Alguns erros matam um currículo à partida. Entres eles estão os erros ortográficos, muitas vezes visíveis até no mundo empresarial. A evitar estão também algumas palavras que podem colocar os recrutadores de pé atrás com uma candidatura.
Raça
Pode querer dizer que é um profissional com raça, mas a raça diz respeito aos cães ou pode até sugerir racismo. Evite o uso desta palavra.
Lutador
A não ser que seja mesmo um lutador por profissão, este adjetivo fica fora de contexto na sua candidatura.
Hábil
Toda a gente tem habilidades, mesmo sendo elas irrelevantes para o emprego em questão. Não use expressões e adjetivos redundantes como este.
Inovador
A palavra inovador é usada por tantos candidatos, colaboradores e empresas que começa a perder o seu vigor e atração.
Trabalhador
Um trabalhador é naturalmente trabalhador. Procure outro adjetivo para caracterizar a sua capacidade de trabalhar, como eficiente, por exemplo.
Competente
Um candidato vai sempre dizer que é competente. Nem lhe passa pela cabeça dizer que é preguiçoso e que não consegue fazer uma tarefa (mesmo sem saber qual é a tarefa que teria de fazer na empresa).
Experiente
Não se caracterize de forma tão simplória. Especifique o tempo que trabalhou em cada cargo que ocupou e quais os resultados de que é capaz.
Dinâmico
Querer demonstrar dinamismo, vontade de trabalhar e motivação é algo de louvar, mas estes generalismos podem ficar para a entrevista de emprego, deixando o recrutador tirar as suas próprias conclusões.
Nunca
Em contextos de experiência (ou melhor: de inexperiência), advérbios como nunca sublinham a capacidade (a incapacidade, na verdade) do candidato.
Problema
Algumas palavras têm uma conotação negativa, como por exemplo: agressivo, falha, problema. Não se querem problemas mas sim soluções.
Regressar
à vida ativa e ao mercado de trabalho depende das oportunidades que
surjam, mas depende muito de quem está sem emprego. Depende da postura,
daquilo que faz ou daquilo que deixa de fazer para alcançar o seu
objetivo. Para não comprometer esse futuro, veja os erros a evitar se está desempregado.
Enviar currículo sem apresentação
Enviar um e-mail sem conteúdo,
apenas com um currículo em anexo. É uma estratégia errada, se quer
mesmo ser contratado. Será apenas mais uma mensagem no meio de centenas
ou até milhares de respostas a uma oferta de emprego. Se não houver uma
apresentação que faça o recrutador querer descobrir mais sobre si, são
muito remotas as possibilidades de seguir em frente no processo.
Apresentação muito longa
E porque lá diz o ditado que “nem oito, nem oitenta”, também é descabido enviar cartas de apresentação demasiado extensas.
Seja sucinto ao dar-se a conhecer a quem vai recrutar. Utilize, no
máximo, quatro parágrafos para mostrar que é o candidato ideal, pelas
suas competências, pela sua motivação e pelos objetivos de carreira.
Faça-o no próprio corpo do e-mail e não num documento anexo.
Não ter um objetivo definido
Há
desempregados que só querem trabalhar na área de formação e aqueles que
não sabem o que querem do seu futuro profissional. Se tem essas
dúvidas, mas quer mesmo trabalhar, não o demonstre numa candidatura. Na
luta pelo lugar numa determinada empresa, é imprescindível que adapte a
sua carta de apresentação ao cargo a que se candidata. Mostre que quer mesmo desempenhar aquela função.
Procura limitada à internet
Não há dúvida que congrega um vasto número de oportunidades, mas nem tudo passa pela internet. Não limite a procura de emprego a um computador.
Saia da casa e vá até às empresas levar o seu currículo em mãos. É uma
tendência que está a entrar em desuso, mas demonstra vontade de
trabalhar ao mesmo tempo que se dá a conhecer. Faça ainda um esforço por
deixar esse currículo nas mãos das pessoas certas, nomeadamente os
recursos humanos.
Entrevista sem currículo
É o seu
passaporte para o mercado de trabalho e não o leva para uma entrevista a
que foi chamado? Evite fazê-lo. Poderá pensar que é descabido porque
foi chamado na sequência de um currículo que enviou previamente. Mas
quem lhe garante que quem o vai entrevistar o leu na totalidade? Leve uma cópia do currículo consigo e terá essa certeza durante a entrevista.
