MENSAGENS RECENTES DO BLOG

31 de outubro de 2012

Apple lança iPad de quarta geração com ecrã retina


O novo iPad de quarta geração chega às lojas a 2 de novembro, com um novo processador e aposta em ecrãs com grande densidade de resolução.

Na recente apresentação, onde a Apple deu a conhecer a sua nova aposta, o iPad mini, foi também lançada a nova versão do iPad, com 9,7 polegadas e “ecrã retina”. Esta é a designação escolhida pela marca para referir-se a ecrãs com elevada densidade de pixels, impercetíveis para o olho humano.
Na apresentação do novo iPad foi destacada a qualidade do ecrã, que não é novidade face ao iPad 3. Na apresentação do novo iPad foi destacada a qualidade do ecrã, que não é novidade face ao iPad 3.
Aquela tecnologia de "ecrã retina" já estava presente no iPhone 4, 4S e 5, no MacBook Pro e no iPad 3. Entre este último e a nova versão há apenas diferenças que nada têm a ver com o ecrã. O conector de 30 pinos desapareceu para integrar o pequeno conector do iPhone 5, “Lightning”. No novo iPad, foi incorporado um novo processador A6x mais potente.
Tal como no iPhone 5, a ligação LTE não funciona em pleno com as frequências utilizadas nas redes 4G de alguns países europeus. Em Portugal, para já, apenas a Optimus anunciou uma cobertura parcial.
A quarta geração do iPad elevou os preços: nos modelos com Wi-Fi, houve um aumento de € 30 e, nos modelos com ligação às redes móveis, a subida foi de 40 euros. O iPad com retina, na versão só com Wi-Fi custará € 509 (16 GB), € 609 (32 GB) ou € 709 (64 GB). Se incluir Wi-Fi e ligação às redes móveis, custará € 639 (16 GB), € 739 (32 GB) ou € 839 (64 GB).



Fonte: www.deco.proteste.pt


Bancos mantêm concessão de crédito apertada, procura em queda

 

Maioria dos bancos continua a praticar spreads elevados nos particulares e a exigir garantias adicionais às empresas

Os bancos portugueses mantiveram praticamente inalterados os critérios de concessão de crédito ao longo do terceiro trimestre deste ano. A restritividade não dá sinais de abrandar, por todas as razões e mais algumas, mas a tendência mais visível é na procura de crédito por parte dos particulares, que está em queda, e assim deve continuar.

De acordo com os resultados do inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito, realizado pelo Banco de Portugal aos cinco grupos bancários portugueses incluídos na amostra, apesar de terem mantido os critérios aplicados na aprovação de empréstimos globalmente inalterados, os bancos inquiridos identificaram alguns fatores que terão exercido alguma influência negativa sobre esses critérios.

Em particular, os bancos apontaram «a deterioração das expectativas quanto à atividade económica em geral e, em menor grau, o aumento dos custos de financiamento e restrições de balanço» como razões para manterem a restritividade na concessão de financiamento.

Adicionalmente, observou-se um ligeiro agravamento das condições aplicadas pelos bancos na aprovação de empréstimos, «consubstanciado num aumento dos spreads aplicados (em particular nos empréstimos de maior risco), mas também na aplicação de outras condições contratuais ligeiramente mais restritivas. Entre estas refira-se, no caso das empresas, a redução da maturidade dos empréstimos, condições contratuais não pecuniárias (covenants) mais restritivas e o reforço das garantias exigidas».

O Banco de Portugal identifica ainda, com base nas respostas dos cinco grupos bancários, uma «diminuição da procura de empréstimos ao longo do terceiro trimestre que, no caso dos particulares, afeta sobretudo o segmento da habitação».

Para justificar a menor procura de empréstimos, o banco central aponta «a diminuição da confiança dos consumidores, a deterioração das perspetivas para o mercado da habitação, a evolução das despesas de consumo não relacionadas com a aquisição de habitação e a retração nas despesas de consumo de bens duradouros».

No caso da procura de empréstimos ou linhas de crédito por parte das empresas, a procura manteve-se praticamente estável. Por um lado, a diminuição das necessidades de financiamento para efeitos de investimento contribuiu para travar a procura de crédito mas, em sentido contrário, a procura das empresas terá sido sustentada por um aumento das necessidades de financiamento de existências e de fundo de maneio, bem como de financiamento para a reestruturação da dívida.

Para o quarto trimestre de 2012, a generalidade dos bancos inquiridos não espera alterações significativas na aplicação de critérios para aprovação de empréstimos ou linhas de crédito a empresas e para aprovação de empréstimos a particulares. Para
o mesmo período, os bancos anteveem que a procura de empréstimos por parte das empresas, em termos globais, permanecerá estável.

No caso dos particulares, a maioria dos bancos espera uma redução da procura de empréstimos para habitação, assim como uma diminuição menos acentuada da procura de empréstimos para consumo e outros fins.




Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt





Dicas para diversão grátis ou a baixo custo

 

Porque o lazer faz parte da vida e é essencial para o seu bem-estar, não é preciso deixar de fazer aquilo que gosta

Quando as despesas aumentam e o dinheiro escasseia, é preciso poupar no mais supérfluo. Os momentos de lazer são, muitas vezes, os sacrificados. Há muitas formas de se divertir sem gastar dinheiro ou, pelo menos, poupando bastante.

Reunimos algumas dicas que o podem ajudar a manter uma vida social e cultural ativa, sem dar cabo das finanças. Por exemplo, não precisa deixar de ir ao cinema. Basta combinar as sessões de cinema para as tardes ou noites mais baratas da semana. Se tem um cartão que lhe possa dar descontos, verifique se o leva antes de sair (estudante, idoso, promoções especiais, etc.)

Não compre todos os livros que lê. Troque com amigos e familiares, e faça-se sócio de uma biblioteca municipal. Costumam emprestar centenas de livros, CD e DVD, tudo de graça. Aproveite as promoções e saldos nos hipermercados. De vez em quando, as grandes superfícies colocam os seus stocks de livros, CD e DVD em saldos e pode conseguir comprar três ou quatro artigos pelo preço normal de apenas um. Basta estar atento, guardar alguns folhetos publicitários e anotar as datas em que pode aproveitar os descontos.

Em vez de gastar dinheiro no download de um CD inteiro no iTunes, compre apenas as músicas de que realmente gosta. Ou então visite o Last.fm. Este site permite ouvir, gratuitamente, milhares de músicas online e criar a sua própria biblioteca musical.

Em vez de comprar um MP3 e um telemóvel novo, opte por um gadget que incorpore as duas coisas.

Se tem televisão por cabo, pare e pense se precisa mesmo de tantos canais. Deve haver alguns que raramente vê. Talvez possa optar por um pacote de programação mais barata.

Alguns museus, galerias de arte jardins zoológicos, parques de diversão e jardins temáticos têm entrada gratuita ou com descontos durante certos dias ou horas da semana. Informe-se antes de marcar a visita.

Quando quer mesmo ir ver um espetáculo ou peça de teatro, compre o bilhete o mais cedo possível. Normalmente são os bilhetes mais caros que sobram para o fim.

Tente manter um guia cultural da sua cidade à mão. Há sempre alguma mostra, seminário, exibição, festival, feira, peça de teatro ou concerto com entrada gratuita.

Deixe de comprar jogos para a Playstation ou computador e procure trocar os que tem com os dos seus amigos. Em alternativa, ou quando já tiver jogado tudo, existem milhares de sites que proporcionam o acesso a jogos grátis, caso do Yahoo Games ou o PopCap.

