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22 de junho de 2016

Veículos importados de outro estado-membro não têm de pagar imposto



Tem um veículo importado de outro Estado-membro? Saiba que não tem que pagar o imposto que tem vindo a ser aplicado.

Ao que parece, nem todas as leis são aplicadas ou interpretadas da melhor forma. Segundo notícia agora avançada, o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) considerou que o “imposto sobre veículos usados importados de outro Estado-membro aplicado em Portugal viola as regras da livre circulação de mercadorias”.

Isto significa que o imposto que tem sido cobrado em Portugal pelos automóveis usados importados de outros Estados-membros acaba por ser calculado sem considerar “a desvalorização real desses mesmo veículos”.

Em suma, o Tribunal considera que Portugal aplica aos veículos automóveis usados importados de outros Estados-membros “um sistema de tributação no qual, por um lado, o imposto devido por um veículo utilizado há menos de um ano é igual ao imposto que incide sobre um veículo novo similar posto em circulação em Portugal e, por outro, a desvalorização dos veículos automóveis utilizados há mais de cinco anos é limitada a 52 por cento, para efeitos do cálculo do montante deste imposto,independentemente do estado geral real desses veículos”.

Depois do conhecimento público deste acórdão, é de esperar que a Comissão Europeia imponha uma data limite para que o país altere a legislação e passe a cobrar apenas o que é devido e legal.


in e-konomista.pt

13 de janeiro de 2015

Saiba como legalizar carros importados

Pretende legalizar carros importados mas não sabe como proceder? Conheça os passos obrigatórios para circular com automóveis estrangeiros nas estradas portuguesas.


Em Portugal, o processo para legalizar carros importados é extremamente complexo, demorado e dispendioso. A legalização inicia-se, primeiramente, no país em que o automóvel é adquirido e depois é finalizado em Portugal, através do pagamento e preenchimento de uma diversidade considerável de documentos. Tome conhecimento pormenorizado dos passos a seguir nas duas diferentes etapas.


Etapa 1 – Legalização no País de Compra:

1. Pagamento do Automóvel

Deverá ter sempre em consideração o valor do IVA, e somar o mesmo ao preço do automóvel, no ato da compra.


2. Documentação Obrigatória

Ao adquirir o carro, obrigatoriamente, terá outros custos associados à documentação legal. Estes custos rondam uma média de 1500 euros para o Documento Único Automóvel, o registo de propriedade e por fim o Certificado de Conformidade Europeu (COC).


3. Transporte do Automóvel para Portugal

Aconselhamos que o transporte do veículo para território nacional, seja feito através de Camião / Reboque, onde terá um custo a rondar os 600 euros mas já vem com seguro incluído.


Etapa 2 – Legalização em Portugal:

1. Inspeção Automóvel

O primeiro passo a seguir para legalizar carros importados quando chegar a Portugal é movimenta-lo até ao centro de inspeções, executar o exame técnico para futuro pedido de matrícula. Deverá ter em sua posse o Documento Único, o COC e o modelo 9 do IMTT.


2. Homologação do COC e Matrícula Nacional

De seguida deverá dirigir-se ao IMTT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres) e solicitar a homologação do COC. Depois tem de comparecer na Alfândega da sua localidade para preencher o DAV (Declaração Aduaneira de Veículos) e pagar o ISV (Imposto Sobre o Veículo).
Ainda na Alfândega é, também, necessário solicitar a matrícula nacional para o seu carro novo. Tenha em sua posse toda a documentação que dispõe até ao momento, bem como originais da sua documentação pessoal.


3. Documento Único de Circulação e Imposto de Circulação

Como o DAV apenas lhe permite circular durante 60 dias, deverá pedir na Conservatória do Registo Automóvel o Documento Único Automóvel (DUA). Por fim, apenas tem de fazer o pagamento do Imposto de Circulação no Ministério das Finanças.


