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3 de janeiro de 2013

Dicas para fazer dinheiro fácil



Só de pensar em falta de dinheiro deprime qualquer um. As sensações de pânico e desespero são inevitáveis enquanto não conseguir mais uns bons montantes. Contudo, pode conseguir controlar-se nessas ocasiões, se estiver disposto a fazer o que for preciso.

Crie um orçamento bem apertado e mantenha-o durante meses, talvez anos, cortando despesas diárias que sejam dispensáveis.

Tenha dinheiro á mão e mantenha-o num local seguro, de preferência onde nem se lembre de ir o tempo todo. Proteja-se de si mesmo ao bloquear a tentação, é a melhor maneira de poupar.

Diversifique os tipos de fundos, como ter dinheiro em forma dinheiro vivo, no cartão de crédito, em acções, ouro, etc. Dessa forma terá sempre algo em que pegar se precisar de dinheiro.

Invista na Bolsa se tiver bons palpites; quem sabe se os seus rendimentos não irão então duplicar ou até triplicar.

Adquira novas capacidades que lhe permitam ganhar ainda mais dinheiro, e use ainda isso a seu favor para ter um segundo emprego, se conciliável com o actual.

Se tiver quartos a mais, arrende-os a pessoas de fora que precisem de um sítio onde ficar.

Dê aulas.  Se é um perito em um ema determinada disciplina,  pode oferecer os seus serviços como tutor ou explicador.

Idiomas. Se fala inglês, alemão ou domina outra língua estrangeira, pode oferecer os seus serviços em call centers ou outro tipo de empresas.

Prepare e venda alimentos em casa. Se é bom cozinheiro, tirar partido do mesmo para preparar refeições e fazer negócios desde casa.

Assistência Técnica. Se tem conhecimentos vastos acerca de computadores, sistemas operativos, internet e redes sociais, então tem uma grande hipótese de ganhar muito dinheiro.

Há muito mais por onde pegar, mas estas dicas são as essenciais para que tenha sempre um certo equilíbrio financeiro por uns bons tempos.



fonte: aprenderapoupar.com

Os “segredos” de um bom crédito automóvel


Tornou-se cada vez mais comum o recurso ao financiamento adicional para adquirir uma série de bens e serviços que têm de ser pagos no imediato mas que a maioria dos portugueses não possui capacidade de liquidar no acto da compra. Exemplos disso são os diversos géneros de empréstimos especializados oferecidos pelas entidades credoras, nos quais se incluem, entre outros, os destinados à aquisição de habitação permanente, educação e veículos.
No presente artigo iremos concentrar as nossas atenções naquele por último citado, o crédito automóvel, indiscutivelmente um dos mais frequentes em território nacional. Abordaremos, nesse prisma, os financiamentos concebidos para a compra de carro novo, seminovo ou usado, destacando as suas principais características e realçando informações cruciais que deve ter em mente caso esteja a pensar seguir esta via num futuro próximo.

Avalie as alternativas disponíveis

O mercado está repleto de ocasiões de financiamento, umas mais atractivas do que outras, mas o que não faltam são possibilidades. Por isso, distinguir as melhores nem sempre é fácil, pelo que existe a necessidade de utilizar alguns “truques” para se afastarem as menos boas e permitir que as realmente vantajosas sobressaiam. Nesse sentido, realizar uma prévia e alargada pesquisa a fim de identificar as hipóteses oferecidas pelas diferentes entidades é um passo absolutamente determinante, pois facultará os dados imprescindíveis ao sucesso da tarefa subsequente, a simulação online das variadas propostas.

Tire partido dos simuladores

Dada a multiplicidade de alternativas convém analisar cada uma de forma detalhada, contudo, tal nem sempre é praticável devido à quantidade de opções. Essa era uma realidade até há bem pouco tempo, todavia, os simuladores online vieram mudar esse paradigma, tornando esta via na mais eficaz para comparar as possibilidades existentes. Assim, beneficie das simulações e coloque lado a lado as propostas que considera relevantes, anotando os resultados que dessa confrontação vão surgindo para formar a sua opinião e decidir sem ter dúvidas relativamente à solução que melhor serve os seus interesses para obter o empréstimo automóvel desejado.

Compreenda o contrato

Embora os dois passos acima referidos sejam fundamentais para conseguir um bom crédito automóvel serão completamente ineficazes se o acordo em questão esconder condições que o cliente não perceba. Logo, entender o contrato em toda a sua extensão é crucial para se ter a consciência das implicações do mesmo, não devendo restar quaisquer interrogações antes de proceder à sua assinatura. Esclareça aspectos que eventualmente não compreenda e nunca, em circunstância alguma, subscreva um financiamento sem ler atentamente o contrato final.


fonte: aprenderapoupar.com

Regras de ouro para as suas finanças pessoais


Quando se fala de finanças pessoais, são muitas as pessoas que afirmam que cada um as gere à sua maneira, porém existem algumas regras e dicas que podem seguir para tentar potencializar essas mesmas finanças de forma a conseguir poupar dinheiro de forma mais eficaz. Hoje vamos aqui deixar uma lista de regras de ouro, para tratar as suas finanças pessoais como autênticas pérolas preciosas.