Em vez de pagar a uma babysitter para que possa sair com o seu marido ou mulher, combine este serviço com amigos ou familiares e tomem conta dos miúdos uns dos outros à vez.

Se quer experimentar um novo restaurante, faça-o à hora do almoço e, preferencialmente, durante a semana, para poder usufruir dos preços especiais das diárias.

Para poupar dinheiro em jantaradas com os amigos, em vez de irem sempre jantar fora, jantem uma vez em casa de cada um e cada convidado traz alguma coisa. No Verão, em vez de almoçar fora, marque um pic-nic. Há quanto tempo não faz um?

Se é sócio de alguma associação desportiva, social, cultural ou profissional, verifique quais as vantagens de se ser membro: muitas vezes, pode ter descontos em eventos diversos, hotéis, espaços culturais ou outros locais de interesse.

Em vez de sair e ir tomar café ou uns copos com os amigos, convide-os até sua casa e divirtam-se com uma noite de jogos de tabuleiro e de bar aberto.

Se é sócio de um ginásio, certifique-se de que aproveita bem a mensalidade que paga. Se só lá vai muito de vez em quando, mais vale cancelar. Procure outras formas económicas de praticar exercício físico: caminhar, jogging, ciclismo, uma partida de ténis, futebol, basquetebol com os amigos. Ao ar livre não paga nada!



Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt








30 de outubro de 2012

Como evitar uma subida de IMI se as Finanças se enganarem


Confira as áreas e a idade do prédio e, se estiverem erradas, reclame. Mas terá de o fazer no prazo de 30 dias.

A leitura atenta da notificação que as Finanças enviam a dar conta do novo valor patrimonial tributável (VPT) da casa pode ajudar a poupar alguns euros no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). E quem comprou casa já depois de dezembro de 2003 e há mais de três anos também poderá ver a fatura do imposto baixar, pedindo uma atualização.
Casas em reavaliação
A área (privativa e bruta) é o pormenor que mais sobressai na carta das Finanças a detalhar o novo valor patrimonial da casa (determinado na sequência da avaliação geral dos imóveis que desde 2004 não mudam de mãos) e deve ser vista com atenção para verificar que os metros quadrados que vêm mencionados conferem com a realidade da casa. Caso haja discrepâncias, deve munir-se da planta e dirigir-se à repartição de Finanças para dar conta do erro. À Deco têm chegado reclamações de áreas erradas em mais de 20 metros. Deve ainda olhar-se para o coeficiente de localização e conferir se está de acordo com o que consta em www.e-financas.gov.pt/SIGIMI. A idade do prédio vem também mencionada e há reporte de erros.

Prazo e reclamação
A administração fiscal dá um prazo de 30 dias para o proprietário dizer se discorda do novo VPT. Se o deixar passar, terá de esperar três anos para retificar eventuais erros que tenha detetado, mas entretanto ficará a pagar IMI sob o valor patrimonial apurado. As reclamações efetuadas neste prazo custarão um mínimo de 204 euros, caso o VPT seja confirmado ou suba. Se a área estiver errada, isso dificilmente acontece. É ainda possível impugnar judicialmente a segunda avaliação.
Atualização
Os donos das casas já avaliadas em IMI podem pedir atualização do valor patrimonial - sendo esta gratuita, por enquanto - e beneficiar com isso, principalmente se o imóvel foi adquirido entre 2006 e 2008, anos em que o valor atribuído pelo fisco por metro quadrado era de 615 euros. Atualmente, esse valor (que incide sobre a área) está em 603 euros. 



Fonte: www.dinheirovivo.pt

Simulador: Vale a pena combinar gás e luz numa fatura? Ou nem por isso?Deco fez as contas e percebeu qual a melhor tarifa para o perfil de cada utilizador. Confira aqui


Deco fez as contas e percebeu qual a melhor tarifa para o perfil de cada utilizador. Confira aqui 


A DECO criou um simular que lhe permite perceber qual a tarifa que melhor se adequa ao perfil de cada consumidor doméstico.
O simulador apresenta uma estimativa da fatura anual do consumo de eletricidade e gás natural de cada cliente. E os preços apresentados incluem todas as taxas, serviços e impostos em vigor, como o IVA, consoante a sua localização geográfica.


Face aos dados introduzidos, os resultados do simulador constituem a melhor aproximação possível no momento. Os valores reais poderão diferir devido às diferenças entre a estimativa e as variáveis reais de faturação, como o consumo e sua repartição.

Confira aqui


Fonte: Deco-Proteste e www.dinheirovivo.pt







Bolsa de emprego: aqui há oportunidades para recém-licenciados

 

Novo projeto no grande Porto vai ajudar jovens formados em diversas áreas a entrarem no mercado de trabalho


O Centro Empresarial Lionesa (CEL) criou uma bolsa de emprego com dezenas de propostas de estágios profissionais em diversas áreas para ajudar jovens recém-licenciados a entrarem no mercado de trabalho, foi anunciado esta segunda-feira.

Organizado em parceria com a Life Training, o IGetaJob@Lionesa propõe-se a «colocar em contacto empregadores e candidatos» com o objetivo de «minimizar o impacto do desemprego jovem no Grande Porto», adiantou à Lusa fonte da organização.

Paralelamente, o projeto vai organizar ações de formação sobre comunicação e atitude na relação com futuros empregadores, para ajudar os recém-licenciados na entrada no mundo do trabalho.

Numa primeira fase, durante o mês de outubro, o IGetaJob@Lionesa vai percorrer as instituições de ensino superior do Grande Porto com ações de formação sobre atitude e comunicação e incentivando à pré-inscrição no projeto.

Os licenciados inscritos podem, depois, a 09 de novembro, entregar a sua apresentação e currículo no Centro Empresarial Lionesa, em Leça do Balio, Matosinhos, sendo-lhes atribuído um número pessoal a usar na 3.ª fase do projeto.

Ainda neste dia, a Life Training será responsável por uma ação de formação sobre entrevistas de emprego, com simulação de situações reais.

Na última fase, a 20 de novembro, os licenciados deverão voltar ao CEL munidos do seu número de identificação para um encontro com os potenciais empregadores.

«Neste encontro, os responsáveis pelas empresas interessadas já sabem o número a que correspondem os candidatos selecionados e podem abordá-los de forma anónima e informal, sem a conotação de uma entrevista de emprego», destaca a organização.

O objetivo «é que deste encontro informal, saiam já possíveis contratos de estágio e emprego».

Segundo os promotores, a criação da bolsa de emprego resultou de uma «auscultação às empresas» sediadas nos centros empresariais do grupo e a outras da região.



Fonte. www.agenciafinanceira.iol.pt




Abono de família: já há novas regras de cálculo

 

Quem fique desempregado, aumente o agregado familiar ou sofra uma alteração nos rendimentos pode pedir uma reavaliação do escalão 

 

A partir desta segunda-feira há novas regras para o cálculo do valor do abono de família, pois passa a ser possível reavaliar a situação do beneficiário.

Segundo o governo estas alterações vão ajudar mais os portugueses que se encontrem em dificuldades financeiras. A ideia é assegurar que o apoio chegue na realidade a quem mais dele precisa.

Na prática, alguém que fique desempregado, aumente o agregado familiar ou sofra uma alteração nos rendimentos pode pedir uma reavaliação do escalão para efeitos de abono.