Preço da legalização

O custo para legalizar carros importados varia de acordo com o ano da matrícula, o preço de venda, a emissão de CO2, a cilindrada e a tipologia do combustível.
Para o ajudar a simular o custo da legalização poderá apoiar-se no Portal das Finanças.



in e-konomista.pt

25 de fevereiro de 2014

Dicas para comprar carro à sua medida


Se pretende poupar escolha um automóvel que consome menos combustível.
Comprar um carro é um "investimento" no qual você deve reflectir com calma e tempo. Lembre-se que vai gastar uma boa quantia de dinheiro, como tal, deverá fazer a escolha acertada. Antes de comprar um carro novo faça uma análise do tipo de veículo que realmente precisa e de quantos quilómetros faz diariamente. Descubra como escolher o carro mais económico adequado às suas necessidades reais.
Tipo de utilização
Não deixe a emoção sobrepor-se à razão. Pense no carro mais adequado para as suas necessidades e não no carro que acha mais "bonitinho". É necessário analisar o tipo de utilização que costuma fazer, os estilos de condução - que pode ser urbana, extra urbana ou mista -, e ainda o número de quilómetros que faz anualmente. Caso faça muitos quilómetros diários, a motorização a Diesel poderá ser uma boa opção.
A escolha do veículo certo
Se não tiver a menor ideia sobre como iniciar a sua pesquisa, comece por definir a categoria do carro. Os carros compactos, por exemplo, são mais ágeis no trânsito e mais fáceis de estacionar, podendo ser uma boa opção para quem mora numa cidade grande. Já um veículo do segmento familiar poderá ser o ideal para quem tem uma família grande.
Baixa redução de CO2
Melhor tecnologia não é sinónimo de preço mais elevado, por isso opte por tecnologias eficientes e descubra as vantagens ao nível das emissões de CO2. Se escolher viaturas com baixas emissões de CO2, vão ter uma consumo de combustível mais baixo e, ao mesmo tempo, contribuir para um ambiente mais limpo. Desta foram, poupa o ambiente e a sua carteira.
Manutenção
Os custos de manutenção são outro aspecto a considerar. Descubra junto das marcas quais as que têm os preços mais competitivos, bem como as campanhas de fidelização que permitem ao cliente realizar assistência na marca a preços ajustados.
Valor residual
Pense também no futuro e informe-se do valor residual atribuído do modelo que escolheu. Assim, quando, daqui a uns anos, quiser trocar de carro terá uma ideia do valor que vão pagar pelo seu antigo carro.
‘Test-drive'
Não dispense o ‘test-drive'.Percorra o caminho que, normalmente, faz todos os dias, mas aproveite por passar numa auto-estrada para que possa testar o motor a alta velocidade e analisar os consumos.

in economico.sapo.pt

Fisco vai sortear todas as semanas carros até 40 mil euros


Cada cupão vai valer 10 euros. Feitas as contas, uma factura de 100 euros vai corresponder a 10 cupões

A “Factura da Sorte” ­ – o sorteio do fisco que vai avançar já no próximo mês de Abril e que se destina a contribuintes que tenham pedido facturas com Número de Identificação Fiscal (NIF) desde a primeira semana de Janeiro – vai rifar todas as semanas carros até 40 mil euros.  O valor foi anunciado no regulamento publicado ontem em Diário da República. Os carros serão entregues aos contribuintes livre de encargos, ou seja, sem que estes tenham de pagar qualquer tipo de impostos.
De acordo com o documento, até ao final do ano, vão existir 39 sorteios regulares e dois extraordinários onde serão sorteados carros de gama ainda mais alta (47 mil euros).
Segundo a portaria, para este ano, o governo poderá gastar um valor máximo de 3,4 milhões de euros. Ou seja, cerca de um terço dos 10 milhões estimados no decreto-lei que cria o sorteio anual (52 regulares mais oito extraordinários), sendo que, em 2014, o sorteio arranca só em Abril. Segundo as contas do executivo, está previsto arrecadar entre 600 a 800 milhões de euros.
Cupões Cada cupão da “Factura da Sorte” ­vai valer dez euros. Feitas as contas, uma factura de 100 euros corresponde a 10 cupões. “A AT atribui um cupão por cada 10 euros ou fracção de 10,00 euros, da soma do valor total das facturas, incluindo impostos, em que cada pessoa singular conste como adquirente e que sejam elegíveis para efeitos do sorteio”, revela o documento, acrescentando ainda que “a atribuição dos cupões é efectuada mensalmente a cada adquirente e a sua numeração é reiniciada semestralmente”.
No início de Fevereiro, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, já tinha admitido que o sorteio iria ser feito em função do valor global das facturas de cada contribuinte e não em função do número de facturas emitidas.
Para já, ainda não se sabe onde vai ser feito o sorteio, apenas que será realizado através de uma aplicação informática.


in ionline.pt 

8 de fevereiro de 2014

Como evitar pagar imposto de carros que já não tem


Contribuintes só deixam de ter o carro em seu nome se houver transferência de propriedade ou anulação de matrícula.

