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27 de novembro de 2012

Como poupar energia com os electrodomésticos?



A crescente qualidade de vida e conforto das pessoas conduz normalmente a maiores gastos energéticos, e por isso torna-se necessário inovar e racionalizar o consumo de energia. Esta é uma realidade que se está a estender a todas as áreas da vida das pessoas.

A nível doméstico é possível reduzir significativamente os consumos energéticos tendo alguns cuidados e seguindo algumas regras de bom-senso. E então porque não começar logo no momento da compra dos electrodomésticos?

Em termos energéticos, os electrodomésticos são classificados de acordo com a sua eficiência, numa escala que vai de A (mais eficiente) a G (menos eficiente). Nalguns casos é utilizado ainda o sinal (+) e (++), para uma maior diferenciação entre as classes. Assim, no momento da compra repare na etiqueta energética presente nos equipamentos e opte por electrodomésticos mais eficientes. Apesar de serem geralmente mais caros, o investimento será rentabilizado na poupança mensal que irá sentir na sua factura de electricidade. Além disso, além de serem mais eficientes energeticamente são também mais eficientes no uso da água (caso das máquinas de lavar) e fazem menos ruído. Assim, estará a contribuir para a optimização do desempenho energético-ambiental da sua habitação.

Antes de comprar por exemplo um frigorífico pense objectivamente nas suas necessidades familiares e compre um aparelho de dimensão adequada para armazenar os produtos necessários. Se comprar um frigorífico demasiado grande, para depois usá-lo apenas a “meia carga”, irá estar a consumir mais energia desnecessariamente. O mesmo é válido para as lavagens de roupa e louça. Coloque as máquinas a funcionar apenas quando estiverem cheias.

No caso de usar bastante electrodomésticos de grande consumo como máquinas de lavar roupa e louça, máquinas de secar, entre outros, poderá poupar algum dinheiro optando pelo tarifário eléctrico bi-horário (em vez do tarifário simples), desde que depois use esses equipamentos no horário mais económico.

Tendo em conta que, em média, os frigoríficos e congeladores são responsáveis por 18% da factura energética familiar, a preparação de refeições por 16% e a lavagem mecânica por 6%, poderá conseguir uma poupança significativa ao seguir os conselhos aqui descritos.

fonte ruadireita.com

26 de novembro de 2012

Quem não consegue pagar a casa já pode renegociar condições mais favoráveis

Agregados familiares têm de cumprir vários requisitos para aceder a este regime. Saiba o que muda e quem pode aceder.

A partir de segunda-feira, as famílias com crédito à habitação em incumprimento podem começar a renegociar o empréstimo com o banco em condições mais favoráveis. "Um regime extraordinário de protecção de devedores em situação económica muito difícil", refere o diploma.

O documento que prevê as mudanças foi promulgado, na semana passada, pelo Presidente da República e publicado esta sexta-feira em "Diário da Republica". O texto refere que as novas regras entram em vigor no "dia seguinte ao da sua publicação", ou seja, este sábado. Como os bancos estão fechados ao fim-de-semana, as famílias em situação de incumprimento podem renegociar o empréstimo a partir de segunda-feira. Este regime extraordinário vigora até finais de 2015.

Para aceder a este regime, os agregados familiares têm de cumprir vários requisitos, que são os seguintes:

- pelo menos que um dos titulares do crédito está desempregado, estando inscrito no centro de emprego há três ou mais meses, ou teve perdas iguais ou superiores a 35% do rendimento bruto anual;

- a taxa de esforço da família (peso do crédito à habitação no orçamento mensal) aumentou para valor igual ou superior a 45% (com dependentes) ou 50% (sem dependentes);

- se o devedor for um solteiro e sem dependentes, não pode auferir mais de 582 euros em cada um dos 12 meses em que a prestação deve ser paga, ou seja, 6.984 euros por ano. Caso o devedor faça parte de um casal sem filhos, os dois membros podem auferir, em conjunto, um máximo de 823 euros por mês (9.876 por ano). Se o casal tiver filhos, a cada filho menor acresce 242 euros por mês ao tecto de rendimentos. Assim, um agregado com um filho menor pode auferir no máximo 1.065 euros por mês (12.780 euros/ano), com dois 1.307 euros (15.684 euros/ano) e assim sucessivamente.

- o património imobiliário do agregado deve ser apenas constituído pela habitação própria e permanente ou por garagem e imóveis não edificáveis até 20 mil euros;

- o valor do imóvel em causa não pode ser superior a 90 mil, 105 mil ou 120 mil euros, consoante a localização e os valores estabelecidos no código do imposto municipal sobre os imóveis.

Novas medidas de protecção
As novas regras pressupõem novas medidas de protecção. Passa a ser proibido aumentar o "spread" (margem de lucro do banco) do empréstimo à habitação em caso de arrendamento da casa devido a mudança de local de trabalho de pelo menos 50 quilómetros, desemprego e renegociação contratual em caso de divórcio, separação ou morte de um dos cônjuges.

Os bancos só podem cessar o contrato de concessão de crédito à habitação se houver, pelo menos, três prestações não pagas. Em caso de incumprimento, o cliente passa a ter direito à aplicação de medidas de protecção, que são as seguintes:

- um plano reestruturação, onde o devedor pode aproveitar um período de carência de 12 a 48 meses ou do estabelecimento de um valor residual do plano de amortizações até 30%; alargamento do prazo de amortização do empréstimo até 50 anos, redução do "spread" até ao mínimo de 0,25% durante o período de carência ou um empréstimo adicional autónomo para suportar temporariamente o crédito à habitação;

- novas medidas complementares: falhando a reestruturação, podem ser adoptadas outras medidas, como, por exemplo, a carência total até 12 meses ou a redução parcial do capital a amortizar;

- quanto às medidas substitutivas, que pretendem evitar a execução da hipoteca, o cliente pode ter acesso à dação em cumprimento (entrega da casa) se a soma do valor actual da avaliação e do capital já amortizado for igual ou superior ao montante do empréstimo.


fonte: rr.sapo.pt

Crédito: ser fiador é uma dor de cabeça

Os bancos exigem, cada vez mais, garantias adicionais na hora de concederem empréstimos. Uma das exigências frequentes é a de um fiador, alguém que substitua o seu cliente em caso de não pagamento da prestação devida pelo empréstimo. Ser fiador pode ser uma verdadeira dor de cabeça: são praticamente só obrigações e poucos (ou nenhuns) direitos.

Quando uma pessoa contrai um crédito, este tem duas componentes distintas: a componente da responsabilidade pela dívida e a componente da posse do ativo (por exemplo, no crédito à habitação, uma casa). Em caso de incumprimento da prestação, o detentor do ativo (casa) continua a ser o comprador, mas o detentor da obrigatoriedade do pagamento da prestação passa a ser o fiador. Ou seja, não tem direito ao imóvel, mas fica obrigado a pagar.

Segundo os dados do Banco de Portugal, em Dezembro de 2010, havia mais de 1,4 milhões de fiadores em Portugal, para um total de mais de 4,6 milhões de indivíduos que contraíram um crédito (dos quais 14,5% não cumprem os pagamentos).

Direitos e deveres do fiador

Existe um elevado desconhecimento relativamente aos direitos e obrigações do fiador, que estão em claro desequilíbrio. Do lado dos deveres, saiba que o fiador entrega o seu património para garantir a dívida de outra pessoa e é obrigado a responder junto do credor, em caso de incumprimento do devedor. Em suma, o fiador tem a obrigação de pagar caso o devedor deixe de pagar. Mas só é responsável após o património do devedor ser usado.

Já ao nível dos direitos, por exemplo, num crédito à habitação com hipoteca do imóvel comprado, o fiador pode recusar o pagamento enquanto o bem não for executado pelo credor. Este caso acontece quando o devedor não paga a sua prestação. Assim o fiador pode exigir que, primeiro, o imóvel hipotecado, seja vendido para liquidar a dívida. Mas atenção: com a desvalorização das casas, a venda não deverá ser suficiente para liquidar toda a dívida.

Se o fiador pagar, fica com o direito do credor sobre o devedor, ou seja, pode exigir o cumprimento da obrigação por parte do devedor, ou seja, o devedor passa a dever o dinheiro ao fiador e não ao credor. O fiador terá o direito de pedir ao devedor o valor que usou para pagar a sua dívida. Mas se o devedor teve dificuldades junto do credor é também complicado o fiador reaver o seu dinheiro.

Quer deixar de ser fiador?

Uma vez aceite ser fiador de alguém, é possível deixar de o ser? Muito dificilmente.

Muitas pessoas optaram por ser fiadores sem estarem devidamente informadas, alegando que na base da decisão estiveram responsabilidades familiares ou laços de amizade. Com a recessão económica e o aumento do desemprego, alguns fiadores foram arrastados para uma situação de grande dificuldade económica, em algumas situações com perda da própria habitação, uma vez que foram chamados a pagar as dívidas contraídas pelos devedores.

