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24 de julho de 2018

8 erros que se pode estar a cometer no supermercado

Poupar nas compras de supermercado

Às vezes um ato tão simples como ir ao supermercado pode fazer-nos enredar numa teia de armadilhas. A maior consequência é o aumento desnecessário da fatura. Aprenda a proteger-se.

Há muitos truques que deve usar para obter resultados de poupança significativos, sobretudo no campo da alimentação e dos artigos para o lar.

A ideia não é só comprar mais barato, com descontos ou promoções. É preciso mais. Os supermercados podem ser verdadeiras armadilhas para quem pretende poupar. As grandes superfícies usam estratégias de marketing estudadas para levar os consumidores a comprarem artigos que, na maior parte dos casos, não necessitam ou, pelo menos, não deviam comprar naquela altura. Pense que não é por acaso que os produtos de primeira necessidade estão ao fundo das lojas. É assim para que os clientes atravessem todo o espaço e sejam "tentados" pelos milhares de outros artigos expostos. Como podemos defender-nos? Antes de mais planeando com algum rigor as compras familiares.

1- SER INFLUENCIADO PELA EXPOSIÇÃO DOS PRODUTOS

Produtos que estão ao nível dos nossos olhos, são claramente aqueles que o supermercado quer vender! Na verdade, o supermercado quer vender todos os produtos, mas a forma como os coloca expostos tem um motivo. Em cima e em baixo colocam os essenciais, aqueles produtos que o cliente tem de comprar, estejam onde estiverem. Os outros terão de ficar destacados.

2- DAR ATENÇÃO ÀS ILHAS

À entrada do supermercado têm quase sempre as chamadas ilhas, que são claramente produtos que se encontram fora do seu local normal de exposição, ou porque estão em promoção, ou porque, simplesmente, a loja quer vendê-los. Pense sempre duas vezes e só compre o que está nestas ilhas se realmente precisar.

3- NÃO COMPARAR PREÇOS

Procure sempre o melhor preço. Há produtos que são praticamente iguais a outros mas só pela marca sobem até 50% do preço. Existem varias app's que o ajudarão nesta comparação de preços. Falta de tempo não é desculpa nos dias de hoje.

4 - NÃO COMEÇAR PELOS PRODUTOS VOLUMOSOS

Aconselho sempre a que se comecem as compras pelos produtos volumosos, como papel higiénico e detergentes. Assim, fica com menos espaço para os artigos tentadores que, provavelmente nem precisa. Falo por exemplo de bolachas, refrigerantes, batatas fritas, aperitivos e doces.

5- IR ÀS COMPRAS COM FOME

Não vá às compras com fome pois a consequência é trazer tudo o que lhe parecer delicioso naquele momento, o que, como deve calcular, vai sair caro para a sua carteira.


6- OLHAR PARA OS ARTIGOS QUE ESTÃO NAS EXTREMIDADES

Está provado que é 30% mais provável vender artigos que estão nessa zona, pois quando está com pouco tempo a tendência é achar que aquele artigo estava no sítio certo à hora certa e acaba por nem dar atenção ao preço.

7- NÃO RESISTIR AO MARKETING SENSORIAL

Cada vez mais usado nos supermercados o marketing sensorial brinda-o com produtos frescos e bonitos, comida cheirosa e pães acabados de sair do forno. Tudo isto acaba por se tornar tentador e os sentidos mais apurados não resistem.

8- NÃO LEVAR SACOS DE CASA

Sacos plásticos são pagos no supermercado, desde 2015. Não só como forma de proteger o ambiente e reduzir o uso do plástico, pagar pelos sacos no supermercado tem um custo que pode evitar se estiver sempre munido dos seus sacos quando vai às compras.

in Revista Poupadinhos by Janine Medeiros


9 de abril de 2013

Sites para Comparar Preços


Se pretender comparar preços de diversos artigos comercializados por diferentes lojas, pode utilizar sites com comparadores de preços. Estes sites ajudam os consumidores a comparar preços do mesmo artigo, à venda em diferentes lojas, indicando qual a loja que vende o artigo/produto que procura ao menor preço. Mesmo que não compre online, pode saber qual o preço que o artigo que quer comprar custa nas lojas.
Os artigos que pode comparar são variados como telemóveis, portáteis, perfumes, vestuário, equipamento auto, máquina fotográficas, acessórios, vinhos, brinquedos e outros artigos. Os produtos podem ser procurados através da marca ou característica, de forma a fazer uma procura mais específica.

Comparadores de Preços em Portugal

Como funcionam os comparadores de preços?

