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22 de junho de 2016

Como começar um e-mail formal para uma empresa

Descubra a melhor forma de como começar um e-mail formal se está neste preciso momento a começar um email para uma empresa e não sabe como o fazer.




Antes de começar a escrever o seu e-mail formal deve pensar no seu destinatário. Analise quem vai receber o e-mail para que o tom da abertura da mensagem se adeque depois ao corpo do e-mail.
Palavras como “Caro”, “Prezado” e “Exmo.” no início do e-mail são essenciais para demonstrar respeito e cordialidade. Quando se sabe o nome do recetor da mensagem deve-se falar à pessoa diretamente, dizendo de seguida o seu nome. Quando não se sabe este nome, deve-se segmentar a comunicação em género, para se evitar escrever um e-mail genérico e impessoal onde constantemente se refere a uma pessoa sem género (com repetitivos “Exmo(a)” Sr(a)”).
No e-mail formal, a regra é dirigir-se à pessoa de acordo com o seu cargo, como por exemplo “Dr(a)., diretor(a) de…”, ou “Sr(a), responsável por...”.
Fuja depois a clichés como “venho por este meio” e comece em vez por uma saudação cordial ou com um texto mais criativo. Se necessário, apresente-se logo no início do texto. O essencial é contextualizar o e-mail rapidamente, para o destinatário não se perder no assunto do e-mail.

Como começar um e-mail formal em inglês

Para escrever um e-mail formal em inglês deve seguir as mesmas regras com os seus equivalentes na língua inglesa. Pode começar por dirigir-se ao destinatário com expressões como “Dear Mr./Ms.,” ou “To whom it may concern,” no caso de não saber o nome da pessoa que vai receber o e-mail.
“I am writing because…” e ““I am writing in reference to…” são duas formas de começar a escrever o email formal em inglês.
in economias.pt


24 de novembro de 2012

Devolver casa ao banco e ser inquilino com renda mais baixa

 

Esta é apenas uma das várias propostas da sociedade civil, incluídas numa carta aberta divulgada na Internet

Em tempos de crise, há cada vez mais famílias que perdem a capacidade de pagar as prestações ao banco para comprar uma casa. Perante este cenário, uma das sugestões de 57 pessoas e 10 associações que subscreveram a Carta Aberta pelo Direito à Habitação é permitir a liquidação do empréstimo com a entrega da casa ao banco, mantendo os habitantes como inquilinos, com uma renda «mais adequada».

«No caso das famílias que não conseguem pagar os seus créditos à habitação, devido a situações de desemprego ou pela redução substancial do rendimento disponível, a entrega da casa deve significar o fim de quaisquer compromissos com a banca, sendo de incentivar que essas famílias se tornem inquilinas no mesmo alojamento, com uma renda adequada ao seu rendimento» - é uma das nove medidas propostas por ativistas, feministas, designers, arquitetos, músicos, economistas, entre outros que assinam esta carta.

O tema está sob debate político, com o Governo a propor alterações às regras da habitação.

Na mesma carta leem-se outras propostas: «Não permitir, em nenhuma circunstância, processos de despejo em que não estejam devidamente asseguradas alternativas dignas ou meios de subsistência suficientes», assim como dotar o IHRU, autarquias e o Estado de mecanismos eficazes ao desenvolvimento de apoios e combate à especulação e corrupção urbanística.

O documento, subscrito por associações de defesa dos direitos humanos, do imigrantes, mulheres e defesa do património, apela ainda à suspensão da «demolição das habitações dos moradores não abrangidos pelo PER» - Processo Especial de Revitalização.

A obrigação de «colocar, no mercado, os fogos devolutos, penalizando de forma eficaz o abandono dos alojamentos com fins especulativos» e a criação de «um plano de reabilitação do parque habitacional que dê prioridade a este processo, em detrimento da construção de habitações novas, tendo em vista recolocar os fogos no mercado a preço acessível» são outras sugestões.

A lista não termina antes de cidadãos e associações exigirem, ainda,a revisão da «nova lei do arrendamento urbano, de modo a salvaguardar o direito dos inquilinos à habitação» e a «criação de uma Lei de Bases da Habitação, capaz de regulamentar e materializar os princípios subjacentes ao direito constitucional à habitação».

O objetivo é garantir o «cumprimento da Constituição da República Portuguesa» e a «salvaguarda dos mais elementares direitos humanos», lê-se num documento que acusa que a «habitação foi sobretudo encarada como uma mercadoria e um investimento», abrindo portas à especulação imobiliária, ao endividamento das famílias ¿ empurradas para as «periferias suburbanas» - e à deterioração das condições de vida.

As associações que já assinaram a carta: Precários Inflexíveis, Associação Defesa Direitos dos Imigrantes, HABITA - Colectivo pelo direito à habitação e à cidade; Marcha Mundial das Mulheres - Portugal; Médicos do Mundo; Obra Católica Portuguesa de Migrações; Olho Vivo - Associação de Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos; Plataforma Gueto; SOS Racismo; UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta. 

 In: www.agenciafinanceira.iol.pt

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