E o pior é que quem é fiador só poderá deixar de o ser quando a dívida se extinguir junto do credor. A única alternativa é levar a cabo uma negociação entre o fiador, o devedor e o credor, sendo acordada a saída do fiador. Mas é um acordo extremamente difícil de alcançar.

24 de novembro de 2012

Devolver casa ao banco e ser inquilino com renda mais baixa

 

Esta é apenas uma das várias propostas da sociedade civil, incluídas numa carta aberta divulgada na Internet

Em tempos de crise, há cada vez mais famílias que perdem a capacidade de pagar as prestações ao banco para comprar uma casa. Perante este cenário, uma das sugestões de 57 pessoas e 10 associações que subscreveram a Carta Aberta pelo Direito à Habitação é permitir a liquidação do empréstimo com a entrega da casa ao banco, mantendo os habitantes como inquilinos, com uma renda «mais adequada».

«No caso das famílias que não conseguem pagar os seus créditos à habitação, devido a situações de desemprego ou pela redução substancial do rendimento disponível, a entrega da casa deve significar o fim de quaisquer compromissos com a banca, sendo de incentivar que essas famílias se tornem inquilinas no mesmo alojamento, com uma renda adequada ao seu rendimento» - é uma das nove medidas propostas por ativistas, feministas, designers, arquitetos, músicos, economistas, entre outros que assinam esta carta.

O tema está sob debate político, com o Governo a propor alterações às regras da habitação.

Na mesma carta leem-se outras propostas: «Não permitir, em nenhuma circunstância, processos de despejo em que não estejam devidamente asseguradas alternativas dignas ou meios de subsistência suficientes», assim como dotar o IHRU, autarquias e o Estado de mecanismos eficazes ao desenvolvimento de apoios e combate à especulação e corrupção urbanística.

O documento, subscrito por associações de defesa dos direitos humanos, do imigrantes, mulheres e defesa do património, apela ainda à suspensão da «demolição das habitações dos moradores não abrangidos pelo PER» - Processo Especial de Revitalização.

A obrigação de «colocar, no mercado, os fogos devolutos, penalizando de forma eficaz o abandono dos alojamentos com fins especulativos» e a criação de «um plano de reabilitação do parque habitacional que dê prioridade a este processo, em detrimento da construção de habitações novas, tendo em vista recolocar os fogos no mercado a preço acessível» são outras sugestões.

A lista não termina antes de cidadãos e associações exigirem, ainda,a revisão da «nova lei do arrendamento urbano, de modo a salvaguardar o direito dos inquilinos à habitação» e a «criação de uma Lei de Bases da Habitação, capaz de regulamentar e materializar os princípios subjacentes ao direito constitucional à habitação».

O objetivo é garantir o «cumprimento da Constituição da República Portuguesa» e a «salvaguarda dos mais elementares direitos humanos», lê-se num documento que acusa que a «habitação foi sobretudo encarada como uma mercadoria e um investimento», abrindo portas à especulação imobiliária, ao endividamento das famílias ¿ empurradas para as «periferias suburbanas» - e à deterioração das condições de vida.

As associações que já assinaram a carta: Precários Inflexíveis, Associação Defesa Direitos dos Imigrantes, HABITA - Colectivo pelo direito à habitação e à cidade; Marcha Mundial das Mulheres - Portugal; Médicos do Mundo; Obra Católica Portuguesa de Migrações; Olho Vivo - Associação de Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos; Plataforma Gueto; SOS Racismo; UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta. 

 In: www.agenciafinanceira.iol.pt

Black Friday também chegou a Portugal. Saiba como aproveitar

A tradição norte-americana ainda tem pouca expressão em Portugal. Porém, há lojas que se inspiram e lançam descontos, com outros nome.

Tal como o Valentine's Day (Dia dos Namorados) ou o Halloween (Dia das Bruxas) entraram na vida dos portugueses, também o dia Black Friday (Sexta-feira negra) começa a ter as primeiras expressões.

É certo que ainda são tímidas, mas algumas lojas com presença mais internacional aproveitam para destacar o dia que é tradição nos EUA, com descontos de enlouquecer multidões.
É o caso da Oysho, loja de lingerie do grupo da Zara, que dedicou um espaço ao Black Friday. Aqui.
Porque em Portugal o Black Friday não tem data fixa muitos espaços comerciais optam por lançar esta acção comercial dias antes. É o caso do outlet Freeport, em Alcochete, que escolheu as quintas-feiras. 
A iniciativa Quintas-feiras Loucas teve início a 8 de novembro e prolonga-se até final do mês com descontos adicionais sobre o desconto outlet e a devolução de 10% do valor das compras (entre 100€ e 500€), efetuadas nas lojas participantes, em cheques Freeport que poderão ser descontados nas compras de Natal entre 1 e 15 de dezembro.
Quem também promete descontos, não lhe chamando Black Friday, apesar de começar dia 23, é a Worten, que lhe dá o nome de campanhas Nota 20.
Sexta-feira, sábado e domingo as lojas de electrónica da Sonae lançam uma campanha promocional em que dá 20% de desconto, em talão, em todos os artigos disponíveis nas suas lojas.
A Fnac foi a primeira a lançar o Black Friday - das 22h de dia 16 de novembro a 3h de dia 17. Como já lá vai, agora é esperar que surjam mais. Entretanto,  é possível procurar na Internet, sendo a Amazon um sítio ideal onde encontra tudo.


In: www.dinheirovivo.pt





Vai construir Casa? Como poupar no orçamento

Sem dúvida que é bastante mais cómodo e fácil comprar uma casa já construída e pronta a habitar. A única preocupação será, supostamente, mobilar a mesma. Mas a esta, acresce uma outra: a da prestação mensal que terá de pagar à entidade bancária com quem contraiu empréstimo que representará, durante muito tempo, um encargo ao qual não se poderá furtar. Existe, contudo, uma alternativa realmente competitiva e que é a construção da sua própria casa.

Para o fazer e para conseguir uma construção o mais económica possível, deverá, em primeiro lugar, procurar o terreno ideal para a construção da moradia: geologicamente, o solo deverá ser estável e, em termos topográficos, deverá apresentar-se plano – isto para evitar gastar muito dinheiro com escavações e fundações faraónicas. Deverá também ter em conta que o IMT é apenas aplicado sobre o terreno e não sobre o edifício a construir, o que também lhe permite poupar algumas centenas de euros. Não se esqueça ainda que o dinheiro proveniente do crédito bancário que tiver de contrair para a construção da sua casa chegará às suas mãos em tranches, o que significa que a sua obra avançará por fases. Estas fases serão vistoriadas por um perito do banco e o segredo é reduzir ao máximo essas mesmas vistorias – já que cada uma delas é paga por si.

Lembre-se também do facto de que o empréstimo só começará a ser liquidado após a conclusão da atribuição das tranches, pelo que convém acelerar a obra, de forma a poder beneficiar de juros mais baixos. E, claro, no momento de fazer as simulações de empréstimos, recorra a diferentes instituições bancárias e mesmo a diferentes balcões da mesma instituição – há relatos de diferenças consideráveis de região para região – de modo a otimizar o seu crédito. Nestas situações, negoceie os spreads de forma enérgica e firme, já que este gesto permitir-lhe-á poupar dezenas de euros todos os meses, muitas vezes, toda a vida.

Passada a fase inicial, procure um empreiteiro ou construtor da sua confiança e dê início à obra. Saiba que não deverá poupar, de forma alguma, nas fundações e alicerces da sua casa – por motivos óbvios –, mas que poderá fazê-lo na fase dos acabamentos – fase que corresponde, muitas vezes, à maior «fatia do bolo». Opte por materiais e eletrodomésticos mais simples, mas igualmente funcionais e duradouros e verá que o conforto será o mesmo. Deverá, ainda, concentrar as tubagens da cozinha e casa-de-banho num só local e preferir uma casa com um desenho simples para poupar na construção do telhado.

Se seguir estes conselhos, terá, muito provavelmente, a casa (e a prestação) dos seus sonhos.


fonte: ruadireita.com

DECO: "Sabíamos que existiam mitos em torno das bombas low cost"

Diretor da DECO proteste comenta um teste realizado aos combustíveis para dizer que não vale a pena pagar mais por um produto igual 
A DECO fez um estudo onde mostrou que pagar menos por combustível não significa ter um serviço de pior qualidade. Como demonstram hoje num estudo inédito, o gasóleo low-cost não faz mal ao motor, não prejudica a produtividade do veículo nem exige mais manutenção.