Os contribuintes continuam a receber cartas do Fisco para pagar o Imposto Único de Circulação (IUC) - o antigo selo do carro - relativo a anos anteriores e, muitas vezes, de viaturas que já não têm.
A reforma do imposto automóvel, que entrou em vigor em Julho de 2007, passou a fazer incidir o imposto sobre o proprietário do veículo e não sobre o carro. Desta forma, quem ainda tem automóveis registados em seu nome, pode vir a ser chamado a pagar pelo imposto de um carro que já não é seu. Ou porque o automóvel foi vendido e o novo proprietário não mudou o registo do veículo, ou porque o carro foi para a sucata e não há provas disso, os contribuintes são obrigados a pagar o imposto em falta, porque a propriedade continua em seu nome.

No ano passado foram muitos os contribuintes notificados pelas Finanças, mas estes episódios continuam a ocorrer, apurou o Diário Económico. Para dar ideia da dimensão do problema, o Diário Económico sabe que é convicção, dentro dos serviços da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), que não houve família que não se tivesse deparado com esta situação ou que não conheça um familiar com este problema. Mas o número de notificações deverá cair este ano. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, Paulo Ralha, explicou que muitos contribuintes já regularizaram a situação e deram baixa dos carros.

E a factura pode sair cara para quem não o fizer: além do imposto em falta, são ainda devidos os juros de mora e uma multa. Esta é de 15 euros para pagamentos fora do prazo até 2012, mas a partir desta data o valor aumenta para 25 euros.

Saiba o que pode fazer para deixar de ter o carro registado em seu nome e evitar ser chamado a pagar o IUC de um carro que já não é seu. E aqui podem ocorrer várias situações.

Se o contribuinte vendeu o carro, mas o novo proprietário não alterou o registo de propriedade, pode requerer a apreensão do veículo junto do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) ou nas conservatórias do registo automóvel. De acordo com a Deco, caberá depois à PSP e à GNR apreender o veículo. Já se o carro tiver sido abatido numa sucata e não houver comprovativos, o melhor é pedir o cancelamento da matrícula. Também se pode pedir o cancelamento da matrícula se o carro foi dado como desaparecido às autoridades há mais de seis meses ou se deixou de circular na via pública. O cancelamento nunca é feito antes de seis meses, período em que se verifica se há seguro activo e, se o automóvel não for entretanto apreendido, a matrícula é cancelada. Mas, no caso de veículos em fim de vida, a matrícula deverá ser sempre cancelada através do certificado de destruição emitido por um operador de desmantelamento autorizado.

No entanto, terá de haver sempre lugar ao pagamento do impostos em falta de anos anteriores. A AT utiliza a base de dados do Instituto dos Registos e Notariado para ter acesso aos registos dos proprietários dos veículos, e não compete à AT inscrever ou alterar a propriedade dos veículos, como explica uma nota disponível no Portal das Finanças.

Alteração de Registo

Opção A
O ideal é tratar de tudo assim que vender o carro. O contribuinte deve certificar-se
que o novo proprietário muda o registo de propriedade. Se isso não for feito, pode pedir
a apreensão do veículo.

Opção B
Quando o automóvel é considerado em fim de vida, a matrícula deve ser cancelada através do certificado de destruição emitido por um operador de desmantelamento autorizado.