Antes de partir em viagem comece por escolher o melhor percurso,
evitando auto-estradas ou não. Pode fazer simulações em sites como o
www.viamichelin.pt ou o www.google.pt/maps e descobrir o melhor trajecto
a seguir. Se planear com antecedência terá a certeza de que não vai
perder tempo, nem queimar combustível por andar perdido. Para já fique a
saber que uma condução mais eficiente, a simples manutenção do carro ou
a correcta pressão dos pneus poderá ter reflexos visíveis nos consumos.
Deixamos-lhe aqui algumas "regras" que lhe vão ajudar a saber como
poupar combustível, de forma a diminuir a despesa com o automóvel. 1. Mantenha o
veículo bem afinado, faça as revisões aconselhadas pelo fabricante,
verifique o nível do óleo regularmente e a pressão dos pneus todos os
meses. Por exemplo, uma direcção desacertada ou pneus mal equilibrados
aumentam a resistência ao rolamento e, como consequência, o consumo. Os
pneus com pressão inferior à indicada contribuem para um aumento do
consumo de combustível até 4%. 2. Se o
automóvel estiver equipado com ‘cruise control', utilize-o sempre que
possível. Estes equipamentos adaptam o funcionamento do motor às
circunstâncias da circulação, subidas ou descidas mais acentuadas. A
maior parte dos fabricantes desenvolveu sistemas que permitem
aproveitar a energia gerada pelo motor. Também o sistema ‘Start/Stop',
que desliga o motor quando o veículo está parado e basta carregar no
acelerador para ele voltar a ligar, permite uma redução de combustível e
emissão de dióxido de carbono (CO2) do veículo. 3. Evite o
transporte de bagagem no tejadilho da viatura e retire a carga
desnecessária do porta-bagagens e assentos traseiros. Quanto mais pesado
estiver o carro, mais esforço tem o motor de fazer e mais combustível
consome. Em auto-estrada evite os vidros abertos, o ar entra causando
uma resistência que não existiria com os vidros levantados.
4. Conduza
a uma velocidade o mais regular possível. Sempre que acelera ou trava
subitamente, o motor gasta mais combustível e produz mais CO2. Assim,
evite as travagens e acelerações bruscas. Quando vir que o trânsito vai
abrandar, antecipe-se levantando o pé do acelerador com antecedência,
para que o motor reduza ao mínimo o consumo de combustível. 5. Em ponto
morto, o motor está a consumir. Ao contrário do que muitas pessoas ainda
fazem, nas descidas mais acentuadas evite colocar a caixa de
velocidades em ponto morto ou posição neutra. Além de ser um risco para a
segurança, o motor vai consumir mais ao ralenti que em funcionamento,
porque numa descida o motor corta a injecção ou fornecimento de
combustível. O carro engatado, sem estar em aceleração não consome.
6. Utilize
o ar condicionado apenas quando é necessário. Apesar deste sistema ter
registado uma evolução, exigindo cada vez menos do motor e tornando-se
mais eficiente, é ainda assim, responsável pelo aumento do consumo em
1,5 litros a cada 100 quilómetros, quando ligados. 7. Comece a
conduzir logo após ligar o motor e desligue-o quando estiver parado por
mais de um minuto. Os motores modernos estão desenhados para serem mais
eficientes quando o veículo começa logo a andar, reduzindo o consumo de
combustível.
8. Por fim,
aproveite as campanhas de descontos, que a maioria das petrolíferas ou
postos de combustível tem a decorrer. É que um desconto de 3 a 12
cêntimos por litro num depósito tem reflexo no final do mês. Se fizermos
as contas ao ano, as vantagens são ainda mais notórias.
As duas opções oferecem vantagens diferentes
consoante as suas condições actuais e as suas perspectivas de futuro em
termos de habitação.