Jorge Morgado, director da DECO Proteste explica o que os consumidores devem saber:
1 - É tudo igual ao litro
"Sabíamos que existiam alguns mitos em torno das chamadas bombas low cost (…) com este estudo o que tentamos foi provar que efetivamente é tudo igual ao litro. Não há razão para não comprar este combustível, estamos a falar de gasóleo, mais barato"
2 - É preciso clarificar
"Os consumidores são induzidos nos seus critérios de compra com atributos relativamente ao produto que não existem do nosso ponto de vista e que este teste demonstra que não existem". 
3 - Diferença de preço não se justifica
"Nós temos esperanças que seja suficiente para os governos tomarem medidas para os problemas que vão aparecendo. Vamos mobilizar os consumidores - e chamar a atenção para ser mobilizarem - para pressionar o poder político a realizar as alterações, o que já temos pedido e que ainda não foi realizado".  
4 - Setor precisa de mais regulação
"Este setor é suficientemente importante na economia nacional, na vida económica das famílias, para não ser regulado de uma forma mais eficaz, mais diária, precisamente para que isto tenha impacto nos preços finais dos produtos, tenha impacto em toda a postura das empresas perante os consumidores. A economia nacional iria sofrer um impacto positivo se houvesse uma regulação efectiva do sector”

In: www.dinheirovivo.pt


As cinco dicas sobre como preparar as suas finanças para a reforma

1. Quanto mais cedo começar a poupar, melhor
Começar a poupar para a reforma assim que entrar na vida activa seria o ideal. Não sendo possível, comece assim que conseguir. Se ainda for jovem e tiver começado a trabalhar há pouco tempo, certamente pensará que tem ainda muito tempo para poupar. Mas, deve ter em mente que é cada vez mais difícil garantir na reforma o mesmo nível de vida que tem enquanto trabalha. "Iniciar a poupança o mais cedo possível exige menor esforço face a tentar constituir próximo da reforma", sublinha a direcção de investimentos do Banco Best. Ou seja, quanto mais cedo começar a amealhar, menor será o esforço de poupança. Deste modo, também poderá tirar o maior partido do efeito da capitalização dos retornos.

2. Defina os objectivos que pretende cumprir
Estabelecer os objectivos que pretende ver atingidos é uma fase primordial na constituição de qualquer tipo de poupança. Assim, quando começar a constituir o seu complemento de reforma, estabeleça as metas que pretende ver alcançadas no momento em que terminar a sua vida activa, definindo o montante que pretende ter aforrado no final. Uma estratégia que lhe permitirá calcular o montante que terá de poupar ao longo da sua vida activa, de acordo com os rendimentos que for obtendo e as despesas em que incorrer. Esta definição de objectivos vai permitir adoptar uma estratégia de poupança mais disciplinada e poderá ajudar a que o esforço de poupança seja repartido ao longo da vida activa.

3. Siga uma estratégia de acordo com a sua idade
A atitude a adoptar terá de estar de acordo com a idade. Se, efectivamente, começar a poupar ainda longe da reforma, poderá seguir uma estratégia mais arrojada, visando rendibilidades mais elevadas e, consequentemente, assumindo mais risco. Pelo contrário, a aproximação do final da vida activa exige uma atitude mais conservadora e, como tal, a aposta em activos que podem representar retornos inferiores, mas que não acarretem o risco de perda de capital. Ao estar perto da aposentação tem já pouco tempo para recuperar de perdas avultadas. Importante é ainda ser disciplinado, "poupar sempre, não importa quanto, nem que seja uma pequena percentagem do rendimento", considera Rui Bárbara, gestor de activos do Banco Carregosa.

4. Diversifique a sua estratégia de investimento
Uma regra essencial é "evitar concentrar todos os investimentos num único tipo de activo, estratégia, região ou sector", defende a direcção de investimentos do Banco Best. Seja qual for o objectivo da poupança, a diversificação é uma questão essencial. Não deve abdicar dela em qualquer circunstância. Estruturar uma carteira de investimentos exposta a várias classes de activos, várias regiões, várias moedas, vários prazos e até várias instituições financeiras é fundamental para garantir a estabilidade das suas poupanças e diminuir as eventuais perdas. A diversificação ajuda a mitigar o risco a que está exposto. Deve também conhecer com o maior rigor possível os produtos nos quais vai apostar, evitando surpresas desagradáveis.

5. Continue a gerir a sua poupança na reforma
Não dê por terminada a tarefa de poupança para a reforma quando acabar a sua vida activa. A esperança média de vida tem vindo a aumentar e não sabe quantos anos ainda lhe estão reservados depois de se reformar. Terá de garantir um nível de vida satisfatório nos seus últimos anos. Caso não necessite imediatamente de todo o montante poupado, o melhor a fazer é não concluir a gestão das poupanças. Esta gestão deve ser adequada aos seus objectivos, à sua situação financeira e ao pouco tempo que tem para recuperar de perdas avultadas. Algumas instituições disponibilizam já planos financeiros pós-reforma para onde pode canalizar parte da sua poupança. Pode também ter a possibilidade de receber o dinheiro em rendas mensais vitalícias.
Fonte: Económico 

DECO denuncia: Combustíveis low e premium só diferem no preço


A Deco testou os combustíveis comercializados em Portugal e chegou à conclusão que os consumidores andam a pagar demasiado
A DECO testou os vários combustíveis diesel comercializados em Portugal, "do low cost ao premium" para concluir que os mais baratos não prejudicam o motor.

Apenas o preço é diferente, diz a DECO, que lembra que os consumidores estão a pagar mais sem necessidade. Nem a produtividade é menor, nem a manutenção exigida é maior, muito menos o rendimento do carro se altera. Os combustíveis aditivados não diferem dos outros.
Para o estudo hoje divulgado a DECO adquiriu quatro automóveis que alterou de forma a ficarem iguais. Cada depósito de gasóleo foi atestado com gasóleo: Galp Force, Galp hi-energy, Jumbo e Intermarché.
Os carros foram, depois, testados por pilotos profissionais. "Se os pilotos profissionais não notam diferenças, ninguém nota", afirmou Jorge Morgado da DECO. 
Posteriormente os quatro veículos foram submetidos a provas de pista e medição de consumo e desmontados todos os componentes para desvendar os impactos no motor. 
Testes finalizados, a Direção do Consumidor concluiu que 'premium ou low cost é igual ao litro'. Como demonstraram hoje, tanto o gasóleo de baixo custo, como o regular ou premiu, após 12 mil quilómetros percorridos exibem consumos muito idênticos. Também ao nível do motor as diferenças foram mínimas. O preço é a única diferença, já que aos 1500 quilómetros há uma distância de 200 euros/ano entre Jumbo e Hi-energy.
Vítor Machado, Coordenador Técnico do teste explicou, à margem da apresentação, que neste momento ainda só foi efectuado o estudo para gasóleo mas sublinha que "tudo leva a crer que será igual na gasolina. Os processos são os mesmos, as empresas as mesmas e portanto se não obtivemos conclusões diferenciadas nos gasóleos, tudo indica que não será diferente no caso da gasolina."

In: www.dinheirovivo.pt



Cinco boas notícias (ainda que pequenas) na versão final do Orçamento


Sobretaxa desce, PPR deixam de ser englobados, IVA na restauração será reavaliado. Apesar destas medidas, o novo OE continua a ser austero
São pequenas alterações a um Orçamento que continua a penalizar muito o IRS. Depois do debate na especialidade, os partidos convenceram o Governo a suavizar algumas medidas

1. IVA na restauração será reavaliadoO Governo vai criar um grupo de trabalho interministerial para reavaliar o regime fiscal dos restaurantes. Recorde-se que a subida do IVA na restauração de 13% para 23% este ano tem motivado fortes protestos dos representantes do sector, designadamente da AHRESP.
2. Ajudas de custo de funcionáriosOs funcionários públicos que não disponham de transporte que lhe permita almoçar em casa ou em transporte passam a ter direito a um valor equivalente a 25% das ajudas de custo para o almoço. A mudança traduz uma quebra face aos valor agora em vigor que era de 50% da ajuda de custo.
3. Imposto sobre o Tabaco suavizadoO imposto sobre o tabaco que incide sobre os charutos e cigarrilhas, e que criou logo tanta polémica, vai descer ligeiramente face aos valores inicialmente previstos. Em vez de 25% subirá 20%. E o elemento específico dos cigarros de enrolar sobe de 0,065 euros em vez de 0,075 euros por grama.
4. PPR saem da contribuiçãoA versão inicial do OE/2013 estipulava que as rendas mensais pagas através de PPR eram também contabilizadas para apurar o valor a partir do qual os reformados ficariam sujeitos a uma contribuição especial de solidariedade, mas a versão agora proposta deixa de os contemplar.
5. Sobretaxa sobre o IRS baixa 0,5%A sobretaxa de IRS, que na proposta inicial do OE era de 4%, baixou para 3,5%, valor que foi aplicado no ano passado no Natal. No entanto, esta redução representa um alívio muito reduzido para a generalidade dos contribuintes: vai de dois euros a dez euros por mês para o grosso dos contribuintes.

In: www.dinheirovivo.pt

Três dicas para procurar novo emprego

É uma realidade com a qual, infelizmente, cada vez mais portugueses enfrentam, mas a última coisa que deve fazer é desanimar. É verdade que o mercado está cada vez mais competitivo e deteriorado, mas isso não significa que não haja um emprego que sirva as suas ambições e necessidades. 