    1. As lojas enviam para o comparador de preços os preços dos produtos que comercializam;
    2. Quando se procura um produto, o comparador apresenta a listagem de todos os preços desse produto em todas as lojas;
    3. As lojas pagam ao site sempre que alguém clica no preço do produto;
    4. Quem clica não paga nada e fica a saber onde está o produto a um preço mais baixo.
    VEJA TAMBÉM:


    fonte: online24.pt

    27 de dezembro de 2012

    Aumento de Preços em 2013


    Ano novo, vida nova… preços novos. À semelhança do que vem sendo seguido em anos anteriores, Janeiro é o mês escolhido para se fazer a actualização dos preços e tarifas de diversos bens e serviços. Entre a conta da luz, o passe dos transportes públicos, a renda da casa e os impostos, são vários os sectores onde a generalidade das famílias vai começar a sentir um aumento dos encargos. O Saldo Positivo dá-lhe a conhecer algumas das despesas que sofrerão agravamentos já a partir do próximo mês.

    Electricidade

    A conta da luz será um pouco mais cara a partir de Janeiro. Segundo as tarifas definidas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), a partir de dia 1, o preço da electricidade irá aumentar 2,8% para os consumidores domésticos e 1,3% para os consumidores economicamente mais vulneráveis que estejam abrangidos pela tarifa social. Contas feitas, uma subida de 2,8% irá resultar num agravamento de 1,24 euros, numa factura de 47 euros. Mas atenção: este poderá não ser o único aumento a registar na conta da luz durante este ano. Recorde-se que no âmbito do processo de liberalização do mercado de electricidade, a tarifa que entrará em vigor é transitória e estará em vigor até 31 de Março. No final deste prazo, o regulador poderá voltar a definir uma outra tarifa que será revista trimestralmente até ao final de 2015.

    Transportes

    Andar de transportes públicos será também mais dispendioso do que até agora. No entanto, os agravamentos dos preços dos bilhetes serão limitados à inflação. Num despacho publicado em Diário da República na semana passada, o executivo definiu 0,9% como tecto máximo para os aumentos das tarifas nos transportes públicos. “É fixada em 0,9% a percentagem máxima de aumento médio nos preços actualmente praticados para os títulos relativos aos transportes colectivos rodoviários interurbanos de passageiros até 50 km, para os títulos de transporte nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto (AMT), para os transportes ferroviários até 50 km e para os transportes fluviais”, refere o documento. Ou seja, depois de nos últimos dois anos, os tarifários neste sector terem sofrido aumentos consideráveis, tudo indica que em 2013, as subidas serão mais ténues.

    Rendas

    Quem tem casa arrendada também vai pagar mais aos seus senhorios. De acordo, o aviso nº 12912/2012 publicado no final de Setembro em Diário da República, o coeficiente de actualização das rendas dos diversos tipos de arrendamento urbano para 2013 já é conhecido e foi fixado em 3,36%. Assim, quem paga actualmente uma renda de 600 euros, irá passar a pagar um valor de 620,16 euros. Mas quem tem contratos de arrendamento anteriores a 1990 poderá ser brindado com aumentos superiores. É que com a entrada em vigor da nova lei do arrendamento, estas rendas mais antigas vão passar a ser actualizadas com base num processo de negociação entre senhorios e inquilinos. No limite, a actualização destas rendas mais antigas poderá atingir 1/15 do valor patrimonial da casa. Esta nova lei entrou em vigor em Novembro e os senhorios que notificaram logo os seus inquilinos poderão já proceder às actualizações a partir de Fevereiro. Conheça em detalhe os pormenores da nova legislação aqui.
    Já quem tem crédito à habitação, o cenário será diferente. Depois de em 2012 a generalidade das famílias ter sentido um alívio considerável nas prestações da casa, 2013 deverá ser um ano em que estes encargos se deverão manter estáveis já que não se espera uma subida abrupta das taxas Euribor- que servem de indexante para a maioria dos créditos à habitação em Portugal.

    Portagens

    Más notícias: viajar numa auto-estrada com portagens ou nas antigas SCUT’s vai sair mais caro. Boas notícias: os aumentos em 2013 serão inferiores aos registados em 2012. Segundo a fórmula de cálculo prevista na lei- e que tem por base a taxa de inflação homóloga de Outubro, excluída do valor da habitação no Continente- em 2013 as portagens serão 2,03% mais caras. Em 2012, o agravamento de preços definido para este tipo de serviços tinha sido superior: 4,36%.