1. 'Spreads' a aliviar: Mesmo num
contexto de juros baixos, o crédito para comprar casa acarreta custos
elevados face ao nível de ‘spreads' praticados pelos bancos (a partir de
2,5%). A boa notícia é que os bancos começam a aliviar o preço que
cobram na altura de conceder crédito à habitação. Mas é conveniente
verificar se tem margem financeira para absorver o impacto de uma subida
das taxas de juro tendo em conta que estas estão actualmente em níveis
historicamente baixos. Ao adiar um pouco a decisão de compra pode também
conseguir tirar melhor partido da recente tendência de descida dos
‘spreads'. 2. Rendas a baixar: Do ponto de vista do
arrendamento, também existem sinais positivos. Apesar das rendas estarem
ainda em níveis elevados, vêm a apresentar uma tendência de queda nos
últimos anos. A expectativa é que a nova lei do arrendamento também
ajude a dinamizar esse mercado, tornando os preços mais atraentes. Nos
últimos quatro anos, em várias zonas de Lisboa e Porto as rendas já
baixaram, em média, em torno de 20%. 3. Disponibilidade financeira: Se ponderar a
compra de casa, e para tal necessite de recorrer ao crédito, tenha em
atenção que o mais provável é ter de fazer uma entrega inicial de entre
20% e 30% do valor do imóvel. Além disso, irá ter, logo "à cabeça",
alguns encargos como comissões bancárias ou impostos. Avalie se dispõe
de condições financeiras para assumir este tipo de gastos. Caso
contrário, o arrendamento será a melhor via, pelo menos enquanto não
constituir um "pé-de-meia".
4. Cada caso é um caso: Quem tenha total
disponibilidade para comprar casa a pronto pagamento, à partida, tem
aqui a opção financeira mais vantajosa. Mesmo com recurso a crédito, no
final há sempre a mais-valia da posse do imóvel, o que já não acontece
com o arrendamento. Mas há situações em que esta realidade pode mudar. O
arrendamento será mais vantajoso, por exemplo, para pessoas que mudem
de área de residência com frequência, tenham situações laborais
instáveis ou simplesmente não queiram preocupar-se com questões
"burocráticas", como pagamento de impostos, participação em reuniões de
condomínio ou com obras. O arrendamento também poderá ser vantajoso para
quem prevê alargar a família no futuro, mas ainda não quer assumir um
compromisso financeiro dessa dimensão.
As novas tecnologias tomaram conta do seu dia-a-dia
e, portanto, saiba tirar partido do seu ‘smartphone’. Descubra nove
aplicações disponíveis para os sistemas iOS, da Apple, Android, da
Google, e Windows Phone, da Microsoft.
Para muitas pessoas, economizar não é uma tarefa simples,
e nos tempos que correm, a boa gestão das finanças pessoais é um tema
que está na ordem do dia. As famílias são como as empresas: existem
receitas e despesas e um orçamento mensal que deve ser cumprido. Mas a
verdade é que o tempo não é muito e muitas vezes o orçamento familiar
acaba por sair prejudicado.
É difícil controlar e ajustar consumos e nem todas as pessoas têm
talento natural para gerir o seu dinheiro ou são suficientemente
organizadas para o conseguirem fazer sozinhas. Muitas recorrem a
especialistas mas outras não têm disponibilidade financeira para
usufruir deste tipo de serviços.
Porém, um pouco de organização nunca fez mal a ninguém. Saiba que a
tecnologia pode funcionar como um verdadeiro aliado na gestão das suas
finanças pessoais. Hoje em dia quase todos os ‘smartphones' têm
aplicações de finanças pessoais que podem ser uma ferramenta fundamental
para a ajudar a disciplinar gastos e a gerir poupanças. Algumas
aplicações permitem fazer listas de compras, criar orçamentos com base
nas despesas mensais, fazer gráficos e alertas de contas que estejam
prestes a vencer.
Mas não é só. Além das ‘apps' que vêm de origem no ‘smartphone'
existem sempre mais "ajudas" - na loja online associada ao seu
‘smartphone' para a gestão das finanças pessoais, bem como ferramentas
de apoio que geram informação que pode ser utilizada nas nossas decisões
de consumo e investimento.