Veja algumas dicas que deve seguir para encontrar um emprego.
Mantenha-se sempre informado. Leia jornais. Saiba o que se vai passando no mundo e na actualidade. Veja bem que mudanças estão a acontecer nestes tempos em que as coisas alteram-se com muita rapidez. Estar informado e mostrar que o está, é sempre um excelente sinal que envia perante as pessoas que podem interceder por si perante um possível emprego ou, pelo menos, uma entrevista de emprego cheia de potencial de aceitação do seu perfil como trabalhador. Já ouviu falar em "networking"?

"Networking" é o estabelecimento de redes profissionais através de encontros pontuais. Ou seja, ligue aos seus conhecidos, sobretudo àqueles com quem já não fala há algum tempo. A ideia é mostrar-se e conhecer novas pessoas, que se poderão interessar por si e pela sua situação actual. Um dos maiores impactos que pode provocar junto de outra pessoa (conhecida ou desconhecida) é mostrar que uma pessoa cheia de qualidades sem emprego é um grande desperdício.

Procure empresas que contrariam a crise. Candidate-se às firmas que sabe estarem naquilo que em "economês" se costuma chamar de contraciclo. Isto é, aquelas empresas que, apesar da forte crise que se faz sentir em todo o lado, estão em nichos de mercados a respirar saúde. É que são essas que mais hipóteses têm de estar à procura de novos colaboradores. E, claro, você é a pessoa certa.        

Fonte: Jornal i

Câmara de Lisboa sorteia 26 casas para jovens


Concurso está aberto até dia 13 de dezembro e destina-se a jovens até 35 anos de idade
Está aberto até dia 13 de dezembro um concurso municipal para entregar 26 imóveis a jovens nacionais ou estrangeiros até 35 anos de idade. 

O concurso, que abriu no dia 15 de novembro, destina-se a pessoas ativas com rendimentos até aos limites estabelecidos no regulamento (por exemplo, o rendimento de 4 pessoas deve situar-se entre 349,20 e 1222.2 euros), que não tenham no seu agregado familiar qualquer imóvel na área metropolitana de Lisboa ou áreas limítrofes. 
No total vão ser colocadas à venda 26 frações localizadas nas freguesias dos Anjos, Mercês, São Domingos de Benfica e Marvila. A maior parte dos imóveis foram recuperados e encontram-se em prédios restaurados ou em boas condições. 
Os interessados poderão visitar as habitações, que vão estar abertas consoante hora e data estipulada pela Câmara Municipal. Conheça os imóveis
A candidatura é feita a partir do preenchimento de um Boletim de Inscrição disponibilizado pela autarquia e ser entregue em mão em um dos três balcões disponibilizados para o efeito. A candidatura implica o pagamento de uma caução de 50 euros que será devolvida caso o candidato venha a ser o efectivo comprador da casa. 



In: www.dinheirovivo.pt

22 de novembro de 2012

Como ganhar um dinheiro extra


Para muitas famílias chegar ao final do mês tornou-se quase uma missão impossível. Os gastos aumentam e os salários mantêm-se, isso quando nenhum dos membros da família perdeu o emprego. A necessidade de pagar as contas, como por exemplo a prestação da casa, a electricidade, o gás ou as prestações de créditos diversos é um facto incontornável, para o qual há cada vez menos dinheiro. Por vezes e com um cuidadoso controlo dos gastos é suficiente para atenuar esta situação, mas noutras situações não é possível fazer nada sem conseguirmos ganhar um dinheiro extra.
Nestes casos não é preciso encontrar um segundo emprego, mas apenas uma outra actividade que permita aumentar os rendimentos no final do mês, actividade essa que possa ser desenvolvida nos tempos livres.
Embora à primeira vista pareça ser complicado, há muitas actividades que nos podem proporcionar esse tão ansiado dinheiro extra.
Quando estiver a pesquisar qual a ocupação que melhor se adapta a si é importante questionar-se sobre tudo aquilo que sabe fazer, para ver se alguma das suas capacidades pode ser desempenhada de forma mais “profissional”, seja cozinhar, conhecimentos de línguas, etc. A partir desse momento pode começar a ver quais as actividades que melhor se adaptam às suas características e ao que sabe fazer.

As actividades que pode desempenhar que lhe podem ajudar a ganhar um dinheiro extra, podem ser diversas. Vamos ver alguns exemplos:
  • Escrever para blogues ou sites
  • Dar aulas particulares
  • Dar explicações
  • Fazer traduções de e para idiomas que domine
  • Cuidar de crianças
  • Cuidar de idosos
  • Passar roupa a ferro em sua casa
  • Passear cães
  • Preparar e vender alimentos em casa
  • Entrar num negócio multinível
  • Assistência técnica e instalação de Internet
  • Comprar produtos e revender com uma margem de lucro
  • Preencher inquérito por Internet
  • Etc

É ainda importante verificar os preços praticados no mercado para esses serviços, de forma a poder ser competitivo em relação às restantes pessoas que desenvolvem actividades similares.
E você o que costuma fazer para ganhar um dinheiro extra?

in http://comoeconomizar.net

Como fazer um orçamento familiar


O orçamento familiar

Muitas vezes poderá surgir a dúvida sobre como e onde se gastou o dinheiro. É provável que muitas vezes se tenha questionado a si próprio: Onde é que gastei o dinheiro? Quanto poderei poupar? Como poderei administrar melhor os meus gastos e rendimentos?
Para poder responder a estas perguntas, é necessário fazer um orçamento, onde sejam registados todos os gastos. Os gastos podem ser assim classificados: gastos fixos, gastos variáveis e gastos imprevistos.
Os gastos fixos são constantes durante um período de tempo (semana, mês, ano). Os gastos fixos são difíceis de evitar. São os gastos relacionados com a alimentação, transportes, combustíveis, pagamento de créditos, renda da casa, etc.
Os gastos variáveis dependem das actividades de cada família e de cada pessoa. Estamos a falar dos gastos com roupas, restaurantes, entretenimento, culturais, etc.
Os gastos imprevistos são aqueles que acontecem em situações de emergência ou devido a alguma necessidade imediata, como por exemplo uma reparação na casa ou no carro.

Que vantagens há em fazer um orçamento familiar?

Fazer um orçamento familiar irá ajudar a tomar melhor as decisões de compra. Irá ajudar a perceber a forma como estão distribuídos os gastos. Saber onde se gasta mais, etc. Também irá permitir saber o valor necessário de rendimentos para satisfazer as necessidades e o que se pode poupar, ou então, ajudar no planeamento do esforço de poupança.
Ter um orçamento familiar, como o orçamento de qualquer instituição ou entidade, é algo necessário para se atingir objectivos. Os recursos são limitados e portanto a única forma de conseguir atingir todos os objectivos financeiros é através de um orçamento, que nos guia e nos ajuda a visualizar o destino dos gastos e a origem dos recursos. Isto irá permitir hierarquizar os gastos a partir de uma perspectiva racional. O orçamento permite que se tomem decisões de compra de forma racional. O orçamento dá-nos a base para tomar as decisões de forma lógica, baseados em dados que podemos “medir”, de forma a serem evitadas compras compulsivas e irracionais.

Como fazer um orçamento familiar?

Um orçamento familiar mensal deve estar o mais possível ligado à realidade de cada um, considerando os rendimentos pessoais, assim como os rendimentos do resto da família. Esse orçamento deve ser um objectivo permanente para se atingir as metas de curto, médio e longo prazo.

Não há uma única forma de fazer um orçamento, devendo cada um utilizar o modelo ou planilha de gastos que melhor lhe sirva. Aqui inclinamo-nos por um modelo onde os gastos são divididos segundo a sua importância. Estes gastos são classificados em gastos fixos que podemos controlar e gastos fixos que não podemos controlar directamente. Os gastos fixos que não podemos controlar e não dependem directamente de nós, seriam os gastos da renda da casa, os gastos com as refeições dos filhos na escola, etc. Por outro lado temos os gastos fixos que podemos controlar e que podemos alterar todos os meses, se necessário. Estes gastos são, por exemplo, a comida, os gastos com telemóvel, combustível, etc…
Para poder tomar decisões é importante saber os rendimentos reais de toda a família. Saber o que recebe cada um dos membros da família. Devemos incluir todos os membros e conhecer as suas necessidades específicas.
O orçamento deve considerar todos os gastos, havendo a necessidade de alguma flexibilidade, já que as circunstâncias podem mudar e é preciso ser prático. Trata-se de alcançar os objectivos financeiros da melhor forma possível, e por isso, quanto mais claro e real for, melhor.
Para fazer um orçamento familiar deve-se seguir os seguintes passos:
a) Fazer uma lista dos rendimentos e uma lista dos gastos.
b) Anotar todos os gastos do mês.
c) Fazer uma relação de todas as contas a pagar e do que é necessário comprar durante um mês, como a renda ou prestação da casa, conta da água, telefone, electricidade, alimentação, etc.
d) Rever os gastos ocasionais que possam aparecer, como alguma festa de aniversário, a compra de um presente, entre outros.
e) Estabelecer qual irá ser o valor da poupança mensal para possíveis emergências futuras.
f) Identificar cada uma das suas compras como uma necessidade, um gosto ou um desejo.
Ao terminar o mês, devem ser revistos os gastos e começar a investigar onde se gasta o dinheiro. Trata-se de tirar as conclusões necessárias para alterar os nossos gastos e controlá-los.
Neste ponto vamos fazer a operação de subtrair os gastos aos rendimentos mensais. Se o resultado for positivo, considerando a parte destinada à poupança mensal como um gasto, estamos em boa posição.
No caso de o resultado ser negativo, não há outra solução do que reduzir os gastos e fazer uma revisão profunda de todo o orçamento.