O pedido pode ser feito em qualquer altura do ano desde que a nova realidade económica da família tenha no mínimo três meses.

São válidas as mesmas tabelas de atribuição de abono. Por exemplo, para uma família do primeiro escalão cujos rendimentos rondem os dois mil euros, o Estado paga por cada filho, com idade inferior a um ano, cerca de 140 euros e a partir do primeiro ano,.Até uma idade superior a três, a ajuda situa-se nos 35 euros. Valores que vão diminuido à medida que as receitas familiares aumentam.

Até agora, a declaração de rendimentos que acompanhava o requerimento do abono de família era referente ao ano civil anterior e mesmo que a família sofresse uma redução drástica dos rendimentos, não podia pedir qualquer alteração.

O Executivo fala numa medida que traz mais justiça social. Em maio deste ano, quase um milhão e duzentas mil pessoas beneficiavam deste apoio do estado. Com as novas regras estima-se que cerca de 150 mil crianças, até aqui excluídas, possam receber apoio de família.

 

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

As 10 profissões mais stressantes

 

Há quem tenha de lidar com situações complicadas diariamente ou, pelo menos, estar constantemente preparado para elas 

 Um mau dia no trabalho pode deixar qualquer pessoa à beira de um ataque de nervos, mas já imaginou o que seria se o stress fosse um factor inerente à sua profissão?

Grande competitividade, perigo de morte e prazos apertados foram alguns dos factores que pesaram para determinar quais são as profissões mais stressantes do ano. Veja se a sua profissão é uma delas... Se não, tente relaxar e pense que há alguém a ter um dia mais desgastante do que o seu.



1) Soldado em situação de guerra
Quem arrisca a vida no campo de batalha não pode distrair-se nem por breves instantes. O estado de alerta tem de ser constante e isso faz desta profissão a mais stressante de todas.

2) Bombeiros

Não só arriscam as vidas como têm de lidar com a responsabilidade de minimizar os danos para terceiros. Isso sem contar com a rotina de luta contra o tempo e a pressão para tomar decisões rápidas.

3) Piloto de avião
Pilotar um avião cheio de passageiros, cumprir os horários com a máxima exactidão e trabalhar durante várias horas seguidas. São estas as razões que colocam os pilotos na terceira posição.

4) General Militar

Eles têm de coordenar tropas, tomar decisões, moralizar os soldados e poupar o máximo de vidas possível através das melhores estratégias de guerra. Isto tudo ao mesmo tempo que sofrem uma enorme pressão por parte do Governo.

5) Polícia

Quando um polícia está de serviço, nunca sabe o que poderá acontecer. A responsabilidade de garantir a segurança de terceiros, nem que para isso tenham de arriscar a própria vida, é um grande factor de ansiedade.

6) Coordenador de eventos

Tudo num grande evento passa pelas mãos do coordenador - desde a logística até à contratação das estrelas. Esta tarefa exige bons relacionamentos profissionais e habilidade para trabalhar em prazos apertados.

7) Executivos de relações públicas

O executivo de relações públicas tem de garantir que tudo corre na perfeição. As longas jornadas de trabalho, aliadas à sensação de que não é possivel controlar tudo, podem ser muito stressantes.

8) Executivo sénior
Chegar ao topo da carreira pode ser a ambição de muitos, mas a verdade é que talvez não saibam quanto trabalho isso exige. Maior status profissional é directamente proporcional aos níveis de stress. O dia de trabalho de um executivo pode ter onze horas.

9) Fotojornalista

Captar uma boa fotografia implica estar horas à espera de um momento que demora apenas uns segundos. Horários inexistentes, salários baixos e, às vezes, ter de estar em lugares perigosos, fazem do fotojornalismo uma profissão stressante.

10) Taxista

Se aquelas horas que passa no trânsito o deixam stressado, imagine ser taxista e poder estar sujeito a essa situação a qualquer momento. Isso e o facto de ser preciso muito cuidado com o tipo de cliente que se apanha no táxi, tornam esta profissão na décima mais stressante desta lista.

 

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Poupança das famílias toca valor mais baixo desde 2001

 

Dados são do Eurostat e dizem respeito à Zona Euro


A taxa de poupança das famílias na Zona Euro baixou no segundo trimestre deste ano, em comparação com o trimestre anterior, tocando o valor mais baixo desde o início de 2001, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Eurostat.

Na Zona Euro, a taxa de poupança baixou para 12,9% por cento (%) no segundo trimestre, um valor que compara com os 13,1% observados nos três meses anteriores e que é o mais baixo desde o início de 2001 (últimos dados disponibilizados pelo Eurostat).

O segundo trimestre deste ano foi o primeiro, desde 2001, em que a taxa de poupança das famílias na zona euro ficou abaixo dos 13% acrescenta a Lusa.

No conjunto da UE, a taxa de poupança das famílias manteve-se nos 11%, o mesmo valor registado no primeiro trimestre deste ano, segundo dados das contas trimestrais do gabinete de estatísticas.

A taxa de poupança corresponde à percentagem do rendimento disponível bruto que as famílias reservam para o aforro.

O Eurostat não divulga dados por país.



Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt



OE2013: as contas dos «recibos verdes»

 

Em colaboração com a JPAB - Advogados, analisamos os pontos mais importantes do documento que afecta a vida dos portugueses


A proposta de Orçamento do Estado para 2013 apresentada pelo Governo prevê um agravamento de 10% do montante dos rendimentos auferidos pelos trabalhadores independentes sujeito a IRS, que não excedam 500.000,00 euros durante o próximo ano. Se, até agora, apenas 70% dos rendimentos empresariais e profissionais dos prestadores de serviços era tributado, em 2013, pretende-se que a base de incidência seja alargada para 80%.

Por outro lado, prevê-se ainda um aumento de 3,5% da taxa de retenção na fonte dos sujeitos passivos de IRS. Desta feita, enquanto que, em 2012, a percentagem do rendimento ilíquido dos «recibos verdes» retida era de 21,5%, em 2013 o Governo pretende que essa retenção seja já de 25%.

Apesar de a retenção na fonte ter a natureza de pagamento por conta do imposto devido no final, podendo até dar origem a reembolsos pagos no ano seguinte àqueles a que respeitarem, certo é que, com a implementação desta medida, vai haver uma diminuição da liquidez mensal dos portugueses, em benefício do aumento imediato da entrada de dinheiro nos cofres do Estado.

Por fim, note-se que a todos estes pagamentos acrescerão sempre os valores devidos à Segurança Social, calculados de acordo com os rendimentos auferidos no ano anterior ao do exercício em causa, com base nos escalões fixados em conformidade com o valor do Indexante dos Apoios Sociais, cuja atualização foi suspensa em 2013, mantendo-se, portanto, inalterado o valor de 419,22 euros, base de incidência mínima para efeitos de contribuição de Segurança Social.

Ou seja, num determinado exercício de tributação, pode um trabalhador independente não prestar qualquer serviço e, ainda assim, se no ano anterior auferiu rendimentos, poderá ficar obrigado a efectuar as contribuições sociais na proporção dos rendimentos do ano antecedente.

Ao agravamento fiscal dos chamados «recibos verdes» referido acumular-se-á a redução dos benefícios fiscais e das deduções à coleta já anunciada, bem como acrescerá a sobretaxa de 4%, pelo que se perspetiva que o ano de 2013 seja de grande contenção.



Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Casas de luxo: novas regras fiscais entram hoje em vigor

 

Proposta de Orçamento para 2013 prevê aumentar ainda mais taxas liberatórias em sede de IRS, que deverão subir para 28%

 

 Os proprietários de casas com valor superior a um milhão de euros vão pagar este ano um imposto adicional que varia entre 0,5 e 0,8% do valor do imóvel, numa única prestação que será cobrada até 20 de dezembro.

A lei que aprova as novas regras fiscais para os imóveis de luxo foi publicada esta terça-feira em Diário da República e contém outras taxas adicionais, como o agravamento da tributação dos rendimentos de capitais e mais-valias que passa de 25 para 26,5% e sobre rendimentos obtidos a partir de, ou transferidos para paraísos fiscais, que passam a ser taxados a 35%, escreve a Lusa.

A proposta de Orçamento do Estado para 2013 prevê aumentar ainda mais as taxas liberatórias em sede de IRS, que deverão subir para 28%.

No caso dos proprietários de imóveis de luxo, o Imposto do Selo corresponde a uma taxa adicional de 0,8%, caso o imóvel ainda não tenha sido avaliado segundo as regras do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), aprovado em 2003, ou de 0,5% se a avaliação já tiver sido feita.

No caso dos imóveis que estejam registados em «offshores» esta taxa será de 7,5%.

A liquidação do imposto pela Autoridade Tributária e Aduaneira deve ser efetuada até ao final de novembro de 2012.

Em 2013, a taxa a aplicar será única e de um por cento, exceto para as casas detidas por «offshore» que vão continuar a pagar 7,5%. 

 

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Metro e autocarros com operadores privados em 2013

 

No âmbito da fusão nos transportes públicos de Lisboa e Porto

 

 O secretário de Estado dos Transportes espera ter no final de 2013 privados a operar os autocarros e o metro, em Lisboa e no Porto, no âmbito da fusão nos transportes públicos das duas cidades.

«O nosso objetivo é ter em 2013 uma gestão totalmente integrada e também que os contratos de concessão de operação do autocarro e do metro, em Lisboa e no Porto, sejam já feitos por privados», disse à Lusa Sérgio Monteiro, à margem do 15º Congresso de Logística da Associação Portuguesa de Logística (APLOG) que decorre esta terça-feira em Lisboa.

Segundo o secretário de Estado, as administrações «estão a identificar que trabalhos podem ser feitos em conjunto e quais têm de ser mantidos separados», um «trabalho que continua e que deverá ter a sua execução durante o ano 2013».

A concessão da Carris e do Metro de Lisboa avançará quando estiver concluído o processo de fusão operacional das duas empresas públicas.

No Porto também está a avançar a fusão da Metro do Porto com a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP).

 

fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

IMI indexado à renda: poucos proprietários beneficiam

 

Só os imóveis reavaliados este ano ou herdados podem recorrer a este mecanismo

São poucos os proprietários que podem beneficiar da possibilidade de pagar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) indexado à renda cobrada. De acordo com a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), só os proprietários de prédios avaliados este ano ou que tenham herdado imóveis podem recorrer a esta hipótese.

O presidente da associação, Menezes Leitão, lembra, citado pela Lusa, que o prazo para requerer a cobrança do IMI mediante o valor cobrado nas rendas antigas (anteriores a 1990) termina na quarta-feira, mas admite já que o processo «abrange pouca gente».

O responsável enumerou as exceções previstas, o que «tem deixado alguns senhorios fora do regime quando não o esperavam»: este travão no IMI inclui os prédios cujo valor patrimonial está a ser avaliado este ano, o que é uma «situação de desigualdade».

De fora ficam os prédios que foram objeto de compra ou de doação. «Inclusivamente, as Finanças até estão a interpretar como abrangendo as partilhas, o que significa que só praticamente as pessoas que tenham herdado é que estão abrangidas», disse.

O processo «muito burocrático, que exige a apresentação dos canhotos dos recibos» é outro dos entraves enumerados pelo responsável. Com a formalização das rendas, as Finanças dispõem dos dados, acrescentou Menezes Leitão, para criticar a exigência de apresentação de documentação. «É um acréscimo de trabalho e de volume de burocracia que entendemos não ter justificação num Estado moderno», argumentou.

Neste processo, os proprietários com contratos de arrendamento anteriores a 1990, nas casas de habitação, ou até 1995 quando se tratam de espaços comerciais pretendem evitar pagar mais imposto do que as receitas obtidas.

 

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Novas regras do IRS e do IRC entram hoje em vigor

 

Em colaboração com a JPAB - Advogados, analisamos os pontos mais importantes do segundo Orçamento Retificativo para 2012, que afeta a vida dos portugueses já este ano 

 Entra hoje em vigor a grande maioria das alterações ao Código do Imposto sobre o Rendimento das pessoas Singulares (CIRS), ao CIRC (pessoas colectivas), ao Código do Imposto de selo e à Lei Geral Tributária. A publicação da Lei n.º 55-A/2012 foi feita ontem, em Diário da República.

Escalpelizando o diploma legal, no que concerne aos impostos sobre o rendimento, verifica-se que as alterações introduzidas se prendem exclusivamente com o agravamento de algumas das taxas de tributação.

No que se refere ao IRS, as grandes mudanças dizem respeito ao agravamento das taxas de tributação dos rendimentos de capitais.

Se, até ontem, estes rendimentos, nos quais se incluem, nomeadamente, os juros de depósitos à ordem ou a prazo, os rendimentos de títulos de dívida ou de operações de reporte, cessões de crédito, contas de títulos com garantia de preço ou outras operações similares, estavam sujeitos a uma taxa liberatória de 25%, a partir de hoje passam a ser tributados a 26,5%. Esta taxa pode, em alguns casos, atingir os 35%, sendo que, antes da entrada em vigor desta Lei, apenas poderia atingir os 30%.

Ainda relativamente ao IRS, há uma segunda alteração, desta feita relativa à tributação das mais-valias.

As mais-valias apuradas em resultado de certas operações, das quais se excluem a alienação onerosa de direitos reais sobre imóveis (bem como a afetação do património particular a actividade comercial), a alienação onerosa da propriedade intelectual ou industrial e, ainda, a cessão onerosa de posições contratuais, serão tributadas a uma taxa de 26,5%, sofrendo, assim, um agravamento também de 1,5%. No entanto, esta última alteração referida apenas produzirá efeitos a partir do dia 1 de Janeiro de 2013, ao contrário da grande parte das alterações introduzidas que, como mencionado, entraram em vigor já hoje.

No que toca ao IRC, as mudanças operadas são também ao nível das taxas de tributação. Mantém-se inalterada a taxa geral de 25%, modificando-se apenas a taxa aplicável aos rendimentos de capitais colocados à disposição em contas abertas em nome de um ou mais titulares mas por conta de terceiros não identificados, quando não seja identificado o beneficiário efetivo, bem como a taxa aplicável aos rendimentos de capitais obtidos por entidades não residentes em território português, domiciliadas em território com regime fiscal mais favorável, que passa de 30% para 35% em ambos os casos.

Finalmente, há uma alteração no âmbito do IRC que vale a pena anotar, também ela relativa à taxa: até ontem, a retenção na fonte deste tributo era efetuada às taxas previstas para efeitos de retenção na fonte de IRS; a partir de hoje passará a sê-lo à taxa de 25%, mantendo-se inalterada a taxa de 21,5% exclusivamente aplicável aos rendimentos auferidos na qualidade de membro de órgãos estatutários de pessoas coletivas e outras entidades.