Deixe o bloco de notas de lado e conheça algumas das aplicações
gratuitas mais descarregadas nos vários sistemas operativos. Faça
‘download' para o seu ‘smartphone' de algumas destas aplicações e
aprenda como é que fácil fazer a gestão das suas finanças. São muitas as
opções disponíveis e para todos os gostos. Existem ‘apps' que seguem o
seu dinheiro, até àquelas que oferecem um panorama completo da situação
económica do agregado familiar. Toshl FinanceÉ uma das aplicações mais completas
e intuitivas, tendo sido já considerada como uma das melhores ‘apps' de
controle de gastos. Além das características habituais, como a
introdução de despesas e receitas, o Toshl ainda possibilita a
sincronização com outros aparelhos Android. É de realçar que a versão
gratuita apresenta várias limitações. Money WalletÉ um simples, prático e intuitivo,
um verdadeiro assistente financeiro pessoal. Esta aplicação combina
todas as suas contas num só lugar, monitoriza os orçamentos e
recorda-lhe sobre as transacções agendadas. Existe a versão gratuita e
paga. Frugi - Gerente de finanças pessoaisÉ mais uma
boa opção de gerenciador financeiro para iGadgets. A utilização é muito
fácil e as ferramentas de classificação de despesas e rendimentos tornam
o seu uso bastante interessante. O Frugi permite, por exemplo, a
utilização de mais de um calendário. Para completar o pacote, impressão e
exportação de dados (via PDF ou Excel) também estão disponíveis. LiShop
É uma aplicação gratuita exclusiva da
Apple e vem com alguns itens carregados, mas é possível incluir outros e
didivi-los por categorias e tipo de embalagem a comprar. Quando a lista
de compras estiver pronta basta clicar no item que já foi adquirido,
que aparece um símbolo de ‘check'. Spendroid
Tem dificuldades em gastar pouco
dinheiro? O Spendroid poderá ser a sua aplicação chave para melhor gerir
o seu orçamento pessoal. Este é um gestor de finanças que ajuda a
perceber para onde vai o dinheiro, através de ferramentas de análise das
suas despesas que permitem verificar onde está a gastar demais. Boonzi
Trata-se de um software português de
gestão de finanças pessoais, com a particularidade de importar
automaticamente e de forma não invasiva os extractos bancários do
utilizador. O Boonzi permite gerir a sua situação financeira, conhecer
os hábitos de consumo do utilizador e traçar objectivos mensais. Spending Tracker
Entre os
gratuitos, é uma das melhores aplicações para gerir as receitas e as
despesas pessoais. Apesar de estar em inglês, é possível personalizar as
categorias de receitas e de despesas para as palavras que escrevem a
sua realidade. Além dos relatórios estatísticos semanais, mensais ou
anuais, obtém-se gráficos de divisão ou de evolução das categorias. Currency converterÉ um conversor de moeda. Esta
‘app' utiliza as taxas de câmbio usadas por empresas de auditoria e
bancos. Converte mais de 190 moedas e quatro metais preciosos. É
possível escolher a taxa interbancária, ou usar a percentagem ‘add-on'
para calcular as taxas típicas cobrados pelas empresas de crédito e
bancos.
eBudget
É muito completa a ferramenta gratuita de
gestão de despesas oferecida pelo Best Bank. Além das operações básicas
de registo e análise das despesas, permite anexar uma fotografia e a
geolocalização a cada despesa. Com esta ‘app' nunca se esquecerá onde e
como gasta o seu dinheiro.
Dúvida do internauta: Minha mãe faleceu e era viúva. Ela deixou como herança um imóvel que está em inventário. Tenho três irmãos e não nos entendemos sobre a venda do apartamento. Como é o procedimento para a venda do meu direito hereditário nesse caso?
Se não houver acordo ao final do inventário, o apartamento ficará em
condomínio entre todos os filhos, ou seja, cada irmão terá direito a 25%
deste bem, já que são quatro herdeiros.
Como você deseja vender a sua parte no apartamento, se não tiver a
anuência (permissão) dos demais irmãos, você poderá requerer
judicialmente a extinção desse condomínio, e, inexistindo interesse dos
outros herdeiros em exercer o direito de preferência na aquisição da sua
participação no imóvel, o juiz determinará uma avaliação judicial do
bem, colocando-o posteriormente em leilão para a venda a terceiros, se
nenhum dos herdeiros quiser efetivamente comprar a parte do outro.
Este tipo de ação é muito demorada, e além de tudo, os valores
atribuídos judicialmente à propriedade são sempre inferiores ao valor de
mercado.
Minha sugestão é que insistam em um acordo para a venda do imóvel (se
não quiserem permanecer em condomínio) sob pena de ficarem anos e anos
litigando na justiça.