Questões a ter em conta

Uma boa administração dos recursos económicos faz com tenhamos um bom equilíbrio na economia familiar. O resultado de não administrar correctamente os nossos recursos económicos, faz com que se gaste demasiado em produtos que não tínhamos planeado ou que façamos compras por impulso, o que tem como consequência um desequilíbrio no nosso orçamento familiar.
  1. Verifique onde são feitos os gastos diários pagos em dinheiro. Os gastos diários em dinheiro são gastos que passam muitas vezes despercebidos e que frequentemente não contabilizamos, mas que somados representam um grande valor no final do mês. Estes gastos são, por exemplo, os cafés no dia-a-dia, o tabaco, a revista ou o jornal, as pastilhas, etc., que representam gastos de pouco valor mas que no seu conjunto ainda representam uma boa soma.
  2. Não é fácil seguir um orçamento, sendo necessário estabelecer um plano para que funcione a médio prazo. Se verificar que não funciona, altere-o o mais rápido possível.
  3. A cultura da poupança é importante. Tente cultivar a cultura da poupança com uma finalidade. Não se compreende a poupança como um fim em si mesmo. A poupança tem de ter uma finalidade: umas férias extraordinárias, a compra de um carro novo, os estudos, etc. Havendo um motivo torna-se mais fácil inculcar a cultura da poupança na família.
  4. A moda é outro elemento que influencia as decisões de compra do consumidor. Talvez deseje comprar roupa, calçado, moveis, etc., que são novidade, mas é preciso ter um consideração o seu custo.
  5. Comparar preços. Quando fizer uma compra importante, visite várias lojas e diferentes marcas.
  6. Sempre que possível, evite as compras a prestações com juros. Se usa o cartão de crédito, tente sempre liquidar todos os meses o saldo do cartão.
  7. Determine quais são as coisas urgentes, básicas e supérfluas, de forma a gerir melhor os seus rendimentos, e a não ter de recorrer a empréstimos e a cartões de crédito.
  8. Antes de comprar alguma coisa, primeiro deve consultar o seu orçamento. A decisão que tomar deve ser tomada numa base racional e mais próxima da sua realidade financeira.

Modelo de Orçamento familiar

Para terminar aqui deixamos um modelo de orçamento familiar / planilha de gastos gratuito, que poderá usar como base para o seu proprio orçamento.
Para fazer download do modelo de orçamento familiar clique aqui.

in http://comoeconomizar.net

Você na TV - Camilo Lourenço explica alterações no IRS de 2013


Camilo Lourenço explica alterações no IRS de 2013, no programa "Você na TV". Veja no link abaixo:


http://www.tvi.iol.pt/videos/13745362

Camilo Lourenço explica as novas medidas de austeridade (IRS, IMI, etc)

Análise de Camilo Lourenço sobre as novas medidas de austeridade, no programa da TVI "Você na TV". Assista no link abaixo:

 http://video.pt.msn.com/?mkt=pt-pt&vid=80c988d8-0232-4585-9ec9-1badc841a427&from=sharepermalink&src=v5:share:sharepermalink:&from=dest_pt-pt

Regime de bens no casamento




A lei Portuguesa prevê vários regimes matrimoniais:

  • Comunhão Geral de Bens
A partir da data do casamento todos os bens, mesmo os possuídos anteriormente, passarão a pertencer aos dois elementos do casal. Em caso de separação, será tudo dividido pelos dois. No entanto, este tipo de regime só poderá ser celebrado se os noivos não possuírem filhos de casamentos anteriores.


  • Separação de Bens
Os noivos mantêm todo o seu património dividido, tanto aquele que levaram para o casamento, como o que foi adquirido posteriormente. Este tipo de regime é obrigatório quando qualquer um dos nubentes tenha idade idêntica ou superior a 60 anos.


  • Comunhão de Bens Adquiridos
Cada um dos noivos mantém separadamente os bens que leva para o casamento, passando a partilhar apenas os que forem adquiridos após essa data.


  • Outros que os nubentes convencionem
A lei permite aos noivos a elaboração de um regime diferente dos três acima descritos, combinando, na medida da sua compatibilidade, características de qualquer um deles, podendo ser outorgada escritura pública em qualquer cartório notarial ou auto lavrado em qualquer conservatória.


Seja qual for o regime matrimonial que preferirem, os noivos deverão realizar uma convenção antenupcial, numa conservatória notarial, antes do casamento. Na ausência desta convenção será definido o regime de comunhão de bens adquiridos.

in casamento.kazulo.pt

18 de novembro de 2012

Coma Melhor Sem Gastar Mais Dinheiro no Supermercado


Há males que vêm por bem. É preciso aprender a ver o copo meio cheio. Dois ditados populares chegam para se perceber a ideia que queremos passar: já que nos calharam em sorte tempos economicamente difíceis, que podemos aprender com eles que não seja a renunciar, abdicar e poupar?  A nossa proposta: ter uma alimentação mais saudável gastando menos. Comer bem não é mais caro é a tese que vamos  provar. Com a promessa de não ter de passar serões infinitos frente ao fogão nem fazer maratonas por lojas obscuras à procura de produtos exóticos.
Mas este artigo não é para os conscienciosos da comida habituados a contar calorias e muito menos para os CSI que procuram gorduras trans nos rótulos dos alimentos. É, sim, para todos aqueles que lutam diariamente para inventar receitas novas porque os miúdos já estão enjoados de comer raviólis há duas semanas.

Mude de vida
Agora que o rendimento encolheu, à falta de dinheiro para esbanjar em comida rápida e sintética, nada como aproveitar o embalo para mudar nutricionalmente de vida.  É verdade que vai exigir algum esforço, precisa mudar de hábitos, habituar-se a comprar coisas diferentes, programar menus semanalmente, aprender a comparar preços por quilo, mas até pode ser divertido.

Instruções para o supermercado
Se não fizer as compras certas arruína ou o menu ou o orçamento, por isso, encare a ida ao supermercado como uma missão militar. A abordagem a cada corredor deve ser precisa, rápida e eficaz. Objetivo é comprar os ingredientes mais baratos e saudáveis. O inimigo são os produtos caros e nutricionalmente errados.

Corredor das carnes
•  Centre-se nas aves que em regra são mais em conta.
•  O frango é mais barato se for comprado inteiro. Se comprar partes, prefir pernas, mais saborosas que o peito.
•  Pode fazer salsichas simples misturando a carne com cebola refogada e ervas aromáticas. Passe a mistura por um processador e molde pequenas salsichas. Leve a cozer cinco minutos ao vapor.
•  Inclua nas compras as miudezas (fígado e moelas) que têm muito ferro e proteínas. Refogadas durante cinco minutos e temperadas com vinagre enriquecem uma salada verde em três tempos.
•  partida a carne com 15% de matéria gorda: misturando-a com miolo de pão amolecido em leite, cebola refogada, ervas aromáticas ou especiarias (caril por exemplo) e um ovo, pode fazer pequenas almôndegas. Se as cozer num caldo perdem a gordura e a carne permanece tenra. Sirva com molho de iogurte ou de tomate, por exemplo.