 

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

 

Microsoft lança Windows 8



Sistema foi desenhado para concorrer no mercado dos «tablets»

A tecnológica Microsoft lançou esta quinta-feira o Windows 8, a maior renovação do sistema operativo desde o Windows 95 e que está desenhado para a empresa entrar no mundo dos «tablets» e ganhar terreno a rivais como a Apple.

O novo sistema operativo, uma aposta estratégica da Microsoft, está preparado para funcionar com computadores, «tablets» e telemóveis inteligentes.

«Este é o maior produto que fizemos», disse o presidente executivo da Microsoft, Steve Ballmer, numa entrevista à Bloomberg Television, numa alusão à introdução do Windows 95.

Este novo sistema, que está adaptado para o computador como para outros dispositivos informáticos portáteis, tem como objetivo concorrer com os seus rivais Apple ou Samsung, que estão apostados no mercado das «tablets».

O Windows 8 incorpora uma conexão permanente com a Internet, de modo a que todos os dados sejam alcançados automaticamente numa nuvem, através da aplicação Skydrive, em qualquer parte do mundo.

«A Microsoft Portugal está muito otimista com o Windows 8 e a prova disso é o grande interesse já demonstrado com as versões de teste publicadas até à data em todo mundo», disse à Lusa Rita Santos, gestora do Windows na subsidiária portuguesa.

Segundo a responsável, «os mais de 16 milhões de downloads efetuados» torna esta versão a "mais testada de sempre de todas as versões Windows já publicadas».

O novo Windows 8, que apresenta uma versão mais colorida que as anteriores, inclui aplicações, que estão disponíveis na Loja Windows, não tem o conhecido ícone «start» ou «iniciar», facto que tem sido comentado pelos utilizadores que integraram os testes.

Também hoje a Microsoft lança a sua própria «tablet», o Surface, que não estará a funcionar com o Windows 8, mas sim com o Windows RT.

O lançamento oficial do Windows 8 decorre hoje em Nova Iorque, na mesma semana em que a Apple apresentou o seu iPad Mini. 



Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Cartão Continente dá desconto também em roupa e acessórios

 

Portugueses já pouparam 940 milhões de euros com estes cartões

O Cartão Continente passa a ser válido, a partir desta segunda-feira, dia 1 de outubro, também nas lojas Modalfa, insígnia do grupo Sonae dedicada ao comércio de vestuário e acessórios.

«Esta ligação tem como objetivo reforçar a oferta de valor do cartão, alargando o número de parceiros associados e posicionando-o, cada vez mais, como um cartão de descontos que extravasa o Continente», refere o grupo em comunicado.

A partir de agora os clientes de ambas as insígnias passam a usufruir da oferta permanente de 5 euros de bónus por cada 500 euros de compras, campanhas promocionais centradas no Cartão Continente e da possibilidade de rebater os descontos acumulados, quer na Modalfa quer no Continente, num total de mais de 280 lojas espalhadas por todo o país.

O Cartão Continente conta atualmente com 3,1 milhões de famílias portuguesas com utilização ativa, que representam 85% das vendas efetuadas. De referir ainda que desde o lançamento em 2007, os clientes Continente já acumularam descontos no valor de mais de 940 milhões de euros.

Para assinalar o arranque desta parceria, a Modalfa oferece 25% de desconto em toda a loja, de 01 a 14 de Outubro.


Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Governo «destrava» aumentos do IMI: em 2013 vai ser a doer


Subida estava limitada a 75 euros, mas Governo retirou cláusulas de salvaguarda. Em vez de ser gradual, imposto sobe em força já em 2013

O Governo decidiu deixar cair as cláusulas de salvaguarda, que iriam travar o aumento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 2013, anunciou o ministro das finanças em conferência de imprensa.

Recorde-se que as Finanças estão a proceder a uma reavaliação geral do valor patrimonial tributário dos imóveis, para que estes possam ser tributados nos termos do novo Código do IMI. Dessa reavaliação resultará, na maioria dos casos, um aumento do imposto a pagar.

Até aqui estava prevista uma cláusula de salvaguarda, que estipulava que a subida do imposto não poderia ultrapassar os 75 euros, travando o aumento até 2014. Com a queda dessa cláusula, o imposto é agravado de uma vez já em 2013, e sem travões.

À Lusa, fonte das finanças deixou uma exceção e garantiu que para os contribuintes de mais baixo rendimento mantém-se a salvaguarda.

Estima-se que 5,2 milhões de imóveis - os que não estavam a pagar imposto de acordo com as regras do novo Código do IMI - serão afetados.

Os proprietários já repudiaram a medida.

O ministro anunciou também um aumento do IRS e uma sobretaxa de 4% em 2013. Na prática, com estas medidas, o aumento sentido pelos contribuintes será de 35% e o escalão mais elevado dispara para 54,5%.

Estes aumentos compensam o facto de a função pública receber um subsídio e os pensionistas 1,1 subsídios.

Gaspar reviu ainda a previsão de taxa de desemprego para 2013 e tentou explicar o que correu mal para serem precisas mais medidas de austeridade.


Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Classe média está a mudar: onde gastam e no que poupam


Todos apertam os cordões à bolsa, das viagens à alimentação. Mas há áreas onde muitas famílias apostam mais, de olho no futuro

Os hábitos da classe média nacional estão a mudar, uma alteração ditada pela crise, que tem castigado os orçamentos de muitas famílias e tornado muitas outras mais precavidas, apesar de não sentirem no bolso ainda grande austeridade.

O estudo do Observador Cetelem 2012, que analisa as classes médias na Europa, revela por exemplo que, no conjunto dos países analisados, Portugal apresenta o comportamento mais conservador no binómio despesa/poupança, ou seja, é o país onde as famílias mais pretendem desviar dinheiro do consumo para a poupança.

A maioria dos portugueses (55%) tem intenção de poupar mais este ano que em 2011. No que toca a despesas, só 24% admitem gastar mais.

A explicação oferecida pelo estudo é simples: a população portuguesa (a par com a espanhola) encontra-se «no centro da crise desde a primavera e o verão de 2011», tendo sido «particularmente afetada pela recessão económica desde 2008».

Gastar menos: em que produtos cortamos mais?

Quase 70% dizem que a sua situação piorou nos últimos 12 meses e tiveram de reduzir o seu estilo de vida. 58% tiveram de cortar nas despesas de vestuário, 55% no lazer e viagens e 44% em combustíveis e energia.

Mas até nos produtos mais básicos teve de haver cortes: 32% também tiveram de apertar os cordões à bolsa na hora de comprar alimentação. 15% cortaram na saúde e na habitação e 8% na educação.

Para o ano que vem, a maioria diz que só poderá melhorar de vida se cortar nas despesas (83%), porque não espera um aumento dos rendimentos.

«No Ocidente, a esperança de manter o nível de vida passa por uma redução das despesas. As classes médias não apostam muito num aumento dos seus rendimentos para contrariar a redução do seu poder de compra. Diminuir determinadas despesas tornou-se assim na resposta evidente para manter o nível de vida», explica o estudo, que analisa também as causas da deterioração do nível de vida e o que preocupa a classe média para o futuro.

No que toca a despesas planeadas para este ano, os portugueses recuam em muitas classes. 32% dos portugueses pretendem comprar eletrodomésticos este ano (face a 37% no ano passado), sendo esta a classe com maiores intenções de compra.