*Rodrigo da Cunha Pereira é advogado, mestre e doutor em direito
civil e presidente do Instituto Brasileiro do Direito da Família
(IBDFAM). in exame.abril.com.br
Nem todas as estratégias de poupança são boas e podem mesmo arruinar o
seu orçamento. Conheça algumas dessas táticas e saiba como evitá-las.
A palavra “poupar” continua na ordem no dia. Segundo os últimos dados
do Instituto Nacional de Estatística, referentes ao terceiro trimestre
de 2013, a taxa de poupança das famílias situou-se nos 13,5%. Isto
significa que por cada 100 euros ganhos, as famílias estão a poupar 13,5
euros.
Ter uma estratégia de poupança para as suas finanças é vital para
conseguir fazer frente a alguns imprevistos que possam acontecer. No
entanto, nem todas as estratégias de poupança são boas e podem mesmo
arruinar o seu orçamento. Conheça então alguns erros que muitas pessoas
cometem com frequência no que diz respeito à poupança.
1. Comprar cupões de desconto impulsivamente
Os sites de cupões de desconto proliferam pelos vários cantos da
internet e, geralmente, até no seu email. Por isso, é bastante difícil
contornar as várias ofertas apelativas que vão de encontro aos seus
interesses. O problema é quando compra vários cupões e deixa a data de
validade expirar. Ao fazê-lo está a gastar dinheiro num serviço que
ficaria a metade do preço, mas que acabou por não ser utilizado. Uma
forma de combater este mal é comprar apenas cupões que sabe que vai
mesmo utilizar, em locais que já gosta como é o caso do seu restaurante
preferido, por exemplo.
2. Gastar mais para não ter de pagar os custos de entrega
Muitas lojas online impõem um limite mínimo de compras para poderem
oferecer os custos de entrega. Muitas vezes, os consumidores preferem
comprar mais produtos para não terem de pagar estes custos de entrega.
Mas, a não ser que compre um artigo ou serviço que realmente necessite,
esta estratégia é um erro. Imagine que o seu total de compras são 10
euros e precisa de pelo menos 20 euros para atingir o limite mínimo para
poder usufruir dos custos de entrega gratuitos. Se o preço da entrega
for cinco euros, não lhe compensa gastar mais 10 euros em compras para
poder usufruir da oferta dos custos de entrega porque fica a perder
dinheiro.
3. Comprar mais para poupar ao longo do tempo
Muitas promoções de supermercado costumam ter direito aos
irresistíveis “Leve 3 pague 2”, onde muitas pessoas aproveitam para
abastecer a despensa de um produto que faz falta. Contudo, é importante
que antes de se aventurar em compras a granel que tenha em atenção as
datas de validade. Não compre produtos alimentares ou perecíveis que
tenham uma data de validade pequena. Se pretende fazer este tipo de
compras é preferível que o faça com produtos de limpeza e não
perecíveis.
4. Guardar dinheiro no mealheiro
Se pertence ao clube de pessoas que prefere guardar o dinheiro no
mealheiro ou debaixo do colchão, saiba que está a cometer uma das piores
estratégias de poupança. Isto porque o “monstro” da inflação consegue
“engolir”as suas poupanças. A subida do custo de vida vai corroendo as
suas poupanças ao longo do tempo. Por exemplo, imagine que tem 10 mil
euros, “parados” numa conta à ordem. Se nada fizer, daqui a 10 anos
esses 10 mil euros valerão em termos reais apenas 8.875 euros, tendo em
conta uma taxa de inflação média anual de 1,2%. Por isso mesmo, é
imprescindível que invista as suas poupanças em produtos que lhe tragam
um retorno real positivo, isto é, uma taxa líquida acima dos valores da
inflação.
5. Não ter objetivos financeiros
Estabeleça um objetivo de poupança: Seja ele umas férias, um carro
novo ou uma casa nova e escreva num papel as ações que deve tomar para
alcançar esse fim. Ao não ter quaisquer objetivos de poupança não terá
estímulos para poupar. E se não poupar estará a colocar em causa a sua
estabilidade financeira e a da sua família. Por isso mesmo, estabeleça
um plano de ação para atingir o objetivo ambicionado. Desta forma,
sentir-se-á motivado para poupar.