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18 de março de 2013

Contas bancárias com mais que um titular





As contas colectivas podem ser conjuntas, solidárias ou mistas, variando nas condições de movimentação e no fim pretendido para a conta. Ora conheça as diferenças e os conselhos da DECO para a utilidade de cada uma delas.
Conta Conjunta
Neste tipo de conta todos os titulares são obrigados a assinar para autorizar a movimentação. É permitida a consulta através do homebanking, no entanto, os bancos colocam algumas restrições à sua movimentação online. É pouco prática mas ao mesmo tempo segura. É aconselhável a nível empresarial, para uma maior segurança dos titulares.
Conta Solidária
Aqui basta a assinatura de um dos titulares para a movimentação da conta, não sendo necessária a prévia autorização dos restantes titulares para qualquer movimentação da conta. É o tipo de conta geralmente utilizado pelas famílias para gerirem o seu orçamento mensal e através desta conta fazerem os pagamentos das suas despesas mensais.
Conta Mista
Estas são a opção intermédia entre as contas anteriores, já que a movimentação da conta bancária só pode ser efectuada nas condições expressamente indicadas no contrato de constituição da conta. Um bom exemplo é uma conta colectiva em que os titulares são os pais e o filho, sendo que só os pais podem movimentar a conta, até a criança atingir a maioridade.



fonte: portal-financeiro.com

5 de março de 2013

Vale a Pena Juntar as Contas Poupança da Sua Família?


Por norma, uma família não tem apenas uma única conta-poupança, mas sim várias. Por exemplo, é comum num agregado familiar cada membro do casal ter uma conta poupança individual, um depósito ou uma conta para as poupanças da família e que existia ainda uma conta poupança aberta para alocar as poupanças de cada filho. A acrescentar a este rol de contas há ainda que contabilizar os depósitos pontuais que as famílias subscrevem para aproveitar as campanhas promocionais promovidas pelos bancos em que oferecem taxas de juro mais atrativas. Contas feitas, é possível que uma mesma família acumule uma mão cheia de contas poupança diferentes. Cada uma delas com uma remuneração diferente: umas mais bem remuneradas do que outras.

Mas não tem de ser assim. Com o eclodir da crise, os bancos têm lançado no mercado várias soluções financeiras que permitem às famílias fazerem a otimização das suas poupanças. Uma dessas soluções passa pela consolidação dos juros associados às contas poupança da mesma família. Ou seja, o juro atribuído pelo banco não é feito conta-a-conta, mas é antes atribuído em função do saldo conjunto das várias contas poupança do mesmo agregado. Quanto maior for o saldo conjunto das várias contas, mais elevado será o juro definido. Desta forma, a remuneração a atribuir é igual para as contas-poupança da mesma família. A ideia subjacente a esta solução é a de que as famílias conseguem assim obter uma rendibilidade mais elevada do que obteriam em cada uma das suas contas individualmente.

Para acederem a esta solução, as famílias terão de eleger pelo menos duas contas poupança. Além disso, e no caso da solução disponibilizada pela CGD, poderão associar-se ao grupo o cônjuge do titular da primeira conta, descendentes até ao 4º grau e ascendentes até ao 2º grau. Com a vantagem de que cada conta mantém a respetiva titularidade e regime de movimentação.

Para ter a certeza que este poderá ser o produto financeiro ideal para as poupanças da sua família compare os juros oferecidos nesta solução financeira com a remuneração oferecida nas comuns contas-poupança e até nos depósitos a prazo.

E não é apenas no segmento das famílias que é possível fazer a consolidação dos juros de várias contas. Recorde-se que já vários bancos disponibilizam a mesma solução para as empresas, permitindo às firmas o cálculo dos juros em função da totalidade dos saldos de cada uma das suas contas –juros esses que depois podem ser creditados numa única conta, ou em cada uma das contas em questão.


fonte: saldopositivo.cgd.pt

30 de outubro de 2012

Poupança das famílias toca valor mais baixo desde 2001

 

Dados são do Eurostat e dizem respeito à Zona Euro


A taxa de poupança das famílias na Zona Euro baixou no segundo trimestre deste ano, em comparação com o trimestre anterior, tocando o valor mais baixo desde o início de 2001, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Eurostat.

Na Zona Euro, a taxa de poupança baixou para 12,9% por cento (%) no segundo trimestre, um valor que compara com os 13,1% observados nos três meses anteriores e que é o mais baixo desde o início de 2001 (últimos dados disponibilizados pelo Eurostat).

O segundo trimestre deste ano foi o primeiro, desde 2001, em que a taxa de poupança das famílias na zona euro ficou abaixo dos 13% acrescenta a Lusa.

No conjunto da UE, a taxa de poupança das famílias manteve-se nos 11%, o mesmo valor registado no primeiro trimestre deste ano, segundo dados das contas trimestrais do gabinete de estatísticas.

A taxa de poupança corresponde à percentagem do rendimento disponível bruto que as famílias reservam para o aforro.

O Eurostat não divulga dados por país.



Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt



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