Corredor do peixe
•  Não há volta a dar o peixe congelado é tendencialmente mais barato do que o fresco. Mas o fresco, na altura dele também se compra em conta.
•  Com alguma imaginação conseguem-se refeições baratas e nutritivas, seja em empadões, quiches ou açordas, mas até o clássico cozido ganha sabor se juntar à água uma cebola, alguns grãos de pimenta, uma folha de louro ou aneto.
•  O atum em lata faz uma refeição saborosa e barata. Duas ou três latas, mais uma lata grande de feijão frade, ovo cozido, salsa e cebola picada, tudo regado com azeite e faz-se a festa para quatro. Outra alternativa: empada de atum.
•  Com uma mistura de marisco de marca branca faz um arroz de marisco para quatro pessoas e ainda sobra.
•  Com uma posta faz uma açorda de bacalhau para todos. O segredo está em não poupar nos temperos: muito alho e azeite.
Corredor dos legumes
•  Os legumes da época vendem-se a um preço acessível e regra geral são mais baratos do que os congelados O único problema com os frescos é mesmo a conservação. Exige-se um planeamento adequado na altura da compra para não haver desperdícios.
•  Se tiver restos pode sempre aproveitá-los fazendo fritatas, quiches.
•  Nos congelados, aposte nos mais versáteis como as ervilhas sempre prontas para sopa ou a enriquecer um arroz.
•  Não deite fora a rama do nabo e do rabanete. Pique-as e misture-as com queijo gruyére e azeite e fica com um pesto fantástico para usar nas massas. ra.
•  Também pode pegar nos legumes, misturá-los com farinha e passá-los por ovo e fazer pastéis!


fonte: activa.sapo.pt

15 de novembro de 2012

Divórcio e Tutela Partilhada: Novas Regras no IRS 2012 do próximo ano

Até 2011, a tutela partilhada não estava contemplada no Código do IRS, o que obrigava os pais separado ou divorciados a muita "ginástica", sobretudo quando só tinham um filho. Na prática, apenas um deles podia apresentar despesas com o filho. A DECO manifestou-se várias vezes para a situação ser corrigida.

Na declaração de IRS a entregar em 2013, os pais que, por divórcio, separação judicial e pessoas e bens, declaração de nulidade ou anulação do casamento, partilhem as responsabilidades relativas aos filhos passam a deduzir as despesas "a meias". Nestas incluem-se as deduções à coleta pessoalizantes, as relativas aos dependentes com deficiência, prémios de seguros, encargos de saúde, educação, com lares e benefícios fiscais. Cada progenitor deduz os encargos que suportou com os dependentes também a seu cargo até 50% dos tetos máximos fixados.

Fonte: Dinheiro&Direitos - Deco proteste

14 de novembro de 2012

Alunos do ensino secundário vão poder estagiar nas empresas públicas


IEFP assinou hoje protocolo para reforçar a oferta de formação profissional. Alunos vão estudar e estagiar nas empresas do Estado 

As empresas da administração do Estado vão passar a receber os alunos do ensino técnico-profissional em regime de estágio.  A medida foi hoje anunciada no ministério da economia e envolve as empresas públicas ANA, CP, CTT, Estradas de Portugal, Metro, STCP, TAP, NAVE, Refer e Transtejo.

Com este projeto o Governo pretende chamar mais alunos para a aprendizagem de uma profissão, com foco na formação prática e diversificação das ofertas formativas de dupla certificação no ensino secundário, o ensino dual. 
Na assinatura do protocolo, o secretário de Estado dos transportes sublinhou que "o Estado tem colocar as suas empresas ao serviço da economia".  
Com esta alavanca para o ensino dual, as previsões do Executivo apontam para mais de 30 mil jovens a frequentar o modelo durante este ano, em 2015 querem que o número passe para 50 mil. Em 2020 o objetivo é chegar aos 100 mil alunos. 
"As perspectivas são particularmente positivas", adiantou o secretário de Estado do Emprego, Pedro Martins, que lembrou a popularidade do sistema na Alemanha, Suíça, Áustria e França. 
O que deve saber: 
60% aulas teóricas;
40% aulas práticas;
Duração 3 anos;
Atribuição de bolsa no valor de 10% da Indexante de Apoio Social, 42 euros ao mês;
Ao fim do primeiro ano é escolhida a empresa que irá acolher o aluno;
Mais de 5600 empresas associadas;

In: www.dinheirovivo.pt

Empresas dão formação a jovens e pagam

 

Dez entidades públicas prestam formação equivalente ao 12º ano e dão bolsa de 42 euros a cada aluno

Dez empresas públicas vão dar formação equivalente ao 12º ano a jovens entre os 15 e os 24 anos, atribuindo uma bolsa de profissionalização de 42 euros por mês, a cada aluno, segundo o secretário de Estado do Emprego.

As entidades são os CTT, ANA (gestora dos aeroportos), TAP Portugal, CP, EMEF (Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário), REFER (gestora da infraestruturas ferroviárias), Metropolitano de Lisboa, Transtejo, Estradas de Portugal e STCP (Sociedade de Transportes Coletivos do Porto), que assinaram esta quarta-feira protocolos de colaboração com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, segundo a Lusa.

O secretário de Estado do Emprego, Pedro Silva Martins, destacou o «impacto positivo» do sistema de aprendizagem dual (teórica e prática, em contexto de trabalho nas empresas) na empregabilidade dos jovens, considerando que «é uma vantagem muito importante».

«A oportunidade de aprender algo com estas empresas irá reforçar a sua empregabilidade», afirmou.

A formação dura cerca de dois anos e meio e implica a assinatura de um contrato, mediante o qual será atribuída uma bolsa de 42 euros.

Pedro Silva Martins adiantou que aproximadamente 40% do tempo total de formação é passado nas empresas e sublinhou que esta incidirá em «setores de forte componente tecnológica», nomeadamente eletrónica e automação, energia, serviços de transporte e metalomecânica.

O secretário de Estado acrescentou que as vagas em cursos de aprendizagem dual cresceram 50% neste ano letivo e que pretende atingir uma meta de 30 mil alunos em 2012, 50 mil em 2015 e 100 mil em 2020, estando atualmente envolvidas mais de 5.600 empresas.

Quanto ao número de vagas que serão criadas nas empresas públicas está ainda por determinar: «Estes protocolos permitem a criação de várias turmas, de forma a assegurar a colocação a várias dezenas ou, eventualmente, várias centenas de jovens que vão fazer a sua formação prática nestas empresas», disse, adiantando que «atualmente, estão lançadas cerca de 700 turmas de aprendizagem dual».

Instado a comentar os dados hoje divulgados sobre a taxa de desemprego, que subiu para 15,8% no terceiro trimestre e entre os jovens está quase nos 40%, Pedro Silva Martins admitiu «preocupação», mas salientou que os números são semelhantes aos que já foram divulgados pelo Eurostat e estão «enquadrados nas perspetivas que já foram apresentadas», pelo que o Governo mantém a sua estimativa de 15,5% para 2012.

«São números que obviamente merecem a maior preocupação. O desemprego em Portugal é particularmente elevado, mas essa é uma razão que nos dá ainda mais alento para dinamizar iniciativas como esta (...). Temos de investir em ações que permitam a aquisição de competências que sejam as mais apropriadas, nomeadamente neste contexto de transformação que a economia portuguesa está a atravessar».

 

In: www.agenciafinanceira.iol.pt

 

 

12 de novembro de 2012

Deco: Famílias excluídas pela nova lei do crédito à habitação devem negociar com os bancos

 Natália Nunes afirmou hoje que as 60% de famílias que a Deco estima que fiquem de fora do diploma devem ainda assim expor a sua situação 
A Deco sublinhou hoje que a nova lei do crédito à habitação - que permite às famílias em dificuldades a renegociação dos empréstimos com os bancos e entra hoje em vigor - exclui 60% das famílias que peçam ajuda mas que estas deverão, mesmo assim, apresentar a sua situação.


Em declarações à TSF, Natália Nunes, da Deco, afirmou que a lei "estabelece muitos requisitos que fazem com que as famílias em dificuldade, confrontadas com cortes salariais ou mesmo em situações de desemprego, não possam beneficiar destas medidas agora aprovadas", criticando o facto de esta se aplicarem apenas ao crédito à habitação, "quando nós sabemos que as famílias não têm só crédito à habitação, têm vários créditos".
Natália Nunes lembrou ainda que "tendo por base o requisito relativo ao rendimento que as famílias têm de ter, mais de 60% das situações estão excluídas".
"Desde logo se vê que o diploma é demasiado restritivo e, em bom rigor, não vai beneficiar as famílias que verdadeiramente necessitam", considerou.
A responsável da Deco aconselha, no entanto, as famílias em incumprimento que não possam renegociar o crédito a apresentarem ainda assim a sua situação ao banco, "para tentarem ver conjuntamente - consumidor, família, entidade credora - a possibilidade de encontrar uma solução, que poderá passar por renegociar o crédito ou até em última instância pela renegociação da entrega da casa, que é algo que a banca hoje pratica e que está tambem previsto neste diploma".
A nova lei do crédito à habitação entra hoje em vigor e permite que famílias em dificuldades possam renegociar o crédito com os bancos para poderem pagar os empréstimos das casas.


In: www.dinheirovivo.pt

"Como consigo arranjar emprego em Londres?"


Cada vez há mais procura por profissionais que dominem inglês e português. Veja aqui onde procurar as ofertas 

Procura emprego fora de Portugal? Sempre sonhou ter uma experiência numa capital europeia? Gostava de aprender a explorar os novos mercados africanos? Ou simplesmente quer alargar o seu portefólio de clientes a empresas estrangeiras?

Questão: Gostaria de saber como obter emprego em Londres. A minha área de trabalho é na Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial. O ideal era trabalhar no Consulado Português em Londres, mas estou disposta a qualquer outro tipo de emprego. Gostaria de informação sobre como poderia procurar e conseguir emprego em Londres.