Opção C
O veículo só deixa de constar registado em nome do contribuinte se houver lugar à transferência de propriedade ou se a matrícula for cancelada.


in economico.sapo.pt

18 de julho de 2013

Cuidados Legais a Respeitar na Compra de Carro



Hoje em dia não existe razão para que se façam maus negócios, seja qual for o domínio, mas no caso do ramo automóvel o descuido seria ainda mais imperdoável dada a enorme variedade de ferramentas actualmente à disposição dos potenciais clientes. Todavia, descobrir um bom negócio não se resume apenas a utilizar esses instrumentos tendo em vista encontrar o preço mais baixo, inclui também a verificação das condições e do histórico do veículo em questão.
Olhando àquele último detalhe, seguem-se alguns cuidados legais a ter na compra de carro para que mais tarde não venha a enfrentar problemas facilmente evitáveis através da realização de uma meticulosa e conveniente investigação prévia ao automóvel em vias de aquisição.
1. Verificar a existência de encargos anteriores associados ao veículo
Quando o carro é transaccionado em segunda mão certifique-se de que não existem penhoras ou dívidas ligadas à viatura, nomeadamente perante o Estado (imposto de selo, circulação…) e entidades credoras (bancos, empresas de crédito…). Há várias situações em que o automóvel foi dado como garantia em hipotecas de casas e financiamentos ao consumo, portanto, esteja bem atento e verifique se tal não é o caso.
2. Confirmar a validade dos documentos de propriedade do carro
Independentemente da aquisição a particulares ou stands, nunca feche negócio algum se não lhe forem mostradas as provas de titularidade do veículo. Exija a apresentação do registo de propriedade e livrete ou do Certificado de Matrícula (Documento Único Automóvel: DUA), examine-os para comprovar a legitimidade dos mesmos e só depois avance para a assinatura do contrato de compra.
3. Estudar as condições das garantias do crédito automóvel
Se financiar a compra do veículo mediante um empréstimo pondere oferecer bens que possua sob a forma de garantia colateral ou, tendo pessoas de confiança que a isso estejam dispostas, nomear um fiador. No entanto, saiba a posição algo melindrosa em que estará a colocar o seu fiador, uma vez que, se por um acaso da vida deixar de poder liquidar as suas prestações, terá de ser aquele a pagar uma dívida por si contraída. Por isso, evite ao máximo esta alternativa extremamente desaconselhada. É melhor ceder em outros aspectos (por exemplo, adquirir um carro menos dispendioso com menor período de reembolso) e fazer um pouco mais de esforço todos os meses do que correr o risco de arruinar o futuro de outra pessoa, ainda que sem qualquer intenção.


in autoblog.pt

Como encontrar o carro mais barato



Não será fácil conseguir comparar preços do mesmo automóvel, marca e modelo, mas dentro da mesma categoria, conforme os fornecedores e os sites onde fizer a reserva, poderá encontrar preços tão díspares como 310€ ou 793€ por uma semana, na mesma cidade e local de recolha.

Por exemplo, para um aluguer de 10 a 17 de agosto deste ano, com recolha e devolução no aeroporto de Lisboa, os preços vão desde os 310€ por um Renault Clio , cerca de 390€ por um Fiat Panda, chega a 509€ por um Nissan Micra ou mesmo 793€ por um Renault Megane (sendo este o mais barato disponível no site em causa).

Não é possível dizer, ainda, qual é o motor de busca ou agregador de preços que lhe apresenta sempre os melhores preços: uns conseguem-no para uns destinos e falham noutros. Um que tem dos melhores preços em Espanha  já praticamente não tem oferta ou preços baixos para o Reino Unido ou para a Irlanda, por exemplo, sendo preferível optar por outro. Geralmente, porém, os sites das companhias de rent-a-car não apresentam os melhores preços ao público em geral, estando mais vocacionados para situações promocionais ou clientes corporate.

Portugal é um dos países mais caros da Europa no aluguer de automóveis e isso tem a ver com o imposto mais elevado ao cliente (23% de IVA, comparando com 21% em Espanha, 13,5% na Irlanda, 19,6% em França, 20% no Reino Unido), com o custo de renovação de frota para as empresas de aluguer (as taxas de juro nos contratos são mais elevadas, segundo profissionais do setor chegam a 8%), bem como todos os impostos que pesam sobre as próprias empresas portuguesas.