- Deverá poupar uma percentagem fica todos os meses, aconselhamos algo entre 5-10% !
- Registe todos os seus gastos, torna-se mais fácil de ir verificando onde está a gastar mais dinheiro, mês após mês.
- Evite entrar em negócios milagrosos, pirâmide ou jogos de azar, geralmente só lhe vão trazer mais problemas.
- Analise ao pormenor todos os seus produtos bancários e seguros, procure as melhores opções no mercado e não tenha medo de mudar.
- Sempre que for fazer um grande investimento, pense na pior das hipóteses (ficar sem emprego) e apenas continue a compra se mesmo assim conseguir fazer o pagamento sem prejudicar o seu orçamento.
- Todas as suas compras, além da alimentação para casa, devem ser feitas de acordo com as necessidades, ponderando sempre os melhores momentos e locais para as fazer.
- Poupe para o futuro, tenha um fundo de emergência ou mesmo um plano poupança reforma, nunca se sabe o que vai precisar.
- Quando as suas finanças estiverem ligeiramente mais folgadas, em vez de aumentar as suas despesas, aumente as suas poupanças e coloque mais dinheiro de lado.
- Tenha muito cuidado com a sua saúde e vá fazendo check-ups, torna-se menos dispendioso que as consultas extras ou memso os tratamentos para problemas existentes. Prevenir pode ser uma fantástica poupança.
- Vales de desconto, vouchers e promoção são fantásticas opções para conseguir poupar bastante.
- Se tem o objectivo de fazer investimentos em produtos bancários, como o Forex ou as Acções, então o melhor é informar-se e ter conhecimentos base antes de avançar, garantindo que não vai perder o dinheiro investido.
- Tenha metas definidas, seja a nível de compras ou de poupanças, e gira as suas finanças pessoais de acordo com esses objectivos.
- Aproveite a vida ao máximo, não dependendo exclusivamente do dinheiro, já que felicidade, amor e compreensão não podem ser comprados pelo dinheiro!


fonte: aprenderapoupar.com

Combustíveis: desconto de 10 cêntimos por litro


Parceria entre Continente e Galp Energia tem nova mecânica, com desconto em cartão

O Continente e a Galp Energia lançam uma nova mecânica de desconto em combustível. A partir desta quinta-feira é possível abaster os automóveis com descontos de 10 cêntimos por litro em cartão Continente.

Em comunicado, as empresas explicam que em compras nas lojas Continente de valor igual ou superior a 30€, os clientes recebem um cupão de desconto que oferece 10 cêntimos de desconto por litro em cartão Continente. «Ao abastecerem, basta apresentarem o cupão juntamente com o cartão no momento de pagamento».

Por cada litro abastecido o cliente acumulará 10 cêntimos no saldo do seu cartão Continente, e o acumulado poderá ser utilizado a partir do dia seguinte, em compras em todas as lojas Continente, Well`s, Book It, Bom Bocado e Modalfa.

A Galp explica ainda que esta mecânica de desconto é mais «conveniente», uma vez que o «desconto é válido por um ano e pode ser utilizado em compras de qualquer valor».


fonte: agenciafinanceira.iol.pt

1 de janeiro de 2013

Operadoras: Dicas para poupar na fatura da energia


Os operadores do mercado livre oferecem descontos, mas os preços vão aumentar. Confira as suas opções

As tarifas reguladas da eletricidade e do gás acabam este ano, mas os consumidores domésticos têm um período de três anos para procurar um comercializador de mercado, beneficiando, até final de 2015, das tarifas transitórias fixadas pela ERSE. Mas, atenção: os preços passarão a ser revistos de três em três meses e serão tendencialmente mais altos que no mercado livre, de modo a incentivar a transferência. Se fizerem já a mudança, os consumidores poupam, no mínimo, 5% na fatura mensal, caso optem pelo mesmo fornecedor para a eletricidade e o gás. Contudo, o alívio mensal na despesa das famílias não durará muito. O esperado aumento dos custos de produção fará com que os preços da energia subam ainda mais, tanto no mercado regulado como no mercado livre. Em janeiro, a eletricidade aumenta 2,8% e o gás 2,5%, para quem se mantiver no mercado regulado.


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Como fazer a mudança
Escolha o novo fornecedor em três passos. A mudança é gratuita e não implica a substituição do contador, a menos que o solicite
1 - Consultar a lista de comercializadores em www.erse.pt.  Na eletricidade, as empresas mais ativas são a EDP, Galp Energia e Endesa. No gás, são a Galp, EDP e Goldenergy
2 - Comparar preços, condições e prazos de pagamento, promoções e outros. A ERSE e a Deco dispõem de simuladores de preços
3 - Celebrar o contrato de fornecimento. O comercializador escolhido tratará de todo o processo de mudança, num prazo máximo de três semanas, sem que haja interrupção do fornecimento


fonte: visao.sapo.pt

Renegociação dos créditos: pôr tudo em pratos limpos


Quando pergunto às pessoas se conseguem poupar a resposta costuma ser negativa. Dizem-me sempre que é impossível, que o seu rendimento dificilmente chega para pagar todas as suas despesas essenciais, quanto mais para poupar.