Resposta: Dada a sua experiência, poderia focar a procura de trabalho em Londres em trabalhos de secretaria ou administração que envolvam o domínio de inglês e português, requisitos que são cada vez mais procurados. Os concursos consulares são públicos e esporádicos, daí que o melhor seria começar pela área da banca, que ocupa grande parte da mão-de-obra deste tipo – administrativo e bilingue – em Londres. Qualquer site de emprego em Londres tem disponível uma secção para estas funções, como por exemplo o London Jobs, onde mais de 500 anúncios são para secretaria e administração. 
Neste tipo de sites também pode filtrar os resultados pela palavra "Portuguese" e normalmente são-lhe dadas dezenas de oportunidades para lusófonos.


 In: www.dinheirovivo.pt


Seguro de vida. Saiba como poupar mais de 300 euros por ano


Renegociar o seguro de vida – obrigatório para quem contraiu um crédito à habitação – pode fazer toda a diferença no final do ano, principalmente quando o orçamento familiar está cada vez mais asfixiado e vai sofrer um novo aperto no início do próximo ano quando a maioria das famílias portuguesas começar a sentir o aumento da carga fiscal.

O ideal é fazer uma ronda pelos vários produtos existentes e optar por aquele que é mais vantajoso. Uma tarefa que não é assim tão simples para os consumidores com crédito à habitação e cuja redução de spread esteja dependente da  seguradora escolhida pelo banco. Caso não esteja condicionado, então essa opção é mais fácil. Os produtos disponíveis e respectivos preços foram seleccionados pela Associação de Defesa do Consumidor, como as “escolhas acertadas” – e multiplicar cada cem euros do valor em dívida pelo montante indicado para a sua idade. De acordo com as contas da Deco, um casal de 45 anos que deva 150 mil euros ao banco pode poupar até 311 euros anuais com a escolha acertada para a sua idade, face à média do mercado, se optar pela Metlife. Mas se optar pela cobertura mais abrangente, a poupança pode chegar aos 226,45 euros anuais na Generali.

Além disso, no caso de já ter o empréstimo, pode sempre perguntar à instituição financeira qual o efeito desta mudança. “Caso opte por uma alteração do spread, peça o novo valor e uma simulação da nova prestação mensal. Em poder dos dados, compare os custos mensais ou anuais do crédito usando o novo spread e o actual (sem mudar de instituição). De seguida, compare os prémios do seguro de vida. Se a diferença compensar o aumento da prestação vale a pena mudar”, alerta a entidade.

Mas não se esqueça de que o banco só pode agravar o spread se essa condição estiver prevista no contrato do crédito à habitação. Além disso, os seguros de vida associados a este produto financeiro são, em regra geral, anuais e renováveis por igual período. O prémio a pagar depende do capital em dívida e da idade das pessoas seguras. Mas estes dois não são os únicos critérios a ter em conta. Quando o crédito é feito por dois titulares, a maioria das seguradoras prevê a contratação conjunta do seguro – também designada por “duas cabeças” – e os prémios neste caso são superiores aos do seguro a uma cabeça.

A Deco lembra, no entanto, que o capital do seguro deverá corresponder, em cada momento, ao montante em dívida ao banco. “Desde Dezembro de 2009, as seguradoras são obrigadas a actualizar o capital do seguro com a mesma periodicidade da amortização do empréstimo” mas, acrescenta, “a falta de clareza do diploma levou as instituições a actualizar apenas nos novos contratos”.
protecção Este produto não é exclusivo para quem contraiu um crédito à habitação. Vários consumidores recorrem a esta solução como meio de garantir um suporte financeiro ao agregado em caso de morte prematura ou invalidez de um dos elementos da família. “Poderão ser úteis, sobretudo para quem tem dependentes a seu cargo ou quando a sobrevivência da família depende apenas de uma pessoa”, esclarece a associação.

Também para estes clientes existe oferta anual e renovável e os temporários com capital constante. Estes últimos são geralmente contratados para um determinado período e durante esse prazo, o capital seguro e o prémio anual mantêm-se. Os seguros com renovação anual são recomendados para consumidores até aos 45 anos, já que o prémio aumenta com a idade. A partir dos 45 anos, compensa mais um seguro temporário.

Para encontrar a quantia que a família poderá vir a necessitar, o primeiro passo a dar inclui a determinação das necessidades anuais com alimentação, estudos e outras despesas. Multiplique o montante obtido pelo período durante o qual quer assegurar o conforto do agregado. Ao mesmo tempo, acrescente uma margem para compensar uma eventual depreciação da moeda com a inflação.

Recorde-se que, em 2004, uma directiva europeia proibiu a discriminação no acesso a bens e serviços com base no sexo dos utilizadores e, como tal, a partir de Dezembro de 2007, as seguradoras ficaram impedidas de cobrar prémios diferentes a homens e mulheres. No entanto, a mesma directiva autorizava a discriminação com base em dados estatísticos e fiáveis. Isso significa que, desde que justificassem a diferença de valores, poderiam mantê-las. Contudo, para pôr fim a esta discriminação, uma organização de consumidores belga avançou com uma acção no Tribunal de Justiça da União Europeia que, em Março de 2011, deu razão àquela associação,   considerando a cláusula inválida. Conclusão: a partir de Dezembro deste ano, as seguradoras não podem discriminar os prémios em função do sexo do segurado. “A poucos meses da data-limite, ainda encontramos instituições com preços diferenciados, como é o caso da Generali, Liberty, Metlife e Prévoir”, conclui a Deco.

fonte: Jornal i

Como Poupar nas Compras do Supermercado


Também se assusta sempre que vê o valor total a pagar pelas suas compras de supermercado? Então este artigo é para si. Verifique se está a seguir os passos certos para poupar ao máximo nas compras de supermercado.
Nos dias de hoje, é cada vez mais importante aprender a poupar em tudo da nossa vida. No artigo de hoje, ensinamos algumas dicas e truques de como pode poupar nas compras de supermercado. Não perca ainda os artigos em que já ensinámos a poupar o seu dinheiro em tempos de crise. Saiba ainda como pode poupar fazendo refeições para a semana e conheça algumas dicas de como poupar combustível.

Faça uma lista de compras

Esta já todos nós sabemos. Seguir à risca uma lista feita antes de entrar no supermercado é meio caminho andado para não se desviar por caminhos tentadores. Para além desta lista, tenha também uma lista na porta do frigorífico que vai atualizando diariamente com os produtos que vão acabando. Desta forma é mais fácil não se esquecer de nada na altura de ir às compras. Ou então, vá apontando por exemplo num bloco de notas no seu telemóvel, à medida que vai se apercebendo da falta de algum produto lá em casa.

Estabeleça um orçamento fixo

Tenha definido um valor máximo a gastar por cada ida ao supermercado. Os grandes hipermercados até já têm o serviço de registo automático de compras em que o cliente regista os artigos à medida que os coloca no carrinho. Se puder optar por este serviço vai conseguir saber ao certo quanto dinheiro está a gastar e assim evita surpresas desagradáveis no final.

Estabeleça um dia fixo

Escolha um dia certo para ir às compras. Pode optar por ir uma vez por semana ou uma vez por mês. Lembre-se que quantas mais vezes for ao supermercado mais compras desnecessárias irá fazer.

Estabeleça um supermercado fixo

Escolha o supermercado ou hipermercado que fica mais perto de sua casa e compre sempre no mesmo local. É certo que os preços variam entre supermercados mas, de uma forma geral, as diferenças não compensarão a gasolina que se gasta na viagem de carro. Adote um supermercado fixo, adira ao cartão cliente e aproveite os seus descontos. Não se preocupe se os iogurtes estão com desconto noutro sítio esta semana, já que para a próxima estarão certamente em promoção no seu supermercado.

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Aproveite os descontos

Quando os champôs ou o papel higiénico estão com desconto, aproveite para comprar em grande quantidade. Estes bens não perecíveis podem ser arrumados lá em casa e utilizados mais tarde. Mas muita atenção: não ceda à tentação de comprar artigos que não precisa só porque estão em promoção. Pense duas vezes antes de colocar no carrinho um artigo que não está na sua lista de compras.

Compre embalagens maiores

Sejam os cereais do seu filho ou o detergente para a roupa, prefira comprar as embalagens que trazem maior quantidade. Existem algumas exceções, mas regra geral, levar a embalagem de 1 litro sai mais barato que levar duas de meio litro. Verifique os preços antes de escolher e verifique o preço por litro ou preço por quilo, disponível em praticamente todos os supermercados.

Desconto por aproximação de prazo de validade

Procure no seu supermercado artigos com desconto por estarem perto do seu prazo de validade. É fácil encontrar estes descontos em artigos como a carne, iogurtes ou queijos. Tenha, no entanto, muita atenção ao prazo de validade marcado. Normalmente o prazo dos produtos com este desconto expira em um ou dois dias. Não compre se não for consumi-los nesse período ou será dinheiro desperdiçado.