Além de comparar os preços finais, não se esqueça de comparar as condições do aluguer propostas por cada site. Desde a quilometragem limitada ou ilimitada, aos seguros incluídos ou às franquias exigidas em caso de acidente, bem como a política quanto ao depósito de combustível e às multas aplicáveis - que variam muito de fornecedor para fornecedor e em cada país -, a diferença de preço pode estar escondida nesses pormenores. Quanto a extras, recomendamos que atente no custo do seguro de acidentes pessoais (vai de 2,5 euros em Portugal até 12 euros em Itália, por exemplo), pois é geralmente recomendável que seja contratado caso haja mais passageiros além do condutor e que ficariam sem cobertura em caso de acidente.


in dinheirovivo.pt

12 de janeiro de 2013

Como Poupar na Compra de Pneus: Pneus Usados, Semi-novos


Faz alguns dias deparei-me com a necessidade da compra de pneus para o meu carro! Como vi que os pneus novos eram bastante caros, tentei fazer uma daquelas pesquisas na net que, embora demoradas, pudessem ser compensadas depois na carteira! Para minha surpresa encontrei um site que me chamou a atenção, pois podia comprar pneus de marca a 1/3 do valor original e ainda por cima já com mão de obra e calibragem incluídas. Aquilo que vos estou a falar é de pneus semi novos. Para alguns isto pode parecer "banha da cobra", mas a realidade é que fui eu que escolhi os pneus no meio de dezenas deles, e ainda por cima com muito bom aspecto, custaram-me 30 euros por roda e de marca Michelin. Nesse sentido recomendo a compra deste tipo de pneus. Não tenho qualquer comissão sobre o assunto, simplesmente quero enriquecer o meu blog com dicas como esta. Deixo aqui o link que me foi útil: http://mundipneu.lojasonline.net/sn/store/default.cfm?go=list&cat=1925&tipo=22278&categoria=Pneus-Semi-Novos-Jante-16


12 de dezembro de 2012

E se, de repente, começasse a alugar o carro do vizinho?


Partilhar um veículo representa a liberdade para se ir a qualquer lugar mesmo quando não se tem um carro próprio. A troca, aluguer e partilha de veículos está a conquistar a população mundial e os avanços da tecnologia fazem com que se torne extremamente fácil pedir um carro 'emprestado'.

A Startup britânica WhipCar.com é uma das empresas que pegou neste conceito para o levar mais além. Imagine: agora não tem carro, daqui a uns minutos pode estar a conduzir um.
A empresa, que mistura o melhor das redes sociais e dos clubes privados, disponibiliza um serviço de aluguer de veículos, onde o proprietário cede o seu próprio carro por um período acordado em troca do valor que o WhipCar.com estima que possa ganhar - uma pessoa que alugue o carro uma vez por mês pode chegar ao fim do ano com um lucro de mais de 1000 euros. Como?
O serviço é simples, uma pessoa-com-carro cria um perfil com a fotografia do veículo, as suas características e localização. Tendo por base estes dados, o WhipCar.com estima o valor que o aluguer irá custar. A localização é um ponto fundamental porque se o seu vizinho tiver o carro parado à porta de casa todos os dias, poderá alugá-lo e conduzi-lo – é tudo feito com base na proximidade - quase como se fosse o seu próprio carro.
O site tem algumas regras para que as trocas funcionem: o período máximo de aluguer é um mês, os dados devem ser reais e actualizados, o proprietário do veículo deve entregar a viatura com pelo menos ¼ de tanque.
O único problema é apesar do conceito ter-se expandido pelo Reino Unido, ainda não chegou a Portugal. Se for viajar, considere este serviço

24 de novembro de 2012

DECO: "Sabíamos que existiam mitos em torno das bombas low cost"

Diretor da DECO proteste comenta um teste realizado aos combustíveis para dizer que não vale a pena pagar mais por um produto igual 
A DECO fez um estudo onde mostrou que pagar menos por combustível não significa ter um serviço de pior qualidade. Como demonstram hoje num estudo inédito, o gasóleo low-cost não faz mal ao motor, não prejudica a produtividade do veículo nem exige mais manutenção.