É um facto que as famílias portuguesas estão numa situação financeira delicada, especialmente depois dos sucessivos aumentos de impostos a que foram sujeitas. No entanto, torna-se fundamental questionar se existe espaço para a redução das despesas. Eu acredito que a resposta é positiva e conto-vos a minha experiência e os resultados obtidos com a renegociação de créditos.

Em que consiste:

Contrariamente ao que muita gente pensa, os bancos e restantes instituições de crédito estão abertos à renegociação das condições dos contratos de crédito: os números do crédito em incumprimento aumentam todos os meses, o que levou a uma grande alteração na postura dos bancos.

Sendo este o contexto, temos conseguido com bastante sucesso uma renegociação da carteira de crédito. Muitas pessoas e algumas associações estão a olhar para a insolvência pessoal como uma das primeiras soluções, o que não poderia estar mais errado.

As várias fases do processo

Para aumentar o sucesso da renegociação, temos vindo a aperfeiçoar no último ano um modelo de apoio que consideramos ser o mais acertado. Em primeiro lugar, temos uma reunião com a pessoa onde fazemos o levantamento exaustivo da sua situação financeira.

Em segundo lugar, vemos qual o melhor caminho a propor, seja uma consolidação de créditos, seja a renegociação das suas condições ou, em última análise, uma renegociação judicial ou uma insolvência.

Em terceiro lugar, apresentamos as soluções que terão de ser aprovadas pela pessoa/agregado em questão.

Números interessantes

Nos últimos meses de atividade, já tratamos mais de 500 casos, com uma taxa de sucesso de aproximadamente 70%. Destes casos, a redução média das prestações mensais é de 40%. Imaginemos que a pessoa pagava 1000€ mensais em créditos, passa a pagar perto de 600€: em dados anuais, representa algo como 7.200€ (líquidos). Quem disse que não era possível poupar?

Em termos estatísticos, o número médio de dívidas e créditos é de 6-7, sendo o montante global médio em torno dos 80.000€ (70% crédito habitação e 30% crédito pessoal/consumo). Um alerta de relevo consiste no facto do excesso de endividamento ser transversal aos vários estratos sociais e níveis de rendimento. Naturalmente que quanto maior o rendimento, maiores serão as despesas (já tivemos casos de 26 créditos!).

De notar, no entanto, que a taxa de sucesso aumenta quanto mais cedo formos contactados. Ou seja, temos de atuar mais de forma preventiva e menos de forma reativa. Isto porque queremos que a posição negocial das famílias que nos contactam seja a melhor possível. Tendo uma penhora no rendimento o processo é bastante menos interessante (apesar de existirem soluções).

Como prevemos 2013

Escusado será dizer que o ano de 2013 será um ano de grandes desafios para as famílias e empresas portuguesas. O desemprego deverá continuar a aumentar e infelizmente 2014 trará ainda maiores desafios (desengane-se quem pense que não teremos mais medidas de austeridade depois destas), pelo que temos de começar hoje a cortar nas despesas.

O nível de despesa e de endividamento dos lados das famílias está a reduzir-se. Mas sabemos que ainda é possível cortar nas despesas e que temos de agir de forma preventiva. Pode ser difícil e implicar sacrifícios, mas o resultado será positivo...



Artigo de opinião de João Morais Barbosa, promotor da EFP - Escola de Finanças Pessoais, formador e autor de diversos livros sobre finanças pessoais. 

fonte: agenciafinanceira.pt

Clientes e bancos: novos direitos e deveres

São novas regras do Banco de Portugal, impostas à banca a partir de agora. Os bancos têm de estar alerta e atuar ao mínimo sinal de que o cliente corre o risco de deixar de pagar o empréstimo.

Para prevenir o incumprimento, a banca passa a estar obrigada a dispor de meios informáticos capazes de identificar factos que apontem para uma degradação da capacidade financeira do cliente.

Identificado o perigo, é dado o alerta: os bancos têm um prazo de 10 dias para contactar o cliente, dando conta do risco de virem a falhar com os respetivos créditos.

Ao cliente, é pedido que não deixe para amanhã o que deve fazer desde logo. Sempre que o perigo esteja à espreita, pode e deve comunicar ao banco a situação, antes que se torne irremediável.

Aos funcionários do banco, cabe estarem bem atentos e devem reportar o risco de forma a que a situação possa ser analisada de modo rápido.

A banca fica obrigada a propor soluções adequadas, caso a caso. Em primeiro lugar, há que verificar se a situação financeira do cliente permite um reajustamento das despesas em função do orçamento.

A renegociação do crédito é outra alternativa possível.


fonte: agenciafinanceira.iol.pt
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