Já as viagens, que no ano passado estavam nos planos de 37% dos portugueses, este ano são prioridade apenas para 30%.

O mobiliário é a terceira classe onde mais portugueses pretendem gastar dinheiro: 28%.

A classe de produtos que mais parece perder clientes este ano em Portugal é a dos smartphones: só 17% têm planos de compra, quando no ano passado eram 27%.

Equipamentos de tv, hi-fi e video, bricolage e jardim e ainda os automóveis (12% em vez de 13), também perdem interessados. Pelo contrário, os trabalhos de remodelação/renovação, os equipamentos desportivos, os microcomputadores para casa, os imóveis (10% em vez de 9) e as motos/scooters, ganham adeptos.

Os (cada vez mais) pequenos luxos

20% dos portugueses admitem ir de fim-de-semana/férias em território nacional uma vez por ano, 12% vão duas vezes e 33% mais do que isso. Já para o estrangeiro, 12% vão mais do que uma vez por ano e 3% vão duas vezes. Para 1%, este é um prazer que só acontece uma vez por ano.

No que se refere à frequência de restaurantes, 43% vão comer fora pelo menos uma vez por mês. Já no que toca a saídas culturais (cinema, teatro, concertos, museus, etc.), 23% fazem-no pelo menos uma vez por mês.

Sonhos adiados

Nos últimos 12 meses, 80% dos portugueses adiaram/renunciaram a projetos (viagens, compra de casa, carro, eletrodomésticos e móveis, remodelações, etc.) por motivos orçamentais. Mas quase metade referem que o fizeram por precaução e só 28% referem mesmo incapacidade financeira.

Dos que desistiram por precaução, 36% dizem ter preferido usar o dinheiro para poupar, 21% esperaram para encontrar mais barato e 25% foram prudentes por causa da situação económica.


Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Eletricidade: preço vai subir 2,8% em 2013



Famílias economicamente vulneráveis deverão registar aumento de 1,3%

Os preços da eletricidade deverão aumentar 2,8% para as famílias em 2013, de acordo com a proposta da Entidade Reguladora do Setor Energético (ERSE), publicada esta segunda-feira.

Esta variação média de 2,8% vai repercutir-se num acréscimo de 1,24 euros por mês numa fatura média de cerca de 47 euros (com o IVA a 23%), o que abrange a maioria dos consumidores domésticos portugueses (cerca de 5,6 milhões).

«Na tarifa social, o aumento será de 1,3% para os consumidores considerados economicamente vulneráveis», ou seja, de 30 cêntimos numa fatura mensal de 23 euros (com o IVA a 23%), mas, não sendo transitória, esta variação vigorará durante todo o ano de 2013.

No caso dos consumidores das regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, a tarifa regulada de venda a clientes finais terá a mesma variação (2,8%), mas não será sujeita a revisão trimestral, já que, «por serem consideradas regiões ultraperiféricas no espaço europeu, não estão abrangidas pelo processo de liberalização do sistema elétrico que decorre no continente».

A ERSE justifica este aumento com o agravamento do custo de produção da energia elétrica e com a quebra no consumo.

«Os custos de produzir eletricidade, quer através de centrais convencionais (hidroelétricas e térmicas), quer através de centrais que utilizam produção em regime especial (renováveis e cogeração) agravaram-se. Este agravamento deve-se essencialmente ao facto de os preços no mercado grossista a prazo estarem a subir, à previsão da manutenção dos elevados custos do preço do petróleo nos mercados internacionais e ao facto da produção em regime especial ter aumentando (há mais capacidade instalada) e ter um custo médio superior ao das centrais convencionais», revela o documento.

A ERSE estima ainda que o consumo de eletricidade em 2013 estabilize em torno de um valor próximo do consumo verificado em 2006. «Esta quebra do consumo, que já se verificou em 2012, conduz a um aumento dos custos unitários de energia elétrica porque parte dos custos a recuperar pelas tarifas, como os CIEG (Custos de Interesse Económico Geral), são fixos e não variam com o consumo».

As tarifas transitórias aplicam-se a partir de 1 de janeiro de 2013, sendo suscetíveis de revisão trimestral.

Aumento seria de 11% sem corte de rendas excessivas

Em comunicado, o Ministério da Economia diz que, sem as medidas adotadas pelo Governo, o aumento da eletricidade para 2013 seria de 11%.

Segundo o ministério liderado por Álvaro Santos Pereira, «a variação tarifária de 2,8% agora anunciada pela ERSE está fortemente influenciada pelas medidas de redução de rendas excessivas adotadas pelo Governo ao longo do ano de 2012».

O Governo defende que sem essas medidas, «a variação teria sido de aproximadamente 11,4%, o que constituiria um aumento absolutamente incomportável para as famílias e empresas, especialmente na atual conjuntura económico-financeira que o país atravessa», acrescentando que é a «mais baixa variação tarifária dos últimos sete anos».

A variação agora determinada pela ERSE está, segundo o Ministério, «ligeiramente abaixo da inflação» e teve em conta «um impacto de 410 milhões de euros na redução do défice tarifário de 2013».

As reduções de custos repercutidas nas tarifas do próximo ano, segundo o Executivo, foram, entre outras, de 103 milhões de euros da remuneração de custos no mecanismo de garantia de potência ou 47 milhões de euros nos produtores a partir da cogeração.




Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Compra de eletrodomésticos e televisões cai mais de 10%


Famílias mais prudentes no consumo, em ambiente de crise


Portugal continua a ser dos países onde as famílias mais gastam em eletrónica de consumo, mas os portugueses estão muito mais contidos na compra de televisores, hi-fi e vídeo, entre outros equipamentos. E também estão a adquirir menos eletrodomésticos.

Se já no ano passado isto se verificou nas intenções de compra, este ano a tendência veio confirmar-se, de acordo com o Observador Cetelem 2012: a descida é de 10,1% no mercado dos eletrodomésticos e de 11,8% na eletrónica de consumo.

«Também o orçamento médio por família e por famílias com rendimentos equivalentes diminuiu em ambos os mercados. No caso especifico da compra de eletrodomésticos, o budget das famílias portuguesas disponível para compras passou de 201 euros/ano para 174 euros/ano», lê-se, em comunicado. Já o orçamento para compra de produtos de eletrónica «passou de 278 euros/ano para 238 euros/ano».

Mesmo com esta contenção nos gastos, «Portugal continua a liderar o ranking das famílias com rendimentos equivalentes que mais investem em eletrónica de consumo. No ano transato, ocupavam também o primeiro lugar no pódio das compras de eletrodomésticos e este ano passaram para o segundo lugar com França a liderar».

Somos, portanto, e já há alguns anos, campeões no consumo de eletrodomésticos e de equipamentos eletrónicos, mas o facto é que, este ano «os portugueses irão poupar mais e consumir menos, o que revela uma maior prudência e cautela das famílias em geral».

Este estudo contou com a participação e pessoas com ais de 18 anos de doze países (Alemanha, Espanha, França, Hungria, Itália, Polónia, Portugal, República Checa, Roménia, Reino Unido, Rússia e Eslováquia=. Foram inquiridos mais de 6.500 europeus (pelo menos 500 indivíduos por país). Os inquéritos foram realizados em parceria com o gabinete de estudos e consultoria BIPE, com base num inquérito barométrico conduzido no terreno em Novembro/Dezembro de 2011, pela TNS Sofres. 


Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Bancos voltam a tirar mais valor às casas


 

Valor médio de avaliação continuou a cair em setembro

As casas valem agora menos 7% do que há um ano. O valor médio de avaliação bancária de habitação não tem parado de baixar e caiu ainda 0,1% em setembro, em comparação com agosto, situando-se em 1.027 euros por metro quadrado.

Uma tendência que se vem verificando sempre no último ano. Em setembro, «o decréscimo resultou da diminuição observada no valor médio de avaliação de moradias (-1,2%), que
mais que compensou o acréscimo de 0,6% do valor
médio relativo a apartamentos», mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística que foram divulgados esta quinta-feira.

De facto, nos apartamentos, o valor médio de avaliação bancária aumentou 6 euros por metro quadrado, face agosto, fixando-se em 1060 euros/m2.

«Nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, o valor médio de avaliação diminuiu 0,2% e 1,1% relativamente a agosto, situando-se em 1222 euros/m2 e 959 euros/m2, respetivamente. Em relação ao período homólogo
o valor médio de avaliação destas Áreas Metropolitanas diminuiu 8,6% e 9,0%, pela mesma ordem». No país, apenas o Algarve e a Madeira contrariaram este cenário. 

 

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Entrega de casas aos bancos cai para metade


Foram entregues 1.100 imóveis para pagamento da dívida. Já na comparação com o segundo trimestre, número aumentou

A entrega de casas aos bancos caiu para quase metade no terceiro trimestre, em relação ao início do ano. No entanto, quando comparado com o segundo trimestre, verificou-se um aumento.

Contas feitas, foram entregues cerca de 1.100 imóveis para pagamento da dívida à banca no trimestre analisado, entre julho e setembro.

Segundo os dados da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), a que a agência Lusa teve acesso esta segunda-feira, entre janeiro e setembro foram entregues 4.400 imóveis em dação em pagamento, tanto por famílias como por promotores imobiliários. Um quarto deste número foi então registado entre julho e setembro.

«A minha previsão para este ano é que sejam entregues entre 6.500 a 7.000 imóveis», ou seja, mais cerca de 2.000 do que os 4.400 registados até setembro, antecipa o presidente da APEMIP, Luís Lima, adiantando que «vai ser mais ou menos a mesma média do ano passado».

Uma estabilização dos valores que o responsável atribui sobretudo às medidas de facilitação de pagamento das dívidas, entretanto, adotadas pelos bancos.

Segundo Luís Lima, os números revelados no primeiro trimestre - que mostravam um aumento de 74% das dações de imóveis em pagamento das dívidas face ao mesmo período do ano anterior - serviu de alerta para o setor financeiro.

«Foi um aumento brutal» e a sua continuação «poderia levar a um número de casas [entregues aos bancos] completamente insustentável».

A análise da APEMIP mostra que no terceiro trimestre o fenómeno registou um aumento de 9,9% em relação aos três meses anteriores, mas os valores estão muito mais baixos do que no primeiro trimestre, quando foram entregues 2.300 casas.

Este aumento, diz a associação no mesmo documento, é o «corolário da continuidade de um ano extremamente difícil, com níveis de confiança no mercado combalidos e expectáveis perante o futuro desenvolvimento do setor imobiliário e do mercado, quer no âmbito nacional, quer global».

Entrega de casas por regiões

Entre janeiro e setembro, os distritos onde foram entregues mais imóveis em dação em pagamento foram os do Porto, de Lisboa e de Faro, representando em conjunto 40,5% do total.

Entre os 10 distritos onde o fenómeno é mais relevante encontram-se ainda os de Setúbal, de Santarém e de Coimbra, que representam 23,8% do total, e, por último, os de Aveiro, de Braga e os arquipélagos da Madeira e dos Açores, que somam 21,9% dos imóveis entregues até setembro.

A APEMIP adianta ainda que as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto concentraram quase um terço (31,7%) do número de casas entregues entre janeiro e setembro, sendo que só no terceiro trimestre o valor foi de 22,7%.

Em termos de municípios, os mais penalizados são o Entroncamento, que regista uma média de 2,8%, graças a uma subida do número de casas entregues em setembro para 8,6%.

Entre as três autarquias onde houve mais entregas de imóveis em dação em pagamento contam-se ainda as de Vila Nova de Gaia, com 2,7%, e da Figueira da Foz, com 2,1%.

«A divulgação dos dados das dações do primeiro trimestre deste ano pela APEMIP, bem como a mediatização da sentença do tribunal de Portalegre [que determinou que a entrega da casa liquida na totalidade o empréstimo concedido], fizeram com que o setor financeiro passasse a olhar este fenómeno com outros olhos», afirma o presidente da associação na nota hoje divulgada.

Segundo Luís Lima, este conjunto de situações criou um «ambiente mais propício à renegociação dos créditos, para que a prática da entrega de imóveis não passasse a regra em vez de exceção». 


Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Fisco lança 2.800 penhoras por dia a contribuintes


Até agosto, o Fisco lançou 674.540 penhoras sobre contribuintes, mais 34,4% do que nos primeiros oito meses de 2011. Feitas as contas, foram 2.800 penhoras por dia.

Os dados do Ministério das Finanças são citados pelo «Diário Económico» na sua edição desta terça-feira e revelam ainda que as vendas marcadas (pouco mais de 27 mil) para alienar os bens em causa são, no entanto, bem inferiores em relação ao número de penhoras.

Isto acontece porque a maioria dos contribuintes acaba por pagar o que deve quando a penhora é lançada, ficando o bem a salvo.

Apesar do aumento das penhoras, a verdade é que a dívida vencida (os impostos que não são pagos dentro do prazo de pagamento voluntário), até diminuiu neste período. O recuo foi de 3,5% para 2,14 mil milhões de euros, o nível mais baixo dos últimos oito anos, ou seja, desde 2004.


Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Estradas: «Renegociação beneficia contribuintes»



O presidente da Estradas de Portugal (EP) defendeu ainda na segunda-feira, no parlamento, que a empresa pública tem «competência histórica de assegurar a manutenção e conservação de estradas», realçando que a transferência da responsabilidade vai beneficiar os contribuintes.

«A EP tem a competência histórica, de 80 anos, a assegurar a manutenção e conservação de estradas e está a conseguir provar que tem também capacidade para conservar autoestradas, com a experiência na Grande Lisboa», disse António Ramalho, no dia em que esteve na Comissão Parlamentar de Economia e de Obras Públicas, onde admitiu que é acionista de empresas com quem está a negociar a revisão dos contratos em representação do Estado, prometendo vender as ações esta terça-feira, a que preço for.

Em declarações aos jornalistas, no final da comissão, o presidente da EP explicou que a renegociação das seis subconcessões rodoviárias prevê a transferência da manutenção de 750 quilómetros de estradas para a empresa pública, com «benefício para o contribuinte português».

Com esta operação, o Estado poupa 280 milhões de euros e gasta cerca de dois milhões de euros por ano, de acordo com as contas apresentadas pelo gestor aos deputados.

«Na manutenção, o mais barato é fazer outsourcing por três anos, como estamos a fazer, a menos de 4.000 euros por quilómetro, em média, o que permite que os 750 quilómetros representem um custo de cerca de dois milhões», explicou, citado pela Lusa.

António Ramalho adiantou que, entre os troços de estradas transferidos para a responsabilidade pública, estão 34 quilómetros com perfil de autoestrada, o que, realçou, também não é um problema para a EP, uma vez que tem «tido uma boa experiência a fazer manutenção na zona de Lisboa».