Compras sem ter fome

Não cometa o erro de ir às compras de barriga vazia, já que muito provavelmente vai comprar três vezes mais artigos do que aqueles que precisa. Evite também ir ao supermercado antes de jantar ou sentir-se-á tentada a levar refeições prontas para casa, ou até a jantar no centro comercial. Qualquer destas opções não é amiga da sua carteira.

Crianças em casa

Evite levar as crianças para o supermercado. Será menos cansativo e menos dispendioso. Entre produtos que elas põem no carrinho sem nós vermos ou as birras no meio da secção dos brinquedos, deixá-las em casa é mesmo a melhor opção.

Compras sem pressas

Escolha um dia em que tenha tempo para gastar no supermercado. Se estiver à pressa não tem tempo para analisar os preços de todas as escovas de dentes com cuidado. Para além disto, podem-lhe passar despercebidas promoções importantes. Passear por todos os corredores do supermercado também não é a melhor forma de ver as promoções porque vai apetecer-lhe meter tudo para dentro do carrinho. Veja antes os catálogos ou o site do supermercado, para saber que descontos existem para hoje.

fonte: dicascaseiras.com

11 de novembro de 2012

Alimentação: APED diz que nova taxa será paga pelos consumidores

 

Associação do setor diz que taxa é «inoportuna»


O setor da grande distribuição considerou esta quarta-feira «inoportuna» a proposta do Governo de criação de uma taxa de saúde e segurança alimentar, e assegurou que será o consumidor a suportar o acréscimo dos custos nos bens alimentares.

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), na reação à proposta do Governo, divulgada na terça-feira, e que prevê a criação de uma taxa de saúde e segurança alimentar, tornou pública a «posição setorial da grande distribuição», considerando que «na presente situação económica e conjuntura é inoportuno estarmos a criar mais uma taxa».

«É um setor que já está altamente sujeito a uma carga fiscal elevada, pelo que neste contexto de crise económica a nossa posição é de não concordância com esta iniciativa do Governo», sublinhou a diretora-geral da APED, Ana Isabel Trigo Morais.

A responsável referiu que este setor «está neste momento debaixo de uma grande pressão», devido à perda de poder de compra dos consumidores, o que deixa a grande distribuição sem margem para absorver o custo da nova taxa, que ainda terá que ser determinada pelo Governo.

«Não haverá alternativas a não ser refletir no preço final dos bens alimentares e afetar o consumidor, numa altura em que já está particularmente fragilizado no seu poder de compra», alertou Ana Isabel Trigo Morais.

O Governo pretende criar uma taxa de saúde e segurança alimentar, cujo valor ainda se desconhece, a pagar pelos estabelecimentos de comércio alimentar por grosso e a retalho, segundo um decreto-lei a que a agência Lusa teve hoje acesso.

De acordo com um decreto-lei do Ministério da Agricultura, do Ambiente e do Ordenamento do Território, que deverá ser aprovado em Conselho de Ministros na quinta-feira, o Governo pretende criar o Fundo de Saúde e Segurança Alimentar Mais, com os objetivos de «compensar os produtores, no quadro da prevenção e erradicação das doenças dos animais e das plantas, bem como das infestações por parasitas», além de «apoiar as explorações pecuárias» e «incentivar o desenvolvimento da qualidade dos produtos agrícolas».

O diploma determina ainda casos de isenção do pagamento da taxa de saúde e segurança alimentar, nomeadamente a «estabelecimentos com uma área de venda inferior a 400 metros quadrados ou pertencentes a microempresas, desde que não pertençam a uma empresa que utilize uma ou mais insígnias ou esteja integrada num grupo, e que disponham, a nível nacional, de uma área de venda acumulada igual ou superior a 2.000 metros quadrados».

A Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) prefere, para já, não tomar uma posição relativamente à intenção anunciada pelo Governo, por ainda não ter «um conhecimento aprofundado do projeto-lei», mas considerou «deveras preocupante» para o setor a introdução desta nova taxa e manifestou-se solidária com a posição da Confederação de Comércio e Serviços de Portugal (CCP).

A CCP manifestou-se na terça-feira «indignada» com a nova taxa para o comércio alimentar, criada pelo Governo por um decreto-lei que deverá ser aprovado no Conselho de Ministros de quinta-feira.

A confederação, que recebeu a notícia «com surpresa», diz que «este diploma não se limita a criar o Fundo de Saúde e Segurança Alimentar Mais, mas prevê igualmente a consagração de uma taxa a pagar pelos estabelecimentos de comércio alimentar ou mistos», que considera ser «totalmente inoportuna»
.


In: www.agenciafinanceira.iol.pt




A quem se aplica o regime extraordinário de proteção de devedores de crédito à habitação?


O novíssimo regime extraordinário de proteção de devedores de crédito à habitação aplicar-se-á, como os parágrafos seguintes demonstrarão, a um número consideravelmente restrito de situações, seja pela definição do que é estar em situação económica muito difícil, seja pela definição de agregado familiar (ter 1 ou 10 filhos é irrelevante), seja pelos próprios contratos que são à partida eliminados como elegíveis, independentemente da condição económica do devedor. Em todo o caso poderão servir a alguém. Procurámos colocar neste artigos as principais determinações da lei quanto a quem pode requerer este regime de proteção. Segundo a Lei n.º 58/2012, o regime extraordinário de proteção de devedores de crédito à habitação aplica-se a quem cumpra todos os requisitos que se seguem:
1) O crédito à habitação esteja garantido por hipoteca que incida sobre imóvel que seja a habitação própria permanente e única habitação do agregado familiar do mutuário e para o qual foi concedido;
2) O valor patrimonial tributário do imóvel não exceda:
i) € 90 000 nos casos em que o imóvel hipotecado tenha coeficiente de localização até 1,4;
ii) € 105 000 nos casos em que o imóvel hipotecado tenha coeficiente de localização entre 1,5 e 2,4;
iii) € 120 000 nos casos em que o imóvel hipotecado tenha coeficiente de localização entre 2,5 e 3,5;
3) O crédito à habitação não esteja garantido por outras garantias reais ou pessoais, salvo se, neste último caso, os garantes se encontrem também em situação económica muito difícil, nos termos do artigo seguinte.
4) O agregado familiar do mutuário se encontre em situação económica muito difícil nos termos seguintes:
1 — Para efeitos da presente lei, considera-se em situação económica muito difícil o agregado familiar relativamente ao qual se verifiquem cumulativamente os seguintes requisitos:
a) Pelo menos um dos mutuários, seu cônjuge ou pessoa que com ele viva em condições análogas às dos cônjuges, se encontre em situação de desemprego ou o agregado familiar tenha sofrido uma redução do rendimento anual bruto igual ou superior a 35 %;
b) A taxa de esforço do agregado familiar com o crédito à habitação tenha aumentado para valor igual ou superior a:
i) 45 % para agregados familiares que integrem dependentes;
ii) 50 % para agregados familiares que não integrem dependentes;

c) O valor total do património financeiro de todos os elementos do agregado familiar seja inferior a metade do rendimento anual bruto do agregado familiar;
d) O património imobiliário do agregado familiar seja constituído unicamente:
i) Pelo imóvel que seja a habitação própria e permanente do agregado familiar; e
ii) Por garagem e imóveis não edificáveis, até ao valor total de € 20 000;

e) O rendimento anual bruto do agregado familiar não exceda 12 vezes o valor máximo calculado em função da composição do agregado familiar e correspondente à soma global das seguintes parcelas:
i) Pelo mutuário: 100 % do valor do salário mínimo nacional ou 120 % no caso de o agregado familiar ser composto apenas pelo requerente;
ii) Por cada um dos outros membros do agregado familiar que seja maior: 70 % do valor do salário mínimo

nacional;

iii) Por cada membro do agregado familiar que seja menor: 50 % do valor do salário mínimo nacional.

2 — Para efeitos da alínea a) do número anterior, considera -se que um membro do agregado familiar se encontra desempregado quando:
a) Tendo sido trabalhador por conta de outrem, se encontre involuntariamente desempregado e se encontre inscrito como tal no centro de emprego há três ou mais meses; ou
b) Tendo sido trabalhador por conta própria, e se encontre inscrito como tal no centro de emprego nas condições referidas na alínea anterior, prove ter desenvolvido atividade e ter cessado a mesma há três ou mais meses.
3 — Para efeitos da alínea a) do n.º 1, releva a redução de rendimento:
a) Proveniente de atividade profissional prestada a entidade em que nenhum dos membros do agregado familiar detenha uma participação qualificada, tal como é definida no artigo 13.º do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras;
b) Ocorrida nos 12 meses anteriores ao início do incumprimento.
Na lei é possível encontrar as definições para alguns dos conceitos relevantes aqui referidos.


In: www.agenciafinanceira.iol.pt
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