entre as estações ferroviárias de Lisboa a Algés e da Amadora à Bobadela.

2. Imposto único de circulação

Os veículos a gasóleo também vão ter que pagar mais em 2014. O imposto único de circulação sobre estes automóveis sofrerá um agravamento e poderá atingir os 68,85 euros, dependendo da cilindrada e da idade do automóvel.

3. Tabaco

Também o imposto sobre o tabaco, charutos, cigarrilhas e tabaco de enrolar vai sofrer um aumento. A subida de preço irá variar consoante o tipo de tabaco, mas é o tabaco de enrolar que irá sofrer o maior aumento. Por exemplo, um pacote de tabaco de enrolar que tenha um preço de cinco euros, em 2014 passará a custar 6,25 euros.

4. Bebidas alcoólicas

As bebidas alcoólicas e espirituosas vão também sofrer um aumento da tributação que varia entre 1% e 5% consoante a bebida em questão e o volume de álcool. Por isso mesmo, prepare-se para pagar mais pelo vinho do Porto, cerveja, licores e espumantes em 2014.

5. Eletricidade


O preço da luz também sofre um aumento com a chegada do novo ano. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) anunciou que o aumento é de 2,8%. Por exemplo, numa conta de eletricidade que atinja os 46,50 euros (IVA incluído) o aumento será de 1,21 euros. Este aumento abrange apenas os consumidores que ainda têm a tarifa regulada. A ERSE também confirmou a subida de 1% para quem é beneficiário da tarifa social, isto é, uma subida de 0,23 cêntimos para uma conta mensal de 23,50 euros.

6. Gás natural

Também os consumidores de gás natural que ainda têm a tarifa regulada (e ainda não passaram para o mercado liberalizado) vão sentir um agravamento dos preços. Segundo a ERSE, a entidade que fixa as tarifas transitórias, o preço do gás natural vai aumentar 2,8% já este mês. É um aumento semelhante ao verificado nos preços da eletricidade. Esta tarifa será válida até 31 de Março, uma vez que estas tarifas estão sujeitas a revisões trimestrais.

7. Contribuição para a RTP

Também a contribuição para o audiovisual que financia a RTP vai aumentar cerca de 0,40 cêntimos com a entrada de 2014, de acordo com os valores previstos no Orçamento do Estado. Desta forma, o valor mensal que vai aparecer na fatura da eletricidade deverá ser de 2,65 euros (mais IVA).

8. Operadoras de telecomunicações

Também os preços dos pacotes de televisão, internet e telefone fixo vão sofrer uma subida. Os aumentos vão atingir 2% na MEO e na ZON espera-se que o agravamento atinja os 3,3%. Por exemplo, o cliente que for subscritor do pacote ZON 30 IRIS vai passar a pagar 46,49 euros, um aumento de 1,50 euros face ao preço deste pacote em 2013. Os únicos serviços que não vão ver os seus preços alterados com a chegada do novo ano são os chamados ‘four-play’ que englobam televisão, internet, telefone fixo e móvel. No que toca às redes móveis, a TMN irá aumentar os seus tarifários em 2,5%. Quanto à Vodafone, os aumentos dos tarifários ainda não foram confirmados, mas a existirem só irão sentir-se em fevereiro.

9. Taxas Moderadoras

Este ano, as taxas moderadoras vão subir. Segundo cálculos do Jornal de Negócios, este aumento das taxas deverá rondar os 0,6%, em resultado da taxa de inflação verificada em 2013. Mas nem todos os serviços de saúde serão afetados por este aumento. Por exemplo, as consultas de medicina geral e familiar e outras consultas médicas nos Centros de Saúde estão isentas deste agravamento de preços.

10. Rendas também são atualizadas


Quem vive numa casa arrendada também poderá ver o valor da renda subir. Segundo os valores estipulados pelo INE e publicados em Diário da República, em 2014 os senhorios poderão atualizar as rendas cobradas em cerca de 0,99%, ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbano.

in saldopositivo.cgd.pt

27 de dezembro de 2012

Aumento de Preços em 2013


Ano novo, vida nova… preços novos. À semelhança do que vem sendo seguido em anos anteriores, Janeiro é o mês escolhido para se fazer a actualização dos preços e tarifas de diversos bens e serviços. Entre a conta da luz, o passe dos transportes públicos, a renda da casa e os impostos, são vários os sectores onde a generalidade das famílias vai começar a sentir um aumento dos encargos. O Saldo Positivo dá-lhe a conhecer algumas das despesas que sofrerão agravamentos já a partir do próximo mês.