Jorge Morgado, director da DECO Proteste explica o que os consumidores devem saber:
1 - É tudo igual ao litro
"Sabíamos que existiam alguns mitos em torno das chamadas bombas low cost (…) com este estudo o que tentamos foi provar que efetivamente é tudo igual ao litro. Não há razão para não comprar este combustível, estamos a falar de gasóleo, mais barato"
2 - É preciso clarificar
"Os consumidores são induzidos nos seus critérios de compra com atributos relativamente ao produto que não existem do nosso ponto de vista e que este teste demonstra que não existem". 
3 - Diferença de preço não se justifica
"Nós temos esperanças que seja suficiente para os governos tomarem medidas para os problemas que vão aparecendo. Vamos mobilizar os consumidores - e chamar a atenção para ser mobilizarem - para pressionar o poder político a realizar as alterações, o que já temos pedido e que ainda não foi realizado".  
4 - Setor precisa de mais regulação
"Este setor é suficientemente importante na economia nacional, na vida económica das famílias, para não ser regulado de uma forma mais eficaz, mais diária, precisamente para que isto tenha impacto nos preços finais dos produtos, tenha impacto em toda a postura das empresas perante os consumidores. A economia nacional iria sofrer um impacto positivo se houvesse uma regulação efectiva do sector”

In: www.dinheirovivo.pt


DECO denuncia: Combustíveis low e premium só diferem no preço


A Deco testou os combustíveis comercializados em Portugal e chegou à conclusão que os consumidores andam a pagar demasiado
A DECO testou os vários combustíveis diesel comercializados em Portugal, "do low cost ao premium" para concluir que os mais baratos não prejudicam o motor.

Apenas o preço é diferente, diz a DECO, que lembra que os consumidores estão a pagar mais sem necessidade. Nem a produtividade é menor, nem a manutenção exigida é maior, muito menos o rendimento do carro se altera. Os combustíveis aditivados não diferem dos outros.
Para o estudo hoje divulgado a DECO adquiriu quatro automóveis que alterou de forma a ficarem iguais. Cada depósito de gasóleo foi atestado com gasóleo: Galp Force, Galp hi-energy, Jumbo e Intermarché.
Os carros foram, depois, testados por pilotos profissionais. "Se os pilotos profissionais não notam diferenças, ninguém nota", afirmou Jorge Morgado da DECO. 
Posteriormente os quatro veículos foram submetidos a provas de pista e medição de consumo e desmontados todos os componentes para desvendar os impactos no motor. 
Testes finalizados, a Direção do Consumidor concluiu que 'premium ou low cost é igual ao litro'. Como demonstraram hoje, tanto o gasóleo de baixo custo, como o regular ou premiu, após 12 mil quilómetros percorridos exibem consumos muito idênticos. Também ao nível do motor as diferenças foram mínimas. O preço é a única diferença, já que aos 1500 quilómetros há uma distância de 200 euros/ano entre Jumbo e Hi-energy.
Vítor Machado, Coordenador Técnico do teste explicou, à margem da apresentação, que neste momento ainda só foi efectuado o estudo para gasóleo mas sublinha que "tudo leva a crer que será igual na gasolina. Os processos são os mesmos, as empresas as mesmas e portanto se não obtivemos conclusões diferenciadas nos gasóleos, tudo indica que não será diferente no caso da gasolina."

In: www.dinheirovivo.pt



4 de novembro de 2012

Carros de alta cilindrada sofrem aumento de 10% no imposto de circulação


Os carros de alta cilindrada vão ter um agravamento de Imposto Único de Circulação (IUC) de 10%, segundo a versão preliminar da proposta de lei do Orçamento do Estado para 2013, a que a Agência Lusa teve acesso.


O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, cumpre assim o que prometeu na apresentação da quinta avaliação da 'troika' (Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu), quando anunciou um novo conjunto de medidas de austeridade, nomeadamente um aumento de impostos para carros de alta cilindrada.
O IUC, segundo a versão preliminar, vai ser revisto em alta com um aumento de 1,3% no carros menos potentes e com menos emissões. Ou seja, os veículos com uma cilindrada até aos 2.500 cm3 e emitam até CO2 de 180 gramas por quilómetro, como são, por exemplo, um Volkswagen Golf, um Opel Corsa, um Renault Clio ou mesmo um Peugeot 508, terão um agravamento de 1,3% do imposto de circulação.
Na componente ambiental, os carros de cilindrada entre os 1.750 e os 2.500 cm3 veem o seu imposto de circulação agravado em também mais 10%.
Já os carros com cilindradas superiores a 2.500 cm3 e que emitam mais de 180 gramas por quilómetro de CO2, como são, por exemplo, um Mercedes C 350 ou um Audi A4 All Road 3.0 TDI, vão ter um agravamento de 10% no IUC.



In.www.dinheirovivo.pt
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