    Impostos

    Desde meados de Outubro, altura em que foi conhecida a proposta de Orçamento do Estado para 2013, que as famílias sabem que vão pagar mais impostos. E por várias vias. No que diz respeito ao IRS, as famílias vão pagar mais impostos não só pela actualização das taxas, como também pela redução do número de escalões e pela aplicação de uma sobretaxa de 3,5%. Quem tem rendimentos mais elevados (superiores a 80 mil euros) pagará ainda uma taxa de solidariedade de 2,5%. Já para os contribuintes com rendimentos anuais superiores a 250 mil euros a taxa de solidariedade será de 5%.
    Mas não é apenas devido ao IRS que as famílias vão sentir o aumento da carga fiscal em 2013. Muitas famílias deverão também ver a sua fatura com o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a subir consideravelmente, na sequência do processo de reavaliação do valor patrimonial dos imóveis em Portugal que está em curso. Ainda assim, estes aumentos serão progressivos devido à manutenção da cláusula de salvaguarda. Esta cláusula diz que o aumento do IMI, que será pago em 2013 e em 2014, não pode ultrapassar os 75 euros, ou então, não poderá ser superior a um terço da diferença entre o valor pago em 2012 e o valor a pagar em 2013. Sendo que o valor a aplicar é o mais elevado dos dois critérios.
    Já andar de carro também será mais caro. Especialmente para quem tem veículos de alta cilindrada. Isto porque o imposto único de circulação vai sofrer um agravamento que irá variar entre 1,3% e os 10%.
    Também quem tem poupanças pagará mais impostos sobre estes rendimentos. Isto porque a taxa liberatória aplicada aos juros dos depósitos e mais-valias de outras aplicações financeiras vai subir dos atuais 26,5% para os 28% em 2013.



    fonte: saldopositivo.cgd.pt

    30 de outubro de 2012

    Eletricidade: preço vai subir 2,8% em 2013



    Famílias economicamente vulneráveis deverão registar aumento de 1,3%

    Os preços da eletricidade deverão aumentar 2,8% para as famílias em 2013, de acordo com a proposta da Entidade Reguladora do Setor Energético (ERSE), publicada esta segunda-feira.

    Esta variação média de 2,8% vai repercutir-se num acréscimo de 1,24 euros por mês numa fatura média de cerca de 47 euros (com o IVA a 23%), o que abrange a maioria dos consumidores domésticos portugueses (cerca de 5,6 milhões).

    «Na tarifa social, o aumento será de 1,3% para os consumidores considerados economicamente vulneráveis», ou seja, de 30 cêntimos numa fatura mensal de 23 euros (com o IVA a 23%), mas, não sendo transitória, esta variação vigorará durante todo o ano de 2013.

    No caso dos consumidores das regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, a tarifa regulada de venda a clientes finais terá a mesma variação (2,8%), mas não será sujeita a revisão trimestral, já que, «por serem consideradas regiões ultraperiféricas no espaço europeu, não estão abrangidas pelo processo de liberalização do sistema elétrico que decorre no continente».

    A ERSE justifica este aumento com o agravamento do custo de produção da energia elétrica e com a quebra no consumo.

    «Os custos de produzir eletricidade, quer através de centrais convencionais (hidroelétricas e térmicas), quer através de centrais que utilizam produção em regime especial (renováveis e cogeração) agravaram-se. Este agravamento deve-se essencialmente ao facto de os preços no mercado grossista a prazo estarem a subir, à previsão da manutenção dos elevados custos do preço do petróleo nos mercados internacionais e ao facto da produção em regime especial ter aumentando (há mais capacidade instalada) e ter um custo médio superior ao das centrais convencionais», revela o documento.

    A ERSE estima ainda que o consumo de eletricidade em 2013 estabilize em torno de um valor próximo do consumo verificado em 2006. «Esta quebra do consumo, que já se verificou em 2012, conduz a um aumento dos custos unitários de energia elétrica porque parte dos custos a recuperar pelas tarifas, como os CIEG (Custos de Interesse Económico Geral), são fixos e não variam com o consumo».

    As tarifas transitórias aplicam-se a partir de 1 de janeiro de 2013, sendo suscetíveis de revisão trimestral.

    Aumento seria de 11% sem corte de rendas excessivas

    Em comunicado, o Ministério da Economia diz que, sem as medidas adotadas pelo Governo, o aumento da eletricidade para 2013 seria de 11%.

    Segundo o ministério liderado por Álvaro Santos Pereira, «a variação tarifária de 2,8% agora anunciada pela ERSE está fortemente influenciada pelas medidas de redução de rendas excessivas adotadas pelo Governo ao longo do ano de 2012».

    O Governo defende que sem essas medidas, «a variação teria sido de aproximadamente 11,4%, o que constituiria um aumento absolutamente incomportável para as famílias e empresas, especialmente na atual conjuntura económico-financeira que o país atravessa», acrescentando que é a «mais baixa variação tarifária dos últimos sete anos».

    A variação agora determinada pela ERSE está, segundo o Ministério, «ligeiramente abaixo da inflação» e teve em conta «um impacto de 410 milhões de euros na redução do défice tarifário de 2013».

    As reduções de custos repercutidas nas tarifas do próximo ano, segundo o Executivo, foram, entre outras, de 103 milhões de euros da remuneração de custos no mecanismo de garantia de potência ou 47 milhões de euros nos produtores a partir da cogeração.




    Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt
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