Electricidade

A conta da luz será um pouco mais cara a partir de Janeiro. Segundo as tarifas definidas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), a partir de dia 1, o preço da electricidade irá aumentar 2,8% para os consumidores domésticos e 1,3% para os consumidores economicamente mais vulneráveis que estejam abrangidos pela tarifa social. Contas feitas, uma subida de 2,8% irá resultar num agravamento de 1,24 euros, numa factura de 47 euros. Mas atenção: este poderá não ser o único aumento a registar na conta da luz durante este ano. Recorde-se que no âmbito do processo de liberalização do mercado de electricidade, a tarifa que entrará em vigor é transitória e estará em vigor até 31 de Março. No final deste prazo, o regulador poderá voltar a definir uma outra tarifa que será revista trimestralmente até ao final de 2015.

Transportes

Andar de transportes públicos será também mais dispendioso do que até agora. No entanto, os agravamentos dos preços dos bilhetes serão limitados à inflação. Num despacho publicado em Diário da República na semana passada, o executivo definiu 0,9% como tecto máximo para os aumentos das tarifas nos transportes públicos. “É fixada em 0,9% a percentagem máxima de aumento médio nos preços actualmente praticados para os títulos relativos aos transportes colectivos rodoviários interurbanos de passageiros até 50 km, para os títulos de transporte nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto (AMT), para os transportes ferroviários até 50 km e para os transportes fluviais”, refere o documento. Ou seja, depois de nos últimos dois anos, os tarifários neste sector terem sofrido aumentos consideráveis, tudo indica que em 2013, as subidas serão mais ténues.

Rendas

Quem tem casa arrendada também vai pagar mais aos seus senhorios. De acordo, o aviso nº 12912/2012 publicado no final de Setembro em Diário da República, o coeficiente de actualização das rendas dos diversos tipos de arrendamento urbano para 2013 já é conhecido e foi fixado em 3,36%. Assim, quem paga actualmente uma renda de 600 euros, irá passar a pagar um valor de 620,16 euros. Mas quem tem contratos de arrendamento anteriores a 1990 poderá ser brindado com aumentos superiores. É que com a entrada em vigor da nova lei do arrendamento, estas rendas mais antigas vão passar a ser actualizadas com base num processo de negociação entre senhorios e inquilinos. No limite, a actualização destas rendas mais antigas poderá atingir 1/15 do valor patrimonial da casa. Esta nova lei entrou em vigor em Novembro e os senhorios que notificaram logo os seus inquilinos poderão já proceder às actualizações a partir de Fevereiro. Conheça em detalhe os pormenores da nova legislação aqui.
Já quem tem crédito à habitação, o cenário será diferente. Depois de em 2012 a generalidade das famílias ter sentido um alívio considerável nas prestações da casa, 2013 deverá ser um ano em que estes encargos se deverão manter estáveis já que não se espera uma subida abrupta das taxas Euribor- que servem de indexante para a maioria dos créditos à habitação em Portugal.

Portagens

Más notícias: viajar numa auto-estrada com portagens ou nas antigas SCUT’s vai sair mais caro. Boas notícias: os aumentos em 2013 serão inferiores aos registados em 2012. Segundo a fórmula de cálculo prevista na lei- e que tem por base a taxa de inflação homóloga de Outubro, excluída do valor da habitação no Continente- em 2013 as portagens serão 2,03% mais caras. Em 2012, o agravamento de preços definido para este tipo de serviços tinha sido superior: 4,36%.

Impostos

Desde meados de Outubro, altura em que foi conhecida a proposta de Orçamento do Estado para 2013, que as famílias sabem que vão pagar mais impostos. E por várias vias. No que diz respeito ao IRS, as famílias vão pagar mais impostos não só pela actualização das taxas, como também pela redução do número de escalões e pela aplicação de uma sobretaxa de 3,5%. Quem tem rendimentos mais elevados (superiores a 80 mil euros) pagará ainda uma taxa de solidariedade de 2,5%. Já para os contribuintes com rendimentos anuais superiores a 250 mil euros a taxa de solidariedade será de 5%.
Mas não é apenas devido ao IRS que as famílias vão sentir o aumento da carga fiscal em 2013. Muitas famílias deverão também ver a sua fatura com o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a subir consideravelmente, na sequência do processo de reavaliação do valor patrimonial dos imóveis em Portugal que está em curso. Ainda assim, estes aumentos serão progressivos devido à manutenção da cláusula de salvaguarda. Esta cláusula diz que o aumento do IMI, que será pago em 2013 e em 2014, não pode ultrapassar os 75 euros, ou então, não poderá ser superior a um terço da diferença entre o valor pago em 2012 e o valor a pagar em 2013. Sendo que o valor a aplicar é o mais elevado dos dois critérios.
Já andar de carro também será mais caro. Especialmente para quem tem veículos de alta cilindrada. Isto porque o imposto único de circulação vai sofrer um agravamento que irá variar entre 1,3% e os 10%.
Também quem tem poupanças pagará mais impostos sobre estes rendimentos. Isto porque a taxa liberatória aplicada aos juros dos depósitos e mais-valias de outras aplicações financeiras vai subir dos atuais 26,5% para os 28% em 2013.



fonte: saldopositivo.cgd.pt
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...