«As pessoas não sabem, mas o eixo norte/sul e o IC 19 é assegurado por nós. Somos responsáveis pela manutenção de alguns perfis de autoestrada», acrescentou o antigo presidente da CP - Comboios de Portugal - e antigo administrador do BCP.

A empresa, liderada por António Ramalho desde abril, foi mandatada pelo Governo para renegociar as subconcessões rodoviárias e já fechou acordo para o Baixo Alentejo, Pinhal Interior, Autoestrada Transmontana, Litoral Oeste, Baixo Tejo e o Algarve Litoral, que se traduzirá numa poupança anual de 100 milhões de euros, nos primeiros anos, e de 80 milhões de euros mais tarde.

Aos jornalistas, António Ramalho sintetizou que a renegociação vai permitir alcançar uma poupança nas referidas subconcessões rodoviárias, através da redução de custos de investimento e a poupança na manutenção, com a transferência destes custos das empresas para a EP.

«Só se pode estimar os valores, dado que tudo depende das negociações até ao final de novembro, mas prevemos alcançar 2.600 milhões de euros que terá o efeito negativo das portagens em 500 milhões. Por isso, estamos a falar de cerca de 2.100 milhões de euros [de poupança em 30 anos]».

O gestor destacou ainda que o trabalho da EP se iniciou com a «redução do objeto», mas tem pela frente a negociação da TIR (Taxa Interna de Rendibilidade) para os acionistas, o desenvolvimento dos ganhos
operacionais e o próprio modelo.


Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

Dia da formação financeira: todos estão convidados

 

No dia 31 de outuro, Lisboa e Porto acolhem ações para ajudar os portugueses a gerir o seu orçamento familiar e a poupar

O Dia da Formação Financeira celebra-se já esta quarta-feira, dia 31 de outubro, coincidindo com o Dia Mundial da Poupança. As entidades parceiras do Plano Nacional de Formação Financeira juntam-se para sensibilizar a população para a importância da literacia financeira e todos estão convidados a participar.


Em Lisboa, as atividades do dia estarão concentradas no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço, onde, com base no Projeto Boas Práticas, Boas Contas, a Associação Portuguesa de Bancos (APB) promoverá um conjunto de atividades dedicadas aos temas da literacia financeira.

No Porto, as atividades decorrem na Fundação Dr. António Cupertino de Miranda (Museu do Papel Moeda) e na Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

O Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF) é dinamizado pelos três supervisores financeiros ¿ Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal ¿ e conta com a colaboração de ministérios, associações do sector financeiro, associações de consumidores, centrais sindicais e universidades.

Espaço APB - Boas Práticas, Boas Contas

Dois atores do Teatro Independente de Oeiras apresentação pequenos diálogos com situações exemplificativas da realidade financeira das famílias portuguesas no âmbito da Poupança e da Gestão do Orçamento Familiar.

Esta abordagem é feita num cenário real de uma casa portuguesa, que permite ao público ter acesso a «casos reais» do quotidiano desta família. Nesta dinâmica interativa prevê-se ainda um convite aos participantes para partilharem ideias de poupança e a participar num rastreio financeiro.

Todos os visitantes serão convidados a escreveram as suas ideias de poupança num post-it e colarem na parede. Haverá uma surpresa para as melhores ideias.

Haverá ainda um quizz - touch screen - com questões e respostas sobre os serviços e produtos da banca, que permitirá aos visitantes «medir» a sua cultura financeira. 

 

Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

EMEL admite baixar tarifários de estacionamento

 

Empresa lança inquérito para saber se lisboetas estão satisfeitos com o seu trabalho

Para além de lançar, esta terça-feira, um inquérito para saber se os lisboetas estão satisfeitos com o seu trabalho, a EMEL - Empresa Pública de Estacionamento de Lisboa admite, em tempos de crise, mexer no tarifário do estacionamento, se necessário.

«A EMEL produz tempo e mobilidade. Temos de garantir que as pessoas circulem bem, não gastem tempo excessivo à procura de estacionamento. Será que conseguimos fazer isto bem?», interrogou o presidente da empresa, citado pela Lusa.

Dado que quase 10% da população de Lisboa é cliente da EMEL, António Júlio de Almeida defende que a empresa «tem de perceber se está a fazer bem ou não».

«Estamos sempre a procurar melhorar. Fazer bem, satisfazer as necessidades das pessoas e de uma maneira eficiente. O que estamos a fazer é o que as pessoas precisam que a gente faça? Temos de apurar as necessidades das pessoas».

Assim, «a nossa ideia é, para o ano, ter conclusões e meter no terreno as medidas que hão de resultar deste inquérito», disse o presidente da empresa àquela agência.

Ciente de que o cabaz de compras dos portugueses «mudou muito nos últimos anos» e que o «peso dessas despesas é muito maior do que era há 20 anos», António Júlio de Almeida frisou que «gostava que as despesas com o estacionamento não fossem uma sobrecarga adicional no orçamento das famílias».

Por isso, admite que a «empresa possa vir a propor e a câmara possa vir a mexer no sistema tarifário para reequilibrar estas coisas».

«Temos que nos adequar às necessidades das pessoas e àquilo que é a estrutura do cabaz de compra hoje em dia das pessoas. Não devemos sobrecarregar mais o orçamento das pessoas».

O presidente da EMEL espera que o inquérito «traga alguma luz sobre isto».

O inquérito vai ser feito telefonicamente de 30 de outubro a 24 de novembro, a uma amostragem de 2.000 cidadãos residentes em Lisboa, não-residentes, comerciantes, estudantes, cidadãos com mobilidade reduzida.

Irão ainda ser distribuídos 110 mil folhetos em caixas de correio nas zonas onde a EMEL atua e nas zonas onde vai atuar em breve para alertar a população para o inquérito e afixados folhetos em todas as juntas de freguesia de Lisboa, nas lojas e nos parques de estacionamento da EMEL.

Durante o período do inquérito, todos os funcionários da EMEL que têm contacto com o público vão usar um autocolante informativo no uniforme. 

 

 

 Fonte: www.agenciafinanceira.iol.pt

 

Prestação da casa vai cair para mínimo histórico


A prestação da casa vai cair em novembro para um novo mínimo histórico. Fazendo as contas, vai permitir economizar entre 13 e 75 euros na mensalidade do próximo mês. A poupança é maior nos contratos associados à Euribor a 12 meses.

Graças à queda contínua das Euribor, este é, nos tempos que correm, o único alívio no orçamento das famílias.

No prazo a 3 meses, a Euribor bateu um mínimo histórico abaixo de 0,2%. Os contratos associados a esta taxa de empréstimo revistos em novembro vão sentir uma diferença palpável: por exemplo, para um empréstimo de 100 mil euros a 30 anos, com spread de 1%, o valor da nova prestação cai para cerca de 331 euros. Uma poupança de 13 euros, que significa ainda a prestação mais baixa de sempre.

Mas é nos contratos indexados à Euribor a 12 meses que a mensalidade cai mais - cerca de 18%. De 427 euros, a prestação baixa para 352. A poupança é de 75 euros em relação à prestação fixada há um ano.

A Euribor a 6 meses é, no entanto, a mais utilizada em Portugal. Neste caso, a queda da prestação será de 30 euros, nos contratos revistos em novembro.

A propósito do crédito à habitação, foi divulgado esta segunda-feira que a entrega de casas aos bancos para pagamento de dívidas caiu para metade no terceiro trimestre. 



